quarta-feira, 22 de março de 2017

SUSTO EM UMA MISSA NO KUWAIT


Diferentemente da Arábia Saudita, seu vizinho Kuwait é um país que contém uma boa tolerância religiosa. Incrivelmente, cerca de 25% da população do Kuwait são cristãos - número surpreendente para um emirado árabe.

Muitos que vivem neste Estado elogiam a boa segurança, principalmente após o atentado em 2015 na mesquita Al-Sadiq na capital do país. Desde então, atentados terrorista não é mais parte nas rotinas dos kuwaitianos.

Porém, a Catedral da Sagrada Família levou um susto durante sua missa no domingo à noite. Um homem subiu ao altar tentou tomar o microfone do padre, mas os fiéis o pegou, tiraram da igreja e levaram à polícia.

Ao ter interceptado o indivíduo, caiu uma faca de cozinha que estava escondido na sua dishdasha (veste comum no emirados árabes), este é um exemplo de dishdasha:

 (Este é uma foto para ilustrar uma dishdasha, o homem da foto não é o sujeito da ocorrência em questão).

Isso não foi caraterizado como atentado terrorista, nem mesmo caso de intolerância religiosa - apesar do porte de uma faca -, mas de um caso de problema psiquiátrico. O homem não é monitorado como sendo alguém pertencente a grupos terroristas e não têm históricos de crimes; o fato de não ter feito nada com a faca e por ter dito que "queria ver o Papa" naquela igreja nota-se que havia nele algum distúrbio mental.

Enfim, não passou de um susto. 


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 15 de março de 2017

PRIMEIRO ÁRABE CRISTÃO É CADETE A PILOTO DE ELITE EM ISRAEL


O exército de Israel não é composto somente por judeus; há muçulmanos drusos e árabes cristãos e outras etnias que foram acolhidas pelo Estado judeu, mas é uma novidade um árabe cristão entrar para tentar a carreira de piloto de elite das forças de defesa de Israel.

Muitos grupos sem nacionalidade como beduínos e maronitas se instalaram em Israel e se alistam voluntariamente, até mesmo parece uma forma de gratidão por ser tão bem recebido ou ser bem cuidado independente da religião ou origem étnica como disse um soldado árabe israelense de religião muçulmana: "Eu me considero um árabe e um muçulmano, mas também me considero parte deste país... É nosso Estado e temos que retribuir, ajudar tanto quanto for possível o Estado que nos protege."

É um dos aspectos naturais de uma democracia vibrante e a prova que o governo de Israel é bem diferente dos outros governos do Oriente Médio. Palestinos ocupam cadeiras no parlamento, muçulmanos e cristãos atuam nas forças armadas.

O número de árabes israelenses (cristãos e muçulmanos) nas forças armadas cresceu dez vezes em três anos. Nisto surge críticas de alas judaicas mais conservadoras dizendo haver conspirações para minar o poderio israelense, também surge alguns casos de discriminação entre judeus mais ortodoxos com árabes do mesmo grupo de soldados.

Dos 20% da população árabe em Israel, 1% deles se alistam no exército; alguns para melhorar de vida, outros por devoção patriótica. Não é anormal ver soldados muçulmanos ajoelhado rezando a Alá perto de judeus ortodoxos, no entanto, essa interação é criticada pela comunidade muçulmana por causa dos problemas geopolíticos entre Israel e Palestina.



Não tem como negar o nacionalismo sionista de Benjamin Netanyahu em encher cada vez mais de judeus muitas áreas duvidosas de Israel - questão sensível para muitos - mas uma coisa é certa; quem estiver dentro das fronteiras israelenses terá a estrutura de defesa mais inteligente, moderna, eficaz e capacitada do mundo. A paranoia de ataque iminente chega a ser necessária, haja vista, Israel ser cercado por países com grande capacidade bélica são hostis aos judeus e o histórico de muitos ataques terroristas vindos do Hamas.

israelhayom
bbc
OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 4 de março de 2017

NICARÁGUA: IGREJA EVANGÉLICA QUEIMA VIVA UMA MULHER PARA CURÁ-LA DE "POSSESSÃO"


A igreja Visão Celestial das Assembleias de Deus praticou um ato bárbaro em nome de Deus: Queimou uma mulher para expelir um espírito maligno que supostamente a possuía.

Vilma Trujillo tomava remédios e já tinha sido acusada pelos próprios irmãos da comunidade de atacar pessoas com um facão. Pelas coisas estranhas que a mulher fazia, um indivíduo disse ter tido uma revelação dizendo para libertá-la da possessão lançando-a no fogo; ela foi levada ao hospital, mas morreu uma semana depois.

A mulher de 25 anos teve 80% do corpo queimado. O pastor e a diaconisa da igreja, que provavelmente lideraram essa barbárie doentia já estão presos.

Para ver que se trata de um delírio coletivo, ao ser questionado sobre o problema da esposa, seu marido disse que não estava possessa por demônios, mas sim "vítima de bruxaria" (aí não ajudou muito).

A religiosidade é um problema patológico para muita gente, não é incomum ver coisas como essas na América Latina. No Paraguai, uma mulher foi queimada viva por ser acusada de bruxaria, este é o link do vídeo: Mulher acusada de bruxaria é queimada viva.

Na Guatemala também teve outro caso de mulher sendo queimada viva por bruxaria: https://observatorio-da-fe.blogspot.com.br/2015/05/guatemala-mulher-e-acusada-de-bruxaria.html

A religiosidade não só é a arte de complicar o que era simples, mas também é um "adoecedor" de mentes frágeis. Normalmente essas pessoas, são gente simples, fora dos grandes centros; de repente nem eram assim antes de serem evangélicos, aí vem uma igreja onde pensa mais no diabo do que em Deus, onde a vida cristã é um perigo constante de ser abocanhado por Satanás, acaba nisso, num verdadeiro hospício! 


Fontes: LA OPINION, G1