quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

A MUÇULMANA LINDSAY LOHAN


Após aprender a língua árabe, turca e grega, também de fazer obras de caridade aos refugiados sírios na Turquia a atriz Lindsay Lohan tem estado ultimamente em Dubai  e se comportado de forma "bem muçulmana"após receber um alcorão de um amigo saudita.

Como muitas celebridades hollywoodianas, Lohan se envolveu com drogas e álcool e se tornou grande causadora de problemas, até que mudou radicalmente sua maneira de agir nas redes sociais. Ela apagou todos os seus posts no Instagram deixando apenas a saudação islâmica na sua bio "Alaikum Salam".

Muitos muçulmanos a felicitaram no Twitter e retweetado suas palavras "O Alcorão abriu as portas para uma experiência espiritual...". Ao que se sabe, Lindsay Lohan estará numa TV do Kuwait em fevereiro, onde se explicará sobre a fé que abraçou.

O que tem circulado sobre a nova vida de Lindsay Lohan é "das drogas e álcool para um Alcorão e Hijab¹".

Pode ter certeza que seu fandom vai se interessar em compreender mais sobre essa " nova espiritualidade" tão amada pelo mainstream.

PG

OBSERVATÓRIO DA FÉ

¹ lenço que cobre a cabeça das mulheres muçulmanas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O NOVO PERFIL RELIGIOSO DO CONGRESSO AMERICANO


Por mais que muitos mantenham um discurso laicista, um congressista com religião declarada é muito emblemático - principalmente para o eleitor religioso que se vê representado num congresso com maioria cristã.

O Congresso Americano conta com seis cristãos a menos que o anterior, há 23 membros que nasceram em um país estrangeiro, alguns deles se tornaram cristãos durante a vida e outros não declararam afiliação religiosa. Hoje, há 3 budistas, 3 hindus e 2 muçulmanos no parlamento americano.

Todos eles são democratas (a esquerda americana), normalmente as minorias atentam mais a essa categoria política devido às posições sociais de suavizar as condições dos imigrantes, e também por serem menos nacionalistas.

É natural que ocorra, num país acolhedor como os EUA, o acréscimo de representantes políticos de diferentes confissões religiosas. Na América há muita liberdade religiosa, já isso não acontece em países que exista uma religião oficial (há uma exceção na Indonésia, ditadura islâmica, mas com o governador cristão da capital Jacarta).

Um dado interessante nesse governo inicial de Donald Trump, é que o embaixador dos EUA na ONU, Nikki Hailey, nasceu Sikh (uma espécie de monoteísmo hindu), mas converteu-se ao cristianismo.

Outro dado interessante é que mesmo havendo mais muçulmanos (0,9%) do que hindus (0,7%) e budistas (0,7%), eles ainda estão em menor número no Congresso (isso porque muitos dizem que o islã é se trata de um sistema teo-político).

O número de congressistas não cristãos são ainda muito pequena, tão pequena e insignificante que nem se trata de um "novo perfil religioso" do Congresso Americano, haja vista, os cristãos serem a esmagadora maioria no cenário político seguido dos judeus, que contam com 30 deputados.

Porém, com o mundo atual mais agitado em termos globais: imigração, terrorismo islâmico, tensões políticas; muitos eleitores tendem a confiar naquele que mais se encaixa nos seus valores religiosos.


Fonte: THN

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

EUA APARECE NA LISTA DE PAÍSES QUE PERSEGUEM CRISTÃOS PELA PRIMEIRA VEZ


Em tempos de tanta agitação política nos EUA, fica até mesmo difícil acreditar na seriedade de tantas pesquisas, até mesmo de organizações sérias como a Persecution.org. Não que eu ache que eles sejam maquiavélicos, mas que talvez no afã de trazer bagagem estatísticas do quadro de liberdade dos cristãos para o próximo presidente - declaradamente cristão -, eles ultrapassariam a moderação das informações.

Todavia eles não estão errados, ainda que não seja fácil conceber que um país como os Estados Unidos estejam alinhados a países como Coreia do Norte, Paquistão, Sudão e outros onde há muita hostilidade aos cristãos; a diferença está na sutileza da perseguição: Enquanto países islâmicos a perseguição é mais direto e físico, em alguns países ocidentais é no campo das marginalizações e dos boicotes.

É isso o que acontece nos EUA, Europa e outros países democráticos. Por meio dos "iluminados" que moldam a opinião das massas promovem pressão social de várias espécies contra toda a forma de expressão religiosa. Seguem a velha tática da ampla difusão de escândalos e fatos negativos e reprimir o lado positivo da influência da fé.

Eu particularmente considero tardio esse relatório, talvez julgam a "hora certa" para virar o jogo na restauração da liberdade religiosa na prática. Mesmo assim é algo que não se deve negar que os cristãos americanos sofrem ataques da mídia, intelectuais e movimentos de pressão. Mais estarrecedor ainda é que há uma espécie de carta branca para criticar a religião cristã, enquanto há uma patrulha velada para não opinar negativamente o islã (mesmo com os muçulmanos terem posições morais mais radicais que os cristãos) - aí que habita a parcialidade suicida do mainstream.


Abaixo está o link da lista em PDF da Persecution.org, os EUA está na página 11:

LISTA DE PAÍSES QUE PERSEGUEM CRISTÃOS (PERSECUTION.ORG)

Nota-se que não é um terreno seguro os discursos de igualdade, laicismo mesmo na maior democracia do planeta; até porque os agentes que transitam nos poderes, nas Ongs e seus tentáculos na sociedade civil capacidade de agir moderadamente com pitadas de radicalidade. 
E da mesma forma que é feito em países com mentalidade populista, a alma do povo é a principal engrenagem para uma transformação política, e isso só se consegue por meio da classe falante, já que não dá para seguir os exemplos da Arábia Saudita, Coreia do Norte e etc.


Fonte: PG

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 7 de janeiro de 2017

COMERCIANTE CRISTÃO COPTA É ASSASSINADO POR MUÇULMANO NO EGITO


O irmão da vítima disse às autoridades que o homicida visitou várias vezes a loja antes de cometer o crime. Enquanto Youssef Lamei fumava seu cachimbo fora da loja, o homicida gritou "Allah Akbar" e cortou a garganta dele; o homem foi preso.

Mesmo sendo habitantes mais antigos que os muçulmanos no Egito, os coptas são minoria e sofrem muitos ataques dos muçulmanos, o último foi o ataque na Catedral de São Marcos matando 27 pessoas.

Segundo os conhecidos, Lamei era um homem que respeitava a sociedade egípcia. Mesmo sendo cristão fechava seu comércio durante o Ramadã (mês sagrado no Islã) e até mesmo nas cinco orações diárias, tudo para não causar problemas com os muçulmanos locais.

Há quem interprete que ele esteja apenas obedecendo uma ordem vinda do Alcorão: "Quando você encontrar os incrédulos, golpeie os pescoços..." (47:4).

Desde que a Irmandade Muçulmana foi colocada na clandestinidade política, os ataques correntes e violentos. Não porque a IM aplacava o ódio anticristão destes, mas porque, após a tomada de poder dos militares, os cristãos são os alvos mais fáceis para convulsionar a sociedade egípcia.

Link: CT

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

HINDU SERÁ EXECUTADO NA ARÁBIA SAUDITA POR PUBLICAÇÃO NO FACEBOOK


Um indiano que ganhava a vida como jardineiro na Arábia Saudita foi acusado de blasfêmia pelos sauditas, por postar uma foto do deus Shiva sobre a imagem da Caaba islâmico de forma imponente. 

Nos países do golfo como Bahrein, Abu Dhabi e Arábia Saudita há muitos hindus para trabalho. Nesses países há muita efervescência nacionalista, logo seria ultrajante pra um árabe os serviços indignos; por isto há certa tolerância para a entrada de não-muçulmanos - porém, sob muito preconceito.

Pra muitos, este castigo parece ser desproporcional por conta de um mero post numa rede social (se bem que se tratando da Arábia Saudita pode ser possível), acontece que há uma questão muito mais profunda e polêmica: Para muitos hindus, não só a Arábia era um país hindu, mas a Caaba (local mais sagrado do islã) era um templo de Shiva; esse assunto é sempre uma bomba nos debates religiosos entre hindus e muçulmanos.

No momento não está havendo nenhuma intervenção de alguma autoridade indiana em favor de Ponnam Shankar, nesses tempos ninguém quer trazer atritos diplomáticos por questões "irrisórios". O problema é que há um enorme respeito, da parte do Ocidente, por essas ditaduras sob o manto da religião islâmica; muitas delas signatárias na ONU, mas com nenhum compromisso com Direitos Humanos e menos ainda com liberdade religiosa.

No Reino da Arábia Saudita já houve muitas penas de morte aplicados sem qualquer receio de ser rechaças da comunidade internacional, quase todas por motivos religiosos. A punição para o sujeito em questão provavelmente será a decapitação.

É a Sharia sendo praticado na sua forma mais pura!


Link: PG

OBSERVATÓRIO DA FÉ

DALITS SOB O AMPARO DA COMUNIDADE CRISTÃ


Se for difícil ver pessoas desamparadas, sem esperança, sem perspectiva de vida, imagine um grupo maior que o número de habitantes do Brasil. Os Dalits são os "intocáveis", considerado impuros para toda e qualquer tipo de relação social com os demais.

Apesar de ser proibida essa distinção desde a Constituição de 1950, a mentalidade de grande parte dos indianos vive no sistema de castas. Os intocáveis são os que pegam todo o tipo de trabalho normalmente rejeitado pela maioria, não podem casar-se com pessoas de outras castas, etc.

O agravante para os cristãos dalits é o fato de não pertencerem às religiões originárias da Índia: Hindu, Sikismo e Budismo. Nisto, até os muçulmanos que pertencem aos dalits entram na lista dos rejeitados.

Mas a Igreja Indiana tem enfrentado com unhas e dentes o sistema de castas, rogando fortemente o banimento desse tipo de tratamento no seio da comunidade. Mesmo assim, dos 200 bispos indianos, apenas 9 são dalits.

A Conferência Episcopal da Índia emitiu um documento com efeito político para a humanização dos dalits, que visa garantir a intolerância neste tipo de discriminação. Os bispos pedem o fim desse sistema dentro das igrejas por considerarem uma prática anticristã.

Mesmo assim, esse engajamento não será suficiente na Índia segundo os líderes religiosos. Para eles, é necessária uma forte participação do Estado, da burocracia, do judiciário, da mídia e da polícia para a garantia dos direitos dos dalits.

A linhagem política desses bispos não me agrada, no entanto, a realidade social dos dalits é tão cruel, tão subumano que é bem vinda qualquer tipo de ajuda. Seja para os dalits cristãos ou muçulmanos.


Link: WWM
OBSERVATÓRIO DA FÉ