quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A FRÁGIL JUSTIÇA PAQUISTANESA COM AS MINORIAS CRISTÃS


Um dos maiores estímulos dado aos extremistas muçulmanos paquistaneses pra atacar a comunidade cristã é a Lei de Blasfêmia incutida nas seções 295 e 298 do Código Penal do Paquistão, o maior problema ainda é o fato do acusador não necessitar apresentar provas para tal.

Muitos são os casos de motins contra minorias cristãs que são pouco assistidos pelas autoridades. Há prisões, mas em alguns casos há muita omissão pelo fato de algumas autoridades serem da vertente religiosa do grupo extremista.

Na questão de a Lei de Blasfêmia não necessitar de provas para formular uma denúncia, surge o descompasso no julgamento dos incendiários das 150 casas cristãos - foram absolvidos! O tribunal de Lahore disse não haver provas suficientes contra os acusados.
Dessa vez fizeram questão de colocar em voga a falta de provas dos que colocaram fogo nas casas, mas quase não é relevante as supostas provas das blasfêmias proferidas nas denúncias.

O Paquistão é um celeiro de extremismo, todo o sistema de governo se vê refém ante a mentalidade jihadista dos clérigos que organizam tumultos em casos de algum favorecimento da justiça às minorias cristãs (não à toa que muitos advogados muçulmanos que auxiliam cristãos vivem escondidos com medo de ataques).

O ataque à comunidade deste caso em julgamento se deu em 2013, matando 9 cristãos. Ocorrências assim não são difíceis de acontecer, pequenas aldeias e bairros cristãos vivem em constante alerta a ponto de vigiarem suas próprias palavras e ações para não provocarem reações adversas - reações essas todas de forma injustificadas.


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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