quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O NOVO PERFIL RELIGIOSO DO CONGRESSO AMERICANO


Por mais que muitos mantenham um discurso laicista, um congressista com religião declarada é muito emblemático - principalmente para o eleitor religioso que se vê representado num congresso com maioria cristã.

O Congresso Americano conta com seis cristãos a menos que o anterior, há 23 membros que nasceram em um país estrangeiro, alguns deles se tornaram cristãos durante a vida e outros não declararam afiliação religiosa. Hoje, há 3 budistas, 3 hindus e 2 muçulmanos no parlamento americano.

Todos eles são democratas (a esquerda americana), normalmente as minorias atentam mais a essa categoria política devido às posições sociais de suavizar as condições dos imigrantes, e também por serem menos nacionalistas.

É natural que ocorra, num país acolhedor como os EUA, o acréscimo de representantes políticos de diferentes confissões religiosas. Na América há muita liberdade religiosa, já isso não acontece em países que exista uma religião oficial (há uma exceção na Indonésia, ditadura islâmica, mas com o governador cristão da capital Jacarta).

Um dado interessante nesse governo inicial de Donald Trump, é que o embaixador dos EUA na ONU, Nikki Hailey, nasceu Sikh (uma espécie de monoteísmo hindu), mas converteu-se ao cristianismo.

Outro dado interessante é que mesmo havendo mais muçulmanos (0,9%) do que hindus (0,7%) e budistas (0,7%), eles ainda estão em menor número no Congresso (isso porque muitos dizem que o islã é se trata de um sistema teo-político).

O número de congressistas não cristãos são ainda muito pequena, tão pequena e insignificante que nem se trata de um "novo perfil religioso" do Congresso Americano, haja vista, os cristãos serem a esmagadora maioria no cenário político seguido dos judeus, que contam com 30 deputados.

Porém, com o mundo atual mais agitado em termos globais: imigração, terrorismo islâmico, tensões políticas; muitos eleitores tendem a confiar naquele que mais se encaixa nos seus valores religiosos.


Fonte: THN

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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