segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

MAIS DO MESMO PRA CHATEAR A FESTA


Eu que não vou me aborrecer ou causar contendas com os familiares discutindo o sincretismo que há nas festas religiosas ou comemorações do tipo, não vou participar das arrogantes competições teológicas sobre o assunto que nada mais são do que combustíveis para o ego.

A preocupação com a paganisse do natal nada mais é do que uma síndrome chamada "perfeccionismo religiosista" (criado por mim agora kkk), síndrome na qual o medo de agradar o diabo é a força motriz para agradar a Deus. Por isso, como a motivação é errada, errada será toda a movimentação do ser em nome de uma apologia.

Se eu sei em quem tenho crido não vou enfiar goela adentro e perder a oportunidade de ganhar presente, não é mesmo? Além do mais, se querem mostrar essa verdade, saiba que é mais difícil dar ouvidos ao embaixador da chatolândia do que aquele que tem o espírito mais leve.

"Sabemos que o ídolo nada é..."; o ídolo só vai incomodar a quem lhe atribui poder, ou seja, o supersticioso que enxerga mais poder no diabo do que em Deus.

Então não pergunte de que açougue veio o peru da ceia, participe do amigo secreto com seus parentes de outra religião e não fique rechaçando o pisca-pisca na árvore de natal. É um grande sinal de maturidade se relacionar facilmente no meio de pessoas com valores incompatíveis.   


OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

DOCUMENTÁRIO SOBRE EX-MUÇULMANOS GERA TENSÃO NA UNIVERSIDADE DE PORTLAND, EUA.

                                               Deeyah Khan, a diretora de cinema que dirigiu o debate.

Em 23 de novembro, mais de 60 pessoas participaram da exibição do documentário “Islam’s non-belivers” (infiéis” do Islã) na Portland State University. O documentário apresentou os testemunhos pessoais de ex-muçulmanos que enfrentaram ameaças de morte, abuso severo e ostracismo de suas comunidades por deixar o Islã. A diretora do filme, Deeyah Khan, é uma ativista muçulmana e de direitos humanos.

O evento foi organizado pelo grupo humanista secular humanista, Freethinkers of PSU.

A controvérsia cercou o evento nas semanas que antecederam a exibição. Alguns estudantes consideraram o evento  como sendo “insensível” devido ao clima político, enquanto outros achavam que o evento promovia discriminação. No visor de vidro para os Freethinkers, uma nota foi deixada que dizia: “A islamofobia ateísta não é legal.” No campus, muitos panfletos para o evento foram vandalizados ou demolidos.

Em resposta à reação, duas mulheres ex-muçulmanas incluídas no documentário emitiram declarações que foram lidas ou mostradas na exibição. “Espero que você perceba que discriminar os ex-muçulmanos não é uma desculpa para validar o seu complexo salvador”, disse Rayhana em uma mensagem de vídeo pré-gravado (em Inglês).


Sadia enviou aos “Freethinkers” (livres pensadores) da PSU uma declaração escrita. Ela dizia em parte: “O documentário “Islam’s Non-Believers” (infieís do Islã) era tão importante porque, pela primeira vez, os ex-muçulmanos receberam um rosto e uma voz. Ele nos tornou humanos. “

Apesar da controvérsia que levou ao evento, a triagem prosseguiu sem interrupções. O Dr. Peter Boghossian, professor de filosofia na PSU, promoveu uma discussão de grupo depois que o filme terminou.

No evento, estavam ex-muçulmanos de origem saudita, paquistanesa, egípcia, jordaniana e iraniana. Alguns deles compartilharam seus pensamentos com a audiência diversa, que incluiu muçulmanos praticantes. Vários ex-muçulmanos pediram que as câmeras de vídeo fossem desligadas, devido a temores de que poderiam ser publicamente divulgadas as imagens como sendo dos apóstatas e por causa de preocupações quanto à segurança física deles.

       Estudante iraniano explica como é fácil validar pelos textos islâmicos, alguns comportamentos comuns.

Uma mulher muçulmana na plateia objetou à narrativa apresentada no filme. “O castigo para apostasia no Alcorão não é a morte”, disse ela. “O Alcorão está escrito em Árabe e a maioria das pessoas de Bangladesh, Índia e outras partes não fala árabe”. Dois falantes nativos de árabe mais tarde contestaram esta afirmação quando recitaram vários versos do Alcorão que podem ser interpretados como prescrevendo a morte para aqueles que rejeitam a deus.

Em um dado momento, um participante (Dr. Peter Boghossian) teve que se meter na discussão controversa. “Poderíamos ficar aqui por semanas se quisermos participar de um debate exegético sobre teologia e interpretação islâmicas”, disse.

Apesar de fortes desentendimentos, a discussão se manteve calma e envolvente ao longo da noite.  No final, um estudante árabe pediu ao público: “Para as pessoas que têm medo de criticar o Islã… Eu imploro que você pense sobre a minoria dentro da minoria. A religião é defendida toda hora. Mas minoria da minoria não tem voz “.

Boghossian concluiu a discussão após cerca de 45 minutos, mas muitos na platéia ficaram para continuar conversando.

Os Freethinkers da PSU (livres pensadores) estão levantando uma discussão de acompanhamento sobre as questões levantadas no filme em 30 de novembro às 5 da madrugada no Smith Memorial Student Union, sala 230.


EXTRAÍDO DO SITE ''EX-MUÇULMANOS''

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

CATEDRAL COPTA É BOMBARDEADA MATANDO 25 CRISTÃOS NO EGITO


Desde que a Irmandade Muçulmana foi deposta do poder por uma intervenção militar em 2013, o Egito se tornou um ninho de vespeiro - mais ainda - para os cristãos coptas, que são minorias.

Muitos são os casos de fúria popular muçulmana contra civis unicamente por serem cristãos, é difundido entre os muçulmanos a teoria conspiratória que a intervenção militar foi orquestrado pelos líderes coptas, entre eles o Papa Ortodoxo Tawadros II.

Desta vez bombardearam a Catedral de São Marcos, sede da Igreja Ortodoxa Copta, matando 25 pessoas e ferindo outras 35. O ataque se deu neste último domingo, durante uma missa.

A Irmandade Muçulmana foi rebaixado à clandestinidade pelo novo regime, por isso investem em táticas de guerrilhas aplicando ataques terroristas para desestabilizar o governo - aproveitando o ensejo da intolerância religiosa aos cristãos.

A comunidade copta é um dos grupos cristãos mais tradicionais do mundo, a Igreja Copta foi fundada pelo evangelista Marcos, discípulo de Jesus. Eles já habitavam séculos antes do surgimento do Islã, e viram o martírio de São Marcos sendo arrastado por cavalos em Alexandria. 


Fonte: https://www.jihadwatch.org/2016/12/egypt-muslims-bomb-st-marks-coptic-orthodox-cathedral-in-cairo-murdering-dozens

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 4 de dezembro de 2016

HUNGRIA: O PRIMEIRO GOVERNO A AJUDAR OS CRISTÃOS PERSEGUIDOS


Diante do silêncio ensurdecedor da grande mídia mundial, e contando apenas com mídias alternativas, o genocídio cristão tomou proporções gigantescas em vários países do mundo; alguns de países comunistas e maioria de regimes islâmicos. 
Seja na Ásia, África, Oriente Médio e até Europa, vemos o cerceamento de liberdades, marginalizações, agressões físicas, assassinatos por motivações religiosas.

Os governos suavizam os adjetivos relacionados ao terror e sua associação com o sistema teo-político do islamismo, numa diplomacia suicida, permitem a infiltração aos moldes do cavalo de tróia em todo a UE enquanto milhões de cristãos são perseguidos cruelmente.

No entanto, a Hungria se mostra como um corajoso país a ser o primeiro do mundo em oficializar a ajuda, assistência e apuração na perseguição aos cristãos. De fato, está indo na contra mão de toda Europa que acolhe muitos terroristas e criminosos travestidos de refugiados; tanto que nos países europeus com abertura indiscriminada é justamente onde aumentou o número de estupros, violência e ataques terroristas.

O Ministro dos Direitos Humanos da Hungria, Zoltan Balog, ressalta que o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo, até mesmo antes do surgimento do Estado Islâmico. 

Também mostra sua consciência acerca dos 200 milhões de cristãos que vivem em áreas onde são discriminados: onde 5 pessoas morrem por motivação religiosa, 4 são cristãos. O fato dele também incluir cristãos perseguidos na Europa é porque muitos que fogem das tensões do Oriente Médio e África são perseguidos pelos próprios refugiados muçulmanos na Europa (isso quando chegam à Europa, pois muitos cristãos são lançados do barco ao saberem que da fé deles).

Segundo o Ministro Balog "Nosso interesse não é focado somente no Oriente Médio, mas em formas de discriminação e perseguição de cristãos em todo o mundo. E manteremos vigilância sobre as formas mais sutis de perseguições dentro das fronteiras europeias."

Um relatório (http://www.deseretnews.com/article/865655578/Growing-concern-for-German-churches-Muslim-refugees-harassing-Christians.html) revelou que 88% dos 231 refugiados cristãos entrevistados na Alemanha sofreram perseguição em forma de insultos, ameaças de morte a agressões, tudo por motivos religiosos. Algumas foram até forçadas a se converterem ao islamismo.

Isso não se trata de discriminação aos muçulmanos, mas é questão de bom senso humanitário. Não é normal cidades antigas tradicionalmente cristã do Iraque sendo esvaziadas, com suas crianças sendo enterradas vivas, mulheres virando escravas sexuais, e decapitações coletivas! Até mesmo países que se encontram certo número de cristãos como Egito e Paquistão está havendo uma crescente onda de radicalização, intolerância e perseguições.

Claro que em se tratando de política, a Hungria pode ter suas razões, nós nunca sabemos as intenções nos bastidores do poder. Mas inicialmente é muita coragem do governo húngaro simplesmente peitar a União Europeia censurando-os pela parcialidade no tratamento e o acolhimento irresponsável de refugiados, e ainda fechar as portas aos refugiados muçulmanos por prioridades e por motivo de segurança frente as ideologias radicais que são trazidos por muitos deles.


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 3 de dezembro de 2016

BLOGUEIRO NA MAURITÂNIA É SENTENCIADO A MORTE POR CRITICAR MAOMÉ E O ISLÃ


A Mauritânia é um país extremamente fechado, praticamente 99% da população é muçulmana na sua grande maioria sunita. É um país opressor, não há liberdades e os que apresentam divergências ao status quo são fortemente monitorados e reprimidos.

No caso de Mohamed Ould Cheikh a coisa foi mais extrema. Em 2013, ele escreveu um artigo "Religião, Religiosidade e Artesãos" o qual tecia várias críticas ao sistema de castas que há no país, bem como a diminuição moral e social dos artesãos.
Porém, o que pesou contra ele, foi o fato de asseverar o caráter totalitário e déspota dos regimes islâmicos em todo mundo; suas palavras:

"A negação da esquerda ocidental de que existe um problema com o islã não tem limites! O islamismo é a única religião em que é normal aplicar literalmente textos bárbaros que datam do sétimo século."

"Interpretação literalista da religião em geral são nocivos, mas apenas no islã é o método tradicional de interpretação".

"Não à toa que, apenas no islã, é uma prática normal matar apóstatas, gays e outros infiéis, de acordo com os comandos do Alcorão e da Suna. Qualquer pessoa pacífica terá compaixão para com as milhões de vítimas das normas legais islâmicas, em vez de denunciar o falso movimento de islamofobia".

Esse blogueiro havia sido condenado em 2014, mas agora os clérigos estão freneticamente insistindo às autoridades que executem a pena de morte por apostasia, discriminação racial, mesmo depois dele ter se arrependido e alegar que seu artigo foi mal interpretado.

O grupo de Direitos Humanos Freedom Now está fornecendo assistência jurídica ao blogueiro, ele não era um ativista, era engenheiro e um mero cidadão.

Acredito que dificilmente ele será absolvido, se cancelarem a pena de morte ficará um bom tempo preso mesmo assim. A última aplicação à pena de morte realizado pelas autoridades foi em 1987, pelo menos oficialmente. 

Mas em se tratando de islamismo tudo se desconfigura, pois contra ele foi emitido uma Fatwa*; isso ultrapassa as ordens legais do Estado e até de fronteiras. Provavelmente ele será morto de um jeito ou de outro.

Porém, cabe aqui ressaltar a coragem desse sujeito que vive no interior de um inferno na Terra. Coragem essa que não se encontra nos muitos subservientes do politicamente correto ocidentais.

Não é novo o caso de blogueiros que sofrem ou morrem por criticar o islamismo. Em Bangladesh havia um onda de assassinatos de blogueiros laicos, na Arábia Saudita um blogueiro foi condenado a 1000 chibatadas, entre outros casos na Índia, Paquistão, Egito etc.


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

*Decreto a todo e qualquer muçulmano a matar o indivíduo sentenciado de qualquer forma e em qualquer lugar do mundo - não importando o país em que esteja. A Fatwa pode ser decretada até a não muçulmanos em caso de ter falado mal de Maomé.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O ACONCHEGO MÍSTICO DE QUEM NÃO É PAGÃO


A tendência para o mal é um dos sinais mais evidentes da nossa natureza caída, sempre foi mais fácil ser trevas do que luz. Ser do bem é nadar contra a corrente, o mal é uma bactéria extremamente deletéria em todos os sentidos da existência humana. 

É uma dificuldade para muitos se desfazerem de crendices da querida vovózinha do interior, das ínumeras interpretações de sonhos; de seus gurus - pastores e até de lendas urbanas!!!

Essas micro ''sabedorias'' ocultas, patenteada pelo laboratório religioso brasileiro, ainda é tradição na mentalidade de muitos cristãos - sejam evangélicos, católicos ou outros.

A facilidade de se crer naquilo que não está escrito é imensa por haver muito, mas muito envolvimento emocional em quem trouxe oralmente o "segredo iluminado para uma perfeita comunhão com Deus", ou então, pelo mero fato de ter dado resultado na sua vida (ou seja, ter se dado bem).

A dificuldade de apostatar de uma fé alavancada pelo sistema de barganhas fica mais consolidada no fato de ser forçosamente respalda na Bíblia; por ficar envolta pelo nome Jesus, afaga os corações desesperados para trazer o acolhimento necessário que funciona em todas as religiões.

Também é difícil se desvencilhar da superstição porque se trata de um patrimônio psíquico que acompanha milênios de gerações aflitas pelo sentido da vida e pelo descortinar do desconhecido.

Esse esquema mental que rege todo o modo de vida religioso é o que faz bilhões de pessoas terem mais facilidade em acreditar do que desconfiar, ou questionar. A predisposição pra receber qualquer anticristo sempre foi grande, e mesmo com o conhecimento de hoje se multiplicando, ironicamente a humanidade está mais receptiva a isso - justamente na era ao qual denominamos "informação".

No fim das coisas, muitos estão com seus corações bovinamente assentados para adorar o seu deus da mesma forma que os antigos semitas pré-históricos, e isso indepedente da religião: "Eu adoro, e ele me abençoa"; "Eu me esforço, e ele me recompensa"; "Eu arrebanho adeptos, e ganho pontos com ele"; "Me senti bem, não importa os meios, é o que interessa".

Sob os pilares do medo e da consciência de fragilidade, o ser humano tem a façanha de fazer releituras em antigos costumes pagãos, dificultando as coisas, para se chegar Aquele ao qual pediu que apenas confiássemos. Os modos dos cultos são diferentes, mas o zeitgeist é o mesmo.

OBSERVATÓRIO DA FÉ