sexta-feira, 29 de julho de 2016

ADVOGADO PAQUISTANÊS QUE DEFENDE CRISTÃOS SE ESCONDE APÓS AMEAÇAS DE MORTE


Qualquer opositor da Sharia é perseguido no Paquistão. Qualquer magistrado, político, pessoas de grande influência na sociedade é obrigado a viver em tensão e paranoia que alguma coisa pode acontecer.

O problema é a Sharia não é praticado pelo governo do Paquistão (que também não é lá uma democracia), mas sim pela esmagadora maioria da população com mentalidade extremista. É corrente execuções do populacho com pessoas que supostamente blasfemaram contra Maomé e Allah.

Um advogado que trabalha para os Direitos Humanos no  Paquistão tem recebido muitas ameaças de morte por ter ajudado pessoas acusadas de praticar blasfêmia. Há muitas denúncias de que esta lei está sendo usado pretensiosamente para perseguir cristãos e hindus.

O advogado Sardar Mushtag Gill está trabalhando num caso em que é preciso assegurar os herdeiros de um casal de cristãos que foram queimados vivos num forno após terem sidos acusados de blasfêmias pelo povo da região.

A medida em que se aproxima o julgamento, mais aumenta o risco de ataque ao advogado. É um grande problema não só ser minoria neste país, como ser a favor deles em qualquer ponto que seja.

Fonte: OBSERVATÓRIO DA JIHAD

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quinta-feira, 28 de julho de 2016

NEPAL: OITO CRISTÃOS SÃO PROCESSADOS POR DISTRIBUIREM BÍBLIAS


A Constituição sobre liberdade religiosa do Nepal prevê, de fato, liberdarde de culto, mas alguns pontos oferecem coerção e punição em casos de fazer proselitismo à fiéis de outras religiões. "Nenhuma pessoa deve agir ou incitarem a outros praticarem ritos contrários à saúde pública, decência, moralidade, ou... converter uma pessoa de uma religião para outra."

Baseado nisto, as autoridades prenderam oito cristãos que distribuíam bíblias às crianças em uma escola. Os cristãos foram liberados, mas vão sofrer o processo por ações que ferem a liberdade religiosa.

Os cristãos eram da igreja Metodista e o grupo Nepal Teach, são pessoas engajadas na reconstrução do país após o terremoto. Os presos alegaram terem sidos torturados, as autoridades negam tal coisa.

Há quem diga que essas medidas de repressão é oriunda de líderes hindus e budistas devido à ascensão do cristianismo no Nepal; antiga monarquia e segundo maior país hindu, atrás somente da Índia.

Também é corrente ações de grupos radicais da religião no país. Segundo esses, os cristãos estão corropendo as tradições do país e exigem a saída dos missionários cristãos.

Fonte: BNL
            JOCUM
OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 24 de julho de 2016

RABINO ULTRAORTODOXO PROÍBE CRIANÇAS DE USAREM BICICLETAS POR ACHAR "PROVOCATIVO"


Não é oculto a ninguém que a vida das mulheres no Oriente Médio é difícil. Proibição às sauditas de dirigir carros, casamentos forçados no Afeganistão, punir traições não comprovadas no Paquistão, etc. Porém, não se esperaria algo tão delirante na no lugar com maior liberdade às mulheres na Ásia Ocidental - Israel.

Entre a diversidade de grupos da religião judaica encontra-se os haredis, vertente com modos de vida muito conservadores; e ainda há outros subgrupos dentro do haredismo com regras diversas de vestimentas e exóticas na ótica ocidental.

Se trata de um grupo dentro dentre muitos outros ultraortodoxos com alguns decretos antisseculares polêmicos, como por exemplo: Proibir o uso de internet, smartphones, ensino superior às mulheres de Bnei Brak (cidade israelense). Mas algo admirável pululou na mente de um rabino no bairro de Nahloat, Jerusalém...

O líder judeu local (que não teve o nome citado) proibiu a todos os pais na comunidade a não deixarem suas filhas com cinco anos de idade (e até mais velhas) andarem de bicicleta em algumas áreas de Israel. O decreto foi enviado a todas sinagogas pertencente a sua liderança.

O mesmo considera "provocativo" e diz causar "sérios danos à sua moléstia", além de que os bancos das bikes, na forma que o banco é feito, fazem as meninas se sentarem de forma a excitarem os homens.

Agora não se sabe o que subiu à cabeça do tal rabino, se o poder de regular vidas alheias ou alguma tara secreta.

Fonte: INDEPENDENT

OBSERVATÓRIO DA FÉ

OS ''DALITS'' EM UMA CIVILIZAÇÃO ISLÂMICA


Você já se perguntou o que levou as populações cristãs no Oriente Médio, Norte da África e Balcãs a adotarem o islamismo? Foi a dhimmitude.

Dhimmitude é um termo que significa o status social, político e religoso de terceira-classe ao qual cristãos e judeus devem ser submetidos quando regidos pela lei islâmica Sharia. Apenas o cristãos e judeus mais fervorosos foram capazes de resistir às humilhações e pogroms. Para muitos, era melhor se juntar aos muçulmanos opressores, tornando-se um deles. 

Durante as suas guerras de conquista (jihad islâmica), Maomé impunha um regime econômico baseado na pilhagem das tribos conquistadas. Mas, ao se tornarem muçulmanos, as tribos não podiam ser pilhadas novamente. Com a conquista dos judeus que tinham sido exilados pelo próprio Maomé no Oásis de Kaybar, e mais tarde com a sua incursão contra a cidade cristã de Tabuq, Maomé criou um novo modelo econômico baseado na taxação contínua dos judeus e cristãos, sem contudo forçá-los imediatamente a se converterem ao islamismo. O imposto é como estabelecido no Alcorão 9:29:

"Lute contra aqueles que não acreditam em Alá ou no Último Dia, que não proíbem o que foi proibido por Alá e Seu Mensageiro, e que não reconhecem a Religião da Verdade (islão), mesmo que sejam do Povo do Livro (cristãos e judeus), até que paguem o imposto tributo jizya em submissão, sentindo-se subjugados e humilhados. "[Outra tradução diz:] "paguem o imposto em reconhecimento da nossa superioridade e do seu estado de sujeição". 

É importante ressaltar alguns aspectos inerentes a este verso (surata). O primeiro é que ele implica a conquista do cafre (káfir, não muçulmano). A segunda, é a cobrança do imposto em si. A terceira, é o modo da cobrança: humilhando o cafre, deixando claro que quem manda são os muçulmanos.

Alguns anos mais tarde, o segundo califa, Umar, impôs condições de conduta aos cristãos conquistados pela jihad islâmica, além do pagamento da Jizya. Este conjunto de condutas são chamadas de Condições de Umar (algumas vezes também referidas como Pacto ou Tratado de Umar). Estas condições estabelecem que se qualquer uma das condutas estabelecidas forem desrespeitadas, os cristãos ou judeus deixam de ser "protegidos" (tendo como escolha se converterem ao islamismo ou serem mortos).

As Condições de Umar codificadas pela Sharia recebem o nome de dhimma (soa como zima). Aqueles que a aceitam (seja por bem ou por mal) são os dhimmis ou zimis (ذمي).

A palavra dhimmi é árabe e significa "protegido." Mas, na verdade, o verdadeiro significado de dhimmi é um "infiél" que é tolerado desde que abrace seu status de inferioridade, aceite seus direitos limitados, e pague a jizya. A jizya é um "imposto de proteção." A pergunta que se segue é: mas proteção contra quem?

Dhimmi, então, foi o nome que os conquistadores árabes muçulmanos deram para as populações não-muçulmanas nativas das terras conquistadas militarmente, que se renderam à dominação muçulmana dentro de um tratado dhimma. Como as conquistas islâmicas se expandiram sobre vastos territórios na África, Europa e Ásia, por mais de um milênio (638-1925), vários povos foram dhimmis. Por exemplo, os portugueses foram dhimmis por 500 anos,  cidadãos de terceira-classe subjgados na sua própria terra. Todos estes povos foram governadas pelo mesmo arcabouço legal, com base na Sharia.

Existiram variações, por exemplo, a jizya cobrada pelos turcos-otomanos não era dinheiro, mas sim o filho primogênito das famílias cristãs, regime este conhecido como devshirme (do turco devşirme).

A vida humilhante pela qual os dhimmis eram submetidos foi a principal causa que levou as civilizações cristãs no Oriente Médio e Norte da África e, pouco a pouco, se converterem ao islamismo, podendo, deste modo, viver uma vida com direitos iguais aos dos muçulmanos. Isso, obviamente, contradiz o verso corânico (2:256) "não existe compulsão na religião." Bem, na verdade, nós sabemos que este verso, como outros 118 versos do Alcorão, foram ab-rogados pelo Verso da Espada (9:5).

Em 1983, a historiadora egípcia e britânica Bat Ye'or cunhou o termo Dhimmitude para indicar esta vida de restrições às quais os judeus e cristãos devem ser submetidos segundo a Sharia. O termo dhimmitude contém um conceito histórico, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político.

O termo dhimmi tem sido aplicado também para indicar aqueles que, mesmo estando livres da Sharia, adotam uma posição de subserviência que os leva a se manterem em silêncio, ou mesmo a defenderem, os ataques às suas tradições e valores. Esse é o caso dos apologistas do islamismo bem como daqueles que projetam os seus valores sobre o islamismo para se "sentirem bem." 


Extraído do blog LEI ISLÂMICA EM AÇÃO

OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 19 de julho de 2016

BANGLADESH - AUMENTO DE CRISTÃOS, AUMENTO DE PERSEGUIÇÃO


Bangladesh, país muçulmano desanexado da Índia, conta com 89% de muçulmanos dos 160 milhões de habitantes. Abaixo do hinduísmo, as religiões minoritárias são o budismo, sikismo e cristianismo; este último conta com apenas 828 mil cristãos - números que estão crescendo.

Este país, assim como sua vizinha hindu, tem uma religiosidade aflorada em todos os aspectos; seria incrível não haver grupelhos terroristas e recrutados do Estado Islâmico.

Além do histórico de perseguição a blogueiros laicistas, as minorias estão sofrendo ataques de muçulmanos radicais.

Em 5 de junho, uma cristã de 72 anos foi assassinada na aldeia de Bonpara, e em março, o evangelista Habib Alam foi morto por membros do Estado Islâmico.

Muitas comunidades evangélicas, comércios de católicos e líderes de muita influência estão sofrendo ameaças; mesmo com o clima de terror rondando a todos, parece haver um crescimento contínuo de cristãos, o que é admirável. Porém, se há algo mais perigoso do que ser cristão no meio de muçulmano, é ser cristão ex-muçulmano no meio de muçulmanos!

Existe um número considerável de cristãos vindos do islã. Cerca de 1500 de bengaleses são cristãos declarados, os quais muitos são pregadores (se o fato de sair do islã já é motivo de fúria islamita, imagine um pregador!)

Este país está se tornando um lugar onde vida e morte andam lado a lado, onde não dá pra se confiar em qualquer um e onde está mais popularizado o clamor pela sharia como Constituição nacional. 


Fonte: JIHAD WATCH

OBSERVATÓRIO DA FÉ

POKEMON GO ENTRA NA GUERRA SANTA


"Allah não criou o homem para que ele pudesse se divertir. O objectivo da criação era para a humanidade a ser posta à prova por dificuldades e oração. Um regime islâmico deve ser sério em todos os campos. Não há piadas no Islã. Não há humor no Islã. Não há diversão em Islam. Não pode haver nenhuma diversão e alegria em tudo o que é grave. "- Ayatollah Khomeini

Na verdade, a modernidade e as muitas maneiras de se entreter é prejudicialíssimo para uma esquema de dominação teo-político como o islamismo. O desvio de atenção das "verdadeiras necessidades" enfraquece qualquer projeto revolucionário.

O perito em estudos islâmicos Abbas Shuman, vice-chefe da instituição islâmica Al-Azhar disse que esses jogos de realidade aumentada fazem as pessoas terem atitudes fora da realidade no cotidiano.
O clérigo demonstra receio em se criar uma geração de lunáticos, que agem como bêbados olhando nos celulares.

Considerando o aspecto essencialmente comportamentalista e histericamente moralista da religião islâmica, é óbvio que esse jogo seria rechaçado pela comunidade islâmica na Europa. O opinador Shuman disse que "esse movimento imensamente popular é proibido pelo islã".




De etapas em etapas a comunidade muçulmana na Europa vão ditando regras. Um protesto aqui, uma polêmica ali e assim vão implantando coerções de várias formas nos países ainda democráticos.

O interessante é a audácia com que os pólos de desenvolvimento da cultura árabe-muçulmana intervém na dinâmica dos países ocidentais - se já não bastasse o medo do terror. Nenhum governo honesto, com pleno desejo de proteger seus cidadãos se curvaria à imposições estrangeiras ou de culturas não nativas.


Fonte: OBSERVATORIO DA JIHAD

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 16 de julho de 2016

BÓSNIA: A BONITA HISTÓRIA DA MUÇULMANA QUE LIVROU UMA JUDIA DOS NAZISTAS



Esta é uma foto surpreendente, e a história por trás dela é ainda mais surpreendente.
Esta foto é da ocupada Sarajevo pelos nazistas em 1941. Uma mulher muçulmana detém a mão de sua amiga judia. Ela posiciona o véu para esconder a estrela de David na manga do casaco de sua amiga. Uma patrulha nazista estava se aproximando. É um ato simples mas valente, de gentileza entre amigas. Mas a história é muito mais profundo.

A mulher muçulmana de nome Zejneba Hardaga. Zejneba não estava apenas protegendo sua amiga Rifka Kabilio na rua - ela deu refúgio a Rifka, seu marido Josef, e seus filhos em sua casa.
Quando a família judaica chegou, Zejneba disse: "Tudo o que é o nosso será o seu. Vamos compartilhar tudo como uma família - sentindo como se estivesse em sua própria casa ".
Do outro lado da rua da casa Hardaga estava a sede da Gestapo e avisos foram publicados em todos os lugares alertando que qualquer um que abrigasse judeus em sua casa seria morto. Mas esta família muçulmana arriscou suas vidas para proteger seus amigos judeus.
A família Kabilio encontrado o seu caminho para a Itália, mas Josef foi capturado e preso. Ele escapou e correu para a casa de Zejneba novamente, onde foi dado refúgio mais uma vez. Josef sobreviveu à guerra, e toda a família Kabilio imigrou para Israel.
Décadas mais tarde, o povo judeu iria tentar pagar a essa notável família muçulmana. Foi durante o cerco de Sarajevo. A cidade estava sob ataque. Zejneba, sua filha Aida, e sua neta de 10 anos de idade estavam em grande risco. Um projétil de artilharia havia desembarcado na casa de Aida. Eles tiveram que sair.
Yad Vashem, Museu do Holocausto de Israel, sabia de bravura da família durante a guerra. Nesse momento, eles fizeram tudo que podiam para salvar a família. Eles ainda apelaram para o Presidente da Bósnia. E funcionou! Um comboio organizado por agências de ajuda judaicas passou através das linhas, e levou a família para a segurança.
Quando Zejneba e sua filha foram convidados a dizer para onde queriam mudar, ambos sabiam onde. Israel, disseram.
Em 1994, Zejneba, sua filha Aida, o marido de Aida, e seu filho foram recebidos a Israel. O Kabilios - a família que salvou - os abraçou. O Estado de Israel tinha pago a sua dívida - e ajudou o Hardagas em seu próprio tempo de necessidade.
Zejneba Hardaga morreu dentro de um ano da chegada a Israel. mas pouco antes de ela falecer Aida disse à mãe que queria se tornar numa judia. "Isso acabou por ser um dos dias mais felizes da minha vida Ela só virou-se para mim, sorriu e disse:"... Se você quiser fazer alguma coisa, não falar sobre isso, apenas faça "Era sua maneira de dar me sua bênção. "
Aida tornou-se judia e mudou seu nome para Sara. Ela agora trabalha no Yad Vashem, onde ela homenageia todos aqueles que não tiveram a sorte de ter um amigo como Zejneba.

Extraído integralmente da página: HISTORY BITES

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 10 de julho de 2016

O RAMADÃ MAIS "BOMBADO" QUE JÁ HOUVE: 238 ATAQUES EM 32 PAÍSES.


Nessa época há muita excitação religiosa ao redor do mundo: aumento de críticas em mulheres com roupas ocidentais, perturbação pública em praias turísticas, aliciamento em lugares comerciais; enfim, um "espírito" religioso penetra nas mentede muitos.

O mês passado foi marcado por ataques terroristas em várias partes do mundo. São 238 ataques terroristas em 32 países resultando em 1850 mortes, além de muitos ataques que não ganharam notoriedade nas denúncias e na mídia.



BEIRUTE (AP) - Uma série de ataques, a maioria ligados ao grupo Estado Islâmico, matou quase 350 pessoas em oito países durante o mês sagrado do Ramadã. Os ataques são amplamente visto como uma tentativa de distrair a partir de uma série de perdas no campo de batalha sofridas pelo grupo extremista na Síria e no Iraque, onde as fronteiras de seu califado autoproclamado estão encolhendo.

ORLANDO

Em 12 de junho, um homem armado abriu fogo dentro de uma boate gay lotados em Orlando, Florida, matando pelo menos 49 pessoas no pior tiroteio em massa na história moderna dos EUA. A polícia diz que o atirador morto tinha lealdade comprometeu a IS, que o saudaram como um "soldado do califado", mas não há evidências de que ele estava em contato com o grupo antes do ataque.

JORDÂNIA

Em 21 de junho, um carro-bomba atingiu um posto do exército jordaniano ao longo da fronteira com a Síria, matando sete soldados no ataque mais mortal no reino nos últimos anos. O ataque foi reivindicado pelo EI.

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IÉMEN

Em 27 de junho, uma filial é levada a cabo uma série de ataques na cidade portuária do sul do Iêmen de Mukalla, matando 43 pessoas, a maioria de inteligência e segurança tropas. Em um dos ataques, uma bomba estava escondida em uma caixa de comida entregue aos soldados para quebrar o amanhecer ao anoitecer jejum do Ramadã.

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LÍBANO

Em 27 de junho, oito homens-bomba atingiram, em dois ataques, uma pequena aldeia libanesa cristã, na fronteira com a Síria, matando cinco pessoas. Ninguém reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

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TURQUIA

Em 28 de junho, três homens-bomba armados com fuzis invadiram o aeroporto internacional de Istambul, um do mundo o mais movimentado, matando 44 pessoas e ferindo cerca de 150. Ninguém assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas autoridades turcas dizem acreditar que foi realizada por ÉI.

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MALÁSIA

Em 28 de junho, uma granada foi arremessado em um bar fora Kuala Lumpur como patronos assistiindo jogos da Eurocopa ferindo oito pessoas. As autoridades disseram que era a primeira vez que aconteceu um ataque neste país de maioria muçulmana, os atacantes foram ordens de um homem malaio lutando ao lado do grupo na Síria.

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BANGLADESH

Em 1º de julho, homens armados com facas, espingardas automáticas e bombas enfrentaram a polícia antes de invadir um restaurante popular em um bairro Dhaka, levando 35 reféns por horas antes de matar 20 deles, incluindo nove italianos e sete japonês. Testemunhas disseram que os terroristas deixaram muçulmanos sair do estabelecimento, torturam reféns que não podia recitar o Alcorão. O EI reivindicou esse ataque.

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IRAQUE

Em 3 de julho, um caminhão-bomba suicida em uma movimentada área comercial de Bagdá matou pelo menos 175 pessoas em um dos ataques mais mortais em 13 anos de guerra e insurgência. O EI reivindicou o ataque dizendo que tinha como alvo os xiitas.

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ARÁBIA SAUDITA

Em 4 de julho, homens-bomba atingiram em três cidades sauditas, incluindo fora da mesquita onde o profeta Maomé está enterrado, um dos locais mais sagrados do Islã, matando quatro agentes de segurança. Um residente do Paquistão atingiu fora do consulado dos EUA em Jiddah, ferindo levemente dois guardas de segurança, e um terceiro homem-bomba atingiu perto de uma mesquita xiita no leste do país. Ninguém reivindicou os ataques.

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INDONÉSIA


Em 5 de Julho, um homem-bomba atingiu se explodiu perto de uma delegacia de polícia em Solo, Java, ferindo um policial. A polícia diz que o atacante estava ligado a uma figura de liderança entre os indonésios lutam um com o EI na Síria.

Certamente o mundo não está preparado pra combater o extremismo religioso islâmico, sempre está correndo atrás do prejuízo.



Fonte: SHARIA REVELADO

OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 5 de julho de 2016

LÍDERES CRISTÃOS NOS EUA SÃO CONDUZIDOS EM ORAÇÃO A ALLAH EM ASSEMBLEIA GERAL PRESBITERIANA


Na Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA muitos temas foram abordados pelos religiosos, uma delas foi a islamofobia. Ela foi marcada por enorme polêmica quando todos os pastores participaram de uma oração ao Deus islâmico contrariando muitos participantes, haja vista, o evento ser organizado por uma igreja cristã.

Começando em árabe, depois indo para o inglês rezou:

"Allah nos abençoe e abençoe nossas famílias levando-nos ao caminho reto - caminho de todos os profetas: Abraão, Ismael, Isaac, Moisés, Jesus e Maomé. Paz seja com eles, amém!

Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso, louvemos o Senhor. O criador do universo, o mais misericordioso, mais compassivo e o Senhor do universo que nos criou e nos fez em nações e tribos, do sexo masculino e do sexo feminino para que possamos conhecer uns aos outros, e não para que possamos desprezar uns aos outros. Inclina-nos para paz e justiça e confiança em Deus, pois o Senhor é aquele que ouve e sabe tudo dos seus servos. O mais compassivo, o mais misericordioso, gracioso são aqueles que andam na terra em humildade e quanto aos fanáticos e islamofóbicos, eu vos digo, paz. A paz esteja com eles, a paz esteja com Deus!"

Essa oração foi rezada por Wajidi Said, co-fundador do Fundo de Educação Muçulmana, na abertura da assembleia; se tratava de uma reunião interreligiosa.

Esse seguimento do presbiterianismo é a maior da América contando com 1.600.000 membros, e também é conhecida por ordenar pastores homossexuais e ministras lésbicas.

Esse evento causou comoção na comunidade cristã em vários cantos pela aceitação à retórica politicamente correta que anestesia a consciência de perigo de mais infiltração terrorista através da comunidade muçulmana - o caso de Orlando foi muito citado nesta assembleia.

Um motivo da indignação dos próprios presbiterianos foi a enorme preocupação com a suposta onda de islamofobia, enquanto os cristãos que sofrem perseguição em partes do Oriente Médio e de modo avassalador pelo Boko Haram, contam com uma irrisória atenção.

Depois o secretário da Assembleia Geral, o Rev. Gradye Parsons pediu oficialmente desculpas aos ofendidos e justificando que em "encontros ecumênicos podem acontecer erros não intencionais."

Não que esse caso em questão foi um sincretismo, mas já houve casos mais profundo de hibridismo em religiões. Os cristãos na Malásia tentaram aderir ao nome de Allah como se fosse um Deus cristão, a ponto de confessarem que "Jesus Cristo é filho de Allah"; e claro, os muçulmanos não concordaram com isso.

Outro caso que é bom atentar, é para uma estratégia islâmica de assimilação e dissimulação pra difundir o islã em outras culturas, essa estratégia é chamada de Takiyya.
Ela permite um político muçulmano repudiar publicamente um ataque terrorista que ele mesmo financiou ao mesmo tempo que passa imagem de tolerante e bonzinho, em casos extremos é permitido até a mentira para salvar a "honra de Allah". A Takiyya originou-se no xiismo, mas tem sido muito usado pelos sunitas na jihad para infiltrar-se no local inimigo (contando com o apoio do multiculturalismo ocidental).

Por isso muitos acreditam que, ainda que se tratasse de um evento com várias religiões representadas, para Wajidi era a oportunidade de elevar o nome de Allah e marcar território no meio dos infiéis em prol da grande comissão de difundir o islã universal.

E agora, sem o menor desejo de jogar gasolina nessa questão, fica no ar a pergunta feita por muitos observadores sobre a reciprocidade: Seria aceito um 'Pai Nosso' durante os muitos eventos islâmicos promovidos na Europa e EUA?

Fonte: ROBERT SPENCER
            CONSCIÊNCIA CRISTÃ
           CHARISMA NEWS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 4 de julho de 2016

TIBETE: 200.000 BUDISTAS, INCLUINDO 62 MONGES ABRAÇAM A FÉ CRISTÃ


No ponto mais alto do mundo está havendo muitas obras humanitárias para as vítimas do terremoto que atingiu o Nepal e regiões vizinhas como o Tibete. Não está na mesma intensidade da época do forte abalo sísmico, mas ainda ainda há assitência independente dos holofotes dos meios de comunicações.

Conhecida pela efervescência religiosa, o Tibete e toda sua dinâmica social é regulado pela religião budista e suas tradições peculiares. A tragédia que aconteceu no Nepal deu grande visibilidade e acesso fácil a esse ponto do mundo devido a atenção dada pela comunidade internacional.

Mesmo depois de esfriar o acompanhamento midiático das ajudas a essa região, muitos organizações estão atuando para a reconstrução desses lugares remotos. Porém, o que chamou a atenção de um lama (líder espiritual budista) não havia muçulmanos, hindus ou mesmo budistas enviando ajudas e recursos; somente cristãos.

De certa forma, esta demonstração intensa de solidariedade fez eco no seu interior ao passo que ele se decidiu confessar e crer em Jesus Cristo, se tornou um pastor. Isto aconteceu ainda ano passado, e talvez pela sua influência, muitos monges também abraçaram a fé alastrando-se a cerca de 200.000 pessoas confessando ser cristão.

Não é estranho, nessa região do mundo, explosões na transformação rápida de mentalidade. Muitos concordam que na China está a maior igreja cristã do mundo e em constante crescimento, mesmo em meio a alguns focos de perseguição do regime comunista (que diga-se de passagem, também perseguiu ferozmente o budismo).

É bom deixar pra trás qualquer intriga entre "Jesus x Buda" que talvez alguns queiram levantar, mas nesta questão é mais nobre valorizar o ser humano ajudando outro ser humano. 

Eu ficaria mais feliz em ter a plena certeza que essa mudança coletiva de consciência não fosse fruto de um oculto interesse em arrebanhar "fiéis" das organizações cristãs. Mas bem sei que há muitos grupos os quais fazem caridade sem nada esperar em troca - o que é digno de muito louvor. 
Todavia, muitos deles aproveitam a ocasião para levar a cabo o comissão dada por Jesus de levar as boas novas a toda gente.

Fontes: Christian Today
              I'm so blessed daily

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 3 de julho de 2016

COM PERDAS TERRITORIAIS, ESTADO ISLÂMICO SE DIRIGE AO LÍBANO


Depois de perder pontos importantes como Palmira, Fallujah e outros territórios; os militantes do Estado Islâmico estão partindo para outros lugares com seus projetos de terror e intimidação.

Já houve ataques em Bangladesh que resultaram em muitas mortes, além dos gays massacrados por apenas um só homem (que não tinha nada de maluco) em Orlando; e agora o Líbano está mais que na mira dos extremistas.

Na aldeia cristã de Al-Qaa, fronteira da Síria com o Líbano houve um ataque suicida que matou 5 pessoas e outras 15 ficaram feridas. 

É consenso por todos que a autoria dos ataques vem do ISIS, até mesmo pela milícia xiita Hesbollah. Os cristãos assírios foram fortemente marcados pelos extremistas para morrerem ou, em caso de "misericórdia", pagarem os impostos por serem infiéis.

Os cristãos refugiados no Líbano revelaram que eram obrigados a assistirem execuções públicas e até mesmo seus filhos eram obrigados a assistirem decapitações - o que configura em tortura psicológica.

Percebe-se que pode iniciar um momento de tensão e medo por parte dos libaneses, principalmente dos cristãos que contam com a desatenção da comunidade internacional.

           AINA

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS