quarta-feira, 30 de março de 2016

MULHERES MARCADAS PRA MORRER EM SENTENÇAS ISLÂMICAS (FATWA)

Mesmo morando no Ocidente, essas mulheres estão confinadas a viverem em constantes tensões, com medo e com Segurança armada. Há casos de pessoas que tiveram que sumir do mapa como no caso de Molly Norris, cartunista conhecido por produzir o desenho South Park representando o Profeta Maomé.

Existe um pronunciamento de ordem jurisprudente no Islã chamado de Fatwa, que ordena punições de acordo com a Sharia - lei do Alcorão. Essa Fatwa é emitido por um acadêmico da Sharia ou um Juiz.

As mulheres da foto acima Já receberam suas fatwa sentenciando-as à morte.

Pamela Geller (Primeira foto) é jornalista crítica do extremismo islâmico e cuja cabeça está literalmente a prêmio pelo grupo Daesh, foi e está sendo ameaçada várias vezes por organizações islâmicas e sua instituição quase sofreu um atentado no ano passado.
Nonie Darwish nasceu muçulmana, mas depois se converteu ao cristianismo e hoje denuncia o tratamento violento que as mulheres recebem no Islã em todo mundo.
A senhora da foto, Raheel Haza saiu do Paquistão e conheceu a liberdade no Canadá. Ela permanece muçulmana, porém luta pelos direitos das mulheres muçulmanas; já está decretada sua sentença de morte que pode vir a qualquer momento e em qualquer lugar.
Ayaan Hirsi (Última foto) Nasceu na Somália, muçulmana, e se converteu ao cristianismo na Europa. Desde então, critica veementemente o valor dado a mulheres no islamismo. Segundo ela, as mulheres concordam com esse sistema justamente por não lerem o Alcorão. Ela é constantemente ameaçada de morte em todos os lugares.

Mesmo não pertencendo ao Estado Islâmico, várias organizações muçulmanas são simpatizantes e até atuantes na prática da fatwa e concordam com o uso da violência contra pessoas que, para eles, tem a capacidade de ofender a seu deus e ao profeta... Mesmo nos seus países, com suas leis.

O fato é que está havendo abusos na liberdade democrática no Ocidente pelas gentes que vieram do Oriente Médio. Americanos e europeus que exercem sua liberdade de expressão tem que viver exilados em suas próprias casas (e mesmo assim são ameaçados) por criticarem justamente algo que é visível a todos (menos para as grandes mídias progressistas): Há uma força religiosa e ideológica violenta e poderosa em curso em todo mundo, e as vozes opositoras estão desprotegidas pelos seus próprios colegas.

Mesmo assim elas permanecerão expondo a verdade, pois, como diz Pamela Geller "Eu prefiro morrer de pé do que de joelhos".


Fonte:   FOX NEWS


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 29 de março de 2016

"CRISLAMINDUÍSMO" E O VERDADEIRO SHOW DA FÉ


Se considerarmos a religião como... "fenômeno religioso" e não como religação com Deus todas são similares nas suas estruturas, até o mesmo esse cristianismo histórico, documentado, crido e aceito como poder terreno em várias áreas do mundo.

Esse título não se trata das aventuras de PI, daquele filme em que o jovem manifesta devoção nas três religiões cristianismo, islamismo e hinduísmo, mas sim, da semelhanças delas e outras religiões na necessidade de fazerem show no uso da fé e das excentricidades como forma de atração.

Há tempos venho estudando, lendo livros e revistas e assistindo tudo o que diz respeito a todas as religiões, tradições espirituais e manifestações de crenças. Quase todas elas têm suas concepções de mundo, existência, moralidade, rituais, símbolos, revelações etc. que podem se assemelhar e divergir em alguns aspectos; mas em todas encontra-se algo que os unem: sua vertente psicodélica.

Encontra-se em todos, sem exceção, manifestações de catarse e exaltações malucas como parte do culto e ao mesmo tempo como fonte de atração e sustentação emocional pelo conforto na possível atuação da divindade.

Seja na Índia onde os sadhus carregam rochas com o pênis, sejam muçulmanos que se cortam com facões até aparecer as costelas ou mesmo cristãos da Opus Dei que se flagelavam, percebe-se há uma força delirante que move pessoas com fé (?) acentuada que ultrapassam os limites da lucidez e da sensibilidade humana independente da religião.

( A maior atração da festa religiosa Kumba Mela, o sadhu Amar Barathi está com a mão erguida ao céu há 43 anos em devoção a Shiva - uma dos milhões de deuses hindus.)

        (Alguns muçulmanos da vertente xiita se mutilam para purificar a alma no festival Ashura.)

(Católicos em Filipinas se mutilam num dia santo. Há lugares no Nordeste do Brasil onde há rituais de autoflagelamento; também em alguns lugares da América Latina crucificam de verdade atores fazendo o papel de Jesus Cristo.)

Eu sei que as expressões são feitas na sinceridade dessa gente, porém é fato inegável que atrai pessoas e vira um espetáculo. Será que todos ficassem satisfeitos em fazerem essas bizarrices na particularidade de suas casas sem ninguém vendo?  Sempre tem que ser em público?

É a mesma coisa com alguns charlatões por aqui cujo os dons são manifestos apenas em público, em cultos lotados e até nos programas midiáticos para promoverem o "deus deste ministério". Se trata da exploração dos sentidos, da credulidade e boa fé de pessoas não instruídas. Nesse aspecto não há diferenças entre as bizarrices do mundo afora e essa fé caleidoscópica que permeia e pauta a espiritualidade no Brasil.

Talvez a paz de espírito produzido pela verdadeira fé não é mais suficiente para preencher o vazio que só cabe a Deus. O discernimento é castrado pelo incrível, pelo mirabolante pelo espetáculo circense nessa Kumba Mela gospel que extrapola o bom senso.

Se chamam deus tudo aquilo que atiça a curiosidade, que traz admiração e fascinação ou produz espasmos então sim; "todos os caminhos levam a deus".

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

domingo, 20 de março de 2016

CLÉRIGO MUÇULMANO: "GAYS DEVEM SER TORTURADOS EM PRAÇA PÚBLICA E LANÇADOS PRÉDIO"


A maneira como o extremismo dessa religião elimina os focos de "malignidade" é como nas épocas antigas; na força, na matança, na agressividade e barbárie. Para eles, os tempos mudam com suas riquezas e tecnologias, mas a mentalidade permanece tão troglodita quanto!

Não existe a pratica da compaixão, compreensão para trazer o tal ''à luz''; o que existe é a repulsa e a aversão desumana daqueles que pensam ser os despenseiros da felicidade pela religião. Esse modelo de ''felicidade" nasceu pela força da espada e com muito genocídio - que continua nos dias de hoje.

O que esse líder islâmico diz explicitamente na TV é o que tem sido praticado pelo Daesh (Estado Islâmico), a tortura em praça pública para "exemplo", execução lançando do prédio para homossexuais e lésbicas. Para o tal, trata-se apenas da aplicação da lei religiosa islâmica.

Se, esse representante da fé e lei islâmica concorda com os atos do ISIS por que o Ocidente, em seu politicamente correto, insiste em dizer que os atos do Estado Islâmico não se tratam do verdadeiro islã? A ponto de chamarem da "religião da paz"? 
É unânime entre os líderes religiosos do islamismo punições para homossexuais; por quê a tanto silêncio desses movimentos de direitos sociais quanto isso?

Se uma determinada religião precisa de eliminação física dos seus possíveis opositores para a manutenção de sua existência ou pureza, então é questionável sua legitimidade. Se o deus em questão necessita de seres humanos para o servirem ou "protegerem" sua religião, o tal é fraco ou inexistente. 





Fonte: SHARIA REVELADA

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 15 de março de 2016

OS RUÍDOS DA MENSAGEM E A FÉ TURVA


Não coloquei o vídeo abaixo para entrar na mera questão da existência ou não existência de Deus, sobre verdadeira religião, refutar críticos ou muito menos pra saber quem está com a verdade nesses eternos atritos humanos que nada mais refletem as ânsias de estarem sempre a frente (ou acima) dos outros.

O vídeo mostra um ateu questionando a todos os religiosos de diversas religiões o fato de haver tanta confusão em torno do culto a Deus; pois, sendo ele o único, por que há tantas diferenças, dissensões e até guerras em nome desse deus de amor e compaixão outras críticas como de costume dos ateus. Me atento somente nos religiosos que defendem suas fé, suas vertentes religiosas acreditando estar fazendo a vontade de Deus, e pior, acreditando estar enviando a mensagem de Deus!

Há quem diga que dar um folhetinho escrito uma mensagem com o carimbo da igreja atrás já parte do ide de Jesus, outros pensam que o mero convite à igreja é fazer a vontade de Deus.
Outros amam os aditivos á graça de Deus como cartilhas de comportamentos, vestuários e contribuições forçadas na forma de sacrifícios a Deus.

É tão difícil ouvir o evangelho sem viés, sem institucionalismo, sem os múltiplos gessos que infeccionam a leveza da verdadeira Novidade de Vida de que fala a Palavra de Deus.

Muitos de nós não percebemos o quanto a fé e o amor a Deus está submetido a tradições oriundas de outras tradições, enraizadas em outras tradições que foram influenciadas por outras e outras e outras... tudo preceitos humano!

Eu sei que nas melhores famílias é dessa maneira e não os recrimino por tal modo de condução da fé. Até porque sei que para Deus nada é impossível... até salvar cristãos!

Porém é necessário não determinar para qual direção o vento deve soprar; por isso acontece as tensões com os religiosos do vídeo abaixo! Mentes nervosas que reduzem Deus e seu amor aos seguimentos tão demagogizados, tão atrofiados, tão reducionistas!

Deus nos livre de crer na forma do reverendo Lovejoy de "Os Simpsons" "A verdadeira religião é a ala ocidental do presbiluteranismo" rsrsrs

É um belo convite a todos: cristãos de "igreja", cristãos sem fronteiras, cristãos não religiosos, cristãos megalitúrgicos, cristãos tradicionalistas (seja qual o nomenclatura for) não confundir evangelização com proselitismo.

Deus abençoe a todos, eu disse A TODOS!



EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS



quarta-feira, 9 de março de 2016

FREIRAS SÃO ASSASSINADAS NO IEMÊN


Quão difícil é saber o que se passa com os pouquíssimos cristãos que há no Iêmen! País esfacelado pela guerra civil travado entre os sunitas e xiitas, ou seja, um briga geopolítica entre Arábia Saudita e Irã pelo território no sudoeste da Península Arábica.

Mas, ainda sendo uma terra marcada por conflitos, bombardeios e divisões territoriais haviam cristãos muito engajados na solidariedade e assistência ao próximo como as freiras - digníssimas dos nomes mencionados: Anselm (Índia), Marguerite e Reginette (Ruanda) e Judit (Quênia) - que foram assassinadas junto a outras 12 pessoas.

Todos esses mortos são igualmente importantes, mas é notória a permanência dessas senhoras no Iemên por uma causa superior que é o cuidado de idosos e outras obras de caridade.

Eu tenho vários iemenitas na minha conta do facebook e vejo pelas suas postagens o quão está conturbado esse país e o quanto é inseguro em algumas regiões. É natural que muitos tentam sair desse país, mas essas mulheres ficaram até o fim de suas vidas.

O Papa, claro, repudiou os ataques chamando de "diabólicos" e o Ministro Exterior da Índia disse que "não vai poupar esforço" para resgatar outros religiosos desaparecidos. Todos eles (incluindo as freiras) fazem parte da ordem de São Francisco de Sales - são os salesianos.

O grupo islâmico terrorista da região Ansar Al Sharia, filial da Al Qaeda, negou a responsabilidade dos ataques, logo, as suspeitas recaem possivelmente ao Daesh. O Yemên é um dos países que comporta rede de grupos terroristas rivais.

O convento fora criado em 1973 e além de idosos, cuidam de crianças especiais e fisicamente debilitadas.


Fonte: WWM

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 1 de março de 2016

OS CRISTÃOS QUE OPTARAM POR FICAR EM RAQQA, CAPITAL DO ESTADO ISLÂMICO


Depois de inúmeras atrocidades cometidas pelo DAESH seria impossível acreditar que cristãos optariam por continuar a viver em Raqqa, centro do Califado da facção sunita. Mas é verdade! Cerca de 50 cristãos quiseram ficar na cidade, com fé declarada e permitida pelo regime islâmico. 

John (nome fictício), 20 anos decidiu ficar na cidade para completar seus estudos. Só saiu de Raqqa porque não dava pra concluir por lá. Futuramente ele tentará entrar no exército Sírio; corajoso o rapaz!

Mais coragem ainda foi permanecer com uma vida cotidiana no coração do jihad essencialmente anticristã e antiocidental. Toda sexta-feira havia execuções em praça pública os quais ele assistia; já viu cristãos e soldados sendo decapitados e muito controle social. 

Segundo ele houve mudanças no local, sim, mas tudo funcionava normalmente (nas regras deles, claro!) Para os cristãos terem alguma liberdade para viver lá era necessário pagar a Jizya, o imposto cobrado aos infiéis para viver em um estado islâmico. O documento com o selo do califado dava segurança para o tal não ser atormentado e viver "tranquilamente" sem prejuízos devido a sua fé.

                            Documento original do pacto de segurança sob a condição do pagamento da Jizya.

John teve muitos amigos (alguns ex-cristãos) atraídos para ser jihadistas, todos os estrangeiros eram colocados na linha de frente, muitos eram líderes. Na opinião dele o fator preponderante para arrebanhar os jovens é o alto salário inicial e todas as despesas pagas pelo DAESH. 

Muitos jihadistas tinham vida social em Raqqa e até conversavam com John e o aconselhava a se tornar muçulmano, porém notava que eles se transformavam em outras pessoas ao executar pessoas ou nos momentos de combate.

A liberdade que esse cristão tinha era somente para continuar vivo, pois era aconselhável sempre ficar olhando para o chão, falar e se expressar de modo correto com os DAESH para não ser acusado de nada, vestir-se de modo árabe. É um clima extremamente policialesco!

Raqqa também se tornou uma cidade com "taras reprimidas", pois John conta uma situação estranha em que um lojista deixou um balão vermelho em forma de coração até chegou os militantes armados mandando ele tirar o balão. O comerciante indagou explicando que era apenas balões, mas os jihadistas ordenou que tirasse, pois as formas do coração lembrava seios! 

Vê-se a patologia de tal sociedade.


Fonte: WWM

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS