segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

MAIS DO MESMO PRA CHATEAR A FESTA


Eu que não vou me aborrecer ou causar contendas com os familiares discutindo o sincretismo que há nas festas religiosas ou comemorações do tipo, não vou participar das arrogantes competições teológicas sobre o assunto que nada mais são do que combustíveis para o ego.

A preocupação com a paganisse do natal nada mais é do que uma síndrome chamada "perfeccionismo religiosista" (criado por mim agora kkk), síndrome na qual o medo de agradar o diabo é a força motriz para agradar a Deus. Por isso, como a motivação é errada, errada será toda a movimentação do ser em nome de uma apologia.

Se eu sei em quem tenho crido não vou enfiar goela adentro e perder a oportunidade de ganhar presente, não é mesmo? Além do mais, se querem mostrar essa verdade, saiba que é mais difícil dar ouvidos ao embaixador da chatolândia do que aquele que tem o espírito mais leve.

"Sabemos que o ídolo nada é..."; o ídolo só vai incomodar a quem lhe atribui poder, ou seja, o supersticioso que enxerga mais poder no diabo do que em Deus.

Então não pergunte de que açougue veio o peru da ceia, participe do amigo secreto com seus parentes de outra religião e não fique rechaçando o pisca-pisca na árvore de natal. É um grande sinal de maturidade se relacionar facilmente no meio de pessoas com valores incompatíveis.   


OBSERVATÓRIO DA FÉ

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