quinta-feira, 22 de setembro de 2016

MUÇULMANO QUE TRAMAVA DECAPITAÇÃO DE PAMELA GELLER VOLTA AO CATOLICISMO E SE DECLARARÁ CULPADO PERANTE A JUSTIÇA


Com o apoio do Estado Islâmico, Nicholas Rovinski e um grupo de muçulmanos atuantes nos EUA planejavam não só cometer atos terroristas no país, mas como também a decapitação da ativista antiextremismo Pamela Geller.

Rovinski deixou o islamismo, voltou a fé católica e aceitou a orientação de se declarar culpado ante a justiça. Ele se mostrava um fervoroso extremista e muita vontade de matar em nome do seu deus, tem apenas 25 anos.

É difícil fazer uma rápida leitura dessa mudança repentina do jovem, pois no radicalismo islâmico muita coisa é permitido para cumprir a missão, inclusive mentir (que é tradicionalmente condenável no islã) que é uma dissimulação chamado "Taquia", ou seja, fingir uma coisa que não é pra conquistar espaço e se infiltrar pacificamente no terreno inimigo.

Ao mesmo tempo que é difícil acreditar em pessoas com mentalidade terrorista, também é estranho o risco que ele decidiu correr por tornar público sua possível mudança de fé, isso é muito perigoso para Rovinski porque pode sofrer ataques de outros muçulmanos na prisão. Neste caso, qualquer líder islâmico, mesmo em outro país, pode proferir uma Fatwa (setença islâmica) contra esse rapaz - conclamando a qualquer muçulmano que o mate.

Pela complexidade deste fato ninguém solta fogos pela saída do terrorista da sua religião voltando a cristandade (apesar de gerar esperança) pela possibilidade de ser estratégia, mas também ele fica em observação pra ver até onde vai essa nova confissão pública. Semelhante ao caso bíblico de Saulo de Tarso pós-conversão, onde inicialmente as comunidades cristãs tinham medo de o receber. 

Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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