quinta-feira, 1 de setembro de 2016

DE FANATISMO EM FANATISMO UM ''CALIFADO'' EVANGÉLICO ENCHE O PAPO


Seja por autoproteção, autopreservação, por ignorância, ou por presunção de ser embaixador da verdade as radicalizações não só diz respeitos aos jovens muçulmanos aliciados pelos terroristas...

Eu vi uma igreja cristã reunir o conselho da igreja pra decidir o que fazer com a irmãzinha que aparou as franjas, e vi debates fervorosos (semelhantes aos do impeachment) em uma igreja, que é até liberal por sinal, a respeito de uma cirurgia plástica em uma moça, isso porque era para fins de saúde!

Para muitas instituições qualquer novidade representa uma ameaça, uma ofensa, uma abertura às coisas "mundanas". Isso está tão sistêmico que pra se proteger de um fanatismo é necessário ser tornar outro da mesma forma.

Como não segurar a indignação de uma igreja cujas irmãs não foram visitar um irmão (da própria família) em estado deplorável de doença só porque ele era solteiro e morava sozinho? Ou na outra conhecida denominação que não aprovaram um relacionamento de uma moça? Parece aquelas tribos antigas nas montanhas do Afeganistão!

Difícil é ser autêntico quando o modus operandi de algumas comunidades cristãs dogmatiza, sistematiza e categoriza qualquer naturalidade humana. É difícil aceitar a condição de apenas ser fiel uma intervenção autocrática!

No fundo, no fundo o mesmo espírito que opera no Talibã ou Boko Haram é o mesmo que sobe nesses líderes com apetites de controle arbitrário nos fiéis. Talvez eles pensam que cargo eclesiástico significa ter foro privilegiado no céu.


OBSERVATÓRIO DA FÉ

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