domingo, 18 de setembro de 2016

CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS FAZ RESOLUÇÃO CONTRA ISRAEL


Desde sua fundação, o Conselho Mundial das Igrejas sempre teve uma posição contra Israel sobre o seu conflito na Faixa de Gaza. Essa organização ecumênica novamente emitiu uma resolução colocando o governo israelense como principal causador do problema.

O Conselho pediu a retirada de Israel nos territórios que que ocupa, porém é ignorado o fato que Israel já se retirou de Gaza em 2005. Por isto, a Global Jewish Advocay considera a resolução "desprovida de qualquer equilíbrio ou esperança."

Continua a agência judaica:

"O que poderia ter sido um poderoso apelo para a paz virou reflexivamente a uma denúncia familiar e factualmente fraca de Israel de um grupo com uma longa história de viés anti-Israel"

"Notavelmente, o CMI continuam a ignorar o fato de que o único caminho para alcançar a paz entre israelenses e palestinos de forma sustentável é negociações diretas, bilaterais entre as partes, julgamentos não devem ser unilaterais . Estes dois órgãos da igreja afirmam buscar a justiça, mas uniformemente culpam Israel exclusivamente para o sofrimento dos palestinos, enquanto não consideram que os palestinos também respondem por incitamento e violência contra Israel ".

"Desde sua fundação, Israel tem procurado a paz com todos os seus vizinhos, e alcançou tratados de paz históricos com Egito e Jordânia. A liderança palestina, infelizmente para os israelenses e palestinos que desejam paz, tem repetidamente recusado. A Autoridade palestino Abbas afastou-se da última rodada de negociações diretas, mesmo com vários convites de Netanyahu para voltar à mesa de negociações.

O Conselho Mundial de Igrejas tem recebido muitas e duras críticas pelo seu longo histórico na parcialidade de suas conclusões e um fervoroso viés de esquerda desconsiderando a diversidade das opiniões de muitos líderes, além da nula participação no auxílio aos cristãos em perseguição nos países islâmicos.

Nisto se vê que as duras críticas vindos de conservadores não é motivado por ódio, preconceito ou por motivos reacionários, mas sim um real clamor para que esse Conselho - que diz lutar pela justiça e a paz - se movimente e atue também em favor de cristãos perseguidos por extremistas e tenha hombridade em detectar inimigos, saindo assim, da errada concepção de amor.

Fonte: GLOBAL JEWISH ADVOCACY
Fonte: RNS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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