domingo, 10 de julho de 2016

O RAMADÃ MAIS "BOMBADO" QUE JÁ HOUVE: 238 ATAQUES EM 32 PAÍSES.


Nessa época há muita excitação religiosa ao redor do mundo: aumento de críticas em mulheres com roupas ocidentais, perturbação pública em praias turísticas, aliciamento em lugares comerciais; enfim, um "espírito" religioso penetra nas mentede muitos.

O mês passado foi marcado por ataques terroristas em várias partes do mundo. São 238 ataques terroristas em 32 países resultando em 1850 mortes, além de muitos ataques que não ganharam notoriedade nas denúncias e na mídia.



BEIRUTE (AP) - Uma série de ataques, a maioria ligados ao grupo Estado Islâmico, matou quase 350 pessoas em oito países durante o mês sagrado do Ramadã. Os ataques são amplamente visto como uma tentativa de distrair a partir de uma série de perdas no campo de batalha sofridas pelo grupo extremista na Síria e no Iraque, onde as fronteiras de seu califado autoproclamado estão encolhendo.

ORLANDO

Em 12 de junho, um homem armado abriu fogo dentro de uma boate gay lotados em Orlando, Florida, matando pelo menos 49 pessoas no pior tiroteio em massa na história moderna dos EUA. A polícia diz que o atirador morto tinha lealdade comprometeu a IS, que o saudaram como um "soldado do califado", mas não há evidências de que ele estava em contato com o grupo antes do ataque.

JORDÂNIA

Em 21 de junho, um carro-bomba atingiu um posto do exército jordaniano ao longo da fronteira com a Síria, matando sete soldados no ataque mais mortal no reino nos últimos anos. O ataque foi reivindicado pelo EI.

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IÉMEN

Em 27 de junho, uma filial é levada a cabo uma série de ataques na cidade portuária do sul do Iêmen de Mukalla, matando 43 pessoas, a maioria de inteligência e segurança tropas. Em um dos ataques, uma bomba estava escondida em uma caixa de comida entregue aos soldados para quebrar o amanhecer ao anoitecer jejum do Ramadã.

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LÍBANO

Em 27 de junho, oito homens-bomba atingiram, em dois ataques, uma pequena aldeia libanesa cristã, na fronteira com a Síria, matando cinco pessoas. Ninguém reivindicou a responsabilidade pelo ataque.

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TURQUIA

Em 28 de junho, três homens-bomba armados com fuzis invadiram o aeroporto internacional de Istambul, um do mundo o mais movimentado, matando 44 pessoas e ferindo cerca de 150. Ninguém assumiu a responsabilidade pelo ataque, mas autoridades turcas dizem acreditar que foi realizada por ÉI.

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MALÁSIA

Em 28 de junho, uma granada foi arremessado em um bar fora Kuala Lumpur como patronos assistiindo jogos da Eurocopa ferindo oito pessoas. As autoridades disseram que era a primeira vez que aconteceu um ataque neste país de maioria muçulmana, os atacantes foram ordens de um homem malaio lutando ao lado do grupo na Síria.

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BANGLADESH

Em 1º de julho, homens armados com facas, espingardas automáticas e bombas enfrentaram a polícia antes de invadir um restaurante popular em um bairro Dhaka, levando 35 reféns por horas antes de matar 20 deles, incluindo nove italianos e sete japonês. Testemunhas disseram que os terroristas deixaram muçulmanos sair do estabelecimento, torturam reféns que não podia recitar o Alcorão. O EI reivindicou esse ataque.

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IRAQUE

Em 3 de julho, um caminhão-bomba suicida em uma movimentada área comercial de Bagdá matou pelo menos 175 pessoas em um dos ataques mais mortais em 13 anos de guerra e insurgência. O EI reivindicou o ataque dizendo que tinha como alvo os xiitas.

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ARÁBIA SAUDITA

Em 4 de julho, homens-bomba atingiram em três cidades sauditas, incluindo fora da mesquita onde o profeta Maomé está enterrado, um dos locais mais sagrados do Islã, matando quatro agentes de segurança. Um residente do Paquistão atingiu fora do consulado dos EUA em Jiddah, ferindo levemente dois guardas de segurança, e um terceiro homem-bomba atingiu perto de uma mesquita xiita no leste do país. Ninguém reivindicou os ataques.

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INDONÉSIA


Em 5 de Julho, um homem-bomba atingiu se explodiu perto de uma delegacia de polícia em Solo, Java, ferindo um policial. A polícia diz que o atacante estava ligado a uma figura de liderança entre os indonésios lutam um com o EI na Síria.

Certamente o mundo não está preparado pra combater o extremismo religioso islâmico, sempre está correndo atrás do prejuízo.



Fonte: SHARIA REVELADO

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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