terça-feira, 5 de julho de 2016

LÍDERES CRISTÃOS NOS EUA SÃO CONDUZIDOS EM ORAÇÃO A ALLAH EM ASSEMBLEIA GERAL PRESBITERIANA


Na Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA muitos temas foram abordados pelos religiosos, uma delas foi a islamofobia. Ela foi marcada por enorme polêmica quando todos os pastores participaram de uma oração ao Deus islâmico contrariando muitos participantes, haja vista, o evento ser organizado por uma igreja cristã.

Começando em árabe, depois indo para o inglês rezou:

"Allah nos abençoe e abençoe nossas famílias levando-nos ao caminho reto - caminho de todos os profetas: Abraão, Ismael, Isaac, Moisés, Jesus e Maomé. Paz seja com eles, amém!

Em nome de Deus, o Clemente, o Misericordioso, louvemos o Senhor. O criador do universo, o mais misericordioso, mais compassivo e o Senhor do universo que nos criou e nos fez em nações e tribos, do sexo masculino e do sexo feminino para que possamos conhecer uns aos outros, e não para que possamos desprezar uns aos outros. Inclina-nos para paz e justiça e confiança em Deus, pois o Senhor é aquele que ouve e sabe tudo dos seus servos. O mais compassivo, o mais misericordioso, gracioso são aqueles que andam na terra em humildade e quanto aos fanáticos e islamofóbicos, eu vos digo, paz. A paz esteja com eles, a paz esteja com Deus!"

Essa oração foi rezada por Wajidi Said, co-fundador do Fundo de Educação Muçulmana, na abertura da assembleia; se tratava de uma reunião interreligiosa.

Esse seguimento do presbiterianismo é a maior da América contando com 1.600.000 membros, e também é conhecida por ordenar pastores homossexuais e ministras lésbicas.

Esse evento causou comoção na comunidade cristã em vários cantos pela aceitação à retórica politicamente correta que anestesia a consciência de perigo de mais infiltração terrorista através da comunidade muçulmana - o caso de Orlando foi muito citado nesta assembleia.

Um motivo da indignação dos próprios presbiterianos foi a enorme preocupação com a suposta onda de islamofobia, enquanto os cristãos que sofrem perseguição em partes do Oriente Médio e de modo avassalador pelo Boko Haram, contam com uma irrisória atenção.

Depois o secretário da Assembleia Geral, o Rev. Gradye Parsons pediu oficialmente desculpas aos ofendidos e justificando que em "encontros ecumênicos podem acontecer erros não intencionais."

Não que esse caso em questão foi um sincretismo, mas já houve casos mais profundo de hibridismo em religiões. Os cristãos na Malásia tentaram aderir ao nome de Allah como se fosse um Deus cristão, a ponto de confessarem que "Jesus Cristo é filho de Allah"; e claro, os muçulmanos não concordaram com isso.

Outro caso que é bom atentar, é para uma estratégia islâmica de assimilação e dissimulação pra difundir o islã em outras culturas, essa estratégia é chamada de Takiyya.
Ela permite um político muçulmano repudiar publicamente um ataque terrorista que ele mesmo financiou ao mesmo tempo que passa imagem de tolerante e bonzinho, em casos extremos é permitido até a mentira para salvar a "honra de Allah". A Takiyya originou-se no xiismo, mas tem sido muito usado pelos sunitas na jihad para infiltrar-se no local inimigo (contando com o apoio do multiculturalismo ocidental).

Por isso muitos acreditam que, ainda que se tratasse de um evento com várias religiões representadas, para Wajidi era a oportunidade de elevar o nome de Allah e marcar território no meio dos infiéis em prol da grande comissão de difundir o islã universal.

E agora, sem o menor desejo de jogar gasolina nessa questão, fica no ar a pergunta feita por muitos observadores sobre a reciprocidade: Seria aceito um 'Pai Nosso' durante os muitos eventos islâmicos promovidos na Europa e EUA?

Fonte: ROBERT SPENCER
            CONSCIÊNCIA CRISTÃ
           CHARISMA NEWS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

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