quarta-feira, 18 de maio de 2016

UM PORTO SEGURO PARA MINORIAS RELIGIOSAS NO ORIENTE MÉDIO


Existem muitas comunidades cristãs nos mais remotos lugares do Oriente Médio, mas esse subcontinente já não é o mesmo. O extremismo islâmico, antes só reservado a grupos guerrilheiros, hoje toma a mente de toda uma sociedade influenciando as autoridades contribuindo para a marginalização dos “nazarenos”.

Já em Israel as coisas não funcionam assim, ali realmente há o compromisso com a garantia dos direitos de seus cidadãos independente de nacionalidade ou religião. Não é à toa que se vê várias religiões transitando (inclusive as que são inimigas do judaísmo.
Em Israel, membros das minorias cristãs e muçulmanas ocupam cargos nas mais altas posições, assim como qualquer judeu israelense que queira seguir uma carreira de sucesso. Dois exemplos são palestinos na política e Salim Jubran, um juiz do Supremo Tribunal e cristão maronita.

No ano passado Israel reconheceu a existência de um grupo de cristãos, os “arameus”, dentro de seu território. Se trata de um grupo distinto, étnico e religioso: o povo nativo do milenar Crescente Fértil.


                                      Os cristãos também podem servir às forças armadas israelense.

A língua usada por esses cristãos arameus é justamente a mesma usada por Jesus, realmente se trata de um verdadeiro patrimônio humano! As raízes étnicas aramaicas/fenícias, originalmente acantonadas na Síria, Líbano e Iraque. Durante os 1.400 anos de conquista islâmica, os cristãos arameus foram forçados a falar árabe no lugar de sua língua e, mais recentemente de fugirem de seus lares na Síria e no Iraque. Eles não têm status nos países árabes e islâmicos, que na maioria é governada de acordo com a lei da Sharia islâmica. Os cristãos arameus também não têm nenhum status sob a Autoridade Palestina, que agora governa a Judéia e Samaria.

Jerusalém está aberta a todos. Mas nem sempre foi assim, especialmente sob jurisdição da Jordânia que durou até 1967. Como se não bastasse os judeus não terem permissão de entrar em Jerusalém, 38.000 lápides foram arrancadas do cemitério do Monte das Oliveiras e usadas como material de construção e assoalho para as latrinas na Jordânia.



Todas as minorias étnicas e religiosas estão seguras em Israel, sejam cristãos, Bahais, budistas, circassianos, drusos e outros. É o único exemplo no Oriente Médio de uma democracia perene e viável à coexistência de diferentes grupos num verdadeiro clima de verdadeira tolerância; já nos países islâmicos estão fadados à extinção.


Fonte: GATESTONE INSTITUTE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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