terça-feira, 31 de maio de 2016

"ISLAMIC FASHION" NAS TENDÊNCIAS EUROPEIAS


Até o mundo da moda está se rendendo à explosão demográfica islâmica no Ocidente, visto que os muçulmanos gastam mais de 200 bilhões de dólares anuais em roupas e calçados ultrapassando Japão e Itália juntos. Por estar em constante crescimento estima-se que em 2019 pode se chegar a 489 bilhões em compras.

Com esses números exorbitantes era óbvio que atrairia as grandes marcas europeias como a Dolce & Gabbana, M & S, H & M sueca, DKNY e outras corporações no mundo da moda. A onda muçulmana tem uma enorme capacidade de assimilação, até mesmo nos costumes com grande tabu no que diz respeito as roupas de banho - "burkini", neologismo da palavra burca+biquíni.

Mas também todo esse entusiasmo está atraindo críticas, até mesmo, quem diria, de ativistas do multiculturalismo e da tolerância. Esses que denunciavam a "opressão machista e patriarcal" do cristianismo estão percebendo que o relativismo moral e cultural é uma ponte para extremismos ainda maiores e mais perigosos.

A feminista francesa Elisabeth Badinter advertiu que o relativismo cultural está impedindo os franceses de ver o aumento alarmante do islamismo na França. Ela acrescentou que tolerância "virou-se contra aqueles que o conceberam"- o resultado disso é que o véu se espalhou devido a muita pressão islâmica.

Outra contribuição desta nova era de uma Europa pós-cristã é a desconstrução de toda movimentação humana baseada nos conceitos de liberdade individual e feminina. Muitos críticos (até mesmo os progressistas) estão percebendo as mulheres com atitudes mais reprimidas em público, menos mulheres nas ruas de bairros franceses e muita ocultação da feminilidade como expressão de beleza no vestuário.

Percebe-se que o lucro dessas companhias de moda fala mais alto que as consequências civilizacionais na bajulação a cultura árabo-islâmica. De fato toda essa retórica pacifista de aceitação, do "respeito" às leis tribais aplicadas em países democráticos e o assistencialismo à grupos potencialmente violentos estão abrindo caminhos para uma Europa toda transfigurada e fadada a ter um sistema verdadeiramente opressor.

Aí sim as feministas terão belos motivos para protestarem despudoradamente em público - se conseguirem -, pois não terão para com os muçulmanos, a mesma facilidade que tiveram para com os "cristãos. Veja um exemplo disso no vídeo abaixo no tratamento dado à feministas que invadiram um evento islâmico.





Fonte: O RELATÓRIO DA JIHAD

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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