segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

MAIS DO MESMO PRA CHATEAR A FESTA


Eu que não vou me aborrecer ou causar contendas com os familiares discutindo o sincretismo que há nas festas religiosas ou comemorações do tipo, não vou participar das arrogantes competições teológicas sobre o assunto que nada mais são do que combustíveis para o ego.

A preocupação com a paganisse do natal nada mais é do que uma síndrome chamada "perfeccionismo religiosista" (criado por mim agora kkk), síndrome na qual o medo de agradar o diabo é a força motriz para agradar a Deus. Por isso, como a motivação é errada, errada será toda a movimentação do ser em nome de uma apologia.

Se eu sei em quem tenho crido não vou enfiar goela adentro e perder a oportunidade de ganhar presente, não é mesmo? Além do mais, se querem mostrar essa verdade, saiba que é mais difícil dar ouvidos ao embaixador da chatolândia do que aquele que tem o espírito mais leve.

"Sabemos que o ídolo nada é..."; o ídolo só vai incomodar a quem lhe atribui poder, ou seja, o supersticioso que enxerga mais poder no diabo do que em Deus.

Então não pergunte de que açougue veio o peru da ceia, participe do amigo secreto com seus parentes de outra religião e não fique rechaçando o pisca-pisca na árvore de natal. É um grande sinal de maturidade se relacionar facilmente no meio de pessoas com valores incompatíveis.   


OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

DOCUMENTÁRIO SOBRE EX-MUÇULMANOS GERA TENSÃO NA UNIVERSIDADE DE PORTLAND, EUA.

                                               Deeyah Khan, a diretora de cinema que dirigiu o debate.

Em 23 de novembro, mais de 60 pessoas participaram da exibição do documentário “Islam’s non-belivers” (infiéis” do Islã) na Portland State University. O documentário apresentou os testemunhos pessoais de ex-muçulmanos que enfrentaram ameaças de morte, abuso severo e ostracismo de suas comunidades por deixar o Islã. A diretora do filme, Deeyah Khan, é uma ativista muçulmana e de direitos humanos.

O evento foi organizado pelo grupo humanista secular humanista, Freethinkers of PSU.

A controvérsia cercou o evento nas semanas que antecederam a exibição. Alguns estudantes consideraram o evento  como sendo “insensível” devido ao clima político, enquanto outros achavam que o evento promovia discriminação. No visor de vidro para os Freethinkers, uma nota foi deixada que dizia: “A islamofobia ateísta não é legal.” No campus, muitos panfletos para o evento foram vandalizados ou demolidos.

Em resposta à reação, duas mulheres ex-muçulmanas incluídas no documentário emitiram declarações que foram lidas ou mostradas na exibição. “Espero que você perceba que discriminar os ex-muçulmanos não é uma desculpa para validar o seu complexo salvador”, disse Rayhana em uma mensagem de vídeo pré-gravado (em Inglês).


Sadia enviou aos “Freethinkers” (livres pensadores) da PSU uma declaração escrita. Ela dizia em parte: “O documentário “Islam’s Non-Believers” (infieís do Islã) era tão importante porque, pela primeira vez, os ex-muçulmanos receberam um rosto e uma voz. Ele nos tornou humanos. “

Apesar da controvérsia que levou ao evento, a triagem prosseguiu sem interrupções. O Dr. Peter Boghossian, professor de filosofia na PSU, promoveu uma discussão de grupo depois que o filme terminou.

No evento, estavam ex-muçulmanos de origem saudita, paquistanesa, egípcia, jordaniana e iraniana. Alguns deles compartilharam seus pensamentos com a audiência diversa, que incluiu muçulmanos praticantes. Vários ex-muçulmanos pediram que as câmeras de vídeo fossem desligadas, devido a temores de que poderiam ser publicamente divulgadas as imagens como sendo dos apóstatas e por causa de preocupações quanto à segurança física deles.

       Estudante iraniano explica como é fácil validar pelos textos islâmicos, alguns comportamentos comuns.

Uma mulher muçulmana na plateia objetou à narrativa apresentada no filme. “O castigo para apostasia no Alcorão não é a morte”, disse ela. “O Alcorão está escrito em Árabe e a maioria das pessoas de Bangladesh, Índia e outras partes não fala árabe”. Dois falantes nativos de árabe mais tarde contestaram esta afirmação quando recitaram vários versos do Alcorão que podem ser interpretados como prescrevendo a morte para aqueles que rejeitam a deus.

Em um dado momento, um participante (Dr. Peter Boghossian) teve que se meter na discussão controversa. “Poderíamos ficar aqui por semanas se quisermos participar de um debate exegético sobre teologia e interpretação islâmicas”, disse.

Apesar de fortes desentendimentos, a discussão se manteve calma e envolvente ao longo da noite.  No final, um estudante árabe pediu ao público: “Para as pessoas que têm medo de criticar o Islã… Eu imploro que você pense sobre a minoria dentro da minoria. A religião é defendida toda hora. Mas minoria da minoria não tem voz “.

Boghossian concluiu a discussão após cerca de 45 minutos, mas muitos na platéia ficaram para continuar conversando.

Os Freethinkers da PSU (livres pensadores) estão levantando uma discussão de acompanhamento sobre as questões levantadas no filme em 30 de novembro às 5 da madrugada no Smith Memorial Student Union, sala 230.


EXTRAÍDO DO SITE ''EX-MUÇULMANOS''

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

CATEDRAL COPTA É BOMBARDEADA MATANDO 25 CRISTÃOS NO EGITO


Desde que a Irmandade Muçulmana foi deposta do poder por uma intervenção militar em 2013, o Egito se tornou um ninho de vespeiro - mais ainda - para os cristãos coptas, que são minorias.

Muitos são os casos de fúria popular muçulmana contra civis unicamente por serem cristãos, é difundido entre os muçulmanos a teoria conspiratória que a intervenção militar foi orquestrado pelos líderes coptas, entre eles o Papa Ortodoxo Tawadros II.

Desta vez bombardearam a Catedral de São Marcos, sede da Igreja Ortodoxa Copta, matando 25 pessoas e ferindo outras 35. O ataque se deu neste último domingo, durante uma missa.

A Irmandade Muçulmana foi rebaixado à clandestinidade pelo novo regime, por isso investem em táticas de guerrilhas aplicando ataques terroristas para desestabilizar o governo - aproveitando o ensejo da intolerância religiosa aos cristãos.

A comunidade copta é um dos grupos cristãos mais tradicionais do mundo, a Igreja Copta foi fundada pelo evangelista Marcos, discípulo de Jesus. Eles já habitavam séculos antes do surgimento do Islã, e viram o martírio de São Marcos sendo arrastado por cavalos em Alexandria. 


Fonte: https://www.jihadwatch.org/2016/12/egypt-muslims-bomb-st-marks-coptic-orthodox-cathedral-in-cairo-murdering-dozens

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 4 de dezembro de 2016

HUNGRIA: O PRIMEIRO GOVERNO A AJUDAR OS CRISTÃOS PERSEGUIDOS


Diante do silêncio ensurdecedor da grande mídia mundial, e contando apenas com mídias alternativas, o genocídio cristão tomou proporções gigantescas em vários países do mundo; alguns de países comunistas e maioria de regimes islâmicos. 
Seja na Ásia, África, Oriente Médio e até Europa, vemos o cerceamento de liberdades, marginalizações, agressões físicas, assassinatos por motivações religiosas.

Os governos suavizam os adjetivos relacionados ao terror e sua associação com o sistema teo-político do islamismo, numa diplomacia suicida, permitem a infiltração aos moldes do cavalo de tróia em todo a UE enquanto milhões de cristãos são perseguidos cruelmente.

No entanto, a Hungria se mostra como um corajoso país a ser o primeiro do mundo em oficializar a ajuda, assistência e apuração na perseguição aos cristãos. De fato, está indo na contra mão de toda Europa que acolhe muitos terroristas e criminosos travestidos de refugiados; tanto que nos países europeus com abertura indiscriminada é justamente onde aumentou o número de estupros, violência e ataques terroristas.

O Ministro dos Direitos Humanos da Hungria, Zoltan Balog, ressalta que o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo, até mesmo antes do surgimento do Estado Islâmico. 

Também mostra sua consciência acerca dos 200 milhões de cristãos que vivem em áreas onde são discriminados: onde 5 pessoas morrem por motivação religiosa, 4 são cristãos. O fato dele também incluir cristãos perseguidos na Europa é porque muitos que fogem das tensões do Oriente Médio e África são perseguidos pelos próprios refugiados muçulmanos na Europa (isso quando chegam à Europa, pois muitos cristãos são lançados do barco ao saberem que da fé deles).

Segundo o Ministro Balog "Nosso interesse não é focado somente no Oriente Médio, mas em formas de discriminação e perseguição de cristãos em todo o mundo. E manteremos vigilância sobre as formas mais sutis de perseguições dentro das fronteiras europeias."

Um relatório (http://www.deseretnews.com/article/865655578/Growing-concern-for-German-churches-Muslim-refugees-harassing-Christians.html) revelou que 88% dos 231 refugiados cristãos entrevistados na Alemanha sofreram perseguição em forma de insultos, ameaças de morte a agressões, tudo por motivos religiosos. Algumas foram até forçadas a se converterem ao islamismo.

Isso não se trata de discriminação aos muçulmanos, mas é questão de bom senso humanitário. Não é normal cidades antigas tradicionalmente cristã do Iraque sendo esvaziadas, com suas crianças sendo enterradas vivas, mulheres virando escravas sexuais, e decapitações coletivas! Até mesmo países que se encontram certo número de cristãos como Egito e Paquistão está havendo uma crescente onda de radicalização, intolerância e perseguições.

Claro que em se tratando de política, a Hungria pode ter suas razões, nós nunca sabemos as intenções nos bastidores do poder. Mas inicialmente é muita coragem do governo húngaro simplesmente peitar a União Europeia censurando-os pela parcialidade no tratamento e o acolhimento irresponsável de refugiados, e ainda fechar as portas aos refugiados muçulmanos por prioridades e por motivo de segurança frente as ideologias radicais que são trazidos por muitos deles.


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 3 de dezembro de 2016

BLOGUEIRO NA MAURITÂNIA É SENTENCIADO A MORTE POR CRITICAR MAOMÉ E O ISLÃ


A Mauritânia é um país extremamente fechado, praticamente 99% da população é muçulmana na sua grande maioria sunita. É um país opressor, não há liberdades e os que apresentam divergências ao status quo são fortemente monitorados e reprimidos.

No caso de Mohamed Ould Cheikh a coisa foi mais extrema. Em 2013, ele escreveu um artigo "Religião, Religiosidade e Artesãos" o qual tecia várias críticas ao sistema de castas que há no país, bem como a diminuição moral e social dos artesãos.
Porém, o que pesou contra ele, foi o fato de asseverar o caráter totalitário e déspota dos regimes islâmicos em todo mundo; suas palavras:

"A negação da esquerda ocidental de que existe um problema com o islã não tem limites! O islamismo é a única religião em que é normal aplicar literalmente textos bárbaros que datam do sétimo século."

"Interpretação literalista da religião em geral são nocivos, mas apenas no islã é o método tradicional de interpretação".

"Não à toa que, apenas no islã, é uma prática normal matar apóstatas, gays e outros infiéis, de acordo com os comandos do Alcorão e da Suna. Qualquer pessoa pacífica terá compaixão para com as milhões de vítimas das normas legais islâmicas, em vez de denunciar o falso movimento de islamofobia".

Esse blogueiro havia sido condenado em 2014, mas agora os clérigos estão freneticamente insistindo às autoridades que executem a pena de morte por apostasia, discriminação racial, mesmo depois dele ter se arrependido e alegar que seu artigo foi mal interpretado.

O grupo de Direitos Humanos Freedom Now está fornecendo assistência jurídica ao blogueiro, ele não era um ativista, era engenheiro e um mero cidadão.

Acredito que dificilmente ele será absolvido, se cancelarem a pena de morte ficará um bom tempo preso mesmo assim. A última aplicação à pena de morte realizado pelas autoridades foi em 1987, pelo menos oficialmente. 

Mas em se tratando de islamismo tudo se desconfigura, pois contra ele foi emitido uma Fatwa*; isso ultrapassa as ordens legais do Estado e até de fronteiras. Provavelmente ele será morto de um jeito ou de outro.

Porém, cabe aqui ressaltar a coragem desse sujeito que vive no interior de um inferno na Terra. Coragem essa que não se encontra nos muitos subservientes do politicamente correto ocidentais.

Não é novo o caso de blogueiros que sofrem ou morrem por criticar o islamismo. Em Bangladesh havia um onda de assassinatos de blogueiros laicos, na Arábia Saudita um blogueiro foi condenado a 1000 chibatadas, entre outros casos na Índia, Paquistão, Egito etc.


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

*Decreto a todo e qualquer muçulmano a matar o indivíduo sentenciado de qualquer forma e em qualquer lugar do mundo - não importando o país em que esteja. A Fatwa pode ser decretada até a não muçulmanos em caso de ter falado mal de Maomé.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O ACONCHEGO MÍSTICO DE QUEM NÃO É PAGÃO


A tendência para o mal é um dos sinais mais evidentes da nossa natureza caída, sempre foi mais fácil ser trevas do que luz. Ser do bem é nadar contra a corrente, o mal é uma bactéria extremamente deletéria em todos os sentidos da existência humana. 

É uma dificuldade para muitos se desfazerem de crendices da querida vovózinha do interior, das ínumeras interpretações de sonhos; de seus gurus - pastores e até de lendas urbanas!!!

Essas micro ''sabedorias'' ocultas, patenteada pelo laboratório religioso brasileiro, ainda é tradição na mentalidade de muitos cristãos - sejam evangélicos, católicos ou outros.

A facilidade de se crer naquilo que não está escrito é imensa por haver muito, mas muito envolvimento emocional em quem trouxe oralmente o "segredo iluminado para uma perfeita comunhão com Deus", ou então, pelo mero fato de ter dado resultado na sua vida (ou seja, ter se dado bem).

A dificuldade de apostatar de uma fé alavancada pelo sistema de barganhas fica mais consolidada no fato de ser forçosamente respalda na Bíblia; por ficar envolta pelo nome Jesus, afaga os corações desesperados para trazer o acolhimento necessário que funciona em todas as religiões.

Também é difícil se desvencilhar da superstição porque se trata de um patrimônio psíquico que acompanha milênios de gerações aflitas pelo sentido da vida e pelo descortinar do desconhecido.

Esse esquema mental que rege todo o modo de vida religioso é o que faz bilhões de pessoas terem mais facilidade em acreditar do que desconfiar, ou questionar. A predisposição pra receber qualquer anticristo sempre foi grande, e mesmo com o conhecimento de hoje se multiplicando, ironicamente a humanidade está mais receptiva a isso - justamente na era ao qual denominamos "informação".

No fim das coisas, muitos estão com seus corações bovinamente assentados para adorar o seu deus da mesma forma que os antigos semitas pré-históricos, e isso indepedente da religião: "Eu adoro, e ele me abençoa"; "Eu me esforço, e ele me recompensa"; "Eu arrebanho adeptos, e ganho pontos com ele"; "Me senti bem, não importa os meios, é o que interessa".

Sob os pilares do medo e da consciência de fragilidade, o ser humano tem a façanha de fazer releituras em antigos costumes pagãos, dificultando as coisas, para se chegar Aquele ao qual pediu que apenas confiássemos. Os modos dos cultos são diferentes, mas o zeitgeist é o mesmo.

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CHAPECOENSE E A REFLEXÃO EM MASSA


Bem mostra o livro de Eclesiastes que é mais fácil haver reflexão e ponderação das coisas em tempos de luto do que em tempos de festas. Essa tragédia do acidente aéreo com o time da Chapecoense e algumas outras pessoas mostra muito bem essa prostração emocional. 

Não se fala em outra coisa nas redes sociais além desse acidente e das mortes; todos colocam seus pesares, suas reflexões, suas filosofias suas mensagens religiosas refletindo sobre a efemeridade da vida. 

É bem normal o sentimento de solidariedade nesse momento, pois todos se colocam no lugar dos familiares: sejam pais, filhos, esposas, etc., ninguém espera um acontecimento desses justamente em tempos de grande esplendor profissional.

É um momento de enorme comoção nacional e internacional, principalmente no mundo do futebol, a ponto do time rival na próxima partida pela Copa Sul Americana pedir a entrega do título à Chapecoense. 

Nesses momentos qualquer diferença de rivalidades caem por terra, seja religiosa, partidária, futebolística e até étnica... Ninguém deseja ao seu próximo uma desgraça dessas - nessas horas a religião predominante de fato é o amor e a empatia ao próximo. 

Oxalá a experiência emocional do luto seja constante em todo o mundo, para uma maior conscientização de amar o próximo, ajudar sem esperar retorno e uma tremenda vontade de ser fervoroso no espírito.

No demais, em prol do acontecimento em si, toda a solidariedade e condolências sejam dadas aos familiares das vítimas e de todos os chapecoenses. 

É inimaginável o que deve passar na mente dos entes mais próximos o desenrolar dos últimos momentos de seus amados sendo relatadas ao mundo tudo pela imprensa; por isso, que Deus conforte, fortaleça e dê todo suporte nessa difícil etapa da existência.

               
OBSERVATÓRIO DA FÉ 

             

domingo, 27 de novembro de 2016

O ISLÃ E A MULHER - NA ÓTICA DE QUEM SOFRE!



O ISLÃ É COMPATÍVEL COM A DEMOCRACIA E O FEMINISMO?

Se feminismo significa “a luta das mulheres por direitos iguais aos dos homens na esfera política, social e econômica” e se feminismo também é “a crença de que os homens e as mulheres devam ter oportunidades iguais”, então por que o Primeiro Ministro do Canadá, Justin Trudeau, que se diz “feminista”, não condena a opressão e as atrocidades contra as mulheres sob a lei islâmica?

No Irã, sob a constituição islâmica, as mulheres são tratadas como cidadãs de segunda classe.

Eu era uma jovem adolescente quando o Ayatollah Khomenei chegou ao poder e substituiu a constituição pela lei islâmica. Do dia pra noite, todas as mulheres, incluindo as meninas da escola fundamental,  foram forçadas a cobrir seus corpos dos pés a cabeça e foram solicitadas a usar apenas cores escuras.

Nós não podíamos mais frequentar escolas com o sexo oposto. Nosso outrora estimado curriculum foi substituído por estudos islâmicos, incluindo o Alcorão, sobre o qual não tínhamos familiaridade.

Eu fui privada de minha adolescência pelo regime islâmico que impôs os seus valores nas massas. Minhas memórias de infância foram substituídas por uma realidade criada por um regime onde nós (mulheres) éramos agora tratadas como cidadãs de segunda categoria, e até o detalhe mais trivial de nossas vidas estava controlado pelas forças do regime a pela polícia da moralidade.

Uma coisa que não mais tínhamos e nunca teríamos de novo sob a República Islâmica era a liberdade de expressão. Aqueles que falavam o que pensavam colocavam suas famílias e a si mesmo em grave risco, ou simplesmente desapareciam atrás dos muros da notória prisão Evin em Teerã. Naquela época, até uma criança de 12 anos enfrentava o pelotão de fuzilamento por dissidência política.

Enquanto adolescente, eu não pensava que minha vida iria ser mudada para sempre.

Imagine por um momento uma mãe no Irã vivendo uma vida calma e tranquila com seus filhos. Agora imagine o horror desta mesma mulher quando, nas primeiras horas matinais, ela vem a enfrentar cara a cara os Guardas das Forças Revolucionárias, obrigando-a a entrar dentro de casa e prendendo sua filha de 16 anos. Essa adolescente era eu.

Não há palavras para descrever como foi a vida na prisão para uma adolescente que nunca tinha sido separada dos pais e eu posso dizer que só existe uma experiência pior do que ser torturada assim: ter que escutar os gritos e as súplicas, não pela vida, mas súplicas pela morte.

No Irã, eu fui aprisionada de maneira covarde, na idade de 16 anos, por expressar minha liberdade de expressão e por questionar o Islã, a religião sob a qual nasci.

Ao final, a mim foi dada uma sentença de 18 meses de prisão. Na realidade, de acordo com a lei islâmica, eu deveria ter sido enforcada. Hoje, eu não tenho a menor ideia de como nem por que a minha vida foi poupada.

No Islã, a política e a religião são inseparáveis. Por esta razão, a apostasia no Islã é igual a traição. Um dito popular é “o Islã é uma religião e um Estado”. O Código Penal da República do Irã sentencia a morte aqueles que se convertem ao Cristianismo. O artigo 225 deste código lê: “qualquer muçulmano que claramente anuncia que ele/ela deixou o Islã e blasfema é um apóstata”. Bukhari 52:260 reitera o que foi claramente dito: “o profeta disse, se alguém (um muçulmano) descartar sua religião, mate-o”. De acordo com o Ayatollah Khorasani, um proeminente líder xiita no Irã, “a promoção do Cristianismo no Irã deve ser detida”. As visões do Ayatolá concordam diretamente com as afirmações achadas no Alcorão.

Em países e sociedades regradas pela lei islâmicas, as mulheres não têm direitos essenciais e não têm igualdade. Sob a lei islâmica as mulheres tem poucos direitos de herança e menos status como testemunha. São submetidas a duras penas por violação das leis da modéstia e não têm escolha a não ser seguir tais leis, como por exemplo, as leis que regularizam a vestimenta. No Irã, a responsabilidade de aplicar a lei foi entregue ao Ministro Hassan Rouhani. A desobediência às leis da modéstia tem sido punida com extrema violência em países como Irã, Arábia Saudita, Afeganistão e Sudão.

Estas violações frequentemente resultam em violência supervisionada pelo Estado contra as mulheres. Do mesmo modo, as mulheres estrangeiras que viajam para países islâmicos governados pela sharia, são aconselhadas a se vestirem com modéstia e a viajarem somente acompanhadas por um homem.

Um exemplo flagrante da desigualdade é exemplificado nas relações maritais: um homem pode ter até quatro mulheres. Um marido, ao se divorciar de suas esposas, precisa apenas de uma declaração de um juiz islâmico, sem o consentimento da mulher, ou sua presença. Todavia, se uma mulher deseja se divorciar de seu marido, o consentimento dele é requerido.

Os homens têm permissão para arrumar uma esposa por um curto período de tempo, uma forma de prostituição islâmica que pode durar menos de meia hora – situação permitida por alguns especialistas islâmicos. Esses casamentos temporários são conhecidos como “casamentos de prazer”, chamados de Mutah, que foram estabelecidos dentro do Islã pelo próprio profeta Maomé, como maneira de recompensar os jihadistas pelos serviços prestados a Alá.

Uma idade mínima para o casamento que gira em torno de 12 ou 13 anos não são incomuns em países de maioria islâmica. No Iêmen e no Afeganistão, há casos onde meninas de 8 anos morrem de ferimentos internos causados na noite de núpcias. De acordo com uma reportagem feita pela Al Jazeera, quase 14% das meninas iemenitas se casam antes dos 15 anos; e 52% se casam antes dos 18.

Mais perto de meu país, em uma reportagem publicada pela CIJ News, Abu Ameenah Bilal Philips, um imame canadense que vivem em Toronto esclarece quanto a lei islâmica em relação à prática popular de “circuncidar” meninas nos países islâmicos. Ele diz que o Islã proíbe a mutilação genital, mas permite a “circuncisão feminina”, que é um corte “leve” que não afeta a capacidade das mulheres atingirem a satisfação sexual.

Suhail Kapoor, muçulmano canadense, em seu livro “Balancing Life and Beyond”, advoca que dentro dos pilares do Islã, é permissível bater “de leve” em sua esposa, se ela exibir condutas séria de imoralidade. Em um capítulo intitulado, “o Islã permite bater em esposa?”, Kapoor relata as circunstâncias sob as quais é apropriado para um homem punir sua mulher dando pancadinhas com um bastão de madeira (Obs.: no Brasil também acontece isso. N.T.-> https://www.youtube.com/watch?v=N6nxiltbsMY). Em um pronunciamento, Kapoor disse que a permissão concedida para reimprimir o livro foi concedida pelo centro de Ottawa.

O capítulo An-Nisa’ do Alcorão (4:89) recita:

“E anseiam (os hipócritas) que renegueis (a fé) como renegaram eles, para que sejam todos iguais. Não tomeis nenhum deles como amigos até que tenham migrado pela causa de Alá. Porém, caso se rebelem, capturai-os matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis nenhum deles por confidente”.

Outros versos do Alcorão que apoiam a pena de morte para os apóstatas são: 2:217, 9:73-74, 88:21, 5:54, e 9:66.

É evidente que o Islã não é uma raça, mas uma ideologia e os canadenses têm o direito de discordar dele e de seu profeta e discordar de qualquer grupo religioso ou ideológico.

O Primeiro Ministro Justin Trudeau diz aos canadenses que o Islã é compatível com as sociedades seculares ocientais, enquanto que ao mesmo tempo, o ICNA Canadá e um imame canadense o contradizem publicamente dizendo: “o islã e a democracia são contraditórios e absolutamente incompatíveis“.

O governo iniciou uma petição sobre “islamofobia” patrocinada por Frank Baylis, membro do parlamento, e que limitava o direito de os canadenses criticarem o Islã, o que é contrário a nossa carta canadense de direitos e liberdades.

O Canadá é uma sociedade multicultural feita por expatriados de áreas conflituosas, que vieram ao Canadá para escapar do tribalismo, regimes opressivos e ameaças a sua segurança e liberdade pessoais. Agora, no Canadá, nós vemos um governo que parece estar encorajando o tipo de mudança negativa e a promoção de ideologias de regimes ditatoriais da sharia- coisas que aqueles que fugiram esperavam nunca ver de novo.

Como canadense de origem iraniana, eu me sinto sem pátria e perdi minha identidade canadense desde que Trudeau discursou sem levar em consideração as visões dos cidadãos canadenses como eu. Há o crescimento do Islã radical no Canadá, e algumas das medidas politicas avaliadas por políticos eleitos democraticamente dão poderes a radicais islâmicos, a homofobia e a ataques aos direitos das mulheres.

Como alguém que foi torturada na prisão Evin na adolescência pela República do Irã, eu quero que o governo do Canadá assegure que meus interesses, segurança e liberdades sejam protegidos.

Como ativista da paz e dos direitos humanos, meu desejo é o mesmo de meus cidadãos canadenses de manter a liberdade e a diversidade que todos nós curtimos. Como canadenses, nós amamos nossas famílias de muçulmanos pacíficos que também sentem orgulho dessa liberdade que a diversidade traz. Todavia, é bom enfatizar que as comunidades muçulmanas pacíficas também estão ameaçadas pelo Islã radical.


Por isso devemos manter separados a religião e o Estado, e que a nenhuma religião seja dada a preferência. Nossa missão é manter o tratamento igual para todos. Isso só se consegue se os atos do governo forem sem preconceito ou favoritismo a nenhuma religião em particular.

Vejam um vídeo de uma moça sendo chicoteada na Indonésia, país cujo regime é a Sharia:




Texto extraído do site EX-MUÇULMANOS.



Autora do texto - Shabnam Assadollahi: ex-muçulmana ativista pelos direitos humanos que ajuda refugiados que chegam ao Canadá. Ela se destaca como oradora, escritora e locutora. Nasceu no Irã, mas se converteu ao Cristianismo por volta dos 20 anos de idade. Residente em Ottawa, ela dá atenção principalmente às comunidades iranianas, lutando pelas mulheres e minorias oprimidas.

OBSERVATÓRIO DA FÉ

FIDEL CASTRO E O INFERNO NAS DUAS DIMENSÕES


Naturalmente muitos têm a tendência de deduzir que esse ou aquele vai para o inferno sem o saber, mesmo sabendo que essa sentença cabe a Deus. Se perguntarmos qual será a situação Hitler, Stalin, Mao Tsé-Tung, Judas Iscariotes nesse momento, óbvio que quase unanimidade dirá que esses arderão no fogo do inferno.

Essas prévias do Dia do Juízo é resultado da gravidade dos seus feitos em vida. Como imaginaríamos chegarmos ao céu e depararmos com a presença de Hitler lá, e descobrirmos que antes de morrer ele se arrependeu e foi salvo? Isso é incabível para nós porque sabemos sua história de desumanidade!

Após a morte do ditador comunista Fidel Castro muitos opinadores nas redes sociais faziam menção à sua chega ao inferno, como se já soubessem. No entanto, se houvesse apostas sobre o destino eterno dele, provavelmente seria no "andar de baixo".

O sentimento de injustiça acompanha sempre aqueles que são governados por governos corruptos e opressores - os que sofreram nas mãos dos megalomaníacos!

Quando dizem que Castro está no inferno, se trata mais de uma opinião carregada de sentimento político e de justiçamento do que meramente religioso (ainda que todos realmente creem assim).

É óbvio dos óbvios que não dá pra imaginar gozar a eternidade com um cara que promoveu a morte de 100.000 pessoas, além de muita fome, ostracismo mundial e todas as formas de opressão que um ditador sanguinário fazer.

Em provérbios 29:2 diz "Quando os justos governam, o povo se alegra; mas quando o ímpio domina, o povo geme.", vemos muitas mensagens de Deus aos governantes da Terra; eles terão boa atenção diante do Grande Trono Branco pelo fato de milhares de vidas estarem sob sua responsabilidade.

Se é pela sua trajetória de vida que o ditador está no inferno, então talvez esteja apenas na continuação do que foi sua vida terrena. Não necessariamente sua vida particular, porque ele era milionário, dono de uma ilha, milhões de súditos e etc.; inferno mesmo era o seu povo que vivia.

As especulações de sua chegada ao hades nada mais refletem do inferno que foi sua "missão" na Terra, não só dele, mas de todos os opressores políticos que deram uma ajudinha para fazer deste planeta um lugar pior para se viver. 


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O DIA DA MULHER CRISTÃ E EVANGÉLICA EM SÃO PAULO

Foi aprovado pelo governo de São Paulo o "Dia da Mulher Cristã e Evangélica", que será comemorado todo o dia 28 de novembro aqui no Estado.

A lei foi criada para conscientização no valor do papel da mulher evangélica na sociedade, na Igreja e na Família. O autor da lei foi o Deputado Estadual Adilson Rossi do PSB.

Não duvido da possível boa intenção desse deputado criar uma lei visando a valorização da mulher cristã. Todavia, a política brasileira está se tornando um regime de apartheid em vários seguimentos da sociedade; é divisão sobre divisão sem sentido.

Se já não fosse suficiente o Dia da Mulher, agora tem haver o Dia da Mulher Cristã, e ainda por cima evangélica? Que mais podem se criar? O Dia da Mulher Cristã Evangélica Pentecostal Avivada e Profética? 

Bem se sabe que os valores cristãos são rechaçados por todo o establishment, isso é fato, mas também creio não ser esse o caminho. Pode surgir a lei do Dia da Mulher Espírita Kardecista, o Dia da Mulher Católica Carismática, o Dia da Mulher Umbandista dos Filhos de Gandi? quer dizer, nossa sociedade já não é dividida o suficiente?

Essas subdivisões em lobbies políticos não representam nada além da guerrinha tosca de quem pode ter mais apoio numérico ou mais atuação política, haja vista o Brasil ser ainda um país católico e não haver o Dia da Mulher Católica.

Enfim, essa lei é apenas o reflexo de representação da rasa consciência cristã dos políticos cujas as pautas sempre tem que haver algo relacionado com sua fé estatal por julgar estar prestando serviço a um deus congressista.
           
  OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 19 de novembro de 2016

NA LIBERDADE DA FÉ


É preciso estar sereno pra nadar contra corrente, ter fé pra pensar diferente do que se ensina (mas segundo o evangelho) e ter a liberdade de Cristo para pertencer ao grupo dos que "quem não é contra nós, é por nós".

- Teria eu algum problema em não querer ser cabeça, mas sim uma boa cauda?
- Tudo bem em eu não querer ser abençoado, mas satisfeito tão somente com a salvação?
- Seria um danoso se eu ter uma perspectiva da vida na ótica de Lamentações de Jeremias?
- Posso decidir as coisas sem pedir sinal, uma resposta divina, e correr o risco de errar?
- Posso deixar pra analisar em casa a profecia recebida no culto e não tomar posse na hora? Aliás, posso ter o direito de não tomar posse?
- Preciso mesmo da chancela episcopal para legitimar meu discernimento dos tempos e das épocas?

Não que essas indagações reflitam as do autor do texto, mas reflete a gama de "tabus espirituais" aos quais sendo contrariadas geram tensões e, talvez, comichões nos ouvidos.

A responsabilidade de crer diferentemente dos demais é a mesma de ser minoria, a mesma de não se ter mais credibilidade; mas também é a mesma de ser participante de reformas, de novos conhecimentos que, na maioria das vezes, resulta na liberdade apaziguadora da alma.

É fato que muitos começam a pensar "fora da caixa" motivado por decepções, por rebeldias sem sentido, por modismos ou excesso de liberdades. Não deveria ser assim - uma vida guiada pelas sensações.

A luz da aurora que vai brilhando em você não deve ser servido para turvar a comunhão daqueles cuja candeia ainda brilha em lugar escuro; a sabedoria não é racionada por Deus e nem é objeto de ostentação. 


OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

SIM, EU SOU OBRIGADA! 8 RAZÕES PELAS QUAIS A LEI ISLÂMICA É UM PERIGO PARA AS MULHERES



Uma comparação essencial, acadêmico dos direitos das mulheres sob Sharia e no Ocidente.

Mulheres no Ocidente são vistos como sendo iguais aos homens, tanto de uma perspectiva ontológica quanto jurídica. Agora, isso não quer dizer que as mulheres nunca foram injustamente discriminados no Ocidente. Pelo contrário, é uma triste verdade histórica que ao longo dos séculos as mulheres nas sociedades ocidentais eram muitas vezes discriminados.

Na verdade, o sufrágio foi concedida apenas às mulheres americanas em 1920, com a ratificação da décima nona alteração, que afirma que "o direito dos cidadãos dos Estados Unidos para votar não será negado ou abreviada pelos Estados Unidos ou por qualquer Estado em conta do sexo. "Mas, pelo menos nas últimas décadas no Ocidente, a idéia predominante é que homens e mulheres são iguais, e que as mulheres têm direito aos mesmos direitos básicos que os homens gostam.

Hoje em dia existem muitos princípios que estão consagrados na lei ocidental para proteger os direitos das mulheres. Por exemplo, no Ocidente, o testemunho de uma mulher é universalmente mantidos inclusive judicialmente-de ter o mesmo valor que o testemunho de um homem. A violência doméstica contra as mulheres no Ocidente é estritamente proibida, embora, infelizmente, ainda é praticada por alguns maridos. Além disso, o divórcio é tão fácil para uma mulher como é para um marido.

Além disso, não há discriminação contra as mulheres quando se trata de herança. As mulheres não são destituídos de seu quinhão de herança só porque eles acontecem a ser mulheres. Nas mulheres ocidentais também pode, na maioria das vezes, vestido de qualquer maneira que eles desejam, sem grandes repercussões-e sociais certamente não quaisquer repercussões legais.

A prática da poligamia é estritamente proibido nos países ocidentais. A codificação da monogamia para a legislação vai, pelo menos, já em tempos greco-romanas. Por uma questão de fato, a poligamia é visto no Ocidente, não só como uma prática imoral, mas também como uma prática que desvaloriza as mulheres. Além disso, os países ocidentais tomam uma posição rígida sobre a exploração sexual e proíbe os homens de se casar ou ter relações sexuais com meninas pré-púberes. E escusado será dizer que os países ocidentais proíbem seus soldados de tomar escravos do sexo em tempos de guerra.

Em suma, os países ocidentais hoje tratam as mulheres em geral iguais aos homens, e não há dúvida de que as mulheres ocidentais desfrutam de liberdades individuais. Os países ocidentais são os melhores lugares para as mulheres viverem, onde podem chegar aos mais altos lugares de poder na terra (pense a chanceler alemã, Angela Merkel, primeira-ministra britânica Theresa May, e a ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton) através de processos democráticos.


1. Sob Sharia, esposas são inferiores e podem apanhar.

Considerando que, sob as leis homens e mulheres ocidentais são iguais, sob Sharia mulheres não são iguais aos homens, mas são considerados inferiores. As mulheres são o objeto de muitos comentários depreciativos nos primeiros textos de origem islâmica, que formam a base para a Sharia. Por exemplo, de acordo com Corão 04:34 , maridos estão autorizados a bater nas mulheres em caso de desobediência.

Bater na esposa é admissível em punição por má conduta comportamental por parte da esposa também é encontrada em um texto de Maomé chamado "discurso de despedida" ou "O Último Sermão", que foi preservado no de Ibn Ishaq Sira , o mais antigo e mais biografia confiável de Muḥammad que possuímos. [1]

2. Na Sharia, as mulheres têm menos direitos que os homens.

De acordo com Corão 2: 282 , o testemunho de uma mulher em processos e em julgamentos valem apenas metade do homem.

De acordo com Corão 04:11 e Corão 4: 176 , uma mulher pode herdar apenas metade do que o seu irmão recebe. Além disso, como disse o professor Samir Khalīl Samir, um especialista na língua árabe com dois doutorados e ex-assessor do Papa Bento XVI sobre o Islã e no Oriente Médio, explica, segundo a Sharia "em um casamento [religioso] misturado [em que a mulher é não-muçulmana], a esposa perde legalmente o direito de herança do marido, se ela não se converter ao Islã. "

3. Na Sharia, casamento e relações sexuais com meninas na pré-puberdade é admissível.

De acordo com Corão 65: 4 , as relações sexuais com as mulheres que ainda não tiveram o seu ciclo menstrual (ou seja, as meninas pré-púberes) são permitidas. 

O jurisprudente Maliki e filósofo, Ibn Rushd (1126 - 1198), conhecido no Ocidente como "Averroes", confirma a permissibilidade de ter relações sexuais com meninas pré-púberes em seu manual legal, Bidāyat al-Mujtahid wa Nihāyat al -Muqtaṣid."

Deve-se notar aqui que uma das figuras muçulmanas mais famosos de todos os tempos é inequivocamente a favor do casamento e relações sexuais com meninas pré-púberes e mostram que no Islã são lícitas.

4. Na Sharia, esposas não compartilharem os mesmos direitos no divórcio que os seus maridos.

Sob Sharia, um marido pode divorciar de sua esposa simplesmente afirmando: "você é divorciado" três vezes na presença de dois homens adultos, mesmo sem ter de justificar a sua decisão, e ele vai manter a custódia dos filhos. Neste contexto, o professor Samir afirma que "a coisa mais absurda é que se o marido mais tarde se arrepende de sua decisão [do divórcio] e quer 'recuperar' sua esposa [pela terceira vez], ela deve primeiro se casar com outro homem que, em sua vez, irá repudiá-la ( Corão 2: 229-30 ). " em contraste, nenhum poder é dado à mulher.


5. Na Sharia, governantes mulheres são malvistos.

A Sharia praticamente seria contraditório sobre os governantes do sexo feminino. Isto origina de uma hadith no Sahih al-Bukhari, onde Muhammad, ao ouvir a notícia de que o povo da Pérsia tinha feito a filha de Khosrau sua rainha, afirma: "Nunca será bem-sucedida de uma nação como marcas de uma governante mulher. " Na verdade, esta é uma das razões que é frequentemente citada o porquê das mulheres não poderem ser califas. Embora isto é o que Sharia ensina na teoria, os aspectos práticos da vida dão origem a algumas exceções. No mundo muçulmano houve governantes mulheres como Shajarat al-Durr (d. 1257), que governou o Egito nos tempos medievais. Em tempos mais recentes, Benazir Bhutto venceu as eleições no Paquistão e tornou-se primeira-ministra do país por dois mandatos consecutivos (1988-90 e 1993-96). Assim fez Shikha Hasina, que venceu as eleições três vezes e é atualmente a primeira-ministra de Bangladesh.

6. Na Sharia, as esposas devem ser subservientes a seus maridos.

Sob Sharia, o marido tem autoridade absoluta sobre sua esposa. Como o professor Samir comenta: "Um homem pode proibir sua esposa de sair da casa, mesmo para ir à mesquita, uma vez em um hadith Muḥammad diz uma mulher que sua oração não tem valor se for feito sem a permissão do marido." Também não pode deixar a cidade, mesmo em uma peregrinação santa. É ilegal para ela viajar de outra forma, e ilegal sem o seu marido a deixá-la."

Além disso, segundo a Sharia, a poligamia é permitida, por Corão 4: 3 permite explicitamente homens muçulmanos a se casarem com dois, ou três, ou quatro". Devido a este verso, até este dia em muitos países muçulmanos é admissível que um homem se casar com mais de uma esposa.

Independentemente de saber se este costume foi considerado socialmente aceitável pelos padrões da Arábia do século VII, hoje é raro encontrar uma esposa que admita o marido casar com outra mulher, muito menos mais dois ou três, mesmo que ela mantém a sua status como primeira esposa.

7. Na Sharia, as mulheres são consideradas de pouca fé e inteligência.

Como os estudantes do Islã sabem muito bem, a Sharia tira versículos do Alcorão pela ótica da opressão às mulheres. Para isso conta também com o Hadith (os chamados dizeres de Maomé). Em um desses, o Hadith de Sahih al-Bukhari, a maior coleção sunita autorizada de hadith , Maomé afirma que a maioria dos moradores de fogo do inferno são mulheres, que as mulheres amaldiçoam com frequência e são ingratas a seus maridos, e, notoriamente, que as mulheres são " deficientes em inteligência e religião "Na íntegra, esse é o Hadith:

Uma vez que o Mensageiro de Alá [ie, Maomé] saíram para o Musalla [lugar de oração] (para oferecer a oração) de 'Id-al-Adha ou Al-Fitr oração. Em seguida, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Deres esmola, como tenho visto que a maioria dos habitantes do infern são vocês (mulheres). " Elas perguntaram:" Por que é assim, ó Mensageiro de Deus? "Ele respondeu: " Vocês amaldiçoam com frequência e são ingratas para o seu maridos. Eu não vi ninguém mais deficiente em inteligência e religião do que vocês. Um homem sensato cauteloso poderiam ser desviados por alguns de vocês. " As mulheres perguntou:" ó Deus do Mensageiro! O que é deficiente em nossa inteligência e religião? " Ele disse:" Não é o depoimento de duas mulheres igual ao testemunho de um homem? " Elas responderam de forma afirmativa. Ele disse: "Essa é a deficiência em sua inteligência. Não é verdade que uma mulher pode orar nem jejuar durante a menstruação?" As mulheres responderam de forma afirmativa. Ele disse: "Esta é a deficiência na sua religião [ênfase adicionada]."

Fundamentalistas muçulmanos de todo o mundo insistem em aceitar este Hadith , que é praticamente universalmente aceito como autêntico por estudiosos muçulmanos, mesmo moderados (que geralmente ver quase tudo na coleção de al-Bukahrī como autêntico). Tais Hadites têm sido uma fonte de grande injustiça para com as mulheres que vivem em países de maioria muçulmana.

8. Na Sharia, estuprar mulheres cativas é admissível.


O que é particularmente notório na Sharia é que os guerreiros estão autorizados a capturar as mulheres de "infiéis" e usá-los para sua gratificação sexual. De acordo com Corão 4: 3, 04:24 ,  23: 5-6, 70: 22-30, é permissível.

Tendo escravas é permissível, mesmo quando o homem (muçulmano) é casado. De fato, o Alcorão contrasta escravas com mulheres casadas algumas vezes, demonstrando claramente escravas não eram consideradas esposas. Não pode haver dúvida de que, ao usar o termo malikat aymānikum ma, o Alcorão é aqui refere-se as mulheres que foram capturados durante a guerra para a gratificação sexual dos seus raptores do sexo masculino. Na verdade, a leitura de Ibn Ishaq Sirat Rasul Allah , podemos discernir que o próprio Muhammad tomou concubinas do sexo feminino e permitiu que seus guerreiros a fazer o mesmo também.

Ibn Ishaq diz-nos que, depois de Muhammad decapitou 600 a 900 judeus adultos da tribo de Banu Qurayza, ele "dividiu os bens, entre esses, as próprias esposas e filhos de B. Qurayza entre os muçulmanos. "Ibn Ishaq diz ainda que" o apóstolo enviou Sá b. Zayd al-Ansar irmão de 'Abdu'l-Ashhal com algumas das mulheres cativas de B. Qurayza para Najd e ele trocou-as por cavalos e armas [grifo nosso]. "

Assim, de acordo com Ibn Ishaq, Muhammad mulheres escravas podem ser objetos de venda (não muito diferente do que militantes Estado Islâmico estão fazendo hoje com as mulheres iáziges, sem dúvida modelar-se a Muhammad das primeiras fontes islâmicas). Além disso, Ibn Ishaq diz-nos que "o mensageiro tinha escolhido uma [as mulheres da tribo de B. Qurayza] para si mesmo." Em outras palavras, Maomé, o profeta do Islã, tomou mulheres cativas para a sua própria satisfação sexual.

Além disso, quando se lê as fontes islâmicas iniciais, na batalha de Khaybar, Muhammad teve relações sexuais com uma mulher capturada, Ṣafiyyah bint Huyyay (Safiyyah, filha de Huyyay), cujo pai Maomé havia mandado matar.

De Sahih al-Bukhari, aprendemos que Saffiya, a "senhora chefe das tribos de Qurayza e An-Nadir" foi originalmente considerada pelo muçulmanos vencedores como uma escrava ou Jariya (جارية), mas que Maomé libertou-a e, posteriormente, casou com ela (al-Tabari nos diz que isso ocorreu depois que ela aceitou o Islã).

Ibn Ishaq relata que quando Muhammad teve suas primeiras relações com Ṣafiyyah na sua tenda (no mesmo dia ou poucos dias depois de matar os pais dela do sexo masculino):

"Um guarda passou a noite cingida com sua espada, guardando Maomé andando ao redor da tenda até a manhã, o Mensageiro o viu e perguntou o que significava aquela atitude. Ela respondeu: "Eu estive receoso por represália da mulher que tomastes por você ter matado o pai, o marido e todo o povo dela."

O trecho acima faz com que seja muito claro que o guarda queria proteger Muhammad porque ele notou que ter relações sexuais forçados com alguém pode gerar profundo ressentimento e ódio por ele por causa da matança de seus parentes, especialmente seu pai e seu marido.

(. D circa 892) Com efeito,'Aḥmad Ibn Yahya al-Baladhuri, um dos primeiros escritores da história islâmica (em particular dos primeiras conquistas árabe-islâmica), relata que Safiyya disse o seguinte:

"De todos os homens, o Profeta era o que eu mais odiava, porque ele tinha matado o meu marido, pai e irmão. Mas ele não parava de dizer "o seu pai agitou os árabes a se unir contra mim e ele fez isso e aquilo", até que o ódio [por Muhammad] foi embora de mim."

Assim, se nossas primeiras fontes sobre o Islã são para ser confiável, Muhammad, depois de ter conquistado o oásis de Khaybar, afirmou Safiyya bint Huyyay como seu cativeiro sexual. De fato, se as primeiras fontes sobre o Islã são para ser confiável, então deve-se aceitar a conclusão do senso comum de que Muhammad estupraou Safiyya, e permitiu que seus seguidores estuprassem semelhante mulheres que foram capturados durante as invasões.

Muçulmanos normalmente ocidentalizadas, se eles estão mesmo cientes da existência de tais histórias na biografia mais antiga e mais confiável de Muhammad, irão descartá-los como a-histórica, e como tendo nada a ver com o Islã não adulterado. No entanto, não há razão para acreditar que esses acontecimentos desagradáveis ​​não são históricos, enquanto ao mesmo tempo, afirmam que os registros desagradáveis dos ocidentais são históricos.

O fato é que os militantes ISIS no Iraque e na Síria, que são notórios por estuprar mulheres Yazidi quem eles capturam (às vezes logo depois de matar seus familiares e vizinhos), são claramente agindo dentro dos parâmetros de interpretação do Islã tradicional e seguindo o exemplo de Muhammad das primeiras fontes islâmicas.

Não há dúvida de que, tendo mulheres cativas na guerra é uma prática que é sancionada nas primeiras fontes islâmicas; esta prática ou tradição não é apenas uma inovação de grupos como ISIS. 

Conclusão e um caminho possível para a Reforma.

Outros exemplos de vista inferior do Islã de mulheres podem ser citados. No entanto, as contas acima são suficientes para concluir que, sob Sharia, "os homens são superiores às mulheres" (Corão 2: 228) e que "Os homens têm autoridade sobre as mulheres porque Deus fez a um superior ao outro, e porque eles [os homens ] gastam suas riquezas para mantê-las "(Corão 34: 4). Sharia, em seguida, ordena aos seus aderentes uma ética profundamente não-igualitária, em que as mulheres são consideradas inferiores aos homens.

As pessoas que são admirados com os princípios igualitários ocidentais, particularmente aqueles que são europeus, deve lutar contra a proliferação de ideias da Sharia em sua terra natal. Mas, a fim de lutar contra a ideologia fascista e misógino como o islamismo, é necessário que eles compreender primeiro as motivações dos islamitas.

E, não se engane, as razões que os islâmicos antecedência para praticamente tudo o que fazem, incluindo a sua opressão das mulheres, são baseados quase exclusivamente em sua ideologia religiosa. Nenhuma das fontes citadas acima são exclusivamente de natureza política ou social na natureza, eles são fontes puramente religiosas.

Como foi explicitado na décima quinta edição da revista Dabiq do ISIS, membros do ISIS e seus companheiros islamitas não são niilistas que apenas têm um desejo inato e bruta para oprimir os não-muçulmanos. Suas ações são "frio e calculista", e eles estão agindo sobre o que eles acreditam, e que parecem ser, interpretações relativamente plausíveis dos textos originais islâmicos. Até que isso seja exposta, desafiado, e confrontado por sociedades não-muçulmanos e muçulmanos reformistas, bem como, não pode haver vitória contra a ideologia opressiva ISIS '.

Agora, o trabalho de líderes ocidentais e aqueles na comunidade de inteligência é educar-se sobre as motivações religiosas subjacentes de islamitas (e não censurar falar sobre o Islã na cegueira voluntária). Reformadores muçulmanos, por outro lado, têm a tarefa mais difícil - o trabalho de reformar o Islã, e rejeitando interpretações ou fonte textos islâmicos que estão em desacordo com os valores ocidentais e igualitários contemporâneos.

Reformadores muçulmanos precisam se concentrar em cultivar um Islã pacífico e tolerante, que confere um lugar muito maior para as mulheres do que o Islã tradicional, um que não é engessado nas interpretações ou textos originais.

No entanto, como mencionado acima, reformadores muçulmanos não devem apenas rejeitar histórias problemáticas como a de Safiyya como ilegítima ou anti-islâmica embora aceitando simultaneamente outro material nas mesmas fontes antigas como sendo histórica e islâmico. 

Reformadores muçulmanos precisam encontrar uma maneira de reformar o Islã sem jogar rápido e com os textos soltos de origem, um esforço que é obrigado a falhar (a prova disso é que até agora ele falhou miseravelmente). Agora, a reforma do Islã é um fardo que os muçulmanos moderados devem realizar, reforma que não pode ser imposta de fora por um líder muçulmano, mas deve surgir naturalmente e organicamente dentro dele. Em uma palavra, é para os muçulmanos próprios para ir sobre a difícil tarefa de reformar o Islã.

Dito isto, eu sugiro que um caminho promissor da reforma, pelo menos, um que é muito mais promissor do que apenas acreditar nas primeiras fontes, é a metodologia que é defendida por Ahmad SUBHI Mansur, um graduado do egípcio de al-Azhar. Mansur é um reformista muçulmana proeminente que é um ex-graduação Azhari PhD e professor Azhari.

Sua agenda reformista é muito simples: o Islã deve ser baseada no Alcorão sozinho . Para este fim, ele escreveu um livro inteiro intitulado al-Qur'an wa Kafa ( "O Alcorão é suficiente"), em que ele defende o Alcorão só de vista, de que é actualmente e indiscutivelmente o número um proponente.

Mansur acredita que as fontes islâmicas extra do Alcorão, escrito em muitas gerações após a morte de Muhammad, não são historicamente confiáveis, e são um subproduto de um ambiente sectário mais tarde, com a preocupação de que eram estranhas para a época de Muhammad e o Alcorão . [31] de facto, ele descreve muito do material intragável encontrado nos Hadith como "lixo."

Um resultado de sua visão é que muitos dos ensinamentos desagradáveis ​​em integrar o Islã não são encontrados no Alcorão, mas nas fontes extra-corânico, e assim será eliminado essa versão do Islã. Exemplos de doutrinas ou eventos desagradáveis ​​que não são encontradas no Alcorão, mas estão presentes nas fontes extra-do Alcorão são as seguintes: a visão de que as mulheres compõem a maioria do fogo do inferno e está carente de fé e inteligência; a visão de que os apóstatas devem ser mortos; as histórias que Muhammad escravizados mulheres e tinham (ostensivamente não-consensual) relações sexuais com algumas mulheres cativas; a visão de que Muhammad queria judeus e cristãos expulsos da Península Arábica; a visão de que as pessoas devem ser marginalizadas até que eles acreditam na profecia de Alá e Maomé, etc.

Outro exemplo é a obrigação de orar cinco vezes por dia; não é algo ensinado no Alcorão, mas nos materiais de origem extra-Alcorão. Assim, em um sentido, um Islã somente com o Alcorão é indiscutivelmente uma religião diferente do que o mainstream Islam que é praticado hoje.

Esta é apenas uma das poucas abordagens putativos que os reformadores muçulmanos podem adotar a fim de combater certas doutrinas religiosas que não são compatíveis com uma ética igualitária e ocidental. Seja qual for o caminho que reformadores muçulmanos tomarem, certamente será uma dura batalha. Mansur foi julgado por um tribunal Azhari e expulso da Universidade em 1987. E por receber muitas ameaças de morte devido ao seu ponto de vista pouco ortodoxos, pediu asilo político nos Estados Unidos e foi concedido em 2002.

Mais recentemente, um jovem reformista, Islam al-Buhayrī, foi preso pelo governo egípcio Abd al-Fatah al-Sisi por seus esforços vociferantes para rejeitar muito do que é intragável na tradição islâmica aceito. Da mesma forma, Sayyid Al-Qumni está a ser levado a tribunal no Egito por suas supostamente blasfemas vista reformistas. Estes reformadores corajosos estão levando o impulso para reformar o Islã, mas quando se trata de mulheres com menos direitos oriundos da sharia, elas mesmas devem ser mais pró-ativas e eles devem assumir a liderança na exigência de igualdade de tratamento.

Como pode ser visto acima, há muito nos textos de origem islâmica que não é compatível com as concepções ocidentais contemporâneas da igualdade do homem e da mulher. No entanto, há possíveis vias para a reforma desses elementos do Islã. E reformistas que se aplicam uma metodologia intelectualmente consistente, pessoas como o Dr. Mansur, deve ser incentivada.



[1] Dito isto, deve-se notar que a maioria dos comentadores estão de acordo que a batida não deve ser grave ( ghayr mubarraḥ ). Que a batida deve ser mubarrah ghayr é encontrada em ambas as primeiras tafsir do Alcorão, assim como no chamado Sermão da Despedida, que é registrado no de Ibn Ishaq Sira. Ver Muqatil b. Sulaymān, tafsir Muqatil b. Sulaymān , ed. 'Abdallah Muhammad Shahata (Beirut: Mu'assasit al-Tarikh al-Arabi, 2002), 371. Para o "Sermão da Despedida", ver o original em árabe em Ferdinand Wüstenfeld ed,. Das Leben Muhammeds nach Muhammad Ibn Ishaq (Göttingen: Dieterich, 1858-60), 969, e a correspondente tradução Inglês na Abd al-Malik Ibn Hisham, Muhammad ibn Ishaq, e Alfred Guillaume, a vida de Muhammad: a tradução de Sirat Rasul Allah do Ishaq (Oxford: Oxford University Press, 1955), 651.

[2] Samir Khalīl Samir, 111 Questions on Islam: Samir Khalīl Samir, SJ sobre o Islã eo Ocidente: Uma Série de entrevistas realizadas por Giorgio Paolucci e Camille Eid , ed. Wafik Nasry, trans. Wafik Nasry e Camille Eid (San Francisco: Ignatius Press, 2008), 118.

[3] Sahih (correta) ahadice também afirmam que Muhammad casado Aisha, filha de "o primeiro califa bem encaminhado" Abu Bakr, quando ela tinha apenas seis anos de idade, e consumou o casamento com ela quando ela tinha apenas nove anos velho. Ver, por exemplo, Sahih al-Bukhari, vol. 5, Livro 58, Hadith 236 .

[4] Sayyid Qutb, Na Sombra do Alcorão, trans. Adil Salhi e A. Shamis (Markfield, Leicester: Fundação Islâmica), 82.

[5] Ibn Rushd, o ilustre jurista do Primer (vol.1), ed. Ahsan Khan Nyzazee (Leitura: Garnet Publishing, nd), 106.

[6] Samir Khalīl Samir, 111 Questions on Islam , 111-12. Veja também Ahmad ibn Naqib al-Misri, a dependência do Traveler (Umdat al-salik), trans. Nuh Ha Mim Keller (Beltsville, MD: Amana Publications, 1997), Livro N (divórcio), sec. ". Divórcio (podem ocorrer) duas vezes": 7,7, 565. Q 2 229 Estados que AJ Droge explica que este é "normalmente tomado para significar que um marido pode divorciar de sua esposa duas vezes e se casar com ela; mas se ele se divorcia dela para uma terceira vez, não é lícito para eles para se casar de novo, até que ela foi casada com outro homem e se divorciado por ele [cf. Q 2:. 320] "Ver AJ Droge, trans,. O Alcorão: A New Annotated Tradução (Croydon: Equinox Publishing, 2013), 24.

[7] Sahih al-Bukhari, vol. 9, Volume 88, Hadith  219 .

[8] Ver, por exemplo, Salah SAWI, al-Wajīz Fi Hikm al-Khilāfa (np: Dar al-'Alam al-Dowla, nd), 24.

[9] Samir Khalīl Samir, 111 Questions on Islam , 113.

[10] Ibid., Livro M, sec, 10,3.

[11] Embora o versículo não desaprovam tomar mais de uma esposa se o marido não vai tratá-los de forma justa. E já que é praticamente impossível para os maridos para tratar mais de uma esposa da mesma forma, alguns reformistas muçulmanos tomaram isto para dizer que a poligamia quase nunca é permissível. A única excepção a esta regra é o próprio Maomé, que teve mais de quatro esposas. Q 33:50 geralmente é invocado pelos muçulmanos como dotando Muhammad com este carisma profético.

[12] AJ Droge, trans,. O Alcorão: A New Annotated Tradução , 47. A tradução é único na medida em que se afasta da prática de outros tradutores de interpretar o Alcorão através da lente da tradição islâmica mais tarde, a tradição que foi escrito abaixo algumas gerações depois que o Alcorão foi escrito. Edward W. Lane, Árabe-Inglês Lexicon (vol.2), ed. Stanley Lane, Poole (Cambridge: The Islamic Textos Society, 1984), 2967.

[13] AJ Droge, trans,. O Alcorão: A New Annotated Tradução , 49.

[14] Ibid., 466.

[15] Ibid.

[16] Ibn Ishaq, Sira Rasul Allah , 510-19. Existem várias linhas de evidências que apontam para esta ser uma conquista agressiva   e não um feito fora de auto-defesa. Por exemplo, o povo de Khaybar claramente não estava esperando qualquer ataque, como eles iriam se isso fosse de fato um ataque feito por auto-defesa. Na verdade, Ibn Ishaq diz-nos que "quando o apóstolo invadiram um povo esperou até a manhã. Se ele ouviu uma chamada para a oração se conteve; se ele não ouviu ele atacou ", e que" quando chegou a manhã [Mas Maomé] não ouvir a chamada para a oração ", ele montou para fora para o ataque. Na verdade, Muhammad e seus guerreiros veio sobre os famers-manhã de Khaybar que foram "saindo com as suas pás e cestas ( Sirat Rasul Allah , 511)." Outra evidência de que isso não era um exercício de auto-defesa foi de que, como Ibn Ishaq diz-nos, quando o povo de Ghaṭafan ouvi dizer que Maomé estava se movendo suas forças no sentido de Khaybar, os homens se apressou para defender seus irmãos em Khaybar, apenas para reneg por causa de rumores de que suas famílias e propriedades foram atacados durante a sua ausência. Se este fosse um ato de auto-defesa, o povo de Ghatafan teria provavelmente já entrou para o povo de Khaybar antes do movimento militar de Muhammad (ibid.).

[17] Ibid., 512.

[18] Ibid., 511.

[19] Sahih Al-Bukhari, vol. 1, Volume 8, hadith  367 ; Sahih Al-Bukhari, vol. 5, Livro 59, Hadith  522 ; Al-Tabari, A História de al-Tabari: Biografias dos Companheiros do Profeta e seus sucessores , vol. 9, trans. Ismail K. Poonawala (Albany: State University of New York Press, 1990), 134-35. Al-Tabari, A História al-Tabari , vol. 39, trans. Ella Landau-Tasseron (Albany: SUNY Press, 1998), 185. Nós dizemos "relativamente cedo", porque, absolutamente falando, as fontes extra-corânica do Islã são muito tarde. Por exemplo, a biografia mais antiga de Muhammad, Sirat Rasul Allah por Ibn Ishaq, foi escrito pelo menos cerca de 120 anos após a morte de Maomé, e só chega até nós em versões rescisão (por exemplo, nas versões de al-Tabari e Ibn Hisham) . Biografia de Muhammad Ibn Ishaq nos dá mais detalhes sobre como o marido de Ṣaffiya, Kinana ibn al-Rabi Ibn Abi al-Huqayq, foi morto. Ibn Ishaq relata que Muhammad torturado Kinana por acender fogo com pedra e aço em seu peito até que ele estava perto de morto, antes de pedir Muhammad ibn Maslama decapitá-lo. Ibn Ishaq relata que Muhammad fez isso porque Kinana não revelou a Maomé onde o tesouro da tribo judaica de Banu Nadir estava escondido. Veja Abd al-Malik Ibn Hisham, Muhammad ibn Ishaq, e Alfred Guillaume, A Vida de Muhammad: A Tradução de Sirat Rasul Allah do Ishaq (Karachi; New York: Oxford University Press, 2001), 51.

[20] Sahih Al-Bukhari, vol. 1, Volume 8, hadith  367 . Al-Tabari, A História de al-Tabari: Biografias dos Companheiros do Profeta e seus sucessores , vol. 9, trans. Ismail K. Poonawala, 134.

[21] Al-Tabari, em sua proeminente Tarikh al-Rusul wa al-Muluk (Anais do Profetas e Reis), refere-se também esta história (embora ele parece ter sido contando com uma cópia de Ibn Ishaq Sira ) sobre a autoridade de al-Waqidi, acrescentando que depois de guarda de Muhammad disse-lhe isso, "o apóstolo riu." al-Tabari também acrescenta que Safiyya tinha apenas 17 anos de idade, quando Muhammad teve relações sexuais com ela. Cf. Al-Tabari, A História al-Tabari , vol. 39, 185.

[22] 'Aḥmad Ibn Yahya al-Baladhuri, Futuh al-Buldan , ed. 'Amr Anis al-Taba (Beirut: Mu'assasit al-Ma'arif, nd), 32.

[23] Na verdade, Ibn Ishaq diz-nos que Muhammad pegou Safiya para si por conta de sua beleza ( Sahih Al-Bukhari , Volume 5, Livro 59, Hadith  522). Ela era, as fontes dizem-nos, inicialmente escolhido por Dihya al-Kalbi, um dos subordinados de Muhammad (cf., por exemplo, Sahih al-Bukhari, Vol 1, Volume 8,. Hadith  367 ; Vol. 3, Livro 34, Hadith  431 ; Vol. 5, Livro 59, hadith  512 ). No entanto, sua beleza juvenil ostensivamente chamou a atenção de Maomé e ele a queria para si mesmo. Então, ele deu Dihya outras mulheres capturadas em troca de Safiyya. Um hadith em Sunan Ibn Majah afirma que Muhammad deu Dihya sete escravas em troca de Safiyya (Vol. 3, Livro 12, Hadith  2272).

[24] A conclusão de que era estupro, embora politicamente incorreto, parece-me ser inevitável, a menos que se quer admitir a proposição absurda de que uma jovem mulher estaria disposta a ter sexo com alguém que odeia muito pouco tempo depois ele tinha matado seus amigos, torturado e morto o seu marido, e, anteriormente, matou seu pai (as fontes não especificam que seu irmão e seu pai foram mortos em Khaybar, mas apenas que o marido era). Na verdade, claramente Ṣaffiya estava traumatizada de testemunhar o assassinato de seu povo antes de Muhammad da estuprá-la. Para Ibn Ishaq relata como, quando uma mulher judia que estava preso junto com Ṣaffiya foi levado após o "[masculino] judeus que foram mortos," a mulher "gritou e bateu o rosto dela e derramou pó sobre a cabeça", após o que Muhammad disse "aproveitar esta diaba longe de mim." é extremamente provável que Ṣaffiya compartilhou seu companheiro judia "sentimentos muito natural aqui. Ṣaffiya certamente não estava com vontade de dormir com a pessoa que foi responsável por este ato macabro e da morte de seu pai, marido, e comunidade em geral. Veja Ibn Ishaq , Sirat Rasul Allah , 515.

[25] Uma nota interessante no contexto deste artigo é que Muhammad, aparentemente, não esperar por três meses de Ṣaffiya idda ou período de espera para expirar antes que ele "casadas" ela e tiveram relações sexuais com ela. Assim como ele marca uma exceção à regra "não-mais-que-quatro-esposas" para que ele marca uma exceção à regra de espera período. Afinal de contas, no Islã tradicional, Muhammad é considerado al-Insan al-Kamil , ou seja, o homem perfeito. (Al-Tabari afirma que ele havia se casado com um total de quinze mulheres, consumado o casamento com treze anos e era casado com onze de uma só vez; cf. Al-Tabari, A História de al-Tabari: Biografias dos Companheiros e do Profeta Sua sucessores , vol. 9, trans. Ismá'íl K. Poonawala, 126-7).

[26] Eu dou uma sugestão de como reformadores muçulmanos podem abordar estes temas espinhosos na conclusão do artigo.

[27] Ver Ibn Rushd, Bidāyat al-Mujtahid wa Nihāyat al-Muqtaṣid, vol.1-4 (Cairo: Maktabat Ibn Taymiyyah, 1995 AD / 1415 Hégira). A obra foi traduzida em Primer O distinto do Jurista ( vol.1-2 ), trans. Ahsan Khan Nyzazee (Leitura: Garnet Publishing, nd).

[28] Ibn Rushd, do ilustre jurista Primer (vol.1), trans. Ahsan Khan Nyzazee, 456.

[29] "برنامج فقه المرأة - د.سعاد صالح -المقصود بملك اليمين - Fiqh Al-maraa", vídeo do YouTube, 03:37, postado por "AlHayah Rede TV", 12 de setembro de 2014. Ela diz literalmente que que uma O homem muçulmano pode " yastimt' bīhim kama yastimt' zawjātihī bi " - ou seja, ele pode "aproveitar" escravas ou "aqueles que suas posses mão direita" assim como ele "gosta" suas esposas.

[30] Como o islamista Samir Khalil Samir observa, embora o Alcorão ensina claramente a superioridade dos homens sobre as mulheres, o dever do sexo masculino para fornecer para as mulheres também é afirmado explicitamente. Veja Samir Khalil Samir, 111 Questions on Islam, 96.

[31] Por exemplo, em uma entrevista com a muçulmana proeminente virou crítico mordaz do Islã irmão Rachid, afirma corajosamente que Mālik Ibn Anás e Ibn Ishaq escreveu o Muwatta e Sira , respectivamente " min dimāghihīm " (que significa literalmente "de seu cérebro" ), o que implica que Ibn Ishaq simplesmente arrancou os "fatos históricos" para sua biografia fora do ar. Consulte "سؤال جرئ 378 لقاء خاص مع الدكتور احمد صبحي منصور: الجزء الأول", vídeo do YouTube, 15:17, postado por "Daring Pergunta", 01 de outubro de 2014.

[32] Em relação ao tafāsīr, depois de Reynolds demonstra que eles refletem "tanto confusão e especulação criativa" no que diz respeito às cartas misteriosas ( al-ahruf al-muqaṭṭa'a ) que começam vinte e nove Sura s (ou capítulos) do Corão , ele afirma que "parece-me improvável, para dizer o mínimo, que o mufassirun (exegetas do Alcorão) são preservadores confiáveis de uma cadeia ininterrupta de Qur ' interpretação Anic, ou que eles se lembram perfeitamente a tempo e lugar e razão versos individuais foram revelados, e ainda, ao mesmo tempo totalmente não conseguem entender essas cartas. "Cf. Gabriel disse Reynolds, o Alcorão na sua Subtext bíblica , (Londres, New York: Routledge, 2010), 19-20. Com relação à ahadice , ele afirma que "o hadith  vêm de coleções escritas somente no século IX e têm muitas lendário, tendenciosa, exegética e características anacrônicas." Gabriel disse Reynolds, O Surgimento do Islã (Minneapolis: Fortress Press, 2012), 70. Para um exame crítico da hadith literatura, ver pioneiros de Ignác Goldziher Estudos muçulmanos , trans. SM Stern e CR Barber (Chicago: Aldine Atherton, 1971); Original alemão de Goldziher, Mohammedanische Studien , foi publicada em 1889-90. Ver também a obra seminal de Joseph Schacht, As Origens do Muhammadan Jurisprudence (Oxford: Oxford University Press, 1950).

[33] A primeira menção da obrigação de orar cinco vezes por dia vem da conta da ascensão de Maomé ao céu, encontrada na Sira de Ibn Ishaq (p.186-7). No relato, que é uma reminiscência de súplica de Abraão com Deus para poupar os poucos habitantes de Sodoma e Gomarrah, Muḥammad sobe ao céu e é dito que o número de orações diárias que são obrigatórios é cinquenta. Moisés convence Muḥammad a pedir a Deus para abaixá-lo até dez, e então finalmente a cinco, após o qual Maomé é vergonha de pedir uma obrigação menor.

[34] Gabriel Reynolds, o Alcorão na sua Subtext bíblica , 8.    

[35] Francis Edward Peters, Muhammad e as Origens do Islã (Albany: State University of New York Press, 1994), 259.

[36] Como o falecido islamista Richard Bell, em sua Introdução ao Alcorão (Edinburgh: Edinburgh University Press, 1963), 100, afirma: "Na grande maioria do Qur ' um ou existe nenhuma referência a eventos históricos, ou os eventos e circunstâncias a que é feita referência não são também conhecidas. Em relação a essas passagens não são muitas vezes diferentes tradições, e sempre que não as histórias relacionadas com a explicá-los vir, quando analisadas criticamente, de ser imaginada a partir dos próprios passagens ".

Esse texto foi extraído parcialmente do site SHARIA UNVEILED, parcialmente porque o texto é enorme e com muitas passagens não tão importantes. Todavia, o nome do site está linkado para quem quiser ler o texto na íntegra.

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 1 de outubro de 2016

O PATRIMÔNIO IMATERIAL E A OBRA DE UM DEUS CONGRESSISTA


O debate eleitoral à Prefeitura de Salvador nesta quinta teve o momento cômico do candidato Pastor Isidório (PDT) lendo a bíblia pra iniciar o debate e logo foi repreendido pelo mediador Alexandre Garcia por ter quebrado uma das regras é o de "apresentar documentos" durante em frente às câmeras.

O candidato, que é também Deputado Estadual, alegou que "não é documento, e sim patrimônio imaterial do Estado da Bahia aprovado por 63 deputados" ainda relutou o fato de ter sido interrompido querendo o tempo de volta... enfim, cansa detalhar situações como essa.

Isidório é pastor, militar e político; provavelmente ele está à serviço de Deus em todas essas funções, claro, mas cai no pensamento ignorante de muitos evangélicos os quais acham que para fazer alguma coisa em nome de Deus precisa estar citando o seu nome histrionicamente ou lendo versículos bíblicos. Pior ainda quebrar regras internas de um debate se levantando contra o próprio mediador que o admoestava.

O maior argumento dele, que o fazia pensar que tinha esse direito, era o fato da bíblia ser oficialmente considerado Patrimônio Imaterial do Estado da Bahia. Não é razoável essa atitude do pastor porque a Bahia têm vários patrimônios imateriais que, pela lógica fanática dele, poderia então ser usado em debates eleitorais, o que se tornaria um verdadeiro "banzé".

Antes a luta era contra as "hostes espirituais da maldade", agora a treta desceu entre os homens. Para Deus ser reconhecido e sua Palavra aceita é necessário ganhar no voto, proteção do Ministério da Cultura e maioria de cadeiras no Congresso. 

Muitos cristãos concebem sua fé em Deus na mesma medida em que os homens vão agindo achando ser em nome dele. Se aprovam uma lei que favorece os cristãos então "Deus ganhou uma batalha", como se o agir de Deus fosse traduzido em alguma PEC.

Por enquanto o Altíssimo é recebido nos corações de muitos evangélicos assim como Allah é recebido pelos muçulmanos: Um Deus cheio de pretensões políticas, com uma mentalidade de "nós contra eles" e com uma imensa necessidade de ter seus servos como instrumentos de dominação.

É por causa desse Deus congressista que observo algumas pessoas passando vergonha por agir fora da realidade, semelhante aos ultranerds que pensam estar viver numa "guerra nas estrelas" e agem como tal.

É esse tipo de Deus que é pregado nas igrejas de Salvador? É esse tipo de povo que ele precisa, que age com sutileza de uma lei para infrigir regras de um mero debate?
E quanto a bíblia? É preciso essa politização das Escrituras Sagradas para que seja reconhecido como Palavra de Deus?

Assista o video:


OBSERVATÓRIO DA FÉ

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

PASTORES TURCOS ESTÃO SOB CRESCENTE AMEAÇA DE MORTE


Dos países com maioria muçulmana, a Turquia está entre os aqueles que não há perseguição contra cristãos, salvo uma pequena - agora crescente - parcela do povo a favor da aplicação da Sharia como Constituição Nacional.

Masos tempos estão mudando... Depois da tentativa de intervenção militar no país, estão aflorando sentimentos de radicalismo em muitos setores da sociedade, haja vista o presidente Erdogan prender centenas de juízes, professores e outros funcionários públicos e ainda desejar fervorosamente a aprovação da pena de morte no país. Ele está adotando discurso antiamericano e está fazendo muita agitação contra a União Europeia.

Nessa onda toda, muitos podem se tornar suspeitos de ter tramado o golpe no país. Alguns figurões do governo turco já tentaram colocar os cristãos ortodoxos, curdos e protestantes junto a lista de suspeitos. Nisto, muitos radicais enrustidos ou grupelhos de extremistas acabam ganhando uma "aprovação emocional" do populacho sedenta de justiçamento; até o ISIS entra na parada.

As agências evangélicas de missões e auxílio às comunidades cristãs perseguidas no mundo tem chamado atenção pela crescente onda de ameaças de morte em pastores turcos. Quase todos eles têm recebidos mensagens via no celular com ameaças de morte, decapitação, ataques durante os cultos etc.

Muitas igrejas já estão mudando os dias e horários das reuniões devido a essa intolerância aos cristãos. De acordo Associação de Cristãos Protestantes na Turquia, os cristãos já estão acostumados com certos tipos de ameaça, mas nas últimas semanas, tem aumentado o número de ameaças e estão ficando mais constantes.

UM AGRAVANTE
Até mesmo para os muçulmanos moderados é um problema a existência de "ex-muçulmanos", não a toa que nos próprios países muçulmanos tolerantes não é permitido trocar de religião ou mesmo fazer proselitismo. Para eles a apostasia é um gravíssimo pecado assim como passível de condenação, seja a prisão, multa ou morte.

E é isto o que na Turquia tem de monte: cristãos que vieram do islamismo, a maioria destes pastores, assim como boa parte das comunidades, é composta por ex-muçulmanos.

Sempre são um problema esses fenômenos políticos convulsivos, onde grupos e classes sociais são tarjadas irracionalmente sob muitos pretextos, nesses momentos aqueles grupos que era tolerados, e com muita dificuldade, passam a ser os primeiros alvos de eliminação.  

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OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 27 de setembro de 2016

ARÁBIA SAUDITA DEPORTA 27 CRISTÃOS MARONITAS POR CELEBRAR FERIADO CATÓLICO

                               (A imagem nada te a ver com a notícia, apenas para ilustrar cristãos no Oriente Médio.)

A polícia religiosa do reino da Arábia Saudita invadiu uma casa no bairro de Aziziyah de Al Khafji e prendeu 27 cristãos maronitas por estarem celebrando o feriado católico da Assunção de Maria, entre os presos encontra-se também mulheres e crianças.

Os maronitas são cristãos de origem libanesa, igreja fundado por São Charbel Makhluf, cujo corpo morto intacto é relíquia para os católicos. Estes alegaram às autoridades que não julgavam ser infração suas orações a Maria por estarem dentro de uma residência e pelo fato do Alcorão fazer bons relatos sobre a mãe de Jesus.

Na Arábia Saudita é proibido construir igrejas cristãs, entrar com bíblias ou qualquer outra literatura, expressar fé não-muçulmana em público ou mesmo andar de crucifixo no peito etc. enfim, não pode nada. Dizem que mesmo uma reunião doméstico pode ficar suspeito dependendodo número de pessoas.

Esses cristãos citados já foram deportados, não há instâncias a recorrer, a Sharia é severamente aplicada. Mesmo sendo dentro de uma residência, o fato de ser um reunião com muitas pessoas de diferentes famílias já se caracteriza um fato ao crivo da polícia religiosa ou até mesmo de um mero vizinho muçulmano que se sinta ofendido com tanto cristão junto.

Esse não é o primeiro caso de deportação de pessoas por motivos religiosos, em 2012 foram deportados 35 cristãos etíopes por estarem rezando, neste caso eram 29 mulheres e 6 homens.

                                           (cristãos etíopes a serem deportados em 2012).

O reino saudita está entre os países mais intolerantes do mundo. Não só no âmbito religioso, mas no de gênero, cultural, político etc.


AINA

OBSERVATÓRIO DA FÉ