sábado, 31 de janeiro de 2015

MILITONTOS... TOLERÂNCIA ZERO


É o cara que se escandaliza com Bolsonaro, mas não vê problema algum em Graça Foster, em Dilma, em Lula.

É o cidadão que se preocupa com os centavos da passagem de ônibus, mas ignora os milhões da Petrobras.

É a moça que defende o aborto, mas considera a palmada um crime hediondo.

É aquele que odeia os judeus e quer a destruição do Estado de Israel, mas faz campanha contra o racismo e xinga os adversários de nazistas.

É aquele que acusa Bolsonaro de ser apologista do estupro, mas ignora o professor que defendeu o estupro de Rachel Sheherazade.

É aquele que chama empresário de sonegador, mas aceita a maquiagem fiscal da Dilma.

É aquele que protesta quando morre um traficante, mas festeja quando morre um policial militar.

É aquele que não se importa em destruir a vida do adversário, se isso for importante para a causa ou o "partido".

É aquele que passa a odiar sua cidade quando a maioria não vota em sua candidata.

É aquele que chama o caso Celso Daniel de “crime comum”.

É aquele que usa a expressão “ação penal 470” para se referir ao mensalão.

É aquele que prega a estatização do financiamento eleitoral.

É aquele que usa a palavra “estadunidense”.

É aquele que tem uma grande simpatia pelos nanicos da linha auxiliar do PT.

É aquele que não vê nada demais no fato de o PIB per capita da Coreia do Sul ser de 32 mil dólares e o da Coreia do Norte, de 1.800 dólares. Afinal, a Coreia comunista é mais igualitária.

É aquele que apoia o movimento gay, mas também apoia o regime cubano, que já fez campos de concentração para homossexuais.

É aquele que acredita em governo grátis, mesmo quando o País trabalha até maio só para pagar impostos.

É aquele que odeia a censura, mas quer o controle social da mídia.

É aquele que faz tudo para acabar com a família e a igreja, pois sabe que elas são os principais focos de resistência ao poder do Estado e dos movimentos sociais.

No fundo ele sabe que o país está sendo saqueado, exaurido, violentado – mas diz que o problema é o Bolsonaro.

É aquele que nunca perdoa.

Publicado originalmente no Jornal  de Londrina, por Paulo Briguet em 19.12.2014

Texto e imagem extraído do perfil de: GISELE DUTRA

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


EX-ATEU MILITANTE SCOTT COREN


Autor britânico Scott Coren  uma vez descreveu a si mesmo como um "ateu militante" que acreditava em um "mundo que operava no acaso e seleção natural" - mas então algo mudou profundamente.

Coren, pai de dois filhos, disse que seu caminho desviado depois que sua filha nasceu em 2012 com um problema cardíaco grave.

Ele começou a cuidar dela o tempo todo, gastando uma grande quantidade de tempo em instalações médicas e um hospital, onde observou algumas dinâmicas que mudaram seu coração e mente.

Quando Coren viu as enfermeiras, que ele descreveu como "anjos humanos," cuidar de crianças gravemente doentes, os seus pontos de vista sobre Deus e vida após a morte começou a se transformar dramaticamente.

Ele encontrou-se ponderar sobre a morte, em particular, pensando: "Ele não pode ser o fim das coisas. Ele simplesmente não faz sentido. "

A "razão" e "lógica", ele já havia usado para negar a existência de Deus foram subitamente levando-o em direção a uma crença em algo mais profundo.

Apesar de seus melhores esforços para evitar tornar-se cristão, Coren disse que suas faculdades de raciocínio deixou com qualquer outra alternativa.

"A questão do ateísmo como uma crença é de cerca de lógica e sentido - e então você bater esse justaposição", disse ele. "Se você estiver usando o sentido, então você não pode negar, quando algo mais faz sentido também."

Coren disse que era "um processo muito lento e gradual" que evoluiu ao longo do último par de anos, mas que a doença de sua filha provocou uma reformulação completa de seus pontos de vista.

"Minha filha nasceu com um problema cardíaco. Durante dois anos e meio agora eu estive procurando por ela. Ela não pode ser deixado sozinho por ela por um segundo ", explicou. "Minha vida é muito parecido com um eremita. Eu estou acordado a noite toda, todas as noites. Eu estou vivendo uma vida muito medicalizado ".

Estado muito grave de sua filha significa que ela às vezes abruptamente hospitalizado e pode ir de estar bem para cair em uma condição com risco de vida, em vez apenas de meia hora.

Enquanto alguns tendem a culpar Deus quando entes queridos sofrem as doenças, Coren experimentou exatamente o contrário, dizendo que theblaze suas lutas têm suscitado uma jornada de fé evangélica.

"Eu tenho sorte, porque eu tenho que pegada Christian atrás de mim. Eu sei que as histórias ", disse ele. "Um dos subprodutos habituais de ser um ateu militante é saber o que você é na verdade contra-militante."

Enquanto Coren tinha um bom domínio sobre o conteúdo dos evangelhos antes, no entanto, ele disse que agora lê-los através de uma lente muito diferente: por vê-los como a palavra de Deus.

"É quase redescobrindo minha própria cultura. Acho que Deus usa tudo de alguma forma para atingir alguém ", disse ele, observando que ele passou a vida ignorando sinais e revelações. "Há realmente um conforto em negar Deus, ironicamente, em ter as coisas objetivamente acontecer como uma questão de sorte."

Quanto à sua filha, Coren disse que ela ainda precisa de cirurgia, mas que o seu prognóstico é positivo.

E, embora ele foi confinado à sua casa e consumidos com as necessidades familiares, o cristão recém-descoberta tem encontrado tempo para escrever um novo livro intitulado " Mateus 13:44 "- um projeto literário que é vagamente baseado em suas lutas em torno condição de coração de sua filha .

"É uma catarse. Era uma maneira de analisar a experiência que eu passei, "ele disse sobre a história fictícia. "O esqueleto é a minha história, mas também é um mistério, um pouco de suspense.

Coren disse que queria se concentrar no texto sobre quão ruim as coisas às vezes acontecem na vida - mas que as pessoas podem e muitas vezes encontrar a força para juntar os cacos e seguir em frente.

Extraído do site: THE BLAZE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

TRIBUNAL DA SHARIA NO TEXAS: UM ENORME PASSO AO CALIFADO GLOBAL


Um tribunal islâmico usando a lei Sharia no Texas foi confirmado por Breitbart Texas. O tribunal funciona como uma organização sem fins lucrativos, em Dallas. Um dos advogados do tribunal disse que a participação e aceitação das decisões do tribunal são "voluntária".

Foi conversado com um dos "juízes", Dr. Taher El-badawi. Ele disse que o tribunal opera sob a lei Sharia como uma forma de "resolução de litígios não obrigatório." Também disse que sua organização é um "tribunal, não arbitragem". Segundo o dicionário um tribunal é definido como "fórum de justiça". Esses quatros advogados islâmicos chamam a si mesmos "juízes" e não "árbitros''.

El-badawi disse que a lei Sharia de seu tribunal resolverá disputas civis em questões familiares e empresariais assim como trabalhistas. Casos de matrimônios, divórcios e todas as questões conjugais será processado segundo os moldes islâmicos da Sharia e com participação de líderes espirituais do islã.

O site do tribunal islâmico afirma: "Os tribunais dos Estados Unidos da América são caros e são compostos por advogados ineficazes. O descontentamento com o sistema legal leva muitos muçulmanos nos EUA a adiar a justiça terrena e esperar pelo Dia do Juízo."

E prossegue: "É com essa questão que os muçulmanos aqui na América são obrigados a encontrar uma maneira de resolver conflitos e disputas de acordo com os princípios da lei islâmica e sua herança legal de equidade e de justiça de uma forma que é razoável e rentável.

O site explica também a respeito de apedrejamento, corte das mãos e outras penalidades da  lei islâmica que são apenas uma fração da Sharia dentro do Islã. Que é injusto generalizar esse tipo de entendimento, que é Direito Penal, a comprometer toda a lei islâmica, se mantivermos a falar em termos técnicos.

Bom... é assim. Se nos países em que os islâmicos estão instalados não se satisfazem com a justiça local, montam seus tribunais; o que falta então pra dominar o mundo? Haja vista seu sistema não se adequar em nenhum país ocidental? Ou então que tal os cristãos ou ocidentais seculares montar seus tribunais nos países islâmicos? Eles aceitariam tal condição?

Se os ocidentais ficarem complacentes ou aceitarem essas coisas nota-se que não compreendem mais o significado da "liberdade", pois junto a ela também vem "direitos" e "deveres". Se não se deram conta, isso é em solo americano! Se há pretensão na maior potência do mundo, o que dirá num anão mundial como o Brasil - na terra que, onde tudo que se planta, dá?

Esse é só mais um dos mecanismos de ocupação do islã como projeto político mundial. Se aproveitam das democracias, vão solapando aos poucos os sistemas de governos pelo contingente local até descaracterizar ao todo as nações cujos os pilares são judaico-cristão.

Fonte: SHARIA REVELADA

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

EX-GAY E ATIVISTA ERIC HESS

(Cardeal americano Raymond Burke que ajudou Hess na sua reorientação sexual)

Depois de uma vida desregrada, Eric Hess, ativista gay de Wisconsin, Estados Unidos, encontrou-se com um homem de fé - o Cardeal Raymond Burke - e com a misericórdia divina. Em agosto de 1998, ele decidiu abandonar o pecado do homossexualismo e viver a castidade. É o que Eric conta em um testemunho publicado na revista Celebrate Life Magazine, no ano de 2011. “Enquanto alguns criticam o arcebispo Burke por sua fidelidade a Deus, à Igreja e às almas, eu digo que ele é um verdadeiro pastor dos fiéis e um Atanásio dos nossos dias".

Por Eric Hess 

"Minha atração homossexual começou, para ser sincero, como reação ao meu pai, que era um alcoólatra violento. Ele bebia com frequência, chegava para espalhar coisas pela casa e abusar da minha mãe, além de ameaçar a mim e a meu irmão. Eu achava que ele nos odiava. Em consequência, não queria ser nenhum pouco parecido com ele. 

Na minha mágoa, comecei a procurar pelo amor do meu pai nos braços de outros homens. Aos 17 anos, um predador se aproveitou de mim sob a dinâmica professor/aluno e eu fiquei completamente confuso em relação à sexualidade humana. Com o passar dos anos, uma coisa levou a outra até que eu fui morar com um homem 20 anos mais velho que eu. 

Antes de ir mais longe, é importante entender uma das principais causasda desordem da atração por pessoas do mesmo sexo. Como um ex-membroda comunidade, eu posso dizer que os chamados direitos homossexuais – e o direito ao aborto – são um resultado imediato da mentalidade contraceptiva predita há 40 anos pelo Papa Paulo VI, na Humanae Vitae. Pessoas abusando umas das outras como objetos sexuais trouxeram à tona uma cultura de morte que tolera e defende todos os tipos de adultério e abuso infantil, incluindo o aborto. Essa mentalidade egoísta levou também às pesquisas com células-tronco embrionárias e à eutanásia. 

Retorno ao meu Pai 

De 1990 a 1994, eu ia à Missa de vez em quando. Em 1995, eu disse ao meu “parceiro" que não podia ir mais porque estava muito bravo com a Igreja. Eu coloquei todos os meus crucifixos e Bíblias em caixas e deixei-os no escritório do bispo de La Crosse, Wisconsin, com uma carta renunciando à fé católica. 

Para minha surpresa, o bispo Raymond Burke respondeu com uma carta amigável, expressando sua tristeza. Ele escreveu que respeitava minha decisão e notificaria a paróquia onde eu havia sido batizado. Sempre muito gentil, Burke disse que rezaria por mim e esperava ansiosamente pelo dia em que eu me reconciliaria com a Igreja.

Como um dos mais francos ativistas “gays" de Wisconsin, eu pensei: “Que arrogância!" Então eu respondi ao bispo Burke com uma carta acusando-o de preconceito. Eu disse a ele que suas cartas eram desagradáveise perguntava como ele se atrevia a escrever-me. 
Meus esforços de pará-lo foram em vão. Burke enviou-me mais uma carta, assegurando-me que não escreveria de novo – mas que se eu quisesse reconciliar-me com a Igreja, ele me acolheria de volta de braços abertos. 

De fato, o Pai, o Filho e o Espírito Santo nunca desistiram de mim. Dentro dealguns anos, eu conversei com um bom padre, que se uniu intensamente às orações do bispo Burke em agosto de 1998. 

Em 14 de agosto, festa de São Maximiliano Maria Kolbe e vigília da Assunção de nossa Bem-aventurada Mãe, a misericórdia divina penetrou a minha alma, em um restaurante chinês – de todos e entre tantos lugares. Eu mal sabia, ao entrar naquele restaurante com o meu companheiro de mais de oito anos, que o Senhor me tomaria para Si naquela mesma tarde e me levaria a outro lugar, fora de Sodoma, para o juízo de Sua misericórdia, o santo Sacramento da Penitência. 

O padre que eu tinha consultado estava lá. Assim que eu olhei do outro lado da sala para ele, uma voz interiorfalou ao meu coração. Era suave, radiantee clara em minha alma. A voz me disse: “O padre é uma imagem do que você ainda pode tornar-se, se voltar para Mim." 

No caminho para casa, euseriamente disse ao meu companheiro: “Eu preciso voltar à Igreja Católica". Mesmo em lágrimas, ele amavelmente respondeu: “Eric, eu sabia disso há muito tempo. Faça o que você precisa fazer para ser feliz. Eu sempre soubeque esse dia chegaria." 

Depois, eu liguei para o escritório do bispo Burke. A sua secretária já me conhecia bem, então eu lhe disse que queria que o bispo Burke fosse o primeiro a saber que eu estava voltando para a Igreja e me preparando para o Sacramento da Penitência. Ela me pediu para esperar. Quando voltou, anunciou que o bispo Burke queria agendar uma conversa. 

Mais tarde, eu confessei meus pecados a um devoto e humilde pastor de almas local e recebi a absolvição. Como parte essencial de meu restabelecimento, uma boa família católica deu-me proteção até que eu pudesse encontrar minha própria casa. 

Um mês depois de minha reconciliação com Deus e com a Igreja, eu fui ao escritório do bispo Burke, onde ele me abraçou. Ele perguntou se eu me lembrava dos pertences que havia deixado com ele junto com minha carta de renúncia. É claro que eu me lembrava e o bispo Burke os tinha guardado nos arquivos da diocese porque acreditava que eu retornaria. 

Por dois anos eu me pergunteise a mensagem mística significava que eu deveria me tornar padre. Finalmente, eu percebi que não era chamado ao sacerdócio. Afinal, o Vaticano determina que homens que têm uma inclinação homossexual bem estabelecida não podem ser admitidos às Ordens Sagradas ou às comunidades monásticas. Mais do que isso, o padre que eu vi no restaurante era uma imagem de que eu poderia me tornar santo e fiel através dos Sacramentos. Como todas as pessoas – solteiras, casadas e religiosas –, eu sou chamado à castidade. Para mim, é o bastante tentar e chegar ao Céu. Por isso, eu me esforço para viver fielmente minha vocação de solteiro. 

Desde a minha experiência mística, eu me alegro por Raymond Burke, agora prelado de Saint Louis, Missouri. Enquanto alguns criticam o arcebispo Burke por sua fidelidade a Deus, à Igreja e às almas, eu digo que ele é um verdadeiro pastor dos fiéis e um Atanásio dos nossos dias. Eu digo a vocês que ele continua sendo um conselheiro e uma inspiração para mim. Embora meu pai biológico tenha me rejeitado, o arcebispo Burke se tornou meu pai espiritual, representando amorosamente nosso Pai dos céus. Como as Pessoas Divinas da Santíssima Trindade, o arcebispo Burke foi e é absolutamente fiel a mim. 

A chave para a felicidade 

Apesar da bênção do arcebispo Burke e de padres como ele, eu quero salientar que há outros que tiram as almas da vida eterna e da felicidade. 

Por exemplo, quando eu recentemente fui à Confissão, um padre me disse algo contraditório à verdade que o arcebispo Burke me ensinou. 
O padre apóstata me disse: Você é gay e a Igreja nos chama a aceitar nossa sexualidade. Eu sou um professor de ética – um estudioso. (...) Se você é atraído por pessoas do mesmo sexo, isso é natural para você. E, para você, negar isso e resistir é ir contra a lei natural. Eu acredito, como professor de ética, que você pode ter um colega de quarto homem e ser íntimo dele – sem contato genital, é claro. Mas se você escorregar, não seria um pecado mortal. 

Esse é o tipo de conselho que me convenceu a deixar a Igreja. Eu o escutava muito frequentemente de protestantes e de vários padres católicos durante os anos 1980. Eu escutei todo tipo de heresia sobre a sexualidade e Nosso Senhor. Hoje, que já estou separado da “comunidade gay", eu escuto essas heresias apenas de padres mais velhos, em seus cinquenta e sessenta anos, mas não de padres com quarenta anos ou menos. Maus bispos e maus padres sozinhos desviaram muitas pessoas em relação à atração homossexual. Não há nenhum “novo evangelho" ou estudo, e essa negligência espiritual deve parar. 


Como alguém que sofreu no estado de pecado mortal por vários anos, eu asseguro a vocês que não há nenhuma felicidade fora da ordem moral. A única resposta autêntica ao desafio da atração homossexual e do pecado é a verdade contida no Catecismo da Igreja Católica."


Extraído do site: PADRE PAULO RICARDO

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

MUÇULMANOS IMPLANTAM LEI ISLÂMICA BAIRRO POR BAIRRO NA FRANÇA


Um estudo de 120 páginas documenta dezenas de bairros franceses onde é impossível o não-muçulmano passar. São as "Zonas Proibidas", guetos onde vivem comunidades de maioria islâmico e implantam uma espécie de Sharia local e é regido pelo mesmo.

Em muitos subúrbios de Paris, a lei islâmica da Sharia está rapidamente tomando o lugar do direito civil. Uma das boas táticas para agregar seguidores e fomentar grupos de jihadistas é a mesma desculpa pretensiosa: A lavagem cerebral da "injustiça social". Eles aproveitam dos marginalizados, jovens de caráter problemático e até da criminalidade para causar a "transformação" social por meio da convulsão - o ataque em Charlie Hebdo é um dos frutos desse movimento do terror.

O politicamente correto, por meio do multiculturalismo promove essa espécie de transmutação social que denigre a ordem republicana francesa (país altamente católico). Um apresentador de televisão pergunta: " e se nós fossemos até os subúrbios?" O qual responde: "não recomendo. Nem mesmo nós, franceses, ousamos mais ir àquele lugar. Mas, é óbvio, ninguém fala sobre isso em público. Nem aqueles que pleiteiam vida longa ao multiculturalismo ! ousam entrar naqueles bairros.

Eu creio que esse fenômeno seja uma medida mais radical de ocupação de espaços. Começa-se com imigração dos pacíficos, depois vão se proliferando (haja vista ser contra o aborto e planejamento familiar), entrando nas universidades influenciando a juventude, entram nos parlamentos, no comércio, na economia etc. O que resta senão implantar seu sistema político nos bairros onde são maioria? 

Nota-se que essas políticas de esquerda, os quais trazem toda a escória do comportamento humano é uma tática subversiva com fins políticos. Imigrações fomentadas, frouxidão nas fronteiras, desassistência aos nativos, impunidades e bajulação ao terror. Quem compactua com essas políticas que está destruindo a civilização ocidental também está imerso no mesmo espírito sadomasoquista que não faz perceber que se autodestroem.

Fonte: GATESTONE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 24 de janeiro de 2015

O ESTADO ISLÂMICO E A CIVILIZAÇÃO DE SEMPRE



Muitos dizem ser este um mundo mais civilizado. Será mesmo? Qual a diferença entre a perseguição aos cristãos no Império Romano e de hoje na perseguição feita pelos extremistas muçulmanos e comunistas da Coreia do Norte?

Apesar de haver Instituições mundiais que visam os Direitos Humanos, o planeta continua tão bárbaro quanto. Muita fome, mortandade, coisificação da vida humana e privilegização de poucos.

Dizem que a ciência avançou, evoluiu e até melhorou a vida das pessoas. Então por que vemos o ser humano com os mesmos problemas da era primitiva; necessidades básicas para a sobrevivência? Além do cerceamento à verdadeira informação e educação?

Mas o assunto está sobre o fenômeno mundial Estado Islâmico que é a caricatura perfeita do foi o tratamento ao ser humano na antiguidade: sem valor algum se não pertence a sua seita, sem liberdade de discordância, além de opressão e matança onde chegam.

Onde o Estado Islâmico chega fecham escolas, dominam as partições públicas, matam opositores e lançam suas leis de proibições se auto declarando senhores do local... Qual a diferença dos antigos dominadores sanguinários?

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

EX-HOMOSSEXUAL VALDECI SILVA ALVES


Não me recordo quantos anos tinha, me recordo apenas que era muito criança e já sofria abuso sexual. Aos 8 anos sem saber nada sobre o que acontecia comigo tive a primeira experiência homossexual. As vezes penso que foi uma covardia daqueles dois adolescentes em se aproveitarem da minha inocência. Mas hoje eu os perdoo, pois minha libertação depende da liberação do perdão. 

Fui crescendo e tendo relações com outros rapazes e assim eu fui me afundando na homossexualidade. Somente fui entender o que acontecia quando estava com 12 para 13 anos. A única coisa que eu sabia até então é que era algo que deveria ser ocultado, pelo menos era isso que aqueles adolescentes me fizeram crer. Mesmo quando eu entendi o erro que estava acontecendo comigo eu continuei na prática. Sabia que era errado, mas acredito que já estava viciado, acostumado a fazer aquilo.

 No fundo não queria me sentir homossexual. Sempre me senti como um menino, um garoto. Minha infância, adolescência e juventude foi marcada pela homossexualidade. Minha experiência até aos 17 anos de idade foi sendo passivo, então também comecei a ter relações como ativo. Mas no fundo eu não queria ser daquele jeito, eu queria ser como meus irmãos, amigos. Eu tinha mais 3 irmãos e pensava: Meu Deus eu quero ser como meus irmãos, eu quero ser como os outros garotos. 

Nunca havia namorado outro rapaz, porém me lembro que uma vez uma rapaz me pediu em namoro, porém eu não aceitei, não achava aquilo correto. Terminei a faculdade em 1990. Em fevereiro de 1991 fui para São Paulo em busca de uma oportunidade de emprego, pois eu morava em Volta Redonda/RJ. Em abril de 1991 já estava empregado, tive várias relações homossexuais em São Paulo, mas nunca tive parceiro fixo. Era sexo casual. Eu tinha um bom relacionamento com minha mãe. Quando ela tinha 38 anos foi acometida por um aneurisma cerebral e isso quase lhe custou a vida. Minha mãe passou por uma cirurgia muito delicada e conseguiu sobreviver. Isso aconteceu no ano de 1984. Por esse motivo eu que já tinha um ótimo relacionamento com minha mãe, passei a amá-la mais ainda. Deus me deu essa oportunidade de amá-la.

 No ano de 1994 minha mãe foi acometida novamente por outro aneurisma cerebral e dessa vez ela nem mesmo passou por cirurgia. Minha mãe faleceu no dia 05/03/1994. Eu fiquei sem chão, meu mundo desabou. No mês de fevereiro minha mãe havia aceitado Jesus como Salvador, já fazia algum tempo que ela frequentava a igreja. Quando ela estava em São Paulo ela gostava de ir em uma igrejinha Assembleia de Deus em Taboão da Serra. Me lembro que as vezes falava para ela que aquela igreja era muito feia (pois era mesmo). Parecia uma tapera, mas ela me dizia que gostava daquela igrejinha simples e humilde. 

No dia 13/03/1994 fui naquela igrejinha “feia” que minha frequentava e lá aceitei a Jesus como meu Salvador. Não me recordo qual a palavra que o pregador naquela noite. Me lembro apenas que ele começou a contar um testemunho na hora do apelo. Ele começou a falar de uma mãe que tinha um filho homossexual, depois que ele falou isso uma força dentro de mim me fez levantar minha mão.

 Não me lembro de mais nada sobre o testemunho, pois uma coisa muito estranha começou acontecer comigo. Parecia que eu tinha segurado um fio de alta tensão, pois comecei a sentir como se fosse choque elétrico envolvendo todo o meu corpo. E em questão de minutos eu estava ajoelhado e o jovem que era líder dos jovens daquela igrejinha estava com as mãos sobre minha cabeça orando por mim. Eu pensava que estivesse com uma possessão demoníaca, pois aquela sensação de choque elétrico era muito intensa. Sem falara que minhas mãos se fecharam e se encostaram, se uniram. Eu tentava abrir minhas mãos e não conseguia, pois era como se alguém estivesse segurando-as muito forte.

 Fiz muita força para abrir minha mãos. Eu pensando se aquilo uma possessão demoníaca, falava dentro de mim: “Deus me liberta desse demônio que me aprisionou esses 28 anos de minha vida” (eu estava com 28 anos de idade). Mas de repente eu comecei a falar dentro de mim: “Deus eu só vou me levantar daqui onde estou quando o Senhor largar minhas mãos”. Deus falou ao meu coração que o que estava acontecendo comigo não era demônio. Foi uma experiência que nunca vou me esquecer. Fiquei por mais de 10 minutos ajoelhado tendo aquela experiência sobrenatural. Minhas mãos foram se abrindo muito devagar, aquela força sobrenatural foi largando minhas mãos, então me levantei com muita dificuldade, pois não tinha forças em meu corpo. O poder de Deus foi tão grande em mim que não tinha forças. Eu pensava: “Como pode Deus ser tão tão santo e segurar nas mãos de um pecador como eu?” Para glória de Deus ele me libertou e depois disso muitas outras experiências eu fui tendo com Deus.

Extraído da página: EX-SAPATÃO SIM

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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EX-HOMOSSEXUAL, UMA HISTÓRIA DE TRANSFORMAÇÃO – LIVRO DE DIEGO ABEL


REVERENDO SUDANÊS É PRESO SEM ACUSAÇÃO


O serviço de inteligência do Sudão prendeu o Rev. David Yein Reith da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul quando voltava de uma reunião de oração. Ele havia recebido uma ameaça por telefone dizendo que sua esposa e seu filho de 1 ano seriam presos caso ele não retornasse para a casa imediatamente.

A esposa do pastor implorava para os agentes o motivo e acusação de sua prisão e não recebeu resposta alguma. As autoridades estão se recusando aos familiares visitá-lo segundo as fontes do Morning Star News.

Segundo o artigo 77 da Lei de Ordem Pública no Sudão de 1991, a polícia tem amplos poderes para prender cristãos e qualquer pessoa que segundo eles "perturbam a ordem pública". Desde então, essa lei tem sido usada excessivamente com os cristãos que são discriminados e perseguidos nesse país que está em 6º lugar no ranking de países hostis aos cristianismo.

Já muitos casos de demolição de igrejas, ataques de autoridades aos cristãos, julgamento injustos e muitas violações de Direitos Humanos como no caso de Ibrahim que, por ser cristã, quase seria sentenciada a pena de morte se não fosse por pressão mundial.

Fonte: MS NEWS

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

EX-HOMOSSEXUAL, UMA HISTÓRIA DE TRANSFORMAÇÃO: LANÇAMENTO DO LIVRO DE DIEGO ABEL



O servo de Deus Diego Abel que teve a sua vida transformada deixando a homossexualidade que estará contando no seu primeiro livro "Ex-Homossexual, uma História de Transformação" pela editora Multifoco.

Diego Abel é de Capivari - SP e estará lançando seu livro dia 27/01 ás 18:30 h ao lado do posto Shell na Cantina & Cia.


Com certeza é uma mudança que enfrenta de cara muitos que se dizem ser psicólogos e especialista em sexualidade humana e suas orientações. Não há ativismo nessa história, há apenas o conto sincero de quem realmente mudou de vida. Com certeza ele vai contar muitas das suas experiências de sua vida e principalmente sua transição da homossexualidade para a heterossexualidade através do amor de Deus (o que não significa que Deus não ame os homossexuais).

Mais do que uma curiosidade mórbida de querer saber uma história que diante das mídias é tão delicado, é recomendado o livro para conhecer mais das grandes obras de Deus na vida de uma pessoa dando-lhe boas perspectivas e sentido exato para o qual ele criado. Serve também para os muitos homossexuais egodistônicos, que sentem a atração indesejada pelo mesmo sexo (e são muitos!).


Descrição do produto: Conheça novas possibilidades dentro de você mesmo, elimine seu ego e trilhe caminhos constantemente em um novo mundo. “Se libertar da homossexualidade é ter coragem pra trilhar as profundidades do nosso coração assim o sentimento que abraça o novo e purifica alma”.

Com certeza será um livro que retrata as maravilhas do Deus pode e quer fazer na vida muitas pessoas com a mesma situação e para a edificação de muitos que irão ler e conhecer a história contida nesse livro, por isso esse livro é recomendadíssimo a todos! 

Eu já coloquei na minha lista de compras, adquire você também!

O livro já se encontra em pré-venda neste site: EDITORA MULTIFOCO

Perfil de Diego Abel no Google: DIEGO ABEL


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


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A comediante britânica e ex-lésbica Jackie Clune publicou um relato de como, exausta pela disfunção emocional de seus relacionamentos lésbicos, ela descobriu em seu relacionamento subseqüente com seu marido uma liberdade de “[caminhar] lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”.

“Olhando para meus quatro filhos correndo em volta do jardim com seu pai, parece quase impossível crer que só alguns anos atrás eu jamais imaginava ter uma família”, escreveu Clune numa coluna publicada no jornal Daily Mail da Inglaterra de 26 de junho.

Clune, que é também conhecida como apresentadora e atriz, inclusive em casas de espetáculos, disse que sua iniciação no lesbianismo ocorreu de certa forma mais tarde na vida do que para muitas outras mulheres. Ela foi criada num lar “católico irlandês muito tradicional” e se apaixonou por um homem aos 17 anos. Foi na faculdade que ela achou por acaso um panfleto afirmando que a heterossexualidade é uma mera construção que deve ser alterada à vontade, o que a estimulou a se separar de seu namorado e viver o típico estilo de vida lésbico durante os próximos 12 anos, até que ela completou 34 anos.

“Eu estava excitada com a ligação íntima que um relacionamento com outra mulher poderia trazer”, disse ela.

Mas a experiência não foi o que ela de início imaginava que era. Numa entrevista com Penny Wark do jornal Times em outubro de 2005, Clune chamou a cultura lésbica de “ditatorial e intimidatória” e “o oposto do suave nirvana lésbico que eu esperava”.



Apesar da intimidade de seus relacionamentos, Clune confessou que o mundo hiper-emocional de uma ligação sexual de mulher para mulher era “exaustante”. “As mulheres com quem eu saía eram geralmente mais inclinadas a ser inseguras e precisar de confiança e eu me achava no papel masculino de ficar continuamente dando confiança para minhas namoradas”, escreveu ela. “As sutis mudanças de humor da vida do dia a dia seriam vistas de forma inesgotável”.

Clune descreve como uma amante tinha tanto ciúme e insegurança que “toda vez que gozávamos uma noite fora… brigávamos e tínhamos de partir”. “De volta a casa, passávamos então as próximas quatro horas discutindo sobre nosso relacionamento e meus sentimentos de lealdade, fidelidade e assim por diante”, escreveu ela. “Nunca terminava”.

“Será que você consegue imaginar acordar do lado de uma mulher quando você está com uma intensa TPM (tensão pré-menstrual)?”, acrescentou ela.

No fim, ela disse, o turbilhão emocional a forçou a reconsiderar seu mergulho no lesbianismo — algo que ela diz claramente que “escolheu”, e não que ela tenha nascido lésbica. “Diferente da maioria dos homens, as mulheres evidentemente oferecem umas às outras apoio interminável e praticamente nunca há falta de comunicação”, disse ela. “Mas — por mais que isso pareça bizarro — eu me achei ansiando exatamente pelo oposto”.

Depois de “uma decisão planejada de tentar os homens de novo”, Clune diz que encontrou em seu futuro marido Richard uma “bondade quieta” e “falta de necessidade” que a atraíram. “Senti que estávamos caminhando lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”, escreveu ela. “Era uma sensação natural e nada assustadora. Ele era otimista acerca do meu passado e jamais sofreu as inseguranças que eu vim a esperar”.

“Foi um sopro de ar fresco. Sempre fui ferozmente independente e sentia que eu podia ser eu mesma com ele”.

Embora não tenha abrigado nenhum ressentimento para com suas ex-companheiras e estilo de vida, Clune concluiu que ela havia “superado o lesbianismo”. “Quando somos jovens, nós todos precisamos pertencer a uma tribo e ter uma bandeira sob a qual marchar”, disse ela, acrescentando que “chamar a mim mesma de lésbica era quase como chamar a mim mesma de punk ou gótica”.

Ela diz que sua volta à heterossexualidade continua a atrair sarcasmo da comunidade lésbica: uma grande publicação lésbica votou nela como “Lésbica Mais Decepcionante do Ano”, e um grupo de Facebook agora extinto foi estabelecido intitulado “Gente como Jackie Clune Tem de Ser Levada para Fora e Levar um Tiro”. “Embora as críticas sejam ofensivas, compreendo de onde está vindo — estou deixando todos confusos”, ela diz.

Arthur Goldberg, conselheiro credenciado e especialista em auxiliar indivíduos com atração indesejada de mesmo sexo, disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o testemunho de Clune é típico do estilo de vida lésbico. Goldberg, que co-fundou Judeus Oferecendo Novas Alternativas à Homossexualidade (JONAH), argumentou que se os defensores da agenda homossexual “admitissem quais são os verdadeiros aspectos de muitos relacionamentos [homossexuais]”, a noção de que são simples equivalentes dos relacionamentos heterossexuais não passaria um teste.

“Um dos critérios principais do lesbianismo é a dependência emocional”, disse Goldberg. “Nos relacionamentos de homens gays, é muito mais sobre sexo. Mais tipicamente com mulheres lésbicas… é monogamia, só que de vários relacionamentos consecutivos. Seu relacionamento dura de 2 a 3 anos [em que] você não consegue viver sem a outra pessoa, seu mundo inteiro é essa pessoa, e é por isso que há tanto ciúme no mundo lésbico, e é por isso que há tanta violência no mundo lésbico”.

Goldberg disse que era também comum mulheres, muitas vezes mais “sexualmente flexíveis” do que os homens, escolherem entrar no estilo de vida lésbico depois de alguma experiência de desilusão com os homens, antes de retornarem à heterossexualidade.



Fonte: DEUS MOVE O DOM

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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