sábado, 15 de agosto de 2015

ISLAMOFOBIA: FATO OU FICÇÃO? OU, O VITIMISMO DA SUPREMACIA


"Allah é o nosso objetivo; o Alcorão é a nossa Constituição; o Profeta é o nosso Líder; jihad é a nossa maneira; morrer por amor a Deus é o nosso desejo" . Esse tem sido o grito de guerra entre muitos muçulmanos que chegaram a Europa e creio que seja de qualquer muçulmano moderado. A maneira com que se contempla pode refletir facilmente a fé de cada seguidor de Maomé no planeta (visto que a palavra jihad não necessariamente significa luta armada). Porém ela veio de grupos que julgam o islã como a salvação do mundo e a solução para todos os problemas humanos.

É necessário ter maior sobriedade possível nos assuntos que diz respeito a povos, culturas e religiões - coisas que mexem com os sentimentos na flor da pele de milhões - além da necessidade de se fazer justiça! Entre separar o joio do trigo sem generalizações.

Digo isto por que vejo entre muitas pessoas de bem entre nós que, no afã de alertar seu grupo ou de se proteger de ameaças, fazer das generalizações sua arma de guerra de propaganda. Isso não é interessante! Vejo pessoas colocando em todo o pacote os extremistas muçulmanos com os meros religiosos o que pode causar efeitos sociais danosos haja vista desejarmos ser respeitados e não respeitar aqueles que nada tem a ver com radicalismo.

Porém, existe o "radicalismo da tolerância" onde tratam como coitado grupos que rapidamente ocupam espaços e conquistam privilégios em detrimento das verdadeiras vítimas de intolerância religiosa.

Se fala, se discute e elucubram extravagantemente na islamofobia europeia. Constroem histórias de imperialismos macabros para culpar o ocidente ao mesmo tempo se esquecem dos sanguinários impérios islâmicos que existiu (e das atuais ditaduras muçulmanas no Oriente Médio).

Fazem todo o esforço para garantirem o direito do muçulmano no Ocidente enquanto outras minorias estão sendo escravizadas, torturadas, queimadas vivas e decapitadas entre eles: cristãos, yazidis, e outras etnias. Ora, é fato que grandes investidores muçulmanos estão tomando o velho continente - não é difícil compreender que o universo poderá conspirar a favor de um certa comunidade crescente e expansiva no mundo todo!

E para fazer essas transformações em engenharia social basta, entre outras coisas, trabalhar na linguagem do politicamente correto atual: vitimizar o opressor, culpar e silenciar as vítimas!

Ao mínimo se os grandes líderes repudiassem e punição nos seus costumes pessoas que protestam com esse slogan supremacista:




Um povo que sofre fobias tem posições como essa? de arrogância supremacista de dominação? Pessoas oprimidas desejam conquistar o mundo e implantar seu sistema de governo? Se são considerado extremistas pelos demais por que não são punidos? Ficam as perguntas...



Fonte: G INSTITUTE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

3 comentários:

  1. Que se matem entre eles, mas que deixem o resto do mundo em paz.
    O profeta não os ensinou a matar nem a tirar a vida a quem não acredita como eles nesta onda de fanatismos.

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  2. Olá, Ezequiel.
    Eis aí um tema difícil de ser compreendido por nós, aqui das Américas. Por isso, quanto mais informações tivermos menos dificuldades teremos.

    OBS: Um sugestão, Ezequiel, para seu blog: as letras amarelas, onde aparecem, entre ouras coisas, links e comentários, estão difíceis de serem lidos. uma cor escura ficaria ;melhor.
    Um abraço.

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    1. Obrigado Pedro, pelo comentário; e mais ainda pela dica.

      Abraço

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