domingo, 19 de abril de 2015

A INTOLERÂNCIA OTOMANA PERMANECE


Só mudaram as formas de governo, os tempos e as épocas; mas a essência é a mesma! pior ainda, pois tem aparências de "República" como está em seu nome - quimeras!

A mesma procedência do Império Otomano persiste na Turquia atual, genocídio passivo e marginalização do cristianismo até a sua completa extinção! Hoje a Turquia conta com apenas 120.000 cristãos (em um país com 80 milhões de habitantes).

Não se trata de esfriamento da fé cristã, justamente no lugar onde se encontrava as setes igrejas da Ásia descrita em Apocalipse, onde passou grandes nomes do cristianismo além de muitos patrimônios históricos da cristandade. Na verdade se trata de uma limpeza religiosa sistemática e paulatina que vai desde ataques físicos (isso mais nos tempos do Império Otomano), destruição de igrejas e escolas cristãs até a diminuição no status de "cidadão turco" para cristãos. 

Segundo uma pesquisa em 2014, 89% da população turca disseram que o elemento fundamental que define a nacionalidade é sua religião. Considerando o islã como religião majoritária, imagine o impacto social contra as minorias.

Também pesquisas recentes mostram uma diminuição considerável das igrejas armênias. O cristianismo sofreu muita devastação cultural pelos fenômenos históricos oriundo do islamismo: Escolas foram destruídas ou transformadas em mesquitas, armazéns ou estábulos.

Vale ressaltar que dentre essas muitas maneiras de apagar os resquícios do início da civilização cristã, há o que pesa no histórico da Turquia - os massacres de gregos entre 1915 e 1923; de 2,5 milhões de cristãos e muitos casos sem registros oficiais.

Podem dizer tudo sobre a Turquia... menos que é um país democrático e tolerante! Ainda que não tenha no nome, se trata de um país islâmico. E como todo país de maioria muçulmana cuja religião permeia no Estado e suas leis, claro que os cristãos vão sendo reduzindo a cidadãos de segunda classe e inferiorizado cada vez mais a ponto de virar atração turística como os locais históricos que hoje são visitadas lá.

Fonte: GI

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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