quarta-feira, 4 de março de 2015

SOBRE O DISCURSO DE NETANYAHU NO CONGRESSO AMERICANO


Em um mundo dominado pelo politicamente correto, onde qualquer modo de falar já é interpretado como crime contra os Direitos Humanos (mesmo se tratando contra criminosos) fica difícil líderes como o Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu se expressar sem desencadear hostilidade até mesmo de seus compatriotas.

Com o Ocidente cada vez mais pró-palestino, pró-islamismo e às vezes, puramente antissemita vai se demonizando a imagem do nacionalismo judaico. Ontem os democratas em peso evacuaram o Congresso em forma de protesto, muitas manifestações do lado de fora do Congresso com afirmações contra Netanyahu e suas políticas "de guerras".

É claro que realmente estariam certo que se trataria também de estratégia eleitoral pois daqui a duas semanas haverá eleições em Israel; mas, observemos o todo e não apenas as possíveis tendenciosidades - Quem está preparado para governar Israel nesses tempos de ameaças e ataques até de grande escala? Se com os aspectos firmes e combatentes de Netanyahu o Estado Judeus já sofreu vários revezes do Hamas até dentro de solo judaico, imagine com um governo de esquerda que é claramente contra  seu próprio país?

Seria mais justo os pacifistas (enquanto em terras democráticas onde reina a paz) e outros grupos de pressão considerasse que os inimigos declarados de Israel têm políticas de genocídio explícito, maquinam e se projetam em favor disso, enquanto Israel se sustenta apenas para defesa própria.

Consideremos o Irã que apoiou os ataques que mataram 1.100 soldados americanos, já forneceu apoio a Al-Qaeda e declara por notas sua intenção de destruir Israel - pra quê querem produzir bombas nucleares? Como disse o próprio Primeiro-Ministro "O fato do Irã se juntar em combate ao Estado Islâmico não os tornam bons".

É preciso atenção diante do cenário político e diplomático entre potências e governos ligado ao terror e cuja ideologias promovem ódio ao ocidente e seus valores. A derrota deste líder forte, objetivo e que não tem medo de dizer a realidade sem tapas nas costas significaria o desmantelamento do que resta no mundo de verdadeiro combate ao barbarismo sem delicadezas para com o eixo do mal.

Uma nação que sempre experimentou genocídios, experimenta hoje a covardia das mídias do planeta pela propaganda islâmica e sofre constante ameaças de todo o Oriente Médio tem que se proteger, senão haverá um novo Auschwitz - um novo holocausto. 

Qualquer pessoa em sã consciência sabe que alguém com pretensões clara de prejudicar seu semelhante não deve obter porte de armas; logo, não é aconselhável acordos que permitem o Irã de produzir armas nucleares - por que os democratas ignoram isso? Eles não observam que em suas orações é dito com veemência "Morte a Israel, morte aos EUA (o grande Satã)?

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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