sexta-feira, 6 de março de 2015

ARÁBIA SAUDITA, TURQUIA E CUBA - A CUMPLICIDADE EXPLOSIVA


Neste mundo dinâmico as relações estão entre as extremidades da terra estão estreitadas, com isso, as parcerias entre governos com ideologias e projetos similares vão se aproximando e se emaranhando deixando o mundo cada vez mais revolucionário.

Segundo a tese do Triunvirato Global do filósofo Olavo de Carvalho, o domínio das nações são disputados por três forças globais: A força militar Russo-Chinês, a elite econômica ocidental (socialista fabiano) e a força religiosa islâmica que, ora se ajudam, ora brigam entre si - os fenômenos políticos, econômicos e sociais refletem essa disputa.

Este caso é mais um deles. Os governos da Arábia Saudita e Turquia perceberam que há uma comunidade de muçulmanos - aproximadamente 4.000 fiéis -, que estavam tranquilamente cultuando a Alá... Porém, já querem aparelhar para fins não apenas religiosos.

A ideologização propagado por essas ditaduras têm o intuito do Califado Global (a força islâmica como projeto mundial). A Arábia e Turquia estão disputando pra ver quem consegue autorização do governo cubano para a construção de suas respectivas mesquitas no país caribenho.

A Turquia representa o islã mais Otomano (sistema de califado que foi abolido em 1924) e o da Arábia representa o Wahhabismo (um sistema fundamentalista de regimento no Corão). Dos dois lados não significam boa coisa; o governo turco abriga uma rede terrorista do Hamas, ser defensor da Irmandade Muçulmana e até sua possível ajuda a Al- Qaeda e a Arábia com os seus financiamentos a fim de promover a sua vertente do islã em aproximadamente 3 bilhões de dólares e conta com a prostração do Ocidente além de ser um eterno inimigo dos EUA igualmente Cuba.

A Direção Turca de Assuntos Religiosos diz que a mesquita que eles pretendem levantar em Havana será igual ao de Istambul - ele demonstra explicitamente que não quer apenas servir e auxiliar os muçulmanos cubanos, mas sim doutriná-los.


A força do islã ideológico está a todo o vapor e se expandindo por vários caminhos e a ilha de Cuba é um lugar estrategíssimo pela proximidade com as fronteiras americanas e o caminho livre para a América do Sul - tanto o regime neo-otomano quanto o Wahhabismo dariam certo pela simpatia que tem com os comunistas pela política de ódio aos EUA e ao capitalismo.

Só ficará no campo da observação como será esse ingresso do islã revolucionário em solo cubano e como serão suas relações considerando que se trata de dois projetos globais de dominação. Em alguns países da Ásia Central por exemplo, (que ainda vive com resquícios do antigo império comunista soviético) há políticas que rechaçam a disseminação do islã e até mesmo de grupos de células em casas - os muçulmanos são duramente vigiados nas esferas de domínio russo.

Essas alianças são como uma bomba armada para explodir de duas formas, as mesmas já explicada por Olavo de Carvalho; ou os sistemas brigarão entre si por uma fatia do Ocidente ou se ajuntaram para a destruição do que resta das democracias desse lado do Atlântico - nos dois casos só vejo o apocalipse. Muitos podem pensar que texto tem sintoma de histeria, mas os que pensam assim são os mesmos que não compreendem todo leviatã antes era uma simples serpente. 



Fonte: Jihad

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Um comentário:

  1. Os homens não sonham a PAZ
    Aprenderam a teoria do ódio e do poder
    Que será deste mundo criado e amado por Deus??

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