quinta-feira, 5 de março de 2015

A FALÁCIA DA "ISLAMOFOBIA"


Os noticiários e suas repercussões são mais que convincente de que o extremismo islâmico assombra o mundo. Muitos lutam, esbravejam e batem o pé para persuadir que o terror e o genocídio no Oriente Médio não tem nada de Islã, de que as ameaças do Irã aos EUA e Israel também não representa o Islã, que o patrocínio da Arábia Saudita também não é o verdadeiro islã. Mas fica difícil acreditar quando verificamos o histórico violento do fundador do islã e a forma com o que dominaram o Oriente Médio e estão dominando a Europa (mas não é saudável generalizar pois há muitos e muitos casos de perfeito convívio entre muçulmanos e outros religiosos em várias épocas e em alguns lugares)

É holocausto cristão, é terrorismo na Europa, ameaças constantes de terrorismo na América, é a criminalidade muçulmana nas ruas europeias, as políticas ocidentais ajoelhadas diante dos sheiks, são as "zonas proibidas" na Alemanha, Inglaterra e França (ruas tomadas por muçulmanos onde impedem a passagem de infiéis)... Se isso não é islamização forçada, não sei que é então!

Agora, quando surge um movimento cristão de resistência, ou de nacionalismo como na Alemanha, ou políticas de coerção as expressões exageradas do Islã difíceis de se aceitar em qualquer lugar do mundo logo aparece os gritos de "islamofobia".

Por que ninguém cunhou esse termo com os 105.000 cristãos assassinados anualmente por sua fé em países muçulmanos e a comunista Coreia do Norte? Pelas perseguições aos cristãos em aproximadamente 130 países do mundo? Pelas políticas de coerção ao cristianismo no Ocidente?

Se existe mesmo a tal da islamofobia, mostre-me algum vídeo de um cristão ou ocidental decapitando muçulmano, de gangues cristãos batendo em islâmicos na Europa, ou grupos de radicais de cristãos que pretendem dominar países estabelecendo leis baseadas na Bíblia.

O que acontece na verdade, é que o Ocidente está viciada em chamar de "fobia" tudo o que representa oposição de ideias. Se trata de uma política suicida vinda da esquerda mundial que favorece a entrada da criminalidade, da subversão social e do caos urbano ao mesmo tempo que tolhe os direitos de defesa dos desafetos políticos, ideológicos e religiosos conservadores.




De fato, o politicamente correto e seus "progressismos" está não só destruindo Ocidente descaracterizando-o de suas raízes judaica-cristã, mas também está emburrecendo a todos com a política do "tapinha nas costas", do "não cutuca que dói" e dessa forma deixa-nos mais frágeis enquanto os bárbaros vem chegando sabendo que encontrarão um povo domesticado e preparado para o abate com os gritos histéricos de "Allahu Akbar!".


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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