sábado, 28 de fevereiro de 2015

O PROBLEMA DA IDEIA DE "ISLÃ MODERADO"


As palavras conseguem gerar atividades mentais que nem mesmo alguns remédios conseguem. Quanto mais usando os métodos de convencimento ou lavagem cerebral, capaz de persuadir as pessoas de que os jihadistas do Estado Islâmico são meninos mimados e vitimados pela opressão das elites europeias e por falta de empregos.

Falta de empregos... pois é isso justamente a chocante opinião que um porta-voz de Estado nos EUA mostrando a mesma patacoada que os socialistas dizem ao atribuir que o indivíduo se torna criminoso por falta de oportunidade causado pela desigualdade social (como se os terroristas não tivesse dinheiro ou oportunidade de viver tranquilamente).

Percebe-se até mesmo um esforço sistematizado, frenético e desesperado dos democratas, sobretudo de Obama em aliviar a tensão em torno do que é o Islã. É uma coisa a discutir e refletir muito! O que define um muçulmano moderado? Aquele que no microfone repudia o terror, mas poderia financiar o mesmo com seus Zakat (dízimo no Islã) de qualquer lugar do mundo?

É complicadíssimo a catalogação das definições, pois um moderado poderia financiar ou até mesmo intermediar relações transcontinentais sem desconfiar que está envolvido em projetos terroristas. Por isso que se trata de erros generalizar o qual traduz em injustiça para com muitos muçulmanos - mesmo considerando a conduta violenta do fundador dessa religião.



No entanto, é bom considerar a reflexão de Ani Zonneveld, muçulmano malásio que publicou o texto abaixo no site Al Jazeera:

"Fui criado em uma sociedade harmoniosa interracial e interreligioso; que aceita e respeita outras práticas religiosas. Arábia Saudita começou a exportar sua ideologia Wahhabi nos anos 1970, e se espalhou por todo o mundo, transformando interpretações existentes do Islã em um modelo que é dogmático e violento . Não podemos continuar neste caminho de caos com base na religião, em nome do Islã. O mundo muçulmano precisa de uma mudança.
"Quando criança, eu me lembro que comemora Mawlid - aniversário do profeta Maomé -. Com músicas edificantes, orações e até um desfile Agora é tabu para observar Mawlid mesmo nos Estados Unidos, e adeptos da marca Wahhabi do Islã preferem enfatizar sua morte.

"Quando eu estava crescendo, casamentos e eventos da comunidade eram coloridos e contou com música e dança, sem segregação dos sexos. Isto já não é o caso em muitas comunidades muçulmanas. Música, dança e encontros não segregado são consideradas haram, ou proibido. As expressões artísticas deve ser Sharia-compliant, ou seja, sem representação de seres humanos ou animais.


"O Alcorão libertou as mulheres do estado subumano, deu-nos direitos para escolher com quem casar, trabalhar, estar em posições de liderança e de viver em última análise, em plena dignidade. E, no entanto, em 2015, os imãs wahabitas relegaram as mulheres ao estado subumano, permitindo que os maridos forcem a obediência as esposas e promovendo uma versão da sharia que permite casamentos forçados de crianças e perdoa crimes de honra. As mulheres tornaram-se objetos sexuais através velamento forçada, o que faz com que nossa voz, pele, cabelo e enfrenta fora dos limites, e até mesmo um aperto de mão é considerada uma experiência sexual potencialmente excitante. "

Muitas coisas no artigo acima pode ser discordado, mas nota-se que se trata de um muçulmano honesto e que está percebendo que o islã Wahhabista está mais popularizado no mundo do que as outras vertentes. Muitos muçulmanos tranquilos e verdadeiramente moderados estão de uma ou outra forma estão sendo radicalizado na Nigéria, Iraque e outros países. Ora por movimentos de juventude (aquele espírito de rebeldia), ora por fanatismo, ora por exacerbada autoproteção na comunidade, e na grande maioria por ideologia política (que usa de todos esses elementos).

No campo da observação não há fronteiras visíveis entre o moderado, light, indignado, revoltado, agitador, ativista, subversivo, "visionário", revolucionário/jihadista. Isso faz com que todos fiquem de mãos atadas para agir somente quando as coisas acontecem.

Isso agora é uma questão mundial onde causará choques políticos, sociais e culturais. Não dá pra levar no "banho-maria" e na cultura do "paz e amor" quando se trata de ocupação miscigenada de imigrantes honestos com criminosos e terroristas. Tem que haver coragem e objetividade nas políticas quanto ao diálogos com as comunidades. Não há como fechar os olhos para a realidade que, num mesmo país onde homossexuais querem o direito de se casar, ao mesmo tempo há muçulmanos querendo expressar sua fé religiosa os no país de origem enforcam pessoais com tais orientação sexual? O que há de ser então no Brasil - o país do "tapinha nas costas".

Enfim; percebe-se que o politicamente correto não consegue sustentar uma nação com diversidade nem por um minuto. É um sistema suicida que entrega a anarquia moral ocidental para um modelo de mundo que não compartilha das mesmas concepções de liberdade, individualidade, democracia, expressões comportamentais e direitos humanos. Até mesmo as definições de moderado não é entendido entre eles da mesma forma que os ocidentais.

Por isso, continua a dica do senador americano Rand Paul de que, o maior combate ao extremismo dos jihadistas tem que vir dos próprios muçulmanos... desses que chamamos de moderados.

Fonte: AINA
Fonte: ISLÃ SIMPLIFICADO
EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Um comentário:

  1. Os Chefes são as figuras do diabo e utilizam as suas artes para matar.Convencem os seus apoiantes e seguidores a matar os infiéis.
    Pergunto quem são os infiéis?
    Serão as crianças inocentes,os idosos, as mulheres que eles violam ?
    Parece-me que eles se deixaram cegar pela fúria dos seus chefes.
    São infiéis todos os que matam ou mandam matar.
    - NÃO MATARÁS -
    Mandamento divino.
    O mundo tem medo destes criminosos escondidos, mas sempre de espadas afiadas.

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