sábado, 10 de janeiro de 2015

JE SUIS CHRÉTIEN


E Europa estava mais que avisada. Todos sabem que um número grande e crescente de jovens estão sendo recrutados na Jihad Islâmica e até mesmo sendo treinado na Síria, Iêmen e outros países que possuem núcleo das redes terroristas. O que se passou na França, no ataque na editora Charlie Hebdo e no comércio judaico nada mais é que um pouco dos resultados do extremismo islâmico que têm pretensões de uma Sharia (ditadura islâmica) intercontinental. 

Agora vemos as comoções das pessoas, o sentimentalismo promovido pela grande mídia (haja vista os cartunista serem parte da classe falante) e a grande apreensão da insegurança causada pelas duas atuações dos jihadistas que tinham ligações com a Al Qaeda. A frase "Je Suis Charlie" foi cunhado em solidariedade aos cartunistas mortos.

Todos os líderes mundiais se pronunciaram, todos os principais líderes religiosos se pronunciaram, os meios de comunicações ficaram em cima até o desfecho do caso e 88 mil policiais entraram em ação contra os dois irmãos que aterrorizaram toda a Europa. Até mesmo o Google fez uma doação de 300 dólares a esta editora.

Oxalá tivesse todo esse mover pelos 105.000 cristãos assassinados de várias formas nas mãos dos islâmicos e comunistas ao redor do mundo! Quem dera todos os líderes mundiais fizessem declarações oficiais e corajosos contra o terror ao ver um padre decapitado no Oriente Médio, ou um pastor nigeriano assassinado! Já pensaram se o Google pudesse doar algum valor para as instituições cristãs que são furiosamente perseguidas?

No entanto, vemos que as medidas e proporções estão completamente diferentes com a realidade. É claro que se trata do terror no solo de um país com grande visibilidade mundial, de uma potência; mas mesmo assim é aterrador ver que o número daqueles que morrem por sua fé é imensamente maior dos as 12 pessoas que desenhavam satirizando figuras públicas, líderes religiosos e até divindades.

Aqui, uma charge de Charlie Hebdo onde as três pessoas da Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo aparecem transando. Realmente eles não tinham qualquer limites.


Apesar da imagem chocante acima, eles eram imparciais até mesmo com o Islã. Satirizavam Maomé e os todos os líderes islâmicos - eles eram blasfemadores profissionais. 

Todavia, a morte de ninguém deve ser celebrada. Por mais que eles sejam o que são, ou por mais que alguém pense ser um juízo divino ou coisa parecida não se deve ser comemorado tragédias. O desejo de texto é despertar o quão a comunidade cristã perseguida e flagelada é desassistida e boicotada ao passo que, quando o Ocidente ou um grupo não cristão sofre os ataques todo o mundo chora e se comove contra o extremismo.

Até mesmo os chefes de Estado e o próprio Papa fazem questão de frisar até cansarmos de ouvir que o problema não é o Islã e sim o terrorismo! Fazem de tudo para abrandar e desassociar a ideia do Islã com o terror... enquanto as vítimas são veladas, familiares e amigos chorando seus mortos, enquanto o Ocidente se vê fragilizado novamente o maior esforço é para explicar e ensinar o povo a diferença entre o Islã e o extremismo!

Quem dera houvesse passeatas contra a carnifica de cristãos na Síria, Nigéria, Iraque e Coreia do Norte. Ou, quem dera os franceses se unirem e protestar contra a decapitação do padre francês François Murad na Síria.

A verdadeira justiça começa quando o sentimento e solidariedade se volta para qualquer um independente de suas posições na sociedade.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

CALIFADO UNIVERSAL

TERRORISMO NO GELO

SHARIA NA INGLATERRA

O RISCO DA ALEMANHA DEBAIXO DA SHARIA

UM CHAMADO A JIHAD GLOBAL

Um comentário:

  1. Duas situações da mesma realidade.
    Milhares de cristãos perseguidos e mortos, mas o mundo esquece-os. São seres humanos que não têm peso nem nome nesta sociedade.
    Depois, de repente as pessoas acordam assustadas. Eles encostados a uma seita atacam no coração da nossa sociedade. Matam a sangue frio e semeiam ódio.
    Os Deuses verdadeiros não querem mortes nem sacrifícios humanos.
    Os Deuses não querem comandar o mundo nem as suas riquezas.
    Os deuses são feitos de amor que se cria no coração de cada homem ou mulher.
    Estes apenas têm de fazer germinar o respeito e a partilha dos bens.
    O mundo ainda não aprendeu a escola do amor.

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