segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

EX-LÉSBICA DAYANE


Quando eu tinha 12 anos eu comecei a vestir-se e sentir-se como uma criança. Aos poucos, comecei a viver com as crianças, agindo como uma criança e eu ligado romanticamente com meninas até aos 13 anos, 14 anos antes de meus pais achavam que eu era lésbica.

Minha mãe não me aceitou em casa. Então, eu fui morar com meu pai, também não aceitou. Olhei para o meu irmão, e também não me aceitou.

Eu estava prestes a viver na rua, quando fui trabalhar em um "cyber café" em uma colina. Recebe 12 reais por dia e me humilhavam muito lá.

Eles me convidaram para morar na casa de um amigo. Em um lugar que ninguém sabia que eu era uma menina, apenas meu amigo. Agradeço por tudo o Danilo (meu amigo). Mas as coisas pioraram. Eu perdi o controle. Havia mais danças, em que eu interagiram com as garotas que ele queria. Eu tive que mudar minha escola e convenceu o diretor a colocar o nome que eu usei na lista de presenças, mesmo os professores sabendo a verdade.

Em troca, ele sofreu muito. Embora relacionar-me com muitas meninas e viver rodeado por "amigos" porque eu ficava dançando. Senti-me triste, vazio, teve depressão e ataques de pânico. Eu não podia suportar a ficar no escuro, eu estava morrendo de medo.

Eu tinha alguns amigos que compareceram com os espíritos e eles me ameaçado de morte. Isso me deixou pior.

Usava drogas, fumava e bebia. Aos olhos do mundo, a vida tinha o sonho de qualquer garoto. Todo mundo queria estar comigo, mas nem sabia que o outro lado da moeda. Ele passou noites chorando e pensei que se eu me matasse meus problemas acabariam.

Eu queria ver a minha mãe falar, mas meu padrasto não me deixou aproximar-se dela. Meu pai não queria nada de mim. Eu estava me afundando cada vez mais.

Um dia eu estava no terraço da casa onde morava, que estava em construção e não tinha muro de proteção, pensei em me atirar de lá, porque eu vi que um lado tinha tudo, mas, por outro não tinha nada. As pessoas que eu vivia só ficavam comigo por interesse. Senti uma força empurrando e caiu. Só que caiu no chão e comecei a chorar.

Foi então que a mãe de um amigo, que é um membro da Universal me viu cair e me convidou para ir a uma reunião. Ela acreditou em mim. No começo eu achei que era chato, mas ela me incentivou a ir e eu comecei a me sentir melhor a cada vez que ia na Universal.

Vinha para reuniões angustiada, destruída, mas saia aliviada. A conversão demorou muito, porque eu queria Jesus, mas também queria também usar drogas, sair, "conviver" com as meninas, participar de orgias. Então, eu ainda me sentia incompleta. Até eu fiquei cansado dessa situação, fiz uma oração antes de ir à igreja, pedindo a Deus uma direção, caso contrário, ele não iria voltar.

Perto do final da reunião, o pastor deu uma mensagem de decisão. Ou escolher Deus ou desejos mundanos. Vi que Deus havia respondido a minha oração. Quando a reunião acabou eu fui falar com o pastor.

A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi ligar para a minha mãe, eu pedi desculpas para tudo e disse que queria realmente mudar minha vida.

Ela não acreditou em mim, eu pensei que não iria mudar. Aos poucos eu voltei eu me aproximei minha mãe. O Espírito Santo foi lentamente me transformando e fui parando de querer usar drogas e se envolver com as meninas.

Pouco depois voltei a morar na casa da minha mãe e eu continuei freqüentando a Universal mais perto de casa.

Tudo estava mudando. Como Deus me mudou, fui sendo transformada, completamente, dentro e fora. Comecei a deixar meu cabelo crescer para ser uma mulher de atitude e aparência.

Um dia fui visitar um amigo que me ajudou, só que existem muitos que pensavam que eu era um homem. Aquele momento foi um divisor de águas, porque antes estava caminhando na fé, mas eu estava com vergonha de encarar o passado.

A reviravolta foi quando eu pedi perdão para as meninas com quem eu havia me tornado relacionado e pessoas que haviam enganado por me fazer passar por homem. Eu havia sido chantageado por algumas pessoas que queriam revelar minha verdadeira identidade, mas quando eu decidi contar a verdade, eles não tinham nada a dizer.

Antes, ninguém queria ficar perto de mim, eu era visto como um mau exemplo. Hoje é diferente. Minha mãe, que não queria estar por perto, hoje se orgulha de ter a mim como uma filha e vê Jesus em mim. As pessoas olham para mim e me ver como um exemplo. Eu deixei completamente pra trás a homossexualidade, drogas e depressão.

De qualquer forma, eu agora sou uma nova pessoa, totalmente transformada e completamente feliz, e tudo o que a mudança só foi possível a partir do momento que eu tive um encontro com Deus.

Fonte: O BISPO

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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Um comentário:

  1. enquanto os pais não aprenderem a conviver com seus filhos e filhas muitos irão cari no caminho da perdição. Quanto a essa menina se não tivesse encontrado essa mulher para ajudá-la estaria jogada no mundo das drogas para sempre. Quando as mães sentem ou descobrem algo diferente em seus filhos e filhas primeiro o que devem fazer é semtar e ter um diálogo com eles e não expulsar como ela, seu pai e o irmão fizeram e colocando na rua sem ter para onde ir e o que fazer. Mais ainda bem que encontrou quem a ajudasse.

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