sábado, 29 de novembro de 2014

EX-LÉSBICA KRISTIN TREMBA


Sete anos atrás eu me encontrava de joelhos, rezando estas palavras: "Querido Jesus, eu te amo, mas eu não sei o que fazer." Naquela época, eu estava envolvido em uma relação íntima com uma mulher, e eu tive que decidir se eu iria continuar essa relação.

Eu tinha sido um cristão desde que eu tinha cinco anos de idade, filha e neta de ministros presbiterianos, mas eu lutei com mesma atração sexual. Eu também havia se envolvido em relacionamentos saudáveis ​​com os homens.

Embora eu namorei no colégio, eu era ambivalente em relação aos meninos que eu namorava. Eu era muito extrovertido e ativo na música, teatro e outras atividades. No entanto, por trás de toda essa atividade e "normalidade" estava lutando com a minha sexualidade e auto-imagem.

Na faculdade, eu tinha uma relação emocionalmente dependente não-física com a minha companheira de quarto, que durou mais de quatro anos. Eu estava aterrorizada com o amor romântico que eu sentia por ela, racionalizar a relação como uma simples amizade profunda. Por causa da minha ligação com ela, eu não estava motivado para homens de data ou casamento desejo. 

Depois da faculdade, no entanto, me envolvi fisicamente envolvido com um homem, enquanto eu estava no exterior. Fiquei aliviado por estar nos braços de um homem, em vez de uma mulher, mas a perda da minha virgindade, minha promiscuidade crescente, e meu abuso ocasional do álcool começou a produzir os seus efeitos. Meu relacionamento com esse homem acabou com a minha ter um aborto espontâneo.

Em meus vinte e tantos anos, eu finalmente emergiu para fora meus sentimentos homossexuais e teve um caso emocional e físico com uma mulher. Inicialmente, me senti eufórico, e ainda, ao mesmo tempo, eu senti como se uma guerra grassava dentro de mim. Foi durante este assunto que eu fui forçado a reconciliar ser cristão e viver em um relacionamento homossexual.

Lutei com o Senhor em oração: Eu questionei ele e pedi-lhe. Tentei encontrar a paz, lendo livros que descreviam os cristãos que tinha reconciliado sua fé e homossexualidade, e eu até tentei assistir a uma igreja gay-friendly. No entanto, a minha ansiedade só aumentou porque Deus estava deixando claro como eu ler a Escritura que o plano de Deus para a minha sexualidade estava olhando para mim em Gênesis e nas palavras de Jesus.

Eu entendi a intenção das Escrituras, meus sentimentos e minha necessidade sabiam ser verdade. Para mim a dizer "não" a esta relação era como se alguém me dizendo: "Kristin, você não merece ser amado assim. Você nunca vai ser amado como outros são amados. "Esses pensamentos produzidos, como medo e raiva dentro de mim. Quando senti que o Senhor estava deixando claro para mim que eu precisava para terminar o relacionamento com essa mulher, eu iria chorar incontrolavelmente, sacudindo os punhos para ele por sua aparente crueldade em me privar da intimidade.

E, no entanto, apesar do meu medo e resistência, encontrei-me em meus joelhos, terminando a oração que eu tinha começado: "Querido Jesus, eu te amo, e eu não sei o que fazer ... mas, Senhor, a tua vontade seja feita".

Deus respondeu à minha oração, mas foi uma resposta difícil. O relacionamento chegou a um fim repentino, e eu tive que me afastar de pessoas e lugares. Eu também tive que enfrentar a minha ira contra Deus e minhas circunstâncias. Não foi fácil. Eu estava sozinho. Fiquei tentado. Dificuldades ainda entrou em minha vida. Lutei ser solteira quando eu tinha orado e esperado, eventualmente, para se casar e ter filhos. Senti-me sozinha na igreja e teve um tempo difícil ficar comprometido com uma igreja.

No entanto, neste isolamento e sofrimento, o meu pior medo de nunca mais experimentar um relacionamento íntimo e apaixonado não foi realizado. Uma coisa surpreendente aconteceu: eu descobri que Jesus foi a melhor fonte de amor que eu já tinha conhecido.

Foi amor intenso e demonstrativo de Cristo por mim que me levou a obediência, e foi a minha obediência a Cristo que me levou a cura sexual e plenitude.

Embora eu sempre acreditei em Deus e amava, eu não acreditava totalmente que ele desejava cuidar de mim e providenciar todas as minhas necessidades. Eu ainda tenho que parar pra pensar diariamente e deixar que o Senhor me mostre esta verdade: que ele é bom, que ele irá fornecer, e que ele me ama mais do que eu posso compreender.

O mundo teria me acreditar que minha identidade foi encontrada em abraçar o lesbianismo, ou abraçar uma vida sexual saudável, ou abraçando Mr. Right e cavalgando rumo ao pôr do sol, mas a minha identidade e valor era (e é) encontrados em abraçar e obedecendo meu Criador, meu Senhor e Salvador. Pois eu sou filha e herdeira do Deus vivo.

Meu maior medo em confessar o pecado e se transformando de que estava em pensar que Deus não teria nada me esperando na outra extremidade. Como eu estava errado. Deus providenciou tanto: Seu amor, as amizades humanas, um relacionamento mais profundo com a minha família, a comunidade da igreja saudável, ministério e um marido e filho.

Porque eu sou uma testemunha viva com as Escrituras que atestam que Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo o que podemos pedir ou imaginar, de acordo com o seu poder que opera em nós. A ele seja toda a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém.

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Extraído do site: ONE BY ONE

1. EX-GAY CHARLES
2. EX-HOMOSSEXUAL SABRINA, HOJE ROBERT
3. EX-TRAVESTI DIEGO ABEL
4. EX-DRAGQUEEN SATÂNICO
5. EX-TRAVESTI SILAS FURTADO
6. EX-TRAVESTI MURILO SILVA
7. EX-TRAVESTI RAMON PEDRO
8. EX-TRAVESTI "REBECCA", HOJE DIÁCONO PEDRO JAIRO
9. EX-GAYS: A GRANDE LISTA
10. EX-GAY JOSEPH SCIAMBRA
11. EX-GAY ROMÁRIO GARCIA
12. EX-LÉSBICA CONHECIDA
13. EX-HOMOSSEXUAL JEFFERSON
14. O BLOG "O EX-GAY"

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

QUE COMECE A REPRESSÃO VIRTUAL!


O Brasil está cada vez mais se tornando um lugar averso às liberdades de todos os aspectos, está se tornando uma Venezuela em escala continental. Pelo fato de o governo reeleito ser o partido membro e criador do Foro de São Paulo, é evidente que o Brasil terá muita semelhança com os países difíceis de se viver como Cuba e Coreia do Norte.

Tem se percebido nos últimos anos que uma das prioridades do Foro nos países em que se encontra no poder é regulamentar a imprensa e mordaçar opositores. Seja em qualquer meio de comunicação terá uma patrulha ideológica que usará as desculpas de "combate ao crime de ódio"e "direitos humanos" para reprimir opiniões que não agradam o movimento que promove o regime que está sendo instalado no Brasil.

A Secretária de Direitos Humanos no Brasil está de fato seguindo fielmente essa agenda de coerção. O governo federal criou uma patrulha pra rastrear opiniões que pra eles se caracterizam opiniões discriminatórios na internet - segundo a Ministra dessa secretária Ideli Salvatti "é necessário identificar e investigar crimes de ódio na internet".

Com certeza, o tema que receberá grande respaldo desse projeto é a homofobia - o lobby mais poderoso no Brasil e o mais útil para o Foro de São Paulo. O uso da classe homossexual e das teorias conspiratórias de homofobia e preconceito surtem muito efeito no âmbito político para os socialistas.


Ministra da Secretária dos Direitos Humanos Ideli Salvatti

A patrulha da mordaça será formado por representantes de diferentes ministérios, com o apoio do Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo. Eles criaram um aplicativo capaz de monitorar em tempo real milhões de mensagens em redes sociais: Twitter, Instagram, Youtube e Facebook.

Gostaria de saber se os milhões de opiniões, ataques e ofensas aos cristãos e sua religião ter a proteção dessa ação de "crimes de ódio"... penso que não! Opiniões contra brancos, héteros, cristãos conservadores, classe média, pró-Israel, pró-capitalista e pós-meritocracia serão os alvos dessa Gestapo disfarçado de direitos humanos.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Fonte: MEIO NORTE

1. PC DO B X SHEHERAZADE
2. UM ALENTO CONSERVADOR NO JORNALISMO
3. FORO DE SÃO PAULO E A LIBERDADE DE IMPRENSA
4. A FORÇA CONSERVADORA NA INTERNET

terça-feira, 25 de novembro de 2014

FEMINISMO, O MAIOR INIMIGO DAS MULHERES


A sociedade moderna está mergulhada no conceito de igualdade. Cada vez mais luta-se para equiparar o homem à mulher e vice-versa. Se a igualdade pretendida fosse em relação aos direitos civis, cuja necessidade é inegável, não seria, de fato, um problema. Porém, o que acontece é que esta sociedade moderna, eivada do relativismo cultural, quer é transformar a mulher no novo homem e o homem na nova mulher, invertendo e pervertendo os valores mais elementares.

Deus criou o homem e a mulher em igual dignidade, mas quis que houvesse uma diferença entre os dois sexos. Esta diferença em "ser homem" e "ser mulher" faz com que exista uma complementariedade entre eles. Foram criados por Deus para formarem um conjunto, não um se sobrepondo ao outro, mas em perfeita sintonia um com outro. Lutar contra esse projeto, fazendo com que a mulher tente, por todos os meios, ocupar o lugar do homem é lutar diretamente contra o projeto de Deus, contra a natureza humana.

A liberação sexual promovida pelos métodos anticoncepcionais, longe de trazer a sensação de igualdade entre o homem e mulher, transformou a mulher numa máquina de prazer, pois agora ela sabe que pode ter uma vida sexual ativa sem a consequente gravidez. Não precisa ter compromisso com o parceiro, não precisa sentir-se segura ou amada. Ledo engano. O que se vê são cada vez mais mulheres frustradas, depressivas, olhando para trás e percebendo que estão vazias, correndo contra o tempo para manterem-se jovens, pois nada mais têm a oferecer que não o invólucro.

A liberdade da mulher, na verdade, transformou-se numa prisão. Hoje, elas se vêem presas a estereótipos ditados pela agenda feminista, cujo maior objetivo é destruir a essência da mulher, igualando-a ao homem. Transformando seus úteros em lugares estéreis e varrendo para debaixo do tapete o instinto natural da espécie: a maternidade.

Portanto, urge que cada mulher, criada à semelhança de Deus, recupere o seu lugar na Criação. Que a mulher seja mulher em toda sua plenitude!!

Extraído do site: CHRISTO NIHIL PRAEPONERE





EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

1. FEMININAS SEM FEMINISMO
2. UMA PALAVRA SOBRE O FEMINISMO
3. REPERCUSSÃO ANTIFEMINISTA
4. O ISLÂ RADICAL E O TRÁFICO DE MULHERES

ISLAMITAS: "A DESTRUIÇÃO DE ISRAEL É QUESTÃO DE TEMPO"

         Foto a esquerda é do 25ª aniversário do Hamas com Israel pintado da cor tema do Islã. A direita a foto do Estado Islâmico que deseja incluir todas as terras islâmicas em seu califado tirano.

Israel vive constantemente em uma bomba relógio, cercado por dezenas de países islâmicos e hostis a essa nação. O problema não é nem de serem islâmicos, mas sim, de serem excessivamente antijudeus... a única e minúscula terra que pertence a Israel (e ainda dividida e aberta para árabes e palestinos) é reivindicada pelo Hamas e apoiada pelas nações islâmicas ao redor.

Devido a unidade doutrinária central da religião islâmica, aliada ao anseio coletivo e propagado para todos os islamitas lutarem pela "causa de Alá" é possível se criar ódio continental e até mundial contra a única democracia do Oriente Médio.

Está claro que o caso da posse da terra é apenas um instrumento de linguagem para agitar e fomentar um novo holocausto igual a do nazismo. Todos os chefes de Estado no mundo islâmico já pronunciaram de uma forma ou de outra a extinção de Israel assim como a morte dos "infiéis".

Os radicais islamitas não estão com pressa de cumprir essas metas. Um ditado árabe diz: "Um homem que ganha a sua vingança depois de 40 anos está agindo com pressa". Ahmed Yousef, assessor político do então primeiro-ministro palestino Ismail Haniyeh, do Hamas, disse que tudo o que está em seu livro - "O Fim do Estado Judeu" - é uma questão de tempo.

Estão se armando, confiando nas desinformações mundiais que oferecem ódio gratuito à Israel, pretendem se armar nuclearmente e adquirir mais apoio bélico e militar de países como Irã e outros árabes. Se considerar o poderio bélico, riquezas petrolífera e comercial é possível chantagear a Europa... se trata de uma guerra assimétrica onde a liberdade, democracia e os diretos humanos estão ameaçadíssimos!

Agora, convido os leitores a acharem algum vídeo de judeus queimando a bandeira da Palestina, do Irã, da Arábia Saudita; ou então Benjamin Netanyahu fazer juras de destruição de algum país islâmico. É cobrado polidez e bons modos dos civilizados, enquanto os bárbaros tem todas as benesses das Ongs dos chamados "direitos humanos".


Entenda o conflito entre Israel e Palestina neste curto vídeo bem detalhado nas questões históricas:

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Fonte: GI

1. HAMAS NÃO SERÁ RESPONSABILIZADO??
2. HAMAS: "NÃO SOMOS TERRORISTAS, APENAS QUEREMOS DESTRUIR ISRAEL"
3. UMA GUERRA MAIS SUTIL QUE O CONFLITO ARMADO
4. TERRAS MUI DESEJADAS

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

28 CRISTÃOS SÃO EXECUTADOS PELO AL-SHABAAB NO QUÊNIA: ADVENTISTAS, ANGLICANOS, CATÓLICOS E PENTECOSTAIS.


No dia 22 de novembro, no norte do Quênia, extremistas islâmicos do grupo Al-Shabaab pararam um ônibus, separaram os não muçulmanos que somaram 28 pessoas - todos cristãos -, e foram executados com tiros na cabeça. Havia 09 mulheres cristãs.

Entre os 28 cristãos estavam 10 membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 03 da Igreja Anglicana, 03 da Igreja do Evangelho Resgatado, 03 da Igreja Pentecostal da África Oriental e 09 católicos. Um cristão nesse ônibus foi poupado porquê conseguiu recitar alguns versos do Alcorão.

Al Shabaab é uma espécie de Al Qaeda do Quênia, já matou centenas de cristãos nesse país que é composto de 80% de cristãos; assim como todos os terroristas, eles também desejam implantar a Sharia no país em que atuam.

Essa é mais uma carnificina dentre muitas que acontecem na África. Os cristãos estão sendo massacrados mesmo em países onde são maioria. 

De uma forma ou de outra o Islã impõe está impondo sua força e regime déspota diante de um Ocidente passivo e amedrontado. Enquanto os do outro lado do oceano tentam hipocritamente agir sobre Direitos Humanos pra grupos sociais mimados, os verdadeiros carentes desses direitos estão sendo genocidado no holocausto cristão nos países do Oriente Médio, Norte da África e Coreia do Norte.

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

Fonte: MORNING STAR NEWS

1. EXTREMISTAS RELIGIOSOS AFRICANOS
2. EPÍSTOLA AOS AFRICANOS
3. ISLÂMICOS MATAM 50 CRISTÃOS NA NIGÉRIA
4. MUÇULMANOS MATAM 31 CRISTÃOS NIGERIANOS
5. E OS CRISTÃOS DO IEMÊN, COMO VÃO?

sábado, 22 de novembro de 2014

UNFPA: AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A SEXO, DROGAS E ABORTO PRA REDUZIR A POPULAÇÃO


Há pessoas mais jovens no mundo agora mais do que nunca. De acordo com o relatório mais recente do Fundo de População das Nações Unidas, isso representa uma oportunidade sem precedentes para o progresso, mas apenas se as gerações futuras forem reduzidas.

A prescrição do UNFPA garante um "dividendo demográfico" que inclui aborto disponível gratuitamente para adolescentes, removendo idade de leis de consenso, de drogas e prostituição, e reduzir o envolvimento dos pais na formação sexual dos seus filhos.

A UNFPA também critica leis contra "homossexualismo, uso de drogas e prostituição"... O ideal é que os pais sejam a principal fonte de informação e orientação sobre a sexualidade - mas não é isso que acontece - pois não sabem lhe dar com esses assuntos com os filhos.

O tal relatório propõe mudanças no comportamento dos jovens através de intervenção política e transformação de opiniões com assuntos ainda considerado "delicados". As principais são afrouxar as restrições do consentimento dos pais ao acesso dos adolescentes a todo "kit depravação".

Todo o teor politicamente correto cobre a linguagem desse projeto civilizacional. Tirar limites, aumentar a impulsividade, mais consciência sobre a "saúde reprodutiva" (traduz assassinato de bebês) e outras engenharia de bestialização das futuras gerações.

A afirmação e clara e explícita nesse relatório da UNFPA é que a chave para o desenvolvimento é garantir que o comportamento sexual dos adolescentes é sem supervisão, sem restrições, com financiamento público, e, acima de tudo, nãoprocriativo. UNFPA postula que a imposição de anarquia sexual sobre a juventude vai garantir o seu bem-estar e o de todo o mundo.  

Fonte: LIFE SITE NEWS

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

terça-feira, 18 de novembro de 2014

CRISTÃOS NO PERFIL DOS ANTICRISTOS


"Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." - Mateus 24:24

Muitas interpretações, elucubrações e teses são feitas sobre os fatos que dão o nome de “fins dos tempos”, uma das figuras que chamam muita atenção e produz discussões e debates é a do Anticristo. Desde que foi cunhado esse título já havia uma perspectiva até mesmo neurótica de sua iminente aparição e atuação desde a igreja primitiva.

Já se passou muitas idéias de que o Anticristo seja algum tipo de líder carismático, ditador ou diplomata mentiroso, mas o fato é que fica difícil lançar uma idéia absoluta e certeira sobre a pessoa em si (ou mesmo se tratar de uma pessoa); haja vista, a estrutura literária de apocalipse ser inteiramente simbólico, análogo e interpolado. Além de os processos políticos, fenômenos mundiais serem tão dinâmicos que nem mesmo especialistas e observadores conseguem acompanhar e terem dificuldade de associá-las diretamente com as profecias escatológicas.

Também é consenso entre todos que há o ‘Anticristo’ e os ‘anticristos’, no qual o primeiro se trata do personagem apocalíptico que causará as desgraças por meio de seu governo mundial, perseguição a Israel e aos cristãos que ficarem do arrebatamento; e o segundo são os agentes de Satanás no decorrer da História humana que se opõe aos filhos de Deus.

Mas não quero discorrer na questão do Anticristo, mas sim na relação dos "anticristos" com a Igreja no período do fim dos séculos. Farei isso na pressuposição de que se trata de uma pessoa que terá autoridade política, jurídica e militar sobre o mundo – ou pelo menos sobre maior parte dele e também na minha posição pessoal que é a pré-tribulacionista, ou seja, de que os verdadeiros cristãos não passarão pela Grande Tribulação (nem pela metade dela). Logo, estaria descartado qualquer interação entre o ‘Anticristo’ com os cristãos verdadeiros...mas sempre houve interação com os ‘anticristos’ desde o início.

Como estará a disposição e inclinação espiritual da Igreja nesse tempo? Como será a mentalidade e cosmovisão daqueles que se dizem viver no mundo mas não pertencer e ele?

Provavelmente todos ao lerem a pergunta já sabem de antemão a resposta. É necessário que o joio cresça com o trigo, que os bodes vivam junto as ovelhas e que haja partidos entre nós para que se manifeste os verdadeiros filhos de Deus! Considerando que impossível haver isolamento na comunidade cristã, isso se torna um método de seleção e aprimoramento daqueles que são e serão aprovados por Deus.

Quanto as duas perguntas feitas o teor da resposta será a mais negativa possível, pois realmente os tempos serão difíceis, trabalhosos e perigosos para a Igreja de Cristo. Cada vez mais vemos uma proliferação de cristãos aos moldes mundanos e de Satanás! Por tempos havia como uma espécie de linha de separação entre igreja e mundo, mas agora, não há distinção alguma a ponto de confundir o que é consagração ou profanação (mas, sabemos que a verdadeira Igreja é preservado por Deus Isso é apenas um texto de alerta).

Por mais que todas as coisas estavam preditas, é triste ver cristãos se adequando com o curso deste mundo: Com uma fé relativizada, com tolerâncias ao pecado, com vigilância afrouxada, biblicamente ignorante, medrosos, sem aspirações para as boas obras, condizente com o sistema deste século e até auxiliadores do tentador! O cristianismo antes era uma das poucas e sólidas referências em um mundo cada vez mais confuso, perdido e dominado por credos perversos e ceticismo vazios; hoje, em muitos casos, ela é participante dessa confusão.

O sentido que imprime na alma é que a facilidade de obter conforto com os avanços sociais é como se fosse um caminho para a depravação por não haver valor naquilo conquistado. Isso se constata por que em países onde os cristãos são perseguidos fisicamente não há meio-termo: Ou é cristão autêntico ou é outra coisa! Já ouvi do meu irmão “Essa geração é a que mais dará conta para com Deus devido ao fácil acesso de conhecer a Palavra e mesmo assim haver preguiça de buscá-la”. Se não houver verdadeira conversão, as próprias bênçãos de Deus se tornam pedras de tropeço por reduzir a consciência da fatalidade do Juízo Final.

A maior e mais estratégica ação do inimigo não é destruir a Igreja na forma que entendemos, pois ele sabe que não consegue; mas é a infiltração e a lapidação de todos os códigos morais oriundos da Palavra de Deus: É “normal” hoje ver cristãos com dois ou três casamentos nas costas, aceitação de práticas ocultas até mesmo em igrejas saudavelmente doutrinadas, difícil ver um jovem que ainda não fornicou antes do matrimônio, “mentiras sinceras” em líderes eclesiásticos, abordam todos os assuntos sempre de forma espiritual, mas o apego aos bens terrenos é tanto que influencia seus comportamentos...

Não estou dizendo que esses casos são característicos do perfil anticristão, mas isso está se tornando generalizada, crônica e coletivizada na Igreja de Cristo. O senso comum da Igreja não deve ser alterada!

Não há mais a expectativa da Segunda Vinda de Cristo, não há mais a ânsia por ser arrebatado. Pregações sobre juízo final, inferno, morte eterna, o Trono Branco, Bodas do Cordeiro, Lago de Fogo sumiram dos púlpitos e conseqüentemente se esfria as expectativas futuras demonstrando uma fé mais “terrena”. Se deletar no discurso cristãos esses assuntos tão importantes, também se anula a compreensão e adesão do ato de vigiar e se alarmar com qualquer ameaça.


Quanto mais vemos um cristianismo descaracterizado, a fé corroída e os princípios adulterados mais vai chegando a grande hora! O engano é geral e endêmico. Tempos atrás os cristãos eram oprimidos em lugares isolados, e hoje, aos poucos está chegando uma escala quase global. Porém, mesmo assim, não é difícil acreditar que a maior aceitação do Anticristo venha dos próprios cristãos! Se os luteranos saudavam Hitler nas ruas e alguns ortodoxos admiravam Stalin o que dizer de uma líder capaz de ludibriar o mundo inteiro? 

Partindo da observação de que aquele que quiser viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições -(2ª Tim 3:12) vemos que no mundo está cada vez mais difícil para o verdadeiro cristão viver, é fácil ter um termômetro pra ver se você é um cristão aos moldes dos anticristos: O mundo se agrada com suas obras? Ou tu se sentes como um peixe fora d'água?


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A CLANDESTINIDADE DA FÉ NA COREIA DO NORTE


A Coreia do Norte é o país mais fechado do mundo; fechado para tudo! Tanto que na Copa do Mundo ao perder de 8 x 2 para o Brasil, o resultado só chegou 4 dias depois no país e ainda incompleto. Há poucos meses o governo coloca um falso vídeo em que a Coreia chega na Final da Copa e goleia vários países!

Pra manter o país submisso é preciso além da repressão, mentir; e considerando que ele não tem tecnologia, nem internet e nenhum contato com o mundo exterior - qualquer mentira dita pelo governo é acreditada.

Imagine com a difusão do evangelho! Há muitos anos o país comunista está classificado como o país que mais persegue os cristãos. Tudo o que entra no país é vigiado constantemente pelo governo. Isso faz da religião cristã um "movimento" clandestino a ponto de ter que entrar escondido com bíblias e materiais cristãos para não ser pego.

O vídeo abaixo é uma exclusividade! Gravado dentro da Coreia do Norte onde foi recebido mais de 1.500 materiais do Ministério A Voz dos Mártires e serão distribuídos (escondido) para os cristãos desse lugar.

É impressionante como mesmo em meio a tanta opressão, repressão e hostilidade ao evangelho de nosso Senhor Jesus nesse país, ainda assim, sua Igreja é consolidada na Rocha.



Fonte: VM

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 15 de novembro de 2014

COMUNISTAS ATACAM IGREJA MENONITA NO VIETNÃ


O cristãos vietnamita não têm total segurança e direitos garantidos devido a muito controle pelo regime comunista que assola e atrasa esse país. Principalmente se for ministérios de influência as autoridades já ficam vigiando pra notar se há focos de "oposição" política, quando não acham de forma neurótica "pêlo em ovo".

Uma igreja Menonita desse país tem sofrido uma série de ataques e saques durante 5 meses além de ferir alguns cristãos. Todos são alvos de ataques: Pastores, presbíteros e leigos cristãos.

Acontece que junto a gangues e bandidos, está também uma categoria da polícia local que oprime os cristãos menonitas. Os líderes clamam para que espalhem essas notícias para outros governos e organizações preocupados com Direitos Humanos e Liberdade Religiosa.

O pastor da igreja, de nome Quang já foi preso várias vezes por causa de seu ativismo em pró  da liberdade religiosa - tão escassa em países comunistas -; mesmo dando uma parada no ativismo mesmo assim está sendo perseguido pelas autoridades.

Os cristãos no Vietnã acreditam que a perseguição das autoridades se dá em todos os grupos que tem fama de falar a verdade com ousadia. Segundo o pastor Quang "os comunistas vietnamitas desejam erradicar a igreja menonita".

Fonte: MORNING STAR NEWS

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


15 DE NOVEMBRO: UMA PAUSA PARA OS INFORMADOS, INTELIGENTES E INDEPENDENTES


Hoje, 15 de novembro de 2014, começa mais um evento de manifestação contra as irregularidades, corrupção e crimes contra a soberania nacional motivada, causada e arquitetada pelo Partido dos Trabalhadores.

É um movimento lícito e inteiramente natural diferentemente daqueles grupos que recebem dinheiro do próprio governo como MST, MTST, CUT, LGBTT e etc. Um fenômeno socialmente natural é quando os ideais são fomentados pelos próprios ideais e não com dinheiro e incentivo externo (na sua totalidade vindo de políticos).

É uma manifestação com objetividade. Todas as pautas das reivindicações levam a concordar que o impeachment de Dilma Roussef é justa e legal, haja vista, muitos crimes contra o Brasil: contratos ilegais que fazem repassar dinheiro público para a ditadura cubana, irregularidades do programa "mais médicos", o Foro de São Paulo dominando o Brasil (só isso já é caso pra impeachment pois uma nação soberana não deve se submeter a domínio estrangeiro)..além de uma enormidade de crimes no âmbito econômico, social, administrativo, governamental, diplomático... tudo o que fez o Brasil ter a "década perdida" com o triunfo do PT como sendo o mais corrupto de todos os tempos além de estar instaurando o regime comunista bolivariano gradativamente no Brasil.

De fato a oposição contra essa manifestação é das mais variadas, a mídia brasileira é hegemonicamente esquerdista, ou seja, colocará impressões erradas dessas manifestações ou inverdades de acordo com a realidade. Eles apoiam subliminarmente a ditadura achando serem "democráticos".

Cada vez mais os movimentos conservadores estão se unindo e se organizando, ajustando com mais pessoas de influência como Lobão, Danilo Gentili, Rachel Sheherazade, Olavo de Carvalho e uma leve aparição do líder evangélico Caio Fábio.

Pode acreditar que a imprensa de hoje irá dizer que estarão pedindo intervenção militar, isto não está no objetivo da manifestação. Segundo Olavo de Carvalho "enquanto não esgotar todos os meios de ação para combater não há por que intervenção". Porém é consenso entre todos que não apoiar uma intervenção.


Quanto ao quadro comparativo de manifestação de viés esquerdistas e conservadores, a imagem acima mostra a diferença de que quem é patriota e quem não, de quem apoia uma ditadura e o que não apoia, de quem é informado e de quem é idiota útil, de quem é independente e de quem recebe pra se manifestar... de quem pensa e de quem está no cabresto.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

EX-LÉSBICA ROBIN BECK


Robin conta a história dramática de sua vida. Ela veio de um lar desfeito, onde seus pais eram alcoólatras. Seu pai era fisicamente abusivo à sua mãe e lutavam com raiva. 

Em uma idade jovem Robin testemunhou como seu pai bateu, empurrou e fez "coisas degradantes" à sua mãe. Ela se lembra de que estava por perto observando a mãe chorar como ela sofreu abuso. Robin vivia com medo mortal de seu pai, acreditando que ele poderia matá-la à menor provocação. 

Ela tem apenas uma memória de qualquer ternura de sua mãe. Ela tinha 3 anos de idade, quando sua mãe um dia inesperadamente puxou-a para se aninhar nos braços. Foi a única vez em toda a infância de Robin que se sentia "seguro e feliz." 

Aos 5 anos, Robin tornou-se aquele que consolou a mãe depois que ela havia sofrido abuso nas mãos de seu marido. Ela se lembra de pensar em si mesma como um salvador. 

A religião se tornou um escape para Robin. Indo para os serviços da igreja com sua irmã mais velha tornou-se sua vida. Ela ansiava por Deus para vir e salvá-la do abuso verbal, emocional e físico diário que ela experimentou em casa. 

Robin sempre será assombrado pelo dia em que ela aprendeu como uma criança de sete anos de idade que seu pai tinha saído de casa para sempre. Ela se lembra de assalto fora de casa, olhando para o céu e gritando: "Por que Deus? Fora de todas as crianças do mundo, por que você escolheu isso aconteça com a minha família? "

Desesperada por amor

Robin estava agora no ensino médio. Seu pai era fisicamente ausente e sua mãe lutou com uma doença debilitante. Olhando para trás, desta vez, ela agora percebe que ela tinha um enorme vazio em seu coração e estava desesperada para que alguém - qualquer um - para amá-la. 

A professora de música reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que nunca teve. Ela se deliciava com sua atenção. Ela passou muitos momentos felizes com sua família, experimentar uma vida de amor e riso que era tão estranho para ela, mas tão refrescante e vivificante. Mas após a graduação, a relação desbotada e Robin sentiu-se traída por ele. Ela jurou nunca deixar que outro homem entrasse em seu coração novamente. 

Na faculdade, 19 anos de idade, Robin encontrou uma mulher que a convidou para uma reunião de oração carismática, onde ela experimentou um derramamento do amor de Deus e desejou se firmar na fé cristã. Robin cresceu perto de sua amiga recém-descoberta. Uma relação íntima desenvolvida. Ele rapidamente se tornou sexual. Durou sete meses e Robin foi devastada e com o coração partido quando ele terminou. 

Robin tentou fugir de seus problemas por mudar para uma escola bíblica. Ela estava enfurecido um dia para descobrir que seu ex-amiga tinha começado a namorar um homem. Ela procurou o conselho de um de seus professores do sexo feminino, apenas para encontrar-se uma estreita amizade que se tornou íntimo e sexual, em seguida, questão de meses. 

Ela se lembra de se tornar um "caso perdido total" durante esse tempo e concluiu que havia "algo terrivelmente errado comigo." Relacionamento homossexual feminino, eventualmente, chamou a atenção da administração da faculdade, que queria demitir o professor e destituir Robin mas permitiu eles para terminar o semestre. 

Robin e o professor viveram juntos por vários anos. Eles se tornaram parte de uma igreja onde as pessoas gays se reuniam. Eles decidiram no início para colocar um fim à sua atividade homossexual. Robin esperava seu relacionamento duraria para sempre. Mas isso não aconteceu. Robin acredita que sua luta com raiva, insegurança, possessividade e ciúmes, eventualmente, levou a mulher embora. 

"Olhando para a mãe que eu nunca tive"


 Beck à esquerda com o pai e a irmã

A vida de Robin continuou em uma espiral para baixo. Ela conheceu outra mulher na igreja gay que a convenceu que ela era realmente e verdadeiramente gay. Mas este não durou tanto. Mulher após a mulher, relacionamento após relacionamento, Robin procurou desesperadamente por um amor que duraria, por um amor que iria satisfazer o desejo do seu coração. 

Ela saltou de uma relação lésbica para outro, muitas vezes sobrepondo-los, certificando-se de que ela nunca teria que passar um momento em que ela estava sozinha e sem amor. 

Olhando para trás, Robin agora percebe que ela continuamente escolheu parceiros que, como ela, foram desafiados psicologicamente. "Eu tinha a esperança de encontrar um relacionamento estável, amoroso, carinho feminino para curar meu coração (em outras palavras, eu estava olhando para a mãe que eu nunca tive)", escreveu ela. 

Robin disse para LifeSiteNews que agora ela acredita que a "maioria das lésbicas que está almejando relacionamentos com outras mulheres têm uma deficiência em seu relacionamento com sua mãe."

"Eu sei que é verdade para mim. Eu não recebi o carinho que eu precisava da minha mãe. Eu tinha essa mágoa da minha mãe e eu tentei tê-lo curado, rodando para outras mulheres e pedindo-lhes para me dar o que a minha mãe não era capaz de fazer. " 

Robin estava agora com 46 anos e em sua décima primeira relação com uma mulher casada que teve filhos. "Eu deveria ter corrido para as montanhas, mas lamentável, de vontade fraca, tola me cedeu a minha carência emocional e se envolveu com ela", escreveu ela. 

Uma doença grave a mandou para o hospital por duas semanas. Parcialmente Ela recuperou a sua saúde apenas para descobrir que a mulher já tinha decidido deixar o relacionamento. 

"Foi um dos dias mais dolorosos e comoventes da minha vida", escreveu ela. 

O desgosto conferida Robin deu uma ocasião para examinar sua vida.

"Por mais doloroso que minha semana de aniversário foi, eu sou tão grato que foi horrível o suficiente para me acordar e me trazer para os meus sentidos (e joelhos). Afastei-me da vida gay e não ter por um segundo pensou em voltar ", escreveu ela. 

Robin começou a instrução na fé católica romana e foi recebido na Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela só comemorou cinco anos de que ela chamou de "andar em vitória." Ela acredita que este é um "enorme milagre."

"E o milagre é que nos últimos cinco anos, tenho sido OK em ser especial de Deus 'alguém'. Eu estive bem com todos os dias de acordar sozinho e acordar regozijando-se de eu ter um relacionamento correto com Deus agora. É apenas a sua maravilhosa graça que me sustenta estar sozinho. Esse é o milagre ", ela disse para LifeSiteNews.

Robin com 59 anos

Para qualquer um que perguntar, Robin diz que os últimos 5 anos de sua vida tem sido completamente uma surpresa.

"Você tem que acreditar quando eu lhe digo, eu nunca planejei nada disso. Fui pego de surpresa, pego de surpresa, ludibriado, e emboscado por misericórdia soberana. Sério, sem brincadeira! É a verdade" diz ela.

Traduzido do site: LIFE SITE NEWS


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A LISTA NEGRA DOS PRISIONEIROS DE CRISTO


Servir a Deus é sempre estar na contramão do sistema e da ordem "natural" das coisas. Se não encontra algum tipo de oposição cultural, moral se depara com perseguição política... sabemos que, em todos os aspectos e sentidos, a perseguição se origina no âmbito espiritual cujo o "deus deste século" se opõe aos verdadeiros filhos de Deus.

Privar da liberdade de ir e vir também é um método dos opositores aos líderes cristãos, tirar a referência dos fiéis é uma grande artimanha para minar a influência da Igreja onde o evangelho é hostilizado.

O Ministério A Voz dos Mártires têm uma lista "alerta de prisioneiros" onde registra os prisioneiros por motivo religioso. Claro que isso se trata de números oficiais, mas existe uma multidão de anônimos presos, torturados e mortos nos interiores de muitos países principalmente onde é muito controlado a circulação de jornalistas e meios de comunicação.

Vejam alguns que estão presos por amor ao evangelho:

Mohammed Hegazy  Mohammed Hegazy do Egito

Alireza Seyyedian Alireza Seyyedian do Irã

Farshid Fathi Farshid Fathi do Irã

Asia Bibi Asia Bibi do Paquistão

Umid Gojayev Umid Gojaiev no Turcomenistão

Tohar Haydarov Tohar Hayadarov no Uzbequistão

Yang Rongli  Yang Rongli na China

Behnam Irani Behnam Irani no Irã

Nguyen Van Ly Nguyen Van Ly do Vietnã

Kidane Weldou Kidane Weldou da Eritreia

Haile Nayzgi Haile Nayzgi da Eritreia

Alimujiang Yimiti Alimujiang Yimiti da China

Dr. Kiflu Gebremeskel Dr. Kiflu Gebremeskel da Eritreia

Imran Ghafur Imran Ghafur do Paquistão

Lacheng Ren Lacheng Ren da China

Wenxi Li Wenxi Li da China

Oremos para esses que arriscam suas vidas e liberdades em nome do Reino de Deus. Grande são os seus galardões não só por pregarem o evangelho, mas por não amarem suas próprias vidas ao enfrentarem as hostes políticas anticristãs para difundir a mensagem cristalina do evangelho.

Fonte: PA VOM


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

EX-HOMOSSEXUAL ''SABRINA'' - PODER DE DEUS SOBRE ROBERT


Após uma experiência sobrenatural que o aproximou da morte e de Deus. Ele deixou o estado feminino que vivia. Apesar de ter alcançado uma aparência invejável de mulher, o seu ser espiritual conseguiu ser mais vivo do que o de aparências. Nem mesmo a “troca de sexo” impediu o Deus Todo Poderoso de se apaixonar por esta alma e atraí-la para Ele.

Muitos passam pelo meu blog e página para dizer que somos uma vergonha, estamos promovendo o preconceito, somos loucos, idiotas e blá blá blá. No entanto, antes de escreverem aqui já estava escrito no Livro Eterno em 1 Coríntios 1.27: “Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias”. Ou seja, se você está confuso ai com tudo que vê por aqui, é porque certamente se acha o sabichão, o dono da verdade.

Hoje com sua identidade original, dada pelo Criador da Vida, Robert reconhece o perigo da juventude: “Na adolescência queremos apenas satisfazer o momento".

É assim... se Deus se apaixona por alguém, esse alguém não consegue resistir ao magnetismo do amor celestial. Somos sim bem loucos, bem doidões, pirados... por Deus!!!


Texto e imagem: O EX GAY [UM DIREITO!]

Assista o testemunho emocionante de Robert, antiga Sabrina que teve muitos relacionamentos, viajou a muitos lugares do mundo e até trocou de sexo! Nem mesmo isso impediu de Deus mudar a sua hstória!



EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 8 de novembro de 2014

CONFIRA OS MELHORES PREÇOS DAS ESCRAVAS CRISTÃS E YAZIDIS - CATÁLOGO DO ESTADO ISLÂMICO


Um documento emitido pelo Estado Islâmico mencionou os preços fixados para vender as mulheres e meninas cristãs e yazidis (etnia iraquiana) como escravas.

De acordo com o documento "Esse mercado tem se enfraquecido devido a guerra, e isso afetou negativa e significativamente o financiamento e receita do Mujahideen ISIS.

Também o grupo genocida muçulmano decidiu impôr controle de preços sobre a venda de mulheres e despojos, prometendo executar quem viola os controles, os preços são os seguinte:
  • Mulher (yazidi ou cristã) com idades entre 40 a 50 anos custa 50.000 dinares.
  • A taxa de uma yazidi ou cristã de 30 a 40 anos é de 75.000 dinares.
  • A taxa para uma de 20 a 30 anos está a 100.000 dinares.
  • Uma yazidi ou cristã com idade entre 10 a 20 anos custa 150.000 dinares.
  • O preço de uma yazidi ou cristã de 1 a 9 anos é de 200.000 dinares.

Eis o documento:


De acordo com o documento somente os turcos, sírios e árabes do Golfo estão autorizados a comprarem mais de três mulheres. Há tempos atrás muitos compradores eram na verdade autoridades disfarçados para usarem da compra para libertar o máximo de escravas.

Convido as ativistas feministas brasileiras que tiram suas roupas em passeatas, na frente de igrejas cristãs e na JMJ a fazerem o mesmo diante de uma mesquita contra o Estado Islâmico, pois esses sim, são os verdadeiros opressores de mulheres! Ou será que o lobby do feminismo não deixa devido a sua cumplicidade com o anticristianismo?

Fonte: AINA

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

DIFÍCIL ACHAR UM DESSES HOJE


O comunismo foi a pior maldição do século XX. O nazismo durou doze anos, o fascismo italiano vinte anos, e o comunismo soviético setenta e quatro anos. Estima-se que o líder soviético Joseph Stálin tenha matado três vezes mais pessoas do que Hitler, e a quantidade total de mortes do comunismo está estimada em mais de 150 milhões de pessoas. Os soviéticos escravizaram milhões de pessoas no leste europeu após a Segunda Guerra Mundial, roubaram segredos americanos para construir armas nucleares e instalaram milhares de mísseis nucleares apontados para os Estados Unidos, alguns até mesmo em Cuba – e os EUA não teriam como interceptar um único míssil, fora lançado intencional ou acidentalmente. Durante os anos 70, os soviéticos trabalharam na expansão de sua influência na Ásia, na África e nas Américas.

Enquanto isso, os Estados Unidos e outros países ocidentais pareciam estar em declínio. A inflação e as taxas de juros atingiam dois dígitos, e o desemprego permanecia alto. Os intelectuais rendiam-se à inevitabilidade da ascensão soviética e do declínio do Ocidente. John Kenneth Galbraith, professor de Economia, escreveu em The New Yorker (1984): “O sistema russo tem sucesso porque, em contraste com as economias industriais ocidentais, ele faz pleno uso do seu poderio humano”. Paul A. Samuelson afirmou em Economics, seu influente livro didático, que “não se pode duvidar do fato de que os sistemas de planejamento soviético têm sido um motor poderoso para o crescimento econômico”. O professor de Economia Lester Thurow saudou em 1989 “a notável performance da União Soviética”. E o historiador Arthur M. Schlesinger Jr. dizia o seguinte: “Aqueles nos EUA que pensam que a União Soviética esteja à beira de um colapso econômico e social... [estão] apenas enganando-se a si próprios”.

O Presidente Ronald Reagan provou que todos eles estavam errados. Ele fez muito para reviver os ânimos americanos e mudar os termos do debate sobre políticas públicas. Ele insistiu que o livre mercado funciona melhor que os burocratas, e que o individualismo americano e a liberdade são coisas de que se orgulhar. Em vez de incentivar o Federal Reserve [o Banco Central americano] a imprimir dinheiro, como seu predecessor Jimmy Carter, Reagan apoiou os esforços do FED para frear a oferta monetária; em dois anos, a inflação havia deixado de ser uma questão nacional. Reagan reduziu e fixou um teto para a alíquota do imposto de renda, incentivando um crescimento econômico que, com exceção dos nove meses de recessão nos dois anos após deixar o cargo, continuaram no milênio seguinte, e o desemprego crônico deixou de ser uma questão de interesse nacional. Reagan acabou com as agressões soviéticas em curso e intensificou as pressões sobre a União Soviética, contribuindo para seu atordoante colapso. Como disse a Primeira-Ministra da Grã-Bretanha Margaret Thatcher, “Ronald Reagan venceu a Guerra Fria sem disparar um tiro”.

Reagan despontou como grande defensor da paz. Apoiou o desenvolvimento de um sistema de defesa focado na interceptação de mísseis nucleares disparados contra os Estados Unidos, e se dispôs a compartilhar a tecnologia de sua Iniciativa de Defesa Estratégica, uma vez que se provasse eficaz, para que os riscos de uma guerra nuclear fossem reduzidos. Presidentes anteriores haviam buscado a estratégia SALT (Strategic Arms Limitation Talks) [“Diálogos para a limitação de armamentos estratégicos”] para reduzir o número de armas nucleares instaladas. Seu governo negociou o Tratado de Forças Nucleares Intermediárias, o primeiro a mencionar a eliminação de toda uma categoria de armas nucleares.

Muitos dos críticos de Reagan afirmaram que já que a economia soviética demonstrou estar em piores condições do que se imaginava, suas políticas tiveram pouca ou nenhuma influência no colapso. No passado, entretanto, regimes como o da China Imperial e o Império Otomano (“Homem doente da Europa”) se seguraram por décadas. Além do mais, os comunistas ainda dão as cartas em países miseravelmente pobres, como China, Cuba e Coréia do Norte.

O ex-Secretário de Estado Henry Kissinger observou, “A performance de Reagan foi surpreendente – e quase incompreensível para os observadores acadêmicos... Um presidente com uma base acadêmica altamente superficial iria desenvolver uma política externa de extraordinária relevância e coerência. Reagan pode muito bem ter tido apenas algumas idéias básicas, mas essas acabaram por tornar-se as questões centrais de política externa do seu tempo, o que demonstra que senso de direção e convicções fortes são ingredientes-chave para a liderança”.

O analista de políticas públicas Martin Anderson escreveu nos anos 80 que “quando você encontra Ronald Reagan, a primeira coisa que você nota é como ele é grande. Tem 15 centímetros a mais que a maioria das pessoas, pesa quase 90 quilos, é esguio e forte. Ainda guarda os movimentos e a aparência d o salva-vidas que foi por sete anos durante os anos 20, quando salvou 77 pessoas de afogar-se no Illinois Rock River.

Reagan tornou-se especialmente querido pelo público americano após sua recuperação da tentativa de assassinato sofrida do lado de fora do Washington Hilton Hotel em 30 de março de 1981. Uma bala disparada por John Hinckley Jr. Parou a menos de uma polegada do coração de Reagan, mas do hospital da George Washington University vieram gracejos cômicos que fizeram com que todos soubessem que ele ficaria bem.

“Nós estávamos especialmente conscientes da coragem de Ronald Reagan”, afirmou Thatcher. “Era fácil para seus contemporâneos ignorarem isso; ele sempre parecia tão calmo e relaxado, com um charme natural, uma confiança espontânea e um incansável bom humor ... Ronald Reagan apareceu para desafiar tudo o que a elite política de esquerda americana aceitava e pretendia difundir. Eles acreditavam que a América estava fadada ao declínio; ele acreditava que estava destinada a uma grandeza ainda maior. Eles imaginavam que cedo ou tarde haveria uma convergência entre o sistema ocidental e o sistema socialista oriental, e que algum tipo de resultado social democrático seria inevitável. Ele, em contraste, considerava o socialismo um grande fracasso que deveria ser relegado à lata de lixo da História. Eles pensavam que o problema da América eram os americanos, ainda que não gostassem de dizê-lo abertamente. Ele pensava que o problema da América era o governo americano, e deixou isso bem claro”.

Ronald Wilson Reagan nasceu em 6 de fevereiro de 1911, em um apartamento na sobreloja de um banco em Tampico, Illinois. Seu pai, John Edward Reagan, um vendedor de sapatos cujos antepassados haviam vindo da Irlanda, se tornou o bêbado da cidade. Nelle Wilson, a mãe de Ronald, cujos antepassados eram anglo-escoceses, irradiava otimismo.

Muito cedo, Reagan aproveitou oportunidades para aprender a falar em público, no rádio e a atuar. Durante a transmissão de um evento esportivo na Califórnia, conseguiu um contrato como ator com a Warner Brothers. Ele ascendeu de filmes B para participar de filmes como Knute Rockne – All-American , no qual interpretou o falecido herói do futebol americano George Gipp. Reagan foi eleito presidente da Screen Actors Guild [Sindicato de Atores de Cinema] por cinco vezes e aprendeu a ser um negociador duro com os grandes estúdios.

Após o seu divórcio de Jane Wyman, Reagan conheceu a atriz Nancy Davis, que compartilhava de muitas das suas idéias. Casaram-se em 4 de março de 1952, e tiveram dois filhos, Patricia Ann (1952) e Ronald Jr. (1958).

Durante os anos 1950, Reagan trabalhou como apresentador no General Eletric Theater, programa que foi ao ar durante oito anos na televisão. Ele deu palestras sobre os problemas do governo e os benefícios da livre-empresa nas instalações da GE em trinta e nove estados. Como viria a fazer por anos, escrevia seus discursos à mão em blocos de papel amarelo e depois os transcrevia para cartões de 10cm X 15cm, usando letras de fôrma e o seu próprio sistema de taquigrafia. Esta técnica lhe permitia captar o conteúdo de cada cartão em uma olhada e manter contato visual com a audiência.

Para ajudar Barry Goldwater, candidato Republicano à presidência, Reagan gravou um discurso de trinta minutos para a televisão que foi ao ar em 27 de outubro de 1964, e subsequentemente mostrado em eventos de arrecadação de fundos, gerando US$8 milhões para a campanha de Goldwater. Após a derrota de Goldwater para Lyndon Johnson, Reagan entrou na corrida pelo governo da Califórnia contra o então governador Democrata Pat Brown. Os comerciais de TV da campanha de Brown comparavam Reagan com o ator John Wilkes Booth, o assassino de Abraham Lincoln, mas Reagan venceu com 58% dos votos. Durante seu mandato, ele elevou impostos para cobrir os déficits deixados por Brown e, quando o orçamento do estado chegava a um superávit, devolvia dinheiro aos pagadores de impostos – o que aconteceu em quatro ocasiões.

Reagan ganhou a presidência em sua segunda tentativa, em 1980. O então presidente Jimmy Carter havia herdado uma inflação crescente e decidiu pressionar o FED para que expandisse a oferta monetária, o que tornou a inflação ainda pior. Quando ele impôs controles de preços para manter o preço da gasolina abaixo dos níveis do mercado, os resultados foram escassez crônica e filas irritantes nos postos de gasolinas. Carter foi duro com governos pró-Ocidente sobre violações de direitos humanos, mas ignorou a opressão muito pior dos regimes comunistas. Seu dúbio conselho ao Xá do Irã, um autocrata pró-Ocidente, contribuiu para a queda deste. Milícias islâmicas anti-ocidentais invadiram a embaixada americana em Teerã e mantiveram cinquenta e dois americanos reféns por um ano.

Reagan, em contraste, concentrou-se em algumas poucas prioridades. Acabou com as filas nos postos de combustível ao abolir os controles sobre os preços de petróleo e gasolina, já que o aumento de curto prazo nos preços atraiu novos fornecedores ao mercado, ao mesmo tempo em que encorajou os consumidores a economizarem. A maior questão era a inflação, que havia levado a taxa de juros para 21,5%, supostamente o nível mais alto desde a Guerra Civil. Reagan apoiou as políticas do presidente do FED Paul Volcker para frear a oferta monetária, e a inflação caiu dramaticamente. Ao mesmo tempo, Reagan estava determinado a reviver a economia. Sua reforma tributária de 1981 foi um projeto de três anos que reduzia o imposto de renda de pessoa física em 10% no primeiro ano, outros 10% no segundo, e 5% mais no terceiro ano. Na época, as alíquotas de impostos eram indexadas para que evitar que a inflação empurrasse as pessoas para categorias mais altas de impostos. A legislação tributária de 1986 de Reagan eliminou todas as alíquotas de imposto de renda federal exceto duas, 15% e 28%.

Reagan, entretanto, não cortou os gastos do governo federal. Os Democratas controlavam o Congresso, e Tip O’Neill, presidente da Câmara, rejeitou os cortes porque gastos federais são o modo primordial de retribuição a eleitores importantes e doadores de campanha. Em 1983, Reagan concordou em acabar com isenções fiscais no valor de US$98 bilhões se os Democratas aprovassem um corte de US$280 bilhões nos gastos, mas eles recusaram. A maioria dos Republicanos se opunha aos cortes de gastos, também, já que eles tinham de responder a seus próprios eleitores. Seria ideal se Reagan houvesse concentrado seus amplos poderes de persuasão nos cortes de gastos, mas não havia apoio político.

O crescimento e as agressões soviéticas permaneceram uma questão importante. “Como assunto fundamental da minha política externa”, Reagan explicou, “eu decidi que tínhamos que mandar aos russos uma mensagem o mais forte possível demonstrando que não iríamos mais ficar parados enquanto eles armavam e financiavam terroristas e subvertiam governos democráticos ... Se não houvéssemos começado a nos modernizar, os negociadores soviéticos saberiam que estávamos blefando sem um cartas boas, porque eles sabem as cartas que temos tanto quanto nós sabemos o que eles têm em mão”. Reagan fez um apelo moral ao povo americano: em um discurso em 8 de março de 1983, ele chamou a União Soviética de “um império do mal”, epíteto que ecoou por todo o mundo.

Reagan ignorou a doutrina predominante de destruição mútua assegurada (MAD) – de que a paz estaria melhor protegida com ambos os lados armados com mísseis nucleares mortais. A teoria dissuadiria um lançamento internacional de mísseis contanto que os dois lados acreditassem que não poderiam vencer uma guerra nuclear. Mas há indícios de que alguns generais soviéticos acreditavam que poderiam vencer uma guerra nuclear, e de qualquer maneira a MAD não protegia contra um lançamento acidental de mísseis nucleares. Apesar dos bilhões pagos em forma de tributos pelos americanos para a defesa nacional, eles estavam desamparados. Os soviéticos tinham 6 mil ogivas, e os EUA tinham outros 2 mil; quanto maior a quantidade de mísseis, maior era o risco de que oficiais mal-treinados ou despreparados pudessem lançar um míssil, sem chances de voltar atrás. Um míssil soviético poderia atingir Washington, DC, em cerca de trinta minutos. Neste sentido, Reagan buscou desenvolver um sistema de defesa que interceptaria mísseis lançados intencional ou acidentalmente.

Em 23 de março de 1983, fez um discurso em busca de apoio para o sua Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI). “Deixem-me compartilhar com vocês uma visão do futuro que ofereça esperança”, disse ele. “Voltemo-nos à força tecnológica que gerou a nossa grandiosa base industrial e tem nos dado a qualidade de vida de que desfrutamos hoje. (...) A tecnologia atual alcançou um nível tal de sofisticação que é razoável que iniciemos este esforço. Vai levar anos, provavelmente décadas de esforços em diversas frentes. Haverá fracassos e contratempos, assim como haverá sucessos e avanços. (...) Mas não é válido todo investimento necessário para livrar o mundo da ameaça de uma guerra nuclear?”.

A União Soviética condenou a proposta. O dirigente soviético Yuri Andropov, que havia chefiado a polícia secreta, chamou a SDI de “insana”. Muitos americanos não acreditaram na viabilidade do projeto e ridicularizaram-no como “Guerra nas Estrelas”. Quando alguns críticos avisaram que a SDI iria provocar os soviéticos a expandir seu próprio sistema de defesa antimísseis ou mesmo a lançar um primeiro ataque preventivo contra os Estados Unidos, Reagan se dispôs a compartilhar tecnologias de defesa antimísseis com os soviéticos.

Conforme o biógrafo Dinesh D’Souza explicou, “a SDI teve duas consequências políticas não antecipadas pelos críticos de Reagan. Ela destruiu a base do movimento de não-proliferação, pois Reagan se mostrou mais comprometido do que sua liderança em reduzir o perigo representado pelo arsenal nuclear soviético para os americanos. Reagan parecia ter encontrado uma maneira mais criativa para que os EUA se aproximassem unilateralmente da eliminação da ameaça nuclear. A SDI era o desarmamento por meio da tecnologia em vez da diplomacia. Além disso, para o completo espanto do establishment em defesa do controle de armas, o mero conceito de SDI realizou exatamente o que Reagan disse que faria: trouxe a União Soviética de volta à mesa de negociações”. Os soviéticos temiam que não pudessem acompanhar o desenvolvimento americano de um sistema de defesa antimísseis.

Os eventos mudaram de rumo em 31 de agosto de 1983, quando os soviéticos abateram um avião comercial sul-coreano que havia adentrado o espaço aéreo soviético. O número de mortos foi de 269, incluindo 61 americanos. Reagan condenou o incidente como “um ato de barbarismo”. Mikhail Gorbachev, atuando em lugar do Secretário Geral Andropov, afirmou que o avião sul-coreano era um avião espião, e a imprensa soviética comparou Reagan a Hitler. Reagan refletiu: “Se, como algumas pessoas especularam, os pilotos soviéticos simplesmente se enganaram, pensando que um avião de passageiros fosse um avião militar, não seria difícil imaginar um militar soviético com seu dedo próximo de um botão de ativação de uma bomba nuclear cometendo um erro ainda mais trágico. (...) Ainda, se alguém cometesse tal erro – ou se um louco estivesse em posse de um míssil nuclear – nós estaríamos indefesos. Uma vez que um míssil nuclear fosse lançado, não se poderia voltar atrás, e até que tivéssemos a Iniciativa de Defesa Estratégica operando, o mundo estaria indefeso contra mísseis nucleares”. Enquanto isso, Reagan pressionou pela instalação de mísseis Perishing II de médio-alcance e Tomahawk na Europa, e eles foram aceitos pela Grã-Bretanha, pela Itália e pela Alemanha Ocidental para contrabalancear os mísseis soviéticos SS-20 apontados para cidades da Europa Ocidental.

Reagan jurou ajudar pessoas dispostas a resistir à União Soviética – democratas na Polônia e Tchecoslováquia, fundamentalistas islâmicos no Afeganistão, autocratas tribais em Angola, direitistas na Nicarágua. Alguns destes não eram verdadeiramente amigos da liberdade, mas a estratégia de Reagan inegavelmente pressionou os soviéticos, fazendo com que eles abandonassem posições conquistadas nos anos 1970. O sucesso mais dramático veio após Reagan ter fornecido mísseis antiaéreos Stinger às guerrilhas afegãs. Conforme o ex-Secretário de Estado George P. Schultz explicou, “Os Stingers, mesmo quando divididos com cuidado, fizeram uma diferença enorme, quiçá decisiva. Os soviéticos não mais dominavam áreas usando helicópteros ou por meio dos bombardeios precisos de aviões de vôo baixo. Bombardeiros de alto nível não funcionavam contra as forças dos guerreiros da liberdade afegães, móveis e dispersas”. Os soviéticos saíram do Afeganistão em 1989. O Vietnã saiu do Camboja em 1990. Naquele ano, os sandinistas, apoiados pelos soviéticos, concordaram em realizar eleições na Nicarágua, e perderam. As forças cubanas deixaram Angola em 1991.

O único equívoco sério da administração Reagan em política externa foi o escândalo Irã-contra – a venda de US$30 milhões em armamentos ao Irã para garantir a libertação dos reféns americanos mantidos por terroristas pró-Irã no Líbano, violando uma política de longa data contrária ao pagamento de resgate por reféns. Os ganhos deste negócio foram canalizados aos contras que lutavam contra o regime comunista na Nicarágua, e que haviam recebido vários bilhões de dólares em armamentos soviéticos. A ajuda aos contras violou a Emenda Boland de 1984, um esforço do Congresso dominado pelos Democratas para restringir a política externa de Reagan. O promotor independente Lawrence E. Walsh não encontrou evidências de que Reagan houvesse violado a lei, e as condenações de pessoas envolvidas foram reformadas, mas o governo havia posto em risco prudentes impedimentos constitucionais.

O sucessor de Andropov, Konstantin Chernenko, morreu em março de 1985, e os figurões soviéticos aparentemente perceberam que necessitavam de alguém que fosse melhor em lidar com Reagan. Escolheram Mikhail Gorbachev, de cinquenta e quatro anos. O biógrafo Lou Cannon creditou melhores habilidades analíticas a Gorbachev que a Reagan, ainda que ele pensasse que o principal problema no comunismo fosse a corrupção e não a coerção. Ele pensava que o problema central fosse o alcoolismo generalizado. Ele aumentou os gastos governamentais em maquinário e indústria pesada, como Stalin havia feito, mas isso agravou a escassez de bens de consumo. Então ele lançou sua reforma chamada perestroika, mas, como o historiador Martin Malia explicou em The Soviet Tragedy “A tragédia soviética”, “não havia mercado nacional, preços reais ou agricultura livre; ademais, 90% da economia permaneceu nacionalizada e diretamente gerenciada por órgãos estatais sob a supervisão do Partido”. Gorbachev cobriu déficits orçamentários imprimindo dinheiro, o que levou à inflação incontrolável. Ele lamentou que “a ciência econômica ainda não tenha oferecido um plano detalhado de como realizar a transição para uma economia dinâmica e altamente eficiente”. Gorbachev parecia ignorar a existência de A riqueza das nações, de Adam Smith, que havia oferecido justamente este plano dois séculos antes. Ele era igualmente ignorante da vasta literatura que documentava que pessoas livres são muito mais produtivas do que burocratas.

Reagan encontrou Gorbachev em sua cúpula em Genebra, em novembro de 1985. Gorbachev defendeu a agressão soviética ao Afeganistão, mas Reagan, que havia visto fotos de crianças afegãs mutiladas pelos bombardeios soviéticos, condenou a agressão. Gorbachev afirmou que a SDI tornaria a guerra mais provável. Reagan atacou a doutrina MAD, que dizia que a esperança de paz era ter as superpotências apontando mísseis uma para a outra. Gorbachev concordou em visitar a América, e Reagan concordou em visitar a União Soviética. O jornalista Robert G. Kaiser noticiou que Gorbachev e seu ministro de relações exteriores, Eduard Shevardnadze, de certa maneira “decidiram que Reagan não era terrivelmente inteligente ou versado sobre assuntos específicos – eles poderiam lidar com ele”.

Então, conforme o jornalista Peter Sweizer noticiou, os assessores de Reagan encorajaram a Arábia Saudita a aumentar sua produção diária de petróleo, e eles o fizeram – de 2 milhões de barris para 9 milhões. Os preços do petróleo cru mergulharam de trinta dólares por barril para doze dólares em meados de 1986. Isto foi catastrófico para a União Soviética, já que 80% de seus ganhos em moeda forte vinham do petróleo. O dinheiro era desesperadoramente necessário para comprar comida e tecnologia. Os sauditas estavam produzindo tanto petróleo que lucravam mais do que antes, mas outros produtores de petróleo, como Irã, Iraque e Líbia foram severamente pressionados, tendo de cortar suas compras de armamentos soviéticos, uma grande fonte de renda para a União Soviética.

A explosão na usina Nuclear de Chernobyl, Ucrânia, em abril de 1986, deu razões para que pessoas por todo o mundo desconfiassem de Gorbachev. Embora tenha propagandeado a glasnost – um grau limitado de abertura – , ele escondeu a verdade. Quando os europeus ocidentais detectaram uma nuvem radioativa vinda da União Soviética, Gorbachev bloqueou informações. Sessenta e sete horas após a explosão, os soviéticos emitiram uma nota. Uma nuvem radioativa chegou ao Japão em 3 de maio. Então, em 14 de maio, em meio a imensas críticas, Gorbachev vociferou contra uma “campanha de irrestrita propaganda anti-soviética”.

Em outubro de 1986, Reagan e Gorbachev realizaram um encontro em Reykjavik, Islândia. Após os dois homens oferecerem dramáticas reduções armamentistas, Gorbachev exigiu que Reagan abandonasse a SDI, e Reagan deixou o diálogo. A imprensa americana condenou-o por recusar-se a negociar, mas Reagan insistiu. “Não havia como eu pudesse dizer ao nosso povo que o seu governo não o protegeria de uma destruição nuclear”. Os soviéticos ficaram chocados.

Gorbachev desistiu de tentar impedir a SDI. Em dezembro de 1987, foi a Washington e assinou o Tratado de Forças Nucleares Intermediárias, que estabelecia que os dois países deveriam destruir os mísseis nucleares de alcance intermediário. Os soviéticos concordaram em destruir quatro vezes mais armas nucleares do que os Estados Unidos. Reagan citou um provérbio russo: Dovorey no provorey – “confie, mas verifique”.

Reagan manteve a pressão. Seu momento mais dramático ocorreu em Berlim. O governo comunista da Alemanha Oriental havia começado a construir o Muro de Berlim em um domingo, 13 de agosto de 1961, para impedir que as pessoas fugissem do comunismo. Muitos alemães orientais foram baleados tentando quebrar o muro, cavando túneis por baixo dele ou voando por cima. Em junho de 1987, Reagan fez um discurso no Muro de Berlim perto do Portão de Brandemburgo. Disse: “Secretário Geral Gorbachev, se você quer a paz, se você quer prosperidade para a União Soviética e para a Europa Oriental, se você quer liberalização: venha a este portão! Senhor Gorbachev, abra este portão! Senhor Gorbachev, derrube este muro!”. Posteriormente, viajou a Moscou para mais conversas com Gorbachev. Em 31 de maio de 1988, disse aos estudantes da Universidade Estatal de Moscou: “A chave é a liberdade – liberdade de pensamento, liberdade de informação, liberdade de comunicação. ... Povos não fazem guerras; governos fazem. E nenhuma mãe jamais vai estar disposta a sacrificar seus filhos por ganhos territoriais, por vantagem econômica, por ideologia. Um povo livre para escolher sempre escolherá a paz”. Dusko Doder e Louise Branson, biógrafos de Gorbachev, noticiaram que os discursos de Reagan aos estudantes russos “foram talvez suas performances mais espetaculares e tocaram profundamente a psique russa. (...) Os russos amaram-no”.

Gorbachev anunciou em 7 de dezembro de 1988 que a União Soviética, em sérios apertos financeiros, iria reduzir suas forças armadas em 10 mil tanques e 500 mil soldados, e indicou que não tentaria semear regimes comunistas em nenhum outro lugar. Em 9 de novembro de 1989, a Alemanha Oriental começou a derrubar o Muro de Berlim, um evento eletrizante que inspirou revoluções de sucesso contra os odiados opressores comunistas por toda a Europa Oriental.

Gorbachev, entretanto, continuou defendendo o monopólio político do Partido Comunista. Insistiu em manter o Plano Quinquenal, e não gostou da idéia de uma eleição presidencial, já que ele perderia, e então rejeitou as demandas russas por soberania. Mas em 25 de dezembro de 1991 a bandeira soviética foi abaixada no Kremlin, e a URSS deixou de existir. Incrivelmente, a revista Time escolheu Gorbachev como o Homem do Ano, e ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz, embora Reagan tenha prevalecido.

“O que ocorreu”, escreveu Martin Malia, “foi uma revolução de consciência, e não apenas no ex-bloco soviético, mas por todo o mundo. De repente havia um consenso geral de que o mercado, a propriedade privada e a democracia formavam um todo orgânico; que não se podia ter Estado de direito, direitos humanos, governo constitucional e pluralismo político sem uma ‘base’ material para a sociedade civil na propriedade pessoal e na liberdade de escolha econômica” – tudo o que Reagan havia defendido.

Ronald e Nancy foram celebrados por milhares quando fizeram um tour triunfal pela Europa Oriental: visitaram o que havia sobrado do Muro de Berlim e trabalharam nele com um formão. Ele discursou no parlamento polonês em Varsóvia e para estivadores poloneses em Gdansk, e foi saudado entusiasticamente em Moscou.

Ironicamente, a SDI caiu nas preferências assim que grupos de interesse relacionados à defesa batalharam por verbas do Congresso. O presidente Bill Clinton presumiu que o colapso do império soviético significava que a SDI não era mais necessária, embora alguma pesquisa continuasse em menor escala, conhecida como National Missile Defense [“Defesa Nacional contra Mísseis”]. Mas o General Lee Butler, do Comando Aéreo Estratégico, avisou: “O comando russo e o sistema de aviso de aproximação de mísseis estão em estado de declínio. ... Eles estão têm alarmes falsos de maneira rotineira, e eu estremeço ao pensar sobre a moral e a disciplina de suas forças encarregadas de foguetes”. Em janeiro de 1995, por exemplo, oficiais militares russos estiveram perto de lançar um ataque nuclear contra os Estados Unidos por pensarem que um míssil americano estaria vindo em sua direção; descobriu-se que era um foguete norueguês lançando um satélite meteorológico. Além disso, muitas bombas russas foram supostamente vendidas para países que não acatam as leis internacionais. Acredita-se que cerca de vinte países possuam mísseis de alcance intercontinental. Há uma crescente preocupação em relação à Coréia do Norte e à China, especialmente após comunistas chineses terem roubado segredos militares dos EUA; em 1999 o Congresso votou pelo avanço no desenvolvimento de um sistema de defesa anti-míssil.

Assim, a experiência ressaltou a sabedoria de Reagan. Ele demonstrou a visão e a coragem para ajudar a fazer deste um mundo mais livre e pacífico.

Extraído do INSTITUTO ORDEM LIVRE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS