quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A PSICOSE COLETIVA DO RACISMO NOS EUA


Tudo o que você sabe sobre Michael Brown é uma mentira. A mídia, os políticos, os racialistas - todos eles lhe contaram a história do jovem inocente, do adolescente negro e desarmado, do "Gigante Gentil" assassinado a sangue frio por um policial branco cruel que representa o poder instalado do mal.

Al Sharpton, que é sempre o primeiro a aparecer em cena quando uma pessoa negra é morta por um branco - ou, no caso de "São Trayvon" [Martin] do "Abençoado Agasalho" com capuz, um hispânico branco descreveu Brown como um "Gigante Gentil", também.

Lá no Daily Kos, um escritor descreveu "São Michael" como um "cara grande que a família chamou de seu 'Gigante Gentil'... criado para ser um jogador de futebol - direto da central de elenco - mas Mike era tímido demais para o esporte. De acordo com amigos e familiares, ele nunca tinha participado de uma briga na vida."

CNN, The Daily Mail - todos eles o chamavam de "Gigante Gentil". E o homem que privou o mundo deste "Gigante Gentil" foi, é claro, o policial Darren Wilson.

Originalmente, foi-nos dito que Wilson atirou em Brown pelas costas, depois de parar o "Gigante Gentil" por andar no meio da rua - um comportamento que o presidente Obama viria a chamar de "andar como negro".

Supostamente, Wilson puxou o gigante de 1,98m e 131kg através da janela do motorista, mas Brown escapou e fugiu deste louco emissário de brutalidade policial. Wilson então supostamente atirou em Brown por trás enquanto ele fugia, ao que Brown virou-se, levantou as mãos em sinal universal de rendição, e pereceu numa saraivada de balas.

Aqui está a realidade: Tudo isso foi uma mentira.

A primeira rachadura no mito de "São Michael, 'Gigante Gentil'', veio na forma de um vídeo de segurança, gravado poucos minutos antes do confronto fatal com o policial Wilson (vídeo no fim do texto). 

De acordo com os relatos policiais, o "Gigante Gentil", que nunca tinha participado de uma briga e foi muito tímido para jogar futebol, segurou um pequeno atendente e empurrou-o contra um estante de produtos. Ele também roubou uma caixa de Swisher Sweets, que são charutos baratos.

A rachadura seguinte na história de "São Michael": O New York Times relatou que Michael Brown "não era um anjo". O relatório explicou que ele "se envolveu em drogas e álcool" - o que, presumivelmente, era o motivo para ele roubar uma caixa barata de Swisher Sweets da loja de conveniência, uma vez que esses charutos são rotineiramente usados para fumar maconha.

Na verdade, o organismo de Brown estava repleto de THC durante o incidente com o policial Wilson, revelou a autópsia.

A reportagem do New York Times também explicou que Brown havia "dado uma de rapper nos últimos meses, produzindo letras que eram contemplativas e vulgares." Aqui está uma amostra da música de "São Michael, selecionada pelo Gateway Pundit: "Minha parte favorita é quando esse corpo atinge o chão, eu me encharco deles como se estivesse torcendo uma esponja. Menospreze-me ou eu atiro em sua língua."

As palavras do "bem-aventurado santo". A mídia e os políticos chiaram histericamente quando essas informações começaram a manchar o altar iluminado que haviam construído para "São Michael" - só porque "São Michael" havia assaltado uma loja de conveniência, usado drogas, e editado alguns vídeos vis de rap não significa que ele mereceria ser fuzilado! O que, claro, era verdade.

Mas o resto do conto mítico do martírio de São Michael começou a cair aos pedaços, também. A versão do policial Wilson da história começou a ser divulgada em fogo lento: Após para Brown, disse Wilson, ele tentou sair de seu carro, Brown fechou a porta em cima dele, em seguida projetou a si próprio através da janela do motorista. Ele tentou pegar a arma de Wilson, ao que Wilson disparou a arma no veículo.

Brown correu. Wilson perseguiu. Brown então se virou e correu em direção a Wilson, ao que Wilson deu-lhe vários tiros. De acordo com o Washington Post, "mais do que meia-dúzia de testemunhas negras anônimas deram testemunho... que corrobora o relato de Wilson dos acontecimentos. A análise dos respingos de sangue, cápsulas e testes de balística também corroboram o relato de Wilson do tiroteio, disseram as fontes do Post."

Agora, um novo relatório da autópsia revelado pelo St. Louis Post-Dispatch - o mesmo jornal que originalmente chamou Brown de "Gigante Gentil" - mostrou que o corpo de Brown tinha uma "ferida de arranhadura" em seu polegar; a ferida continha matéria "consistente com os produtos que são descarregados a partir do cano de uma arma de fogo." Isso só pode acontecer de perto - tão perto, de fato, que não havia pontilhado algum: O padrão de pólvora que não vai aparecer a uma distância de uma polegada do cano da arma.

Em outras palavras, como disse a legista de San Francisco doutora Judy Melinek, "esse cara estava tentando alcançar a arma" a autópsia sustenta a briga no carro também - a pele de Brown foi encontrada no exterior do veículo. A CNN relata que o sangue de Michael Brown foi encontrado no uniforme, no carro de polícia e na arma de Wilson. A autópsia ainda mostra que Brown não foi atingido com as mãos para cima.

De acordo com o relatório da autópsia, o ferimento de bala no "braço direito superior dorsal" de "São Michael" demonstrou que a direção do tiro foi "ligeiramente para cima, para trás e para a esquerda". Isso significa, de acordo com Melinek, que o tiro "viajou da parte de trás do braço para o interior do braço, o que significa que as palmas das mãos de Brown não deveriam estar viradas para Wilson". 

A raiva continua, é claro, porque os fatos não importam quando mitos já criaram raízes. 

Benjamim Crump, o advogado da família Brown - ele também foi o advogado de Martin - disse que a "a família e os apoiadores não serão persuadidos pelas declarações do relatório de autópsia ou das testemunhas", de acordo com Washington Post. E, claro, os políticos locais prometeram que a prova não vai mudar coisa alguma.

Enquanto isso, os discípulos de Michael Brown prestam homenagem ao seu "Gigantismo Gentil" lutando para ver como capitalizar em cima de seu suposto martírio. A mãe de Michael Brown, Lesley McSpadden, supostamente entrou em uma briga com a avó e um primo quando ela os encontrou vendendo produtos Michael Brown. A briga terminou, aparentemente, com uma outra pessoa não identificada batendo no rosto do primo de Brown com um tubo ou uma vara, resultando em sua internação hospitalar. O suspeito então roubou uma caixa da cena cerca de  1.400 dólares.

Mas não importa - o legado de Michael Brown, o "Gigante Gentil", vai continuar. Outro mártir se juntou ao Testemunho Racial. Outra falsa marca negra nas forças policiais brancas racistas por toda a parte. E a construção agressiva da esquerda do mito de "São Michael" "Gigante Gentil" garante que mais jovens negros verão a polícia como inimigo, que os confrontos vão se multiplicar, e que a esquerda vai ter muitas outras oportunidades futuras para acrescentar ao seu cânone perverso. 


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


Fonte: BEN SHAPIRO

1. CHE GUEVARA, O RACISTA
2. OS PAÍSES MUÇULMANOS SÃO OS MAIS RACISTAS DO MUNDO
3. UMA FORMA MAIS EFICAZ DE GENOCÍDIO
4. CARACTERÍSTICAS SOCIAIS DE UMA NAÇÃO COM VALORES CRISTÃOS
5. CUBA ANTES DA REVOLUÇÃO COMUNISTA

Nenhum comentário:

Postar um comentário