quinta-feira, 2 de outubro de 2014

INTRODUÇÃO A JIHAD




Apesar de ser antiquíssima o fenômeno histórico-militar chamado 'Jihad' - que é conhecido por guerra santa (apesar de não ser esse o significado) -, tem se conhecido e amplamente divulgado no Ocidente nesses últimos tempos devido à grande visibilidade do Islã em todo o planeta e a sua vertente mais radical que são os extremistas que fazem do terror e subversão um instrumento para mudança de regimes políticos.

No entanto a jihad contemporânea está muito diferente do que aquilo que podemos descrever a séculos atrás quando por exemplo, nas cruzadas, a Europa que estava sendo invadida pelos muçulmanos e era necessário uma força militar para impedir a tomada do velho continente. Isto foi uma causa necessária e justa, caso contrário, o Ocidente hoje estaria sob um regime tirânico; ou então a guerra entre as próprias facções muçulmanas como entre os Abássidas e os Omíadas em 750 d.C. 

Atualmente, o neojihadismo não passa de um sincretismo entre criminalidade como pretexto religioso; de fato, os cérebros desses movimentos são califas e sheiks ideologicamente intencionados, mas nada tem de motivação religiosa ou "defesa da fé muçulmana" como eles alegam. Um exemplo e prova disso são os casos de estupro, canibalismo, torturas e até pedofilia  praticados pelo radicais (ver caso de pedofilia aqui, canibalismo muçulmano)– coisas rechaçadas pelo próprio Islã verdadeiro.

Considerando o aspecto ideológico/revolucionário do atual Jihadismo há de se compreender que: Toda transformação de sociedade em curto prazo sempre haverá carnificina. É isso que a ideologia faz... colocado em prática, vira genocídio.

Lavagem cerebral em nome de Alá

Uma coisa nova também é o uso da propaganda ou “evangelização muçulmana” que está ganhando adeptos no Ocidente. São aos milhares os europeus que estão sendo recrutados para combater na Síria e Iraque para o Estado Islâmico; a maioria deles eram cristãos na infância, mas sendo convertidos ao Islã acabam se convencendo que precisam lutar pela causa de Alá. Os propagadores da jihad na Europa usam de artimanhas para conquistar os jovens; o melhor exemplo é o caso do jovem brasileiro que se tornou jihadista do EI (Brian) cuja a desilusão de não ter se tornado jogador de futebol foi a lacuna emocional que a fé maometana preencheu.

                                                    Brian em pé a direita em um combate

O interessante é que a totalidade dos europeus são jovens; será sempre esse o nicho de combatentes por serem os mais suscetíveis a novidades e absorção dos sentimentos de revolta; coisa semelhante é usado no comunismo/socialismo onde a ideologia é inculcado se alastrando como moda entre os jovens – normalmente por não conhecerem História – e acabam se tornando militantes de esquerda. Essa estratégia foi formulado justamente pelo ditador comunista Vladimir Lênin: De usar “idiotas úteis”- (simpatizantes ocidentais que olhavam com bons olhos a Revolução Soviética mesmo cometendo genocídio); são pessoas que não compreendem a estrutura do movimento e lutam sem saber a causa ou objetivo pensando estar fazendo um bem pra sociedade. Normalmente os idiotas úteis são tão prejudicados quanto os cidadãos normais. Por isso é verídico a frase de Olavo de Carvalho que diz “Ideologia é a prostituição da inteligência”.

Agenda global

É inegável que o islamismo é a religião do momento na Europa e em boa parte do caldo cultural americano. Leis são reformuladas por haver muitos muçulmanos como cidadãos, portanto, com direitos. Em todas as importantes capitais do planeta têm mesquitas; se trata mesmo de uma religião universal! Devido a boa organização do Islã nos conceitos de sociedade e comunidade pode se especular uma certa ocupação propositada de espaço nos lugares importantes do mundo promovendo assim o desejo missionário de "espalhar o nome Alá por toda a Terra". Uma das possíveis provas disso é o silêncio dos muçulmanos ocidentais diante do genocídio cristão que está havendo, sua omissão em criticar a Al Qaeda, Talibã e Boko Haram (só passaram a criticar o Estado Islâmico porque eles genocidam outros muçulmanos e porque a grande mídia ocidental está caindo em peso o que os obrigam a tomar posições mais firmes).

As atividades dos ideólogos muçulmanos são bem orquestrados e difundidos a ponto de observadores pensarem esse ser um fenômeno natural; mas não! Existe grupos de inteligência com estratégias que podem ter variações dependendo o local e da situação... até mesmo de infiltrações! Veja o interessante caso do patrocínio estudantil de Obama por um SAUDITA, leis islâmicas vigorando no Ocidente e o mais cômico de todos Jean Wyllys (gay) apoia ensino de islamismo nas escolas brasileiras.

A jihad é universal, complexa e de diferentes ações: bélica e genocida no Oriente Médio, econômica e legislativo na União Europeia assim como, pacífico e por ocupação habitacional na América.
Seus inimigos

Todos sabem quais são os inimigos do islã radical e ideológico: Israel, Estados Unidos e o Cristianismo. O primeiro é ódio étnico, o segundo é político e o terceiro é religioso. As vezes é miscigenado esse ódio pelas associações como o fato de EUA ser aliado de Israel, ou pelo de haver muitos judeus americanos ou então por acharem que o cristianismo é usado como pretexto de infiltração nos países de maioria muçulmana.

São várias as teorias da conspiração para promover uma jihad, usa-se até mesmo um certo Sionismo (movimento nacionalista judaico) que para a maioria deles é composta de judeus que desejam dominar o mundo! Isso é uma teoria falaciosa pois o que mais vemos é um mundo pró palestino e anti Israel, judeus retornando em massa à sua terra e todo o Oriente Médio e Norte da África apontando seus canhões para a única democracia do Oriente Médio.

Quanto ao ódio para com os americanos o motivo é o mesmo dos comunistas: O blá, blá, blá do “imperialismo”. Os russos, chineses, norte coreanos, cubanos e o Foro de São Paulo estão nessa também.

Quanto ao cristianismo é fato que a punição para o "povo do livro" como eles chamam, é a decapitação sem piedade.

                                                    padre francês François Murad decapitado
           
 Sem generalizações

Muitos, ao ler esse texto, pode interpretar radicalmente o que é o Islã e achar que todos são anticristãos, antijudaico, antiamericano que gosta de ver bombas explodindo e cabeças sendo cortadas. Há uma farta historicidade de convivência pacífica entre cristãos e muçulmanos a longo tempo; mesmo hoje em lugares como o Líbano, Síria e Egito as duas fés dividiam o mesmo espaço sem conflitos.

Nem todo muçulmano é terrorista ou apoia as atrocidades que o Estado Islâmico está fazendo. Mas o que é necessário cobrar mais da comunidade islâmica mundial é veementes repúdios oficiais aos atos de terror e ao holocausto cristão que os que se dizem "servos de Alá" estão cometendo.


Assista o caloroso discurso do senador republicano Rand Paul sobre a perseguição cristã no mundo (Legendado)

Isso que estão chamando de Jihad não é a defesa da fé muçulmana; é sim, matança de cristãos e opositores sob o manto da religião - da mesma forma que o nazismo matava judeus sob o manto esotérico da raça ariana.


Veja o vídeo de Silas Malafaia falando verdades do caráter de Dilma Roussef e seu apoio aos jihadistas do Estado Islâmico.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

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