sábado, 20 de setembro de 2014

55 CRISTÃOS (ENTRE ELES UM MENINO DE 12 ANOS!) SÃO ACUSADOS DE BLASFÊMIAS POR ISLAMITAS NO PAQUISTÃO


Uma característica de países onde não vigora a democracia é de sempre nos direitos ao seu grupo partidário ou comunidade em detrimento do bem comum; o outro aspecto é de reprimir grupos minoritários através de atos aparentemente legais. Usam da lei até de modo tendencioso e mentiroso.

No Paquistão está vigente a Lei de Blasfêmia que pune e executa a morte pessoas que opinam e proferem palavras que supostamente injuriam o profeta Maomé e o livro sagrado dos muçulmanos. O enorme problema é que quase na totalidade dos casos as denúncias sempre são fomentado em brigas do cotidiano por parte dos desafetos aos cristãos e a polícia acata sem provas evidentes.

Quando existe uma vigilância de pensamento, principalmente como instrumento político-religioso, as emoções dos cidadãos falam muito alto - principalmente dos histéricos e militantes. Como é normal em toda a religião haver ultraconservadores, são justamente esses que são aparelhados politicamente para agir em intolerância contra as minorias discordantes.

O caso da vez se deu com 55 cristãos de Punjab, região paquistanesa. Esses cristãos foram acusados de "blasfêmia" depois de muitas intrigas na questão do espaço de um cemitério que eles queriam usar para a sua comunidade. Entre esses cristãos há um menino de 12 anos.

Segundo esses cristãos, eles têm o apoio de um latifundiário muçulmano simpático e esse cemitério era sua propriedade. A polícia aceitou a acusação e prendeu 14 dos 55 cristãos, entre eles, o rapazinho de 12 anos. 

Seus irmãos de fé que levam alimentos para os presos alegam que suas famílias estão com medo de sair das suas casas por conta de ataques que já receberam e da grande convulsão muçulmana contra os cristãos locais. 


Fonte: RELEASE INTERNATIONAL

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


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