quarta-feira, 16 de julho de 2014

A MALDADE INTERNACIONAL ANTIJUDAICA


Com absoluta certeza, a unanimidade nas opiniões é que não haja guerra, não haja inocentes mortos e que acabe todos os conflitos. É necessário estar sempre atento para não cometer injustiças diante dos acontecimentos na guerra entre Israel e Hamas (não Israel e Palestina como sugere muitos).

Atrelado a essa guerra existe outra, a das informações. Há um verdadeiro terrorismo intelectual no Brasil que, de forma sistemática e contínuo, são suprimidas muitas informações na estrutura dos fatos, exemplo: Poucos sabem que Hillary Clinton negou reforço militar para proteger o diplomata americano em Benghazi antes de ser assassinado - ler aqui. Não só nesse, mas na maioria das informações e notícias internacionais é visado não o decorrer dos fatos o alinhamento ideológico delas.

Considerando o bem controlado fluxo de informações e opiniões articuladas na grande mídia brasileira, não é de se espantar que a maioria dos bem intencionados telespectadores ficam odiosamente contra a ofensiva do Estado de Israel e as muitas imagens de civis atingidos pelo Ataque do Exército de Israel. 

Porém o estupro da inteligência acontece quando invés de chamar radicais jihadistas chamam o Hamas de "movimento palestino", a dificuldade de mencionar que o Hamas deseja varrer Israel do mapa, que eles usam os civis como escudo humano quando efetuam seus ataques e que todo o mundo árabe-muçulmano condena o contra-ataque de Israel. Quer dizer que o Hamas pode tranquilamente lançar foguetes e Israel não pode se defender? 


Por que será que  quase nenhum meio de comunicação brasileiro diz que o exército de Israel avisa os palestino antes do ataque para que não sejam atingidos? Que os palestinos podem entrar em muitos lugares de Israel, mas nenhum israelense pode entrar na Palestina? Que todo o muçulmano é declaradamente anti-Israel - o único lugar democrático do Oriente Médio? Que o Hamas é bucha de canhão do mundo islâmico para atacar abertamente a Israel?

"O porta-voz do Reino Hashemita da Jordânia pediu uma parada imediata na “agressão bárbara” de Israel.
A República Islâmica do Irã, responsável em grande parte pelo financiamento, treinamento e armamento do Hamas e outras organizações islâmicas, pediu ao Ocidente que condene a “agressão selvagem” dos sionistas “contra o povo inocente e indefeso da Palestina.”
O presidente Barack Obama igualou ambos os lados ao exortá-los “a não agir na base da vingança.”
Enquanto isso, a Liga Árabe quer que o Conselho de Segurança da ONU convoque uma reunião por causa da resposta de Israel aos foguetes que estão mirando seus grandes centros populacionais.
Mas muitos israelenses e seus amigos no mundo inteiro estão perguntando: Como é que o mundo pode condenar um país por proteger seu povo? Mas é exatamente isso que Israel enfrenta toda vez que é forçado a agir contra os que buscam sua destruição.
Não parece importar quantas vezes Israel explique, mesmo que muito bem, sua posição, nem importa se Israel tenta evitar danos colaterais enquanto está destruindo fábricas de munições, depósitos de armas, locais de lançamentos de foguetes e túneis de contrabando de armas na Faixa de Gaza.
Os líderes israelenses prometeram que a operação em Gaza se expandirá e continuará até que o ataque de foguetes cesse e a tranquilidade volte.
“O Hamas pagará um preço pesado por disparar foguetes contra os cidadãos israelenses,” o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse depois de se reunir com o ministro da Defesa Moshe Ya’alon, o tenente geral Benny Gantz, chefe do Estado-maior das Forças de Defesa de Israel, e o general-de-divisão Sami Turgeman, chefe do comando do Sul.
“A segurança dos cidadãos de Israel é prioridade absoluta. Nosso exército é forte, a frente interna é firme e nossa nação é unida,” Netanyahu disse.
“O Hamas escolheu o aumento da violência,” Gantz disse. “A outra organização se uniu a ele e nós usaremos todo o poder que temos, em graus variados, para garantir o que consideramos vitória. Cobraremos o preço total [do Hamas] pelo erro estratégico que fez.”
Ya’alon também disse que o Hamas pagaria “um preço muito pesado” e a campanha terminaria “numa questão de dias.”
“Estamos destruindo as armas [das organizações terroristas], a infraestrutura terrorista, os sistemas de comando e controle, as instituições, os prédios governamentais, as casas dos terroristas,” Ya’alon disse. “ E estamos matando terroristas no alto comando da organização,” se referindo aos ataques aéreos precisos que eliminaram um terrorista de alto nível do Hamas na quarta-feira enquanto ele viajava de moto no norte de Gaza.
“Continuaremos a atingir bem forte o Hamas e outras organizações terroristas do ar, mar e terra a fim de garantir a segurança dos cidadãos de Israel,” Ya’alon disse.
A maioria dos israelenses apoia a operação total do governo contra os jihadists com sede em Gaza. Muitos esperam que as Forças de Defesa de Israel conseguirão de forma vitoriosa destruir tanta infraestrutura terrorista quanto possível, que estão agora ameaçando os grandes centros populacionais do Estado judeu." - CBN

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS 


  1. HAMAS: NÃO SOMOS TERRORISTAS, QUEREMOS APENAS DESTRUIR ISRAEL
  2. A VERDADEIRA EDUCAÇÃO QUE O HAMAS DESEJA
  3. FAMÍLIA ISRAELENSE DOARAM RIM PARA UMA CRIANÇA PALESTINA
  4. UM MUÇULMANO COM SOBRIEDADE

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