segunda-feira, 28 de abril de 2014

MULHER PODERÁ SER EXECUTADA APÓS PARTO NO SUDÃO



Meriam Yahia Ibrahim, 27 anos, e que já tem um bebê poderá sofrer pena de morte por se apostatar do islã, porque segundo as fontes, seu pai era muçulmano. Segundo a lei local, pelo fato de ela já ter sido muçulmano, ela deve receber a pena de morte após o nascimento do filho.

Casada com um cristão sul-sudanês, já foi negado fiança pra ela, assistência médica digna tanto pra ela quanto para o filho no seu ventre além de muitos espancamentos na prisão. Seu filho de 1 ano e 8 meses está com ela na prisão e seu pai está proibido de cuidar do menino por ser cristão.

O Centro de Justiça do Sudão está lutando contra as acusações do tribunal de apostasia e adultério baseado nos direitos constitucionais para igualdade e liberdade de religião. O presidente do Sudão, Omar al-Bashir prometeu fazer do Sudão o país mais islâmico do mundo.

De acordo com as leis islâmicas, se uma mulher muçulmana se casar com um homem não-muçulmano seu casamento não é reconhecido pelo Estado. Como no Sudão não há a co-existência dos três poderes da forma natural da democracia, qualquer autoridade da "ordem pública" tem autonomia para a detenção e condenação de suspeitos... de acordo com o Código Penal de 1991, a condenação por apostasia no Sudão é a pena de morte.

Agora também tem a perseguição "legalizada" contra os cristãos nesses lugares onde a palavra "liberdade" chega distante e quase utópico.

Fonte: MORNING STAR NEWS

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS
  

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