domingo, 28 de abril de 2013

ATIVISTAS DO FEMEN DESRESPEITAM BISPO DA IGREJA CATÓLICA

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes agrediram com jatos de água o arcebispo Andre Joseph Leonard, o religioso se manteve calado, não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

De acordo com agências internacionais, a motivação para o ato de selvageria foi protestar contra a homofobia. No fim da manifestação, a reação do arcebispo foi beijar uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala.

Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países, o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias, sendo uma de suas bandeiras a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.

Vê-se que não há limites para essas organizações; enquanto apenas dizer um "a" contra a opnião alheia se torna crime, agredir líderes religiosos se torna motivo de holofotes...é a aceitação do vandalismo, da anarquia e do desrespeito aos valores tradicionais que o Ocidente tem herdado e civilizado por ele.












A violência, a injúria, o constrangimento é o meio pra se obter os tais direitos que elas desejam?
É justificável as invasões, depredações de patrimônios históricos (que elas fazem) pra conseguir algo que nem ao menos reflete o desejo da maioria das mulheres e seus reais interesses?

Vejam o post: UMA PALAVRA SOBRE O FEMINISMO
Vejam o post: A CAUSA E OS PROTESTOS DOS "ATIVÂNDALOS"


Extraído e adaptado de: VANDERSON RODRIGUES


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 27 de abril de 2013

COMEÇA JULGAMENTO DE UM CLÍNICO ABORTISTA E MATADOR DE CRIANÇAS RECÉM-NASCIDAS

Com certeza toda a classe abortista assim como a mídia em geral não faz nenhuma menção do indivíduo acima, ao lado de uma de suas obras (uma menina recém-nascida assassinada por ele), direi um breve relato quem ele é, e o que ele faz.

Ele se chama Kermit Gosnell, é um pseudo clínico/ obstetra que já assassinou mais de cem crianças; detalhe (após o nascimento) o mesmo encravava tesouras atrás do pescoço do recém-nascido para ferir a medula espinhal e ensinava seus auxiliares a fazer o mesmo. Considerando que ele tem essa clínica há mais de 30 anos e imaginando quantos já passaram pela mão dele, podemos dizer que a clínica dele era um matadouro de fetos e crianças.

Seu estabelecimento tinha péssimas condições: era toda manchada de sangue, os instrumentos não eram esterilizados, os equipamentos estavam todos enferrujados e ultrapassados, equipamentos de oxigênio estavam todos cheios de poeira, muitos tubos de sucção usados em abortos as vezes eram usados como tubos de oxigênios para pacientes, sem mencionar que ele dopava muitas mulheres para não ter ciência do que acontecia; é uma história de horror !

                                                         clínica de aborto de Kermit Gosnell

As descrições do seu estabelecimento chegam a ser irrelevantes diante do que era feito lá dentro, e de maneira hedionda a matança de bebês, seu julgamento está se dando na Pensilvânia, mesmo local da clínica. O que mais chama a atenção é o silêncio total em que se encontra a mídia mundial, pois este é um caso de atenção tanto nacional como internacional; mais uma vez a classe falante presta maus serviços a população causando uma desinformação crônica do que se entende por realidade e senso de importância à uma causa tão assustadora como essa.

Fonte em inglês: THE ATLANTIC e THE WASHIGNTON POST

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O ENSINO "POLITICAMENTE CORRETO" NA NOVELA CARROSSEL


Com tantas mensagens imorais e lixos mentais que se veem nas novelas brasileiras, Carrossel tem até trazido coisas boas para os lares: bons costumes, família tradicional, a fé como parte cotidiana das crianças e tem alcançado um bom público infantil; cabe lembrar, que esse trabalho se originou nos anos 90 (eu acompanhei) e na emissora SBT foi adaptado pela autora e mulher se Sílvio Santos - Iris Abravanel -  que até mesmo em sentimentos as origens étnicas da mesma, percebe-se uma certa queda em visibilizar um pouco do judaísmo mostrando um menininho judeu e um delegado com a quipá (também judeu); também ensina tolerância ao pensamento alheio, um certo ecumenismo de leve e etc.

Não fugiu muito do que foi a versão anterior; essa última tem agradado uma parte do público evangélico. Como qualquer um sabe, nada do que se passa na TV seja por desenhos, seriados, filmes está firmado em neutralidade, mas é passado ao telespectador regado de ideologia e expressões de algum seguimento social, político, regional que visa formar opinião pública e quando possível mudar o costumes das massas.

Apesar de ter muitas mensagens boas e saudáveis nessa novelinha, percebi que em algumas histórias havia na atmosfera um ar de "maquiavelismo" com um ensino politicamente correto de que "o fim justifica os meios" tratando de um pecado inegociável para os cristãos (mentira) sendo tolerável para uma boa causa; e isso foi notável várias vezes.

Para os cristãos, baseado na Bíblia Sagrada sabem que nenhuma mentira pode vir da verdade ( 1ª João 2:21); é razoável que impregnam nas mentes das crianças, que é um lugar tão fértil, receptivo e absorvente que é um comportamento normal mentir aos pais para ajudar os coleguinhas?  qual será o desenvolvimento dessa maneira de resolver as coisas lá pela fase adulta se mentir em nome do bem é moralmente bom?

Ao adquirir essa cosmovisão onde não há limites para consciência manchada de ''mentiras sinceras'' abre-se uma abertura enorme para qualquer tipo de comportamento sociopata, no começo pode parecer inofensivo; mas, assim como para o crescimento do bolo necessita de um tantinho de fermento, muitas deformidades de caráter são incitadas por pequenas ideias e regadas ao longo do tempo, basta estudar a vida dos José Dirceus, Genoínos, Demóstenes e Lulas por aí; os melhores exemplos a serem citados.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

quarta-feira, 24 de abril de 2013

COLÔMBIA REJEITA LEGALIZAÇÃO DE CASAMENTO GAY



Nesta quarta-feira  o senado colombiano rejeitou o projeto para a legalização do casamento sodomita; com grande diferença de votos (51 contra e 17 a favor) o debate para essa proposta foi inteiramente encerrada e mesmo com manifestações de ativistas contra essa decisão ficou registrada a declaração da senadora Claudia Wilches do Partido Social de União Nacional (mesmo partido que lançou esse projeto): "A Colômbia não é nenhum país atrasado. Escuta-se no Congresso a vontade dos colombianos e essa vontade triunfou hoje".

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


domingo, 21 de abril de 2013

CONVERTA-SE OU MORRA !

NinaOshana, morta em um ataque na Syria

Com a situação anárquica em que se encontra a Síria, tem se fomentado pelas forças islâmicas internacionais, muitas perseguições contra opositores ideológicos e religiosos, em especial os pró-Assad e cristãos. Assim como no Egito e Iraque, na Síria tem se sustendado uma campanha de violência contra cristãos, os jihadistas alegam que eles são pró-Assad ou que são vítimas acidentais; no entanto, testemunhas e refugiados alegam que "basta ser cristão e será considerado um alvo".

Grande é o impasse dos cristãos na Síria: Se converterem ao islã pela ordem dos extremistas e apoiar a revolução sangrenta no país contribuindo para Sharia, ou resistir entregando suas cabeças para os guerrilheiros.

No Alcorão capítulo 9 verso 29 diz: "Lutar contra aqueles que não creem em Deus, nem no Último Dia, nem apoiar as proibições de Deus e seu Mensageiro, nem reconhecer a religião verdadeira, até que paguem o Jizya (imposto pago por não-muçulmano) com submissão voluntária, sejam subjugados."

Essa é apenas uma das centenas de mandamentos num país onde é estabelecido a Sharia, sem contar a liquidação gradativa de infiéis por múltiplos motivos; é isso que querem estabelecer na Síria. Ainda que o regime de Bashar Al Assad era uma ditadura, havia certa tolerância religiosa entre cristãos ortodoxos, maronitas, católicos romanos, protestantes, muçulmanos alauítas (o qual pertence Assad) e alguns wahabistas além de outras minorias; porém, se houver a ascensão dessa enganosamente chamado "regime democrático islâmico" a coisa vai com absoluta certeza piorar; história semelhante aconteceu na Tunísia, Egito e Líbia; é a uniformização do Estado Teocrático Islamita em todos países alcançados/conquistados pela espada de Maomé.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 20 de abril de 2013

AIATOLÁ, LÍDER SUPREMO DO IRÃ USA REDES SOCIAIS


O líder supremo do Irã (político e religioso) Ali Khomenei está usando facebook, twitter, google plus e até youtube para fins propagandísticos em nome da sua religião com muito discurso ideológico, sua mensagem principal é que " a República Islâmica do Irã é uma potência em ascensão no mundo e acredita que seu país vai inspirar muitas revoltas árabes como parte de um despertar islâmico mais amplo que imita a revolução de 1979.

Ele já documentou suas visitas com líderes mundiais, já criticou os EUA pelo youtube e twittou que "ninguém acredita que a reivindicação de apoio a democracia".

Estima-se que há 14 milhões de usuários do facebook no Irã. Vemos que até o grande líder islâmico se rendeu a tecnologia.

Fonte: ÁSIA TIMES


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

UMA PALAVRA AOS EDUCADORES: STO. ANTONIO GRAMSCI E O GENOCÍDIO INTELECTUAL QUE FEZ O BRASIL DE HOJE

Parece que com este post fugiu o assunto corrente do blog que diz respeito a religião, política, ativismo e etc. No entanto o assunto abaixo é a explicação em sua raíz do espectro intelectual e ideológico que paira nas mentes de muitos brasileiros e infelizmente de muitos dos nossos honrados e heróis pedagogos. E também como o método gramsciano tem se impregnado na cultura brasileira (aceitação sem discutir o assunto) de modo que muitos o obedecem sem saber que a serviço dessa manobra social, também sua influência entrou em muitas esferas da sociedade que causa tudo isso que se critica no meu blog, inclusive na religião (então é assunto meu também). O texto é deveras longo por isso acredito que somente os educadores se interessarão de ler. O livro completo do texto está linkado no final do post.
  
STO. ANTONIO GRAMSCI
E A SALVAÇÃO DO BRASIL
 

QUEM DESEJE reduzir a um quadro coerente o aglomerado caótico de elementos que se agitam na cena brasileira, tem de começar a desenhá-lo tomando como centro um personagem que nunca esteve aqui, do qual a maioria dos brasileiros nunca ouviu falar, e que ademais está morto há mais de meio século, mas que, desde o reino das sombras, dirige em segredo os acontecimentos nesta parte do mundo.
Refiro-me ao ideólogo italiano Antonio Gramsci. Tendo-se tornado praxe entre as esquerdas jamais pronunciar o nome de Gramsci sem acrescentar-lhe a menção de que se trata de um mártir, apresso-me a declarar que o referido passou onze anos numa prisão fascista, de onde remeteu ao mundo, mediante não sei que artifício, os trinta e três cadernos de notas que hoje constituem, para os fiéis remanescentes do comunismo brasileiro, a bíblia da estratégia revolucionária. Mas não está só nisso a razão da aura beatífica que envolve o personagem. Da estratégia, tal como vista por ele, constituía um capítulo importante a criação de um novo calendário dos santos, que pudesse desbancar, na imaginação popular, o prestígio do hagiológio católico ( uma vez que a Igreja, na visão dele, era o maior obstáculo ao avanço do comunismo ). O novo panteão seria inteiramente constituído de líderes comunistas célebres, e baseado no critério segundo o qual "Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht são maiores do que os maiores santos de Cristo" — palavras textuais de Gramsci. Os seguidores do novo culto, com inteira lógica, puseram ainda mais alto na escala celeste o instituidor do calendário, motivo pelo qual não se pode falar dele sem a correspondente unção. E eu, temeroso como o sou de todas as coisas do além, não poderia iniciar esta breve exposição do gramscismo brasileiro sem a preliminar invocação ao seu patrono, em quem se depositam, neste momento, muitas esperanças de salvação do Brasil. Digo, pois: Sancte Antonie Gramsci, ora pro nobis.
Atendida esta devota formalidade, retorno aos fatos. Gramsci ficou, dizia eu, meditando na cadeia. Mussolini, que o mandara prender, acreditava estar prestando um serviço ao mundo com o silêncio que impunha àquele cérebro que ele julgava temível. Aconteceu que no silêncio do cárcere o referido cérebro não parou de funcionar; apenas começou a germinar idéias que dificilmente lhe teriam ocorrido na agitação das ruas. Homens solitários voltam-se para dentro, tornam-se subjetivistas e profundos. Gramsci transformou a estratégia comunista, de um grosso amálgama de retórica e força bruta, numa delicada orquestração de influências sutis, penetrante como a Programação Neurolinguística e mais perigosa, a longo prazo, do que toda a artilharia do Exército Vermelho. Se Lênin foi o teórico do golpe de Estado, ele foi o estrategista da revolução psicológica que deve preceder e aplainar o caminho para o golpe de Estado.
Gramsci estava particularmente impressionado com a violência das guerras que o governo revolucionário da Rússia tivera de empreender para submeter ao comunismo as massas recalcitrantes, apegadas aos valores e praxes de uma velha cultura. A resistência de um povo arraigadamente religioso e conservador a um regime que se afirmava destinado a beneficiá-lo colocou em risco a estabilidade do governo soviético durante quase uma década, fazendo com que, em reação, a ditadura do proletariado — na intenção de Marx uma breve transição para o paraíso da democracia comunista — ameaçasse eternizar-se, barrando o caminho a toda evolução futura do comunismo, como de fato veio a acontecer.
Para contornar a dificuldade, Gramsci concebeu uma dessas idéias engenhosas, que só ocorrem aos homens de ação quando a impossibilidade de agir os compele a meditações profundas: amestrar o povo para o socialismo antes de fazer a revolução. Fazer com que todos pensassem, sentissem e agissem como membros de um Estado comunista enquanto ainda vivendo num quadro externo capitalista. Assim, quando viesse o comunismo, as resistências possíveis já estariam neutralizadas de antemão e todo mundo aceitaria o novo regime com a maior naturalidade.
A estratégia de Gramsci virava de cabeça para baixo a fórmula leninista, na qual uma vanguarda organizadíssima e armada tomava o poder pela força, autonomeando-se representante do proletariado e somente depois tratando de persuadir os apatetados proletários de que eles, sem ter disto a menor suspeita, haviam sido os autores da revolução. A revolução gramsciana está para a revolução leninista assim como a sedução está para o estupro.
Para operar essa virada, Gramsci estabeleceu uma distinção, das mais importantes, entre "poder" ( ou, como ele prefere chamá-lo, "controle" ) e "hegemonia". O poder é o domínio sobre o aparelho de Estado, sobre a administração, o exército e a polícia. A hegemonia é o domínio psicológico sobre a multidão. A revolução leninista tomava o poder para estabelecer a hegemonia. O gramscismo conquista a hegemonia para ser levado ao poder suavemente, imperceptivelmente. Não é preciso dizer que o poder, fundado numa hegemonia prévia, é poder absoluto e incontestável: domina ao mesmo tempo pela força bruta e pelo consentimento popular — aquela forma profunda e irrevogável de consentimento que se assenta na força do hábito, principalmente dos automatismos mentais adquiridos que uma longa repetição torna inconscientes e coloca fora do alcance da discussão e da crítica. O governo revolucionário leninista reprime pela violência as idéias adversas. O gramscismo espera chegar ao poder quando já não houver mais idéias adversas no repertório mental do povo.
Que esse negócio é tremendamente maquiavélico, o próprio Gramsci o reconhecia, mas fazendo disto um título de glória, já que Maquiavel era um dos seus gurus. Apenas, ele adaptou Maquiavel às demandas da ideologia socialista, coletivizando o "Príncipe". Em lugar do condottiere individual que para chegar ao poder utiliza os expedientes mais repugnantes com a consciência tranquila de quem está salvando a pátria, Gramsci coloca uma entidade coletiva: a vanguarda revolucionária. O Partido, em suma, é o novo Príncipe. Como o sangue-frio dos homens fica mais frio na medida em que eles se sentem apoiados por uma coletividade, o Novo Príncipe tem uma consciência ainda mais tranquila que a do antigo. O condottiere da Renascença não tinha apoio senão de si mesmo, e nas noites frias do palácio tinha de suportar sozinho os conflitos entre consciência moral e ambição política, encontrando no patriotismo uma solução de compromisso. No Novo Príncipe, a produção de analgésicos da consciência é trabalho de equipe, e nas fileiras de militantes há sempre uma imensa reserva de talentos teóricos que podem ser convocados para produzir justificações do que quer que seja.
Os intelectuais desempenham por isso, na estratégia gramsciana, um papel de relevo. Mas isto não quer dizer que suas idéias sejam importantes em si mesmas, pois, para Gramsci, a única importância de uma idéia reside no reforço que ela dá, ou tira, à marcha da revolução. Gramsci divide os intelectuais em dois tipos: "orgânicos" e "inorgânicos" ( ou, como ele prefere chamá-los, "tradicionais" ). Estes últimos são uns esquisitões que, baseados em critérios e valores oriundos de outras épocas, e sem uma definida ideologia de classe, emitem idéias que, ignoradas pelas massas, não exercem qualquer influência no processo histórico: acabam indo parar na lata de lixo do esquecimento, a não ser que tenham a esperteza de aderir logo a uma das correntes "orgânicas". Intelectuais orgânicos são aqueles que, com ou sem vinculação formal a movimentos políticos, estão conscientes de sua posição de classe e não gastam uma palavra sequer que não seja para elaborar, esclarecer e defender sua ideologia de classe. Naturalmente, há intelectuais orgânicos "burgueses" e "proletários". Estes são a nata e o cérebro do Novo Príncipe, mas aqueles também têm alguma utilidade para a revolução, pois é através deles que os revolucionários vêm a conhecer a ideologia do inimigo. Gramsci mencionava como protótipos de intelectuais orgânicos burgueses Benedetto Croce e Giovanni Gentile: o liberal antifascista e o ministro de Mussolini.
O conceito gramsciano de intelectual funda-se exclusivamente na sociologia das profissões e, por isto, é bem elástico: há lugar nele para os contadores, os meirinhos, os funcionários dos Correios, os locutores esportivos e o pessoal do show business. Toda essa gente ajuda a elaborar e difundir a ideologia de classe, e, como elaborar e difundir a ideologia de classe é a única tarefa intelectual que existe, uma vedette que sacuda as banhas num espetáculo de protesto pode ser bem mais intelectual do que um filósofo, caso se trate de um "inorgânico" como por exemplo o autor destas linhas.
Os intelectuais no sentido elástico são o verdadeiro exército da revolução gramsciana, incumbido de realizar a primeira e mais decisiva etapa da estratégia, que é a conquista da hegemonia, um processo longo, complexo e sutil de mutações psicológicas graduais e crescentes, que a tomada do poder apenas coroa como uma espécie de orgasmo político.
A luta pela hegemonia não se resume apenas ao confronto formal das ideologias, mas penetra num terreno mais profundo, que é o daquilo que Gramsci denomina — dando ao termo uma acepção peculiar — "senso comum". O senso comum é um aglomerado de hábitos e expectativas, inconscientes ou semiconscientes na maior parte, que governam o dia-a-dia das pessoas. Ele se expressa, por exemplo, em frases feitas, em giros verbais típicos, em gestos automáticos, em modos mais ou menos padronizados de reagir às situações. O conjunto dos conteúdos do senso comum identifica-se, para o seu portador humano, com a realidade mesma, embora não constitua de fato senão um recorte bastante parcial e frequentemente imaginoso. O senso comum não "apreende" a realidade, mas opera nela ao mesmo tempo uma filtragem e uma montagem, segundo padrões que, herdados de culturas ancestrais, permanecem ocultos e inconscientes.
Como o que interessa não é tanto a convicção política expressa, mas o fundo inconsciente do "senso comum", Gramsci está menos interessado em persuasão racional do que em influência psicológica, em agir sobre a imaginação e o sentimento. Daí sua ênfase na educação primária. Seja para formar os futuros "intelectuais orgânicos", seja simplesmente para predispor o povo aos sentimentos desejados, é muito importante que a influência comunista atinja sua clientela quando seus cérebros ainda estão tenros e incapazes de resistência crítica.
O senso comum não coincide com a ideologia de classe, e é precisamente aí que está o problema. Na maior parte das pessoas, o senso comum se compõe de uma sopa de elementos heteróclitos colhidos nas ideologias de várias classes. É por isto que, movido pelo senso comum, um homem pode agir de maneiras que, objetivamente, contrariam o seu interesse de classe, como por exemplo quando um proletário vai à missa. Nesta simples rotina dominical oculta-se uma mistura das mais surpreendentes, onde um valor típico da cultura feudal-aristocrática, reelaborado e posto a serviço da ideologia burguesa, aparece transfundido em hábito proletário, graças ao qual um pobre coitado, acreditando salvar a alma, comete, na realidade, apenas uma grossa sacanagem contra seus companheiros de classe e contra si mesmo.
Aí é que entra a missão providencial dos intelectuais. Sua função é precisamente por um fim a essa suruba ideológica, reformando o senso comum, organizando-o para que se torne coerente com o interesse de classe respectivo, esclarecendo-o e difundindo-o para que fique cada vez mais consciente, para que, cada vez mais, o proletário viva, sinta e pense de acordo com os interesses objetivos da classe proletária e o burguês com os da classe burguesa. A este estado de perfeita coincidência entre idéias e interesses de classe, quando realizado numa dada sociedade e cristalizado em leis que distribuem a cada classe seus direitos e deveres segundo uma clara delimitação dos respectivos campos ideológicos, Gramsci denomina Estado Ético. É a escalação final dos dois times, antes de começar o prélio decisivo que levará o Partido ao poder. O público brasileiro tem ouvido este termo, proferido num contexto de combate à corrupção e de restauração da moralidade. Mas ele é um termo técnico da estratégia gramsciana, que designa apenas uma determinada etapa na luta revolucionária — uma etapa, aliás, bastante avançada, na qual a radicalização do conflito de interesses de classe prepara o início da etapa orgástica: a conquista do poder. Que, no caótico senso comum brasileiro, o termo Estado Ético tenha ressonâncias moralizadoras inteiramente alheias ao seu verdadeiro intuito, mostra apenas que o público nacional ignora a inspiração diretamente gramsciana do Movimento pela Ética na Política e nem de longe suspeita que seu único objetivo é politizar a ética, canalizando as aspirações morais mais ou menos confusas da população de modo a que sirvam a objetivos que nada têm a ver com o que um cidadão comum entende por moral. O Estado Ético, na verdade, não apenas é compatível com a total imoralidade, como na verdade a requer, pois consolida e legitima duas morais antagônicas e inconciliáveis, onde a luta de classes é colocada acima do bem e do mal e se torna ela mesma o critério moral supremo. Daí por diante, a mentira, a fraude ou mesmo o homicídio podem se tornar louváveis, quando cometidos em defesa da "nossa" classe, ao passo que a decência, a honestidade, a compaixão podem ter algo de criminoso, caso favoreçam a classe adversária. Que o tradicional discurso moralista da burguesia brasileira tenha podido ser assim usado como arma para desferir um golpe mortal na hegemonia burguesa, mostra menos a esperteza da esquerda gramsciana do que a estupidez paquidérmica da nossa classe dominante. Que, por outro lado, os próprios agentes do gramscismo finjam acreditar no caráter apolítico e puramente higiênico da campanha moralizante — apaziguando assim os temores daqueles que serão suas primeiras vítimas — é nada mais que uma expressão da linguagem dupla, inerente a uma estratégia na qual a camuflagem é tudo. São lições de Antonio Só-a-Cabecinha Gramsci.
É quase impossível que, a esta altura, a expressão "inversão de valores" não ocorra ao leitor. Essa inversão é, de fato, um dos objetivos prioritários da revolução gramsciana, na fase da luta pela hegemonia. Mas Gramsci é, neste ponto, bastante exigente: não basta derrotar a ideologia expressa da burguesia; é preciso extirpar, junto com ela, todos os valores e princípios herdados de civilizações anteriores, que ela de algum modo incorporou e que se encontram hoje no fundo do senso comum. Trata-se enfim de uma gigantesca operação de lavagem cerebral, que deve apagar da mentalidade popular, e sobretudo do fundo inconsciente do senso comum, toda a herança moral e cultural da humanidade, para substituí-la por princípios radicalmente novos, fundados no primado da revolução e no que Gramsci denomina "historicismo absoluto" ( mais adiante explico ).
Uma operação dessa envergadura transcende infinitamente o plano da mera pregação revolucionária, e abrange mutações psicológicas de imensa profundidade, que não poderiam ser realizadas de improviso nem à plena luz do dia. O combate pela hegemonia requer uma pluralidade de canais de atuação informais e aparentemente desligados de toda política, através dos quais se possa ir injetando imperceptivelmente na mentalidade popular toda uma gama de novos sentimentos, de novas reações, de novas palavras, de novos hábitos, que aos poucos vá mudando de direção o eixo da conduta.
Daí que Gramsci dê relativamente pouca importância à pregação revolucionária aberta, mas enfatize muito o valor da penetração camuflada e sutil. Para a revolução gramsciana vale menos um orador, um agitador notório, do que um jornalista discreto que, sem tomar posição explícita, vá delicadamente mudando o teor do noticiário, ou do que um cineasta cujos filmes, sem qualquer mensagem política ostensiva, afeiçoem o público a um novo imaginário, gerador de um novo senso comum. Jornalistas, cineastas, músicos, psicólogos, pedagogos infantis e conselheiros familiares representam uma tropa de elite do exército gramsciano. Sua atuação informal penetra fundo nas consciências, sem nenhum intuito político declarado, e deixa nelas as marcas de novos sentimentos, de novas reações, de novas atitudes morais que, no momento propício, se integrarão harmoniosamente na hegemonia comunista.
Milhões de pequenas alterações vão assim sendo introduzidas no senso comum, até que o efeito cumulativo se condense numa repentina mutação global ( uma aplicação da teoria marxista do "salto qualitativo" que sobrevem ao fim de uma acumulação de mudanças quantitativas ). Ao esforço sistemático de produzir esse efeito cumulativo Gramsci denomina, significativamente, "agressão molecular": a ideologia burguesa não deve ser combatida no campo aberto dos confrontos ideológicos, mas no terreno discreto do senso comum; não pelo avanço maciço, mas pela penetração sutil, milímetro a milímetro, cérebro por cérebro, idéia por idéia, hábito por hábito, reflexo por reflexo.
É claro que a mutação almejada não abrange somente o terreno das convicções políticas, mas visa principalmente às reações espontâneas, aos sentimentos de base, às cadeias de reflexos que determinam inconscientemente a conduta. Condutas sedimentadas no inconsciente humano há séculos ou milênios devem ser desarraigadas, para ceder lugar a uma nova constelação de reações. É importante, por exemplo, varrer do imaginário popular figuras tradicionais de heróis e de santos que expressem determinados ideais, pois essas figuras estão imantadas de uma força motivadora que dirige a conduta dos homens num sentido hostil à proposta gramsciana. Elas devem ser substituídas por um novo panteão de ídolos, no qual, como se viu acima, Karl Liebknecht, Rosa Luxemburgo, Lênin, Stálin e obviamente o próprio Gramsci ocupam os lugares de S. Francisco de Assis, Santa Terezinha do Menino Jesus e tutti quanti. Gramsci copiou nisto uma idéia de Augusto Comte, de trocar o calendário dos santos da Igreja por um panteão de heróis revolucionários. Apenas, os ídolos de Comte eram os da Revolução Francesa: Gramsci atualizou a folhinha.
Uma lavagem cerebral de tão vasta escala não poderia, certamente, limitar-se a extirpar da cabeça humana crenças religiosas, imagens, mitos e sentimentos tradicionais: ela deveria também estender-se às grandes concepções filosóficas e científicas. A estas, Gramsci queria destruir pela base, todas de uma vez, para substituí-las por uma nova cosmovisão inspirada no marxismo, ou antes, numa caricatura hipertrófica de marxismo que o próprio Marx rejeitaria com desprezo. Pois Marx considerava-se, sobretudo, o herdeiro de grandes tradições filosóficas como o aristotelismo, e construiu sua filosofia no intuito de torná-la uma ciência, uma descrição objetivamente válida das bases do processo histórico. Para Gramsci, as tradições filosóficas devem ser todas varridas de uma vez, e junto com elas a distinção entre "verdade" e "falsidade". Pois Gramsci não é um marxista puro-sangue. Através de seu mestre Antonio Labriola, ele recebeu uma poderosa influência do pragmatismo, escola para a qual o conceito tradicional da verdade como uma correspondência entre o conteúdo do pensamento e um estado de coisas deve ser abandonado em proveito de uma noção utilitária e meramente operacional. Nesta, "verdade" não é o que corresponde a um estado objetivo, mas o que pode ter aplicação útil e eficaz numa situação dada. Enxertando o pragmatismo no marxismo, Labriola e Gramsci propunham que se jogasse no lixo o conceito de verdade: na nova cosmovisão, toda atividade intelectual não deveria buscar mais o conhecimento objetivo, mas sim a mera "adequação" das idéias a um determinado estado da luta social. A isto Gramsci denominava "historicismo absoluto". Nesta nova cosmovisão, não haveria lugar para a distinção — burguesa, segundo Gramsci — entre verdade e mentira. Uma teoria, por exemplo, não se aceitaria por ser verdadeira, nem se rejeitaria por falsa, mas dela só se exigiria uma única e decisiva coisa: que fosse "expressiva" do seu momento histórico, e principalmente das aspirações da massa revolucionária. Dito de modo mais claro: Gramsci exige que toda atividade cultural e científica se reduza à mera propaganda política, mais ou menos disfarçada.
A "filosofia" de Gramsci resolve-se assim num ceticismo teorético que completa a negação da inteligência pela sua submissão integral a um apelo de ação prática; ação que, realizada, resultará em varrer a inteligência da face da Terra, por supressão das condições que possibilitam o seu exercício: a autonomia da inteligência individual e a fé na busca da verdade. Substituída a primeira pela arregimentação de "intelectuais orgânicos" de carteirinha, e a segunda pela concentração de todas as energias intelectuais no nobre mister da propaganda revolucionária, quê sobrará da aptidão humana para discernir entre verdade e mentira?
Gramsci é, em suma, o profeta da imbecilidade, o guia de hordas de imbecis para quem a verdade é a mentira e a mentira a verdade. Somente um outro imbecil como Mussolini podia considerá-lo "uma inteligência perigosa". O perigo que há nela é o da malícia que obscurece, não o da inteligência que clareia; e a malícia é a contrafação simiesca da inteligência. Mas a reação de Mussolini é significativa. Há nela a típica inveja mórbida do brutamontes de direita pelo intelectual esquerdista, sua sombra junguiana que ele não compreende e que por isto mesmo lhe parece, por suas habilidades vistosas, o protótipo mesmo da inteligência. A atração é mútua, como se vê pelo culto de Nelson Rodrigues entre os esquerdistas que ele achincalhou como ninguém. Entre a grossura direitista e a pseudo-intelectualidade esquerdista, a relação é o amor-ódio de um casamento sadomasoquista. Casamento entre le genti dolorose / C'hanno perduto il ben dello intelletto... Non ragioniam di lor, ma guarda e passa.
Para quem quer que pense com a própria cabeça, as teorias de Gramsci não apresentam o menor interesse, tanto quanto não o apresentam as velhas escolas céticas gregas, das quais o gramscismo é uma reedição mal atualizada. A refutação do ceticismo é, como se sabe, o primeiro teste do aprendiz de filósofo. Tal como se refuta o ceticismo — a negação de toda certeza — pela simples afirmação de que a negação também é incerta, o gramscismo igualmente não resiste a um confronto consigo mesmo: tendo negado a veracidade objetiva, ele se reduz a uma "expressão de aspirações". Tendo reduzido toda a cultura à propaganda, ele próprio se desmascara como mera propaganda. Não tem sequer a pretensão de ser verdadeiro: nada pretende provar nem demonstrar; quer apenas seduzir, induzir, conduzir. O tipo de mentalidade que se interessa por pensamentos desse gênero é certamente imune a qualquer preocupação de veracidade, mas é movido por uma ambição insaciável que o faz revolver sem descanso as trevas, numa "ação" estéril, nervosa, destrutiva, da qual promete em vão fazer nascer um mundo. Por uma inevitável e trágica compensação, quanto menos um homem é apto a enxergar o mundo, mais assanhado fica de transformá-lo — de transformá-lo à imagem e semelhança da sua própria escuridão interior.
Se nos perguntamos, agora, como foi possível que uma filosofia assim grosseira alcançasse no Brasil tão vasta audiência a ponto de inspirar o programa de um partido político, a resposta deve levar em consideração três aspectos: primeiro, a predisposição da intelectualidade brasileira; segundo, as condições do momento; terceiro, a natureza mesma dessa filosofia.
Ao longo da nossa história intelectual, somente três correntes de pensamento lograram exercer uma influência duradoura e profunda sobre as camadas intelectuais brasileiras: o positivismo de Augusto Comte, o neotomismo de Leão XIII, o marxismo. O que há de comum entre elas é que não são propriamente filosofias, mas programas de ação coletiva, destinados a moldar ou remoldar o mundo segundo as aspirações de suas épocas e de seus mentores. O positivismo parte da constatação de que a Revolução Francesa, derrubando as concepções cristãs, deixou sua obra pela metade, na medida em que não pôs no lugar delas uma nova religião; o positivismo constitui esta nova religião, com templo, calendário dos santos, ritual e tudo o mais; e as teorias filosóficas não são senão a sustentação do novo Estado teocrático que Comte pretende fundar. O neotomismo é a reação que, ao novo Estado teocrático, opõe um apelo ao retorno do antigo, devidamente revisto e atualizado. Finalmente, o marxismo é o programa de ação do movimento socialista. Nos três, as idéias, as teorias, não têm um valor intrínseco mas servem apenas como retaguardas psicológicas da ação prática. Os três não querem interpretar o mundo, mas transformá-lo. ( Cabe uma ressalva com relação ao neotomismo: não confundi-lo com o tomismo, se por esta palavra se entende a filosofia de Sto. Tomás de Aquino. O tomismo é filosofia no sentido pleno; o neotomismo é, ao contrário, um movimento cultural e político — ideológico, em suma — votado à difusão dessa filosofia, tomada como solução pronta de todos os problemas e, portanto, esvaziada de boa parte de sua substância filosófica. Afinal, tudo o que é neo-alguma-coisa é, por definição, apenas uma nova casca da qual essa coisa é o miolo. Observações semelhantes poderiam fazer-se, com reservas, também do positivismo e do marxismo: em ambos há na raiz algo de filosofia autêntica, sufocada pelo desenvolvimento hipertrófico de um programa de ação prática, dela deduzido aos trambolhões. )
Filosofias que recuam da especulação teorética para a proposição de ações práticas são filosofias da decadência; marcam as épocas em que os homens já não conseguem compreender o mundo e passam a agitar-se para escapar de um mundo incompreensível. A sofística nasce, na Grécia, do fracasso das primeiras especulações cosmológicas de Tales, Anaximandro, Anaximenes, Parmênides e Heráclito; incapaz de resolver as contradições entre as teorias, ela transfere o eixo das preocupações humanas para a vida prática imediata: para a política do dia. Os sofistas são professores de retórica, que ensinam aos jovens políticos os meios de agir sobre as consciências. À sofística opõe Sócrates a dialética e o ideal da demonstração apodíctica que orientará os esforços gregos em direção ao saber científico. Cinco séculos mais tarde, após o esquecimento das grandes sínteses teoréticas de Platão e Aristóteles, tornam-se novamente dominantes as escolas praticistas: os cínicos, os cirenaicos, os megáricos e, em parte, os estóicos. E assim prossegue a história do pensamento Ocidental, numa pulsação entre o empenho da compreensão teorética e a queda no ceticismo praticista. O fundo comum de onde emergem o positivismo, o marxismo e o neotomismo é a dissolução do racionalismo clássico, levado a um beco sem saída pela crítica kantiana e que tem no idealismo alemão o seu canto de cisne. Positivismo, marxismo e neotomismo são as filosofias de uma época que não tem filosofia nenhuma; de uma época que anseia por transformar o mundo na medida mesma em que é incapaz de desempenhar o esforço teorético necessário para compreendê-lo.
Num texto clássico — Crise da Filosofia Ocidental ( l874 ) —, o filósofo russo Vladimir Soloviev previu que a filosofia, como atividade intelectual essencialmente individual, oposta ao pensamento coletivo da religião e da ciência, estava em vias de acabar, para ceder lugar a algo de totalmente diferente. Ele esperava o advento de uma grande síntese, mas o que se viu foi o advento do "século das ideologias". Ora, o Brasil entra no curso espiritual do mundo justamente no momento em que Soloviev faz esse diagnóstico: recebemos maciçamente o impacto das novas ideologias, antes de termos podido vivenciar a tradição filosófica que as antecedeu. Nosso contato com as fontes filosóficas da civilização do Ocidente continuou superficial, ao passo que nos entregávamos de corpo e alma às retóricas coletivistas. Passado mais de um século, ainda não temos uma boa tradução de Aristóteles, mas publicamos, já na década de 60, as obras completas de Antonio Gramsci.
De outro lado, toda tentativa nossa de penetrar mais fundamente no campo da filosofia mesma ficou limitada pela timidez, pela insegurança, que nos fazia apegar-nos como crianças à proteção de algum superego estrangeiro da moda. Cinco décadas de atividade filosofante na USP foram resumidas no título acachapante do livro recém-publicado de Paulo Arantes: Um Departamento Francês de Ultramar. Escritórios de importação, representantes autorizados, imitação, pedantismo, oscilação entre a falsa consciência e a consciência de culpa marcam todos os nossos esforços filosóficos universitários no sentido de um pensamento independente. No fim, o intelectual com pretensões filosóficas só encontra alívio quando desiste delas e recai no pensamento coletivo; quando, abdicando de interpretar o mundo, se alinha, contrito e obediente, numa das correntes que professam transformá-lo: as conversões ao catolicismo, ao comunismo e às ideologias cientificistas originadas do positivismo constituem — independentemente dos motivos pessoais em cada caso — um melancólico ritornello na história dos fracassos das nossas ambições filosóficas. A queda no pensamento coletivo é vivenciada como um retorno da ovelha desgarrada, como uma libertação das culpas, como um reencontro com a infância perdida. Ao reintegrar-se numa comunidade ideológica o ex-filósofo arrependido encontra ainda um alívio para o isolamento que cerca o intelectual no meio subdesenvolvido, e o ingresso no grupo solidário arremeda a descoberta de um "sentido da vida".
A intelectualidade brasileira estava, por todos esses fatores, fundamente predisposta ao apelo gramsciano, onde a vida intelectual deixa de ser o esforço solitário de quem cherche en gémissant, para tornar-se a participação num "sentido da vida" amparado pela solidariedade coletiva. O Partido é às vezes chamado por Gramsci "intelectual coletivo". É o abrigo dos fracos. Aí a ascensão ao estatuto de intelectual é barateada: já não custa a penosa aquisição de conhecimentos, a investigação pessoal, a luta direta com as incertezas. Obtém-se pelo contágio passivo de crenças, de um vocabulário comum, de cacoetes distintivos. A sociedade em torno legitima a paródia: diante dessas marcas exteriores, o brutamontes de direita acredita piamente estar na presença de um intelectual. A mídia faz o resto.
O segundo fator, a situação do momento, pode-se descrever mais ou menos assim: desde a derrota da luta armada, a esquerda andava em busca de uma estratégia pela qual se orientar. Não sendo capaz de criar uma nova e não encontrando no repertório mundial uma outra à sua disposição, ela aderiu a Gramsci quase por automatismo, sonambulicamente, levada pela carência de opções.
De fato, o comunismo internacional só teve, ao longo de sua história, um número pequeno de propostas estratégicas. Marx não apresentou nenhuma. A primeira que fez sucesso foi a de Lênin. Consistia na formação de uma elite autonomeada, na tomada do poder por um golpe súbito, na posterior conversão forçada do proletariado a uma causa vencedora que se apresentava como sua. A proposta de Lênin veio a predominar sobre o socialismo evolucionário de Edward Bernstein, o que provocou o racha entre os partidos comunistas e a social-democracia, que pregava a tomada do poder por via pacífica, eleitoral e gradualista. Hoje em dia a social-democracia é a grande vencedora, dominando toda a Europa; mas, no tempo de Lênin, sua rejeição pelos comunistas parecia prenunciar o seu fracasso, o que a queda de governos social-democratas ante o avanço do nazismo aparentemente confirmou. A terceira grande estratégia foi a de Mao Tsé-tung. Nas condições da China, não havia um proletariado urbano suficiente sequer para dar apoio moral à guerra revolucionária, e como, por outro lado, o exército revolucionário, banido dos grandes centros, acabasse iniciando uma "grande marcha" pelos campos, o apoio das populações camponesas tornou-se fundamental, e Mao teorizou a coisa a posteriori, transformando a revolução proletária em "guerra revolucionária operário-camponesa" — o que teria provocado engulhos em Karl Marx, que via nos camponeses uma horda de reacionários incuráveis. Paralelamente, a submissão do movimento comunista internacional aos interesses da política exterior soviética deu nascimento a uma quarta estratégia, que encontrou sua mais clara expressão no Front Popular, e que consistia fundamentalmente numa aliança dos comunistas com os "elementos progressistas" de todas as outras correntes, direitistas inclusive. Aí, a pretexto de antifascismo, até Benedetto Croce ficou simpático. Finalmente, a quinta estratégia do movimento comunista surgiu da revolução cubana e da guerra do Vietnã. Sem um autor definido, resultando de enxertos e mixagens de várias proveniências, ela fundia, num vasto plano de guerrilhas, o combate rural e o urbano. Uma de suas versões foi a "teoria foquista" difundida por um doidão de nome Régis Débray, que obteve ampla audiência na América Latina e propunha, para fazer face ao poder maciço do imperialismo norte-americano, a formação de variados e simultâneos "focos" de guerrilhas. A teoria resumia-se no slogan então pixado nos muros de todas as universidades: "Um, dois, três, muitos Vietnãs". Deu no que deu. Dentre as muitas mixagens, uma particularmente interessante foi a que fundiu a estratégia comunista — até aí fundamentalmente proletária e camponesa, ao menos no nome — com as heresias de Herbert Marcuse, segundo o qual proletários e camponeses tinham-se integrado ao "sistema" e a revolução não tinha outros representantes autorizados senão os estudantes e intelectuais, de um lado, e, de outro, a massa dos miseráveis e marginalizados, o vasto Lumpenproletariat, do qual o velho Karl Marx aconselhava que os militantes comunistas fugissem como se foge de um assaltante à mão armada. Um dos resultados locais deste enxerto foi que, após a derrota da luta armada, os militantes brasileiros presos passaram a alimentar uma vaga esperança no potencial revolucionário do Lumpen, e, para adiantar o expediente, trataram de ir ensinando táticas de guerrilha aos bandidos com quem conviviam no presídio da Ilha Grande. ( Mais tarde ainda, a fusão do gramscismo com resíduos do marcusismo transformaria num dos pratos de resistência do cardápio esquerdista a defesa da legitimidade do banditismo como "protesto social", que, formando polaridade com a onda de combate moralista aos "colarinhos brancos", estabeleceria uma dupla moral para o julgamento dos crimes: brando para com o Lumpen, mesmo quando este mata ou estupra, rigoroso para com os ricos e a classe-média, quando cometem delitos contra o patrimônio — a mais curiosa inversão já observada na história da moralidade. )
Nessa resenha das estratégias comunistas, onde entra o gramscismo? Não entra. Ele ficou de fora, restrito a círculos locais italianos, e só alcançou maior difusão, mesmo na Itália, após a década de 50, com a edição das obras completas de Gramsci por Einaudi. A partir de l964, a facção comunista brasileira ainda fiel à orientação moscovita de aliança com a burguesia acreditou ver em Gramsci um potencial renovador desta estratégia, com a qual ele coincide ao menos no que diz respeito ao caráter eminentemente não-sangrento da luta revolucionária e na cuidadosa exclusão de quaisquer radicalismos que pudessem estreitar a base das colaborações possíveis. Porta-voz dessa corrente, o editor Ênio Silveira empreendeu então a publicação ao menos das principais obras de Gramsci: A Concepção Dialética da História; Maquiavel, a Política e o Estado Moderno; Os Intelectuais e a Organização da Cultura; Literatura e Vida Nacional e Cartas do Cárcere.
Estas obras foram muito lidas, mas, numa atmosfera dominada pela obsessão da luta armada, não exerceram influência prática imediata. Seu potencial ficou retido até a derrota da luta armada, que provocou, como não poderia deixar de ser, um retorno generalizado às teses do combate pacífico e aliancista defendidas pelo PC pró-Moscou. O reatamento do romance entre a esquerda armada e a desarmada deu-se, naturalmente, sobre um fundo musical orquestrado pelo maestro Antonio Gramsci. Simplesmente não havia outro capaz de musicar esta cena. A esquerda tornou-se gramsciana meio às tontas, jogada pelo entrechoque dos acontecimentos, como bolas de bilhar que, impelindo umas às outras, vão dar todas enfim na caçapa.
Agora, a imprensa brasileira acaba de descobrir, com um atraso de dez anos, que o programa do PT é gramsciano. Mas, além de tardia, esta descoberta é inexata: não é só o PT que segue Gramsci: todos os homens de esquerda neste país o fazem há uma década, sem se dar conta. O gramscismo domina a atmosfera por simples ausência de outras propostas e também por uma razão especial: atuando menos no campo do combate ideológico expresso do que no da conquista do subconsciente, ele se propaga por mero contágio de modas e cacoetes mentais, de maneira que põe a seu serviço informal uma legião de pessoas que nunca ouviram falar em Antonio Gramsci. O gramscismo conta menos com a adesão formal de militantes do que com a propagação epidêmica de um novo "senso comum". Sua facilidade de arregimentar colaboradores mais ou menos inconscientes é, por isto, simplesmente prodigiosa.
Eis ai o terceiro fator a que me referi. O gramscismo é menos uma filosofia do que uma estratégia de ação psicológica, destinada a predispor o fundo do "senso comum" a aceitar a nova tábua de critérios proposta pelos comunistas, abandonando, como "burgueses", valores e princípios milenares.
Que essa "filosofia", para se propagar, não conte tanto com a persuasão racional como com a eficácia da penetração sutil no inconsciente das massas, é o que se vê claramente pela sua ênfase na conquista das mentes infantis — um terreno onde o avanço da esquerda vem causando um dano incalculável a milhões de crianças brasileiras, usadas como cobaias de uma desastrosa experiência gramsciana. Que, enfim, essa corrente haja alcançado sucesso no Brasil, é algo que testemunha a miséria intelectual de um meio onde os letrados, incapazes de suportar o isolamento, buscam menos a verdade e o conhecimento do que uma carteirinha de intelectual orgânico, que lhes garanta o apoio psicológico de um vasto grupo solidário e os aureole de um ambíguo prestígio aos olhos dos brutamontes de direita, sua mal disfarçada paixão.
Isso não poderia acontecer senão aqui.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

POR QUE O ATEÍSMO É TÃO COMUM NAS UNIVERSIDADES?


Em primeiro lugar precisamos entender o que é ateísmo, porque a maior parte das pessoas ficam num conceito de ateísmo que é etimológico; ou seja, o significado da palavra (a-teísmo = não Deus) então um ateu é uma pessoa que diz "Deus não existe" e tentam viver dessa forma.

Mas se analisarmos em sua profundidade e significados com suas reais estruturas, veremos que o ateísmo é muito mais complexo e com várias facetas de modo que fica insuficiente explicar apenas em sua forma etimológica, mas se formos coligir e recolher todos os tipos de ateísmos, iremos ver que todos terminam em uma atitude fundamental que é o seguinte: o homem se declara autônomo. E para que haja autonomia do ser humano é preciso que seja afastado ou não haja ''outra divindade''.

E por que eu uso a palavra ''outra divindade''? porquê na realidade não existe ateísmo, o que existe é idolatria; ou seja, o homem que se autodiviniza e se coloca no lugar de Deus, seja o homem individual, seja a coletividade do ser humano que começa a determinar o que é certo e o que é errado; muitas pessoas acham que Deus é uma realidade irrelevante para as nossas vidas, que Deus seria algo que não muda o nosso dia-a-dia, uma ideia que com ou sem a qual não interfere em nada no mundo; mas isso não é verdadeiro.

Pense comigo; se existe um Deus, eu não me pertenço e eu sou para Ele, se Ele é o meu Criador eu sou a criatura, Ele é o Oleiro e eu sou o barro, eu devo me deixar modelar por Ele, eu que devo me adequar ao seu projeto, me adequar ao seu plano de Criador; portanto, isso muda a minha vida completamente; ora, o que é que na realidade vemos na prática das nossas universidades de hoje?

O que vemos é que a entrada nas universidades é um momento em que as pessoas começam a conhecer um liberalismo moral muito grande; isso não é uma ideia minha, é uma realidade que pode ser constatada estastísticamente: o público universitário moralmente é muito mais liberal do que as pessoas que não estão no ambiente universitário, e é esse liberalismo moral que termina em fazer com que tantos jovens deslizem na direção do ateísmo.

O caminho é muito simples; o jovem começa a pecar, seja quando ao ir às baladas, seja por pecados sexuais, seja por qualquer tipo de transgressão, é evidente que para o jovem que está entrando no mundo universitário e que talvez carreguem consigo algumas noções religiosas trazidas da família isso causa um conflito interno; mas, eis que então, o professorado das universidades ou até os próprios colegas vem com uma solução mágica - por que que você está com esses dramas interiores, tudo é tão relativo? o certo e o errado somos nós que determinamos - então a pessoa é introduzida no relativismo moral que diz o seguinte: para mim existe um certo e um errado para outra pessoa existe outro certo e outro errado, e se você disse que algo é objetivamente certo e objetivamente errado você é um ditador, você é uma pessoa que está impondo a sua moralidade aos outros..um imperialista moral.

É esse fenômeno que o papa Bento XVI chamava de ''ditadura do relativismo'' em que o homem toma o lugar de Deus, nós vemos que nesse sentido, o campus universitário toma o lugar de onde o homem toma o fruto da árvore do bem e do mal e torna-se um homem para ''além'' dom bem e do mal, ou seja, uma indepedência total onde diz "eu ou deus, eu determino o bem e eu determino o mal". O filósofo Friederich Nietzsche é o porta voz do que vemos em nossas universidades. No seu livro "Assim falava Zaratustra" no capítulo chamado "Ilhas bem aventuradas" ele diz o seguinte aforismo: "Meus irmãos, eu irei abrir claramente minha consciência; se existissem deuses, como não suportaria eu não ser um deus? logo, os deuses não existem.

Vejam que esse raciocínio de Nietzsche não é um raciocínio científico, é uma falácia total, é algo que não se sustenta cientificamente, no entanto, é algo bastante convicente interiormente para as pessoas que vivem o drama de suas consciências, ex: eu vivo na imoralidade e minha consciência diz "Deus não quer isso" como resolver? ao invés de me confessar e pedir perdão e fazer um novo propósito de emendar minha vida é muito mais fácil tirar irracionalmente Deus da lista e achar que eu tive uma informação quadrada, conservadora e ultrapassada afinal, estamos nos tempos modernos ! nós sabemos que aquilo era um pecado antigamente, mas as coisas mudam, cada geração determina o que é pecado ! ou melhor...cada pessoa pode determinar aquilo que bom ou ruim! e sendo assim, nós somos deuses ou nos colocamos no lugar de Deus.

Por isso, o que temos nas universidades não é um crescente ateísmo, mas uma crescente idolatria, é o ser humano que se colocou no lugar de Deus; e já que essa aitute idolátrica é muito incômoda interiormente, então é melhor eu criar uma farsa e fazer de conta que Deus não existe porque assim ele não irá me incomodar. Na realidade então, as nossas universidades são especialistas no seu âmbito em amordaçar as vozes das consciências dos nossos jovens, ali entra-se mais do que um mero ateísmo...entra-se na ditadura do relativismo; liberdade do homem na verdade não é liberdade de estar longe de Deus, porque vemos que quando as pessoas caem nessa ditadura do relativismo, elas se tornam tristes escravas de criaturas mais inferiores ainda, basta olhar para ao nosso ambiente universitário e não veremos que os jovens que estão lá são homens e mulheres totalmente livres mas pessoas escravas do pecado.

É importante lembrar que a virtude não vicia, não se pode dizer que uma pessoa é ''viciada'' em generosidade, mas pode-se dizer que ela é tem o vício da avareza, não se pode dizer que uma pessoa tem o vício da castidade, mas pode-se dizer que ela tem o vício da luxúria; você não pode dizer que uma pessoa tem o vício da sobriedade, mas pode dizer que ela tem o vício do álcool, das drogas e outras coisas mais; enfim, o homem querendo se libertar de Deus...se escravizou e desceu abaixo de sua própria natureza.

Deus não dificulta nossa autonomia, Ele nos liberta através da Verdade. As universidades deveriam ser lugares onde se busca a verdade. Se buscarmos a verdade com "V"maiúsculo ela nos libertará, e fará de nós pessoas que realmente estão a serviço do conhecimento e da ciência; esta deveria ser a vocação de todo universitário.

Por PADRE PAULO RICARDO (algumas adaptaçãos mas não que não fere a mensagem)

Aproveitem leiam o post "Santo Anselmo e a existência de Deus"

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sexta-feira, 19 de abril de 2013

JIHADISTAS NA BÉLGICA



Aproximadamente 1000 muçulmanos de toda Europa estão sendo recrutados como jihadistas na Síria; antes o lugar de recrutamento era a Somália, Paquistão e Afeganistão, mas como a coisa por lá está catastrófica, é o melhor lugar para treinar guerrilheiros revolucionários.

Quando esses ''soldados'' voltam para casa; ou seja, na Europa começam - por instintio ou vontade de trabalhar- a agir nos lugares onde estão instalados, é o que aconteceu na Bélgica. Eles realizaram dezenas de ataques mas a polícia belga conseguiu prender seis islâmicos incluindo o líder de um grupo salafista chamado Sahria4Belguim, esse líder é suspeito de recrutar jihadistas para a Síria.

O ministro público belga Eric Van Der disse em entrevista coletiva que a investigação envidencia que Sharia4Belgium é apenas uma parte de um amplo movimento de jihadistas internacional, que é acusado de fornecer treinamento ideológico e de artes marcias; organizam aitividades violentas na Bélgica e recrutam combatentes islâmicos para conflitos no exterior; o ministro também disse que as autoridades belgas conheciam 33 pessoas que tinham ligações com o Sharia4Belgium que se envolviam com os jihadistas da Al-Qaeda.

Sharia4Belgium já afirmou que quer implantar a lei Sharia (regida pelo Corão) em toda a Bélgica e quer derrubar a ordem democrática daquele país, seu braço direito disse que "em breve a bandeira negra da jihad islâmica estará voando em cima de todos os palácios da Europa."

Em toda a Europa está se alastrando a força islâmica e os governantes não sabem com quem estão lhe dando; está explícito que quando um muçulmano por mais pacífico que seja tem o dever de contribuir de alguma forma para a ascenção do califado universal; muitos já sabem que intelectuais fazem propagandas do islã em muitos lugares da Europa enquanto a classe alta que vive por lá subsidia movimentos de ativismo em todo lugar, inclusive movimentos armados.

O que os cruzados conseguiram bloquear, o laicismo europeu está deixando reinar por completo. A Europa já se encontra com duas caras: Uma Europa cristã moribunda e uma Europa islâmica nascente; só não percebem que os islâmicos querem dominar o velho mundo quem não quer....ou é conivente.

Fonte em inglês: GATESTONE INSTITUTE

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sábado, 13 de abril de 2013

MAIORIA É CONTRA CASAMENTO GAY SEGUNDO ENQUETE DO G1





No dia 11/4/2013 terminou a enquete do site G1 com a pergunta "Você é a favor da aprovação pelo Congresso da união civil gay? e depois cita o caso da cantora Daniela Mercury que assumiu sua lesbianidade e o site escreveu que isso colocou o tema em evidência.
No Uruguay e Argentina já são aprovados pelos seus Congressos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, no Brasil somente no Supremo Tribunal Federal reconhece essa união.
Vejam estes post: SOBRE GENES GAY - POR DRº FRANCIS COLLINS
Vejam este post : O CASAMENTO HOMOSSEXUAL E O ESTATISMO ILIMITADO

O resultado mostrou a opinião conservadora de muitos brasileiros que diante dessa pesquisa se apresenta como maioria contra a legitimação do casamento homossexual.


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

CENAS FORTES - MUÇULMANOS DECAPITAM JOVEM POR SE CONVERTER AO CRISTIANISMO



Esse fato aconteceu já faz algum tempo e percebe-se que não causou nenhum impacto na grande mídia; porém quando houve uma curtíssima metragem sobre o profeta Maomé e mal feita por sinal, os ocidentais logo fizeram questão de tirar de circulação e ainda prender o suposto diretor do filme.
É uma subserviência bajuladora e injusta para com aqueles que ajudam a assassinar 105.000 cristãos por ano. E ainda em muitos lugares da Europa e EUA querem criminalizar qualquer oposição com as coisas do islã chamando de ''islamofobia''.
Esse é apenas hum acontecimento entre milhares que acontece no submundo do Oriente Médio e Norte da África; as cenas são fortíssimas, vocês não são obrigados a assistir.

Fonte: NECROPATIA
EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

sexta-feira, 12 de abril de 2013

ÍNDIA: DOIS CRISTÃOS PRESOS SOB FALSAS ACUSAÇÕES DE CONVERSÕES FORÇADAS

                                                               CRISTÃOS NA ÍNDIA

Um grupo de muçulmanos atacou dois homens, cinco mulheres e duas crianças, todos de origem Inglês. A polícia impediu a destruição da casa, mas prendeu dois cristãos. Líder do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC): "O crescimento da intolerância anti-cristã é alarmante."

“ A intolerância anti-cristã em Jammu e Caxemira está a atingir proporções alarmantes", é a queixa de Sajan George, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC), após a prisão de dois cristãos, em Srinagar, a capital de Estado indiano, sob falsas acusações de conversões forçadas.
A perseguição se iniciou em 10 de abril do ano passado, depois de um grupo de muçulmanos atacou dois homens, cinco mulheres e duas crianças, todos de origem britânica.

De acordo com moradores do local do fato, James Thomas, está engajado em atividades de conversão. Então, dois dias atrás, um grupo grande de pessoas atacaram os cristãos, e atiraram pedras em veículos e tentaram destruir a casa.
A intervenção da polícia impediu a demolição e o ferimento dos presentes, mas as autoridades prenderam Tiago e Alora Milli para esclarecer as acusações contra eles.

A polícia confiscou o prédio e os estrangeiros foram evacuados. O imã local disse à polícia que ele havia pdeido várias vezes para os estrangeiros não converter muçulmanos, sem sucesso.
"Agora - acrescentou - não podem mais acessar a área  mesmo se eles não converter ninguém, vou evitar a todo custo.".

"As acusações são falsas e difamatórias” - disse Imam Sajan George - e da cumplicidade da polícia em prender os cristãos são uma grave ameaça para a liberdade religiosa, um direito garantido pela Constituição da Índia."

Jammu e Caxemira é o único Estado de maioria muçulmana da Índia, onde a intolerância religiosa ocorrem com freqüência. Em janeiro passado, um grupo de turistas estrangeiros arriscou ser linchado após a publicação de alguns posts no Facebook. Um caso exemplar remonta a 2011, quando o rev. Chander Mani Khanna, pastor da Igreja de Todos os Santos Anglicana, foi preso por ter batizado sete muçulmanos e então indiciado por um tribunal islâmico (que não tem autoridade legal no Estado ou na Índia, de proselitismo e conversões forçadas.

Fonte em italiano: ÁSIA NEWS

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS