sábado, 19 de outubro de 2013

FORO DE SÃO PAULO INSTRUMENTANDO MEIOS DE COMUNICAÇÃO
















Como já se sabe (não por muitos) que a organização fantasma do Foro de São Paulo (criada por Fidel, Lula e grupo narco-terrorista FARC) é a detentora das decisões políticas, econômicas  intelectuais e culturais de toda a América Latina há mais de 20 anos, e isso também inclui os meios de comunicação.

Assim como todo movimento transnacional, o Foro de São Paulo transcende o poder da soberania dos países alegando "lutar pela justiça social dos povos latinos americanos contra o imperialismo estadunidense". Eles alegam lutar para devolver a soberania para os países sulamericanos; contraditoriamente, tomam a soberania desses países para si, ou seja, pura estratégia comunista de controle dos meios de comunicação e usá-las como instrumento de propaganda política-ideológica.

Não é de se espantar que desde 1990 vem sendo ocultado pela grande mídia a existência dessa organização intercontinental que toma decisões que influenciam diversos países; decisões essas que denotam vários crimes contra os estados soberanos: ocultação de articulações políticas, reuniões secretas com pessoas públicas, alianças com guerrilheiros e terroristas, complô contra as forças armadas dos países em questão e muitos outros mais... Tudo isso poucos brasileiros ouviram falar.

Percebe-se a desorientação que a mídia brasileira causa na população em não fazer o seu papel corretamente; já há muito ela não faz seu trabalho de divulgar informações e sim difundir informações tendenciosas visando interesses comuns (no sentido comunista do termo).

Por isso que ao decorrer dos anos, vem sendo implantado aos poucos, programa de controle dos meios de comunicação, maiores intervenções do governo na mídia e a inoculação expansiva dos pensamentos socialistas.


Veja essa resolução da Declaração do Seminário de Comunicação - Seminário Paralelo ao Foro de São Paulo. 

" 1. Que a questão da comunicação e telecomunicações tenha um sentido estratégico no enfrentamento ao neoliberalismo. Isto significa os partidos abandonarem a concepção puramente instrumental da informação para adotarem uma postura de construção de políticas tendo a comunicação como um dos eixos fundamentais.

2. Que é urgente a constituição de um controle público, não necessariamente estatal, sobre os meios de comunicação e telecomunicação.

3. Que é tarefa dos partidos de esquerda reorganizar os sistemas de comunicação no sentido contrário da concentração monopolista e com um sentido público.

4. Capacitação da sociedade para se apropriar e entender os processos políticos e técnicos da implantação do modelo neoliberal de comunicação.

5. Envolvimento direto e prioritário dos partidos na luta pelo controle público destas áreas.

Atas do Foro de São Paulo página 292. Reunião feita em Porto Alegre, 30 de julho de 1997.

Para bom entendedor meia palavra, nota-se o interesse ditatorial em controlar as opiniões dos articuladores e fomentar a unanimização de um único pensamento; ou seja, tirar a liberdade de imprensa.

Seria por isso que, o silêncio geral da mídia brasileira sobre esse foro gigantesco e perigoso (auxiliado pelo dinheiro público brasileiro) já não fazia parte dessa estratégia, para que não desperte e alarme a população de um possível golpe de esquerda?


Veja um curto vídeo sobre o acobertamento geral da mídia em relação ao Foro de São Paulo:

Novamente deixo esse vídeo com a opinião sintetizada de Reinaldo Azevedo sobre o Foro.

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS


  

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