sexta-feira, 9 de agosto de 2013

POLÍTICA LGBT PARA CORPORAÇÕES

Nos EUA, a Human Rights Campaign tem um projeto que angaria a participação de empresas no bom tratamento, inclusão, benefícios e proteção para trabalhadores lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros; essa ONG possui uma lista de "empresas LGBT- friendly" que pontua positivamente empresas que favorecem a causa gay e dão apoio a esse público, e negativamente os que favorecem as causas conservadoras.

Hoje a HRC tem mais de 500 empresas que apóiam incodicionalmente esse projeto que inclui políticas de seguro, estabilidade, aposentadoria entre outras para o grupo do gênero.

Das 20 maiores empresas do país, 13 receberam pontuações como "perfeitas" pela HRC nos quais estão  no topo a General Motors, Bank of America e Ford Motors; uma grande empresa que recebeu pontos negativos foi a Exxon Mobil por apoiar grupos conservadores que se opõem ao Lobby gayzista, a Chick- Fil e Hobby Lobby por ter tomados posições públicas a favor de casamento tradicional, sobre o uso de contraceptivo e outras questões dessa ordem.

Cada vez mais, em todos os setores da sociedade, está se tornando visível a linha de divisão entre dois grupos: pró x contra LGBT. São projetos com metas à curto e rápido prazo usando os mesmo discursos de igualdade; no caso das empresas..."igualdade corporativa".


O grande problema não é nem o apoio que dão ao público gay, mas sim favorecimentos que excedem à normalidade trabalhista e que não alcança os outros grupos; ou seja, usam dos discursos humanitários ( e muitas vezes falaciosas sobre preconceito) para selecionar trabalhadores pelo único requisito: ser gay. Já não é estranho nos EUA que homossexuais por não passarem em testes de seleção, processarem empresas alegando discriminação homofóbica.

Mais do que nunca, os grupos conservadores tem que explicitarem ao público que a verdadeira luta não contra a classe em si dos homossexuais, mas a esse lobby¹ que anseia por privilégios em todos os setores da sociedade e não apenas por mera "igualdade de direitos"; digo isto porquê o avanço dessas pressões estão ficando tão intensas e tão distantes das suas causas originais que os religiosos e conservadores no afã de proteger a família e os bons costumes podem agirem de forma que legitimam as acusações de preconceito e discriminação... e sabemos que essa estratégia de reações emocionais de oposição é uma boa engenharia comportamental para mudar a opinião pública.

Fonte em inglês: RELIGION TODAY 

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS 

¹ Pressão ostensiva e maciça de grupos sociais para mudanças em leis.

Nenhum comentário:

Postar um comentário