sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A MARCA DO SANGUE NO IMPÉRIO OTOMANO






Desde sua fundação, a história do islamismo sempre foi marcado pela espada e sangue. Não é unânime entre eles que seja pregado Alá dessa forma, mas desde sua fundação e crescimento sempre foi um espectro de morte para os não muçulmano.

Um exemplo histórico é o caso em Otranto - Sul da Itália, que estava sendo invadida pelo exército muçulmano da corrente Turco Otomana, e tinha como seu general Gelik Achmet Pascia; ao ser invadida, ordenou que se apresentasse todos os homens com mais de 15 anos para renunciar publicamente sua fé e se converter ao Islã; não teve sucesso com um grupo de 800 cristãos.

Entre esses 800 é conhecido o nome de Antônio Primaldo, um sapateiro que diante de todos tomou a palavra e disse após o ultimato: "Consideramos Jesus Cristo o nosso Senhor e o verdadeiro Deus. Preferimos mil vezes morrer à renunciá-lo e tornarmos turcos." e todos imediatamente foram decapitados. Todos esses foram canonizados pela Igreja Católica em 12 de maio de 2013.

Independente de alguém ser católico ou cristão de outras vertentes, é admirável a coragem desses devotos que preferiram entregar suas vidas à se converter a uma ditadura fundamentalista* e expressamente genocida. Como vemos pela própria história concluímos que na consumação dos séculos, o regime islâmico terá que prestar contas por banhar a terra com muito sangue em nome de sua fé.

Fonte: MUNDO


EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

* Quem é rígido e severo a ponto de matar pela obediência de regras e doutrinas.

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