segunda-feira, 1 de julho de 2013

LEI DE AÇOITAMENTO PÚBLICO A HOMOSSEXUAIS


A dignidade humana tem que prevalecer a qualquer tipo de segregação; mesmo que haja conflitos e tensões sociais em seus vários ambientes, ser humano sempre será ser humano.

Esse humilde meio de informação sempre tem trazido excessos da sindicância gayzista e seus projetos totalitários ao redor do mundo, mas nunca atacado a honra individual de cada gay, mesmo porque a própria militância LGBT não representa verdadeiramente os gays, mas sim as fundações e ONGs que a patrocinam com o intuito de transfigurar a sociedade em seu senso comum e fazer a dissolvição da soberania nacional, além de um anticristianismo ferrenho.

A verdade tem que estar acima de tudo, até mesmo da própria crença individual. Se houver canalhice, desonestidade e corrupção do movimento em que somos pertencentes, tem que ser dita e denunciada, pois acima de tudo existe a tribuna da consciência.

Depois de décadas em que a Rússia cometeu o genocídio de 60 milhões de pessoas pelo comunismo, novamente o barbarismo entra em cena com a proposição do parlamentar russo Alexandre Mikhailov pela aprovação da lei de açoitamento para homossexuais em praça pública.
Ele disse que esse tipo de comportamento esconde vários problemas, especialmente da defesa do país, do crescimento da população e de crimes sexuais.

Também em 11 de junho, foi aprovada em São Petersburgo a lei que pune qualquer propaganda homossexual em frente a um menor de idade, o descumprimento da lei resulta em 50 mil rublos (R$340) para pessoas físicas e 1 milhão de rublos (R$ 67,8 mil) para entidades jurídicas.
É verdade que a Rússia tem investido muito na tradicionalização de sua cultura, até mesmo na área religiosa, mas usar de violência e medidas antidemocráticas é exasperar o poder que está nas mãos.

É necessário questionar os duvidosos conceitos de “direitos humanos” pela sombria chefia da ONU e ter sua própria autonomia nacional, mas a função do Estado é proteger seus cidadãos independente de suas escolhas, por isso, é repudiável essa lei ainda que seus argumentos tenham validade somente para casos isolados.

A questão da propaganda é aceitável, pois a estratégia de propaganda inocula mensagens que possam interferir no processo de construção da personalidade induzindo os suscetíveis a transmudar comportamentos que antes não lhe pertenciam, além de que para uma questão de sexualidade que se trata de algo natural não é necessário propaganda, sendo assim, existe uma tendenciosidade a incitação para - ou aceitação ou indução a essas práticas, então é viável a proibição de propagandas desse gênero tanto lá quanto aqui no Brasil; agora a inferiorização desses seres humanos por meio de punições arcaicas é abominável.


O movimento mundial que diz lutar pelos direitos dos homossexuais e pelo combate da tão propagada homofobia deveria protestar contra esse tipo de coisa, não só lá mas também em países islâmicos onde gays são mortos e enforcados e em Cuba onde são maltratados, ali sim existe a verdadeira homofobia. Será que o grande e ilustre compositor e maestro russo Tchaikovsky cuja música é tocada nessa página receberia esse tipo de punição?

Fonte: OPERA MUNDI

EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS

2 comentários:

  1. embora eu não ser cintra e nem a favor de tudo isso que está acontecendo entre a homosexualidade e a sociedade, existem outros meios de resolver esse problema sem necessitar do açoitramento de gays. para que isso gente não estamos em uma guerra onde vale tudo. Eu particularmente sou totalmente contra a brutalidade, precisamos saber que com tudo isso essas pessoas são humanos como todos nós e não é justo que se resolve dessa maneira. Eu digo isso não é por estar apoiando o problema deles mas sim pela manbeira de agir das autoridades.

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