sábado, 29 de setembro de 2012

Epitáfio dos mártires -1

    


Frases inspiradas por uma fé viva, forte e verdadeira; de pessoas que realmente viveram o que professavam e pagaram caro por isso - com a própria vida- essa será uma sequência de posts com relatos escritos e lapidados em túmulos dos mártires nos primeiros séculos do cristianismo sob a feroz perseguição do Império Romano.
Atráves de homenagens curtíssimas, às vezes em forma de desenhos ao seus irmãos em Cristo, vemos o pensamento da igreja nessa época, vemos o nível de sua fé e a sua maneira de encarar a morte que perde seu poder de assombração.
Que nós, cristãos desse século, possamos viver com essa singeleza mostrada pelos primeiros irmãos, e se passarmos pela morte (se o Senhor não vier) tenhamos a firme convicção de que para os salvos a foice da morte está cega e sem chance de ser afiada.

Espero que gostem !

       "PRIMÍCIO, EM PAZ, DEPOIS DE MUITOS TORMENTOS, O MAIS VALENTE DOS MÁRTIRES, ELE VIVEU COMO TRINTA E OITO ANOS.
ESTÁ É UMA LEMBRANÇAS DE SUA ESPOSA QUE AMAVA AO QUE BEM MERECIA".

        "CLEMÊNCIA, TORTURADA, REPOUSA. ELA RESSUCITARÁ".

       "O GOLE MORTAL (de um veneno) NÃO SE ATREVEU A APRESENTAR A CONSTÂNCIO A COROA QUE SÓ AO AÇO ( uma espada) FOI PERMITDO LHE OFERECER".



                                    Fonte por meio do Livro: O mártir das catacumbas
                                                          Ezequiel Domingues dos Santos

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

INVESTIDA TENDENCIOSA


No site http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/um-guia-secular-das-origens-do-cristianismo/  li uma divulgação de um lançamento de um livro escrito pela britânica Selina O'Grady que fala sobre a influência das cartas do Apóstolo Paulo no Império Romano, teorias inventadas e muitas outras babozeiras.

Eis o artigo e logo abaixo meu comentário a respeito


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Um guia secular das origens do cristianismo

Novo livro de Selina O’Grady afirma que São Paulo foi a chave para o sucesso do cristianismo

Os líderes da Roma antiga eram implacavelmente pragmáticos em questões religiosas. Quando uma tribo era subjugada e o seu respectivo território era anexado ao domínio imperial, Roma se apropriava dos deuses do povo dominado e os adicionava ao seu crescente panteão de divindades exóticas. Quando Augusto assumiu o poder político supremo, ele também reivindicou a condição de divindade; as cidades do império eram encorajadas a competirem entre si quanto ao fervor de adoração ao imperador.
Em sua extensa narração das relações entre fé e poder no alvorecer da era Cristã, Selina O’Grady em seu livro And Man Created God: Kings, Cults, and Conquests at the Time of Jesus ( “E o homem criou deus: reis, cultos e conquistas na época de Jesus”, em tradução livre) apresenta os usos políticos da religião pagã, ambientando o relato em luxuosa e excessiva Roma, com grande esmero e poder descritivo. Mas O’Grady, escritora e radialista britânica, também tem um propósito mais ambicioso. Por meio do estudo de muitas formas de teocracia e divinização do imperador, a autora pretende criar um contexto que torne compreensível o surgimento de Jesus de Nazaré como um pregador em vilas da Galileia, onde foi dado o ponto de partida ao cristianismo, e sua adoção como a religião oficial do império romano. Em outras palavras, ela está procurando explicações seculares diretas para o fenômeno histórico que a cristandade atribuiu ao espírito santo.
Desse modo, ela entra em uma arena na qual os estudiosos da bíblia começaram a se amontoar há meio século: qual a relação, caso haja alguma, entre o “Jesus histórico” e o Cristo da fé e do dogma?
Para o estudioso secular, certezas a respeito do Jesus histórico são escapadiças. As evidências escritas são praticamente inexistentes, e a importância dos manuscritos do Mar Morto, uma das poucas fontes da época quase que inteiramente na língua semítica,é altamente contestada. No entanto, as ideias de O’Grady são bastante claras. Para ela, Jesus foi um dos muitos pregadores itinerantes e milagreiros que não fizeram nenhuma reivindicação particular da condição de divindade,mas que articularam uma forma de nacionalismo judaico. (Porque, alguém pode perguntar, ele exortou seus seguidores a “dar a César o que é de César”?) O “filho de deus”, sob o nome do qual os imperadores romanos e bizantinos tocavam os seus impérios, foi, na opinião de O’Grady, concebido por Paulo, que tornou o cristianismo uma religião tanto universalista (dirigindo-se, como faz o Islã, a toda a humanidade) quanto politicamente indiferente, ideal, portanto, a um império.
Mas O’Grady observa que Paulo estava, em certo sentido, resolvendo um problema privado quando ele vislumbrou uma religião para toda a humanidade, isto é, o problema de um judeu devoto que tivera uma educação grega e era um cidadão romano. Três séculos depois, os mestres de Roma descobriram que as repostas de Paulo a seus próprios dilemas correspondiam precisamente às necessidades ideológicas do império.
O argumento da autora vai se elevando até atingir o seu ápice no capítulo final, o qual trata de como “Paulo criou Cristo”; ou como o apóstolo concebeu um formato útil para um religião mundial baseada em suas intuições místicas de uma figura divina que ele havia “encontrado” apenas em suas visões. Ambos os extremos do argumento – o de que Paulo reagiu criativamente a seus dilemas pessoais e o de que a crença em um Deus único manteve o império romano unido – são convincentes o bastante.






Comentário de Ezequiel Domingues dos Santos:

"É de se esperar uma obra como essa vindo de um lugar onde a perseguição cultural é intensa contra valores cristãos (quase chegando ao nível de um país comunista).
De acordo com o texto acima referendo a obra, dá pra se perceber a pobreza de hermenêutica da autora em dizer que “Jesus não revindicou a condição de divindade”, ora; Jesus disse: “Antes que Abraão nascesse eu sou”- (eu sou é = nome hebraico de Javé) e também disse “Eu e o Pai somos um” e também “Que vê a mim também vê o Pai” ,ou seja, a divindade de Jesus não foi criada por Paulo, mas explícita nos evangelhos e implicitamente nos escritos dos profetas hebreus centenas de anos antes.
O caso do universalismo cristão também não foi criado pelo apóstolo Paulo pois o próprio Jesus disse muito antes que “Deus amou o mundo de tal maneira…”, se Ele amou o mundo significa o intuito universal para salvação.
E também Paulo não vislumbrou nenhuma religião para a humanidade, simplesmente ele levou a cabo o mandado de Cristo “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda a criatura” (coisa que os primeiros apóstolos não fizeram); no entanto, realmente ele usou a sabedoria helenística para sintetizar e teorizar os cristianismo vacinando contra heresias e usou sua cidadania romana com seus direitos para percorrer o vasto império anunciando o evangelho e, mesmo assim, foi decapitado por ordem do imperador Nero.
Como muitas (ou quase todas) obras ateias para criticar o cristianismo, essa também usa de pseudológicas para inverter a percepção da realidade histórica de quem lê ou ouve com argumentos que ferem a ciência da interpretação; erroneamente faz comparação com a missão Islâmica que difere e muito do missão cristã e com uma erudição histórica tendenciosa lança uma máxima “Paulo criou Cristo” para a alegria de militantes ateus histéricos e muleta para os céticos que não têm espírito crítico mas, (por julgarem segundo as aparências de intelectualidade) absorvem sem ao menos pesquisar.
Por isso mais e mais estou convicto que não tenho fé suficiente pra ser ateu."


                                                                   Ezequiel Domingues dos Santos

quinta-feira, 13 de setembro de 2012




ODE À SALVAÇÃO
Quando me conheci por gente, indaguei sobre tudo
Sobre o passado, sobre o presente e sobre o futuro
Absorvi várias teorias, várias hipóteses e doutrinas
Para encontrar alento nessa existência sem alegrias

Coloquei várias máscaras na minha maneira de viver
Para sair da medíocre vida que eu tentava satisfazer
Uma vez conseguida o que ansiava para minha realização
Me frustrava de novo por ver que só aumentava a decepção

Até que um dia, um sonho me derrubou da cama e deixou-me perturbado
Me fez lembrar que eu já conhecia a verdade que eu tanto tinha desprezado
Sonhei que o fim dos tempos chegara, coisa que o pastor tanto pregava
Depois o arrebatamento começou e se foi a pessoa que eu tanto amava

Então tentei voltar para a antiga vida da cristandade
Só que incrível que pareça não encontrei a felicidade
Pensava que na minha competência agradara a Deus
Mas na verdade o que fazia era alimentar o ego meu

Até que de tanto insistir para encontrar a face do Pai
Percebi que tinha uma coisa me distanciava ainda mais
Não era humilde o suficiente pra reconhecer que era um ser perdido
E que somente o sangue de Cristo me fazia completamente redimido

Então tive coragem pra tomar uma grande decisão
Que era simplesmente abrir o meu ferido coração
Confiar sinceramente nessa obra maravilhosa
Que em lugar nenhum vi coisa mais preciosa

Hoje eu agradeço a Deus e não deixo de nas minhas orações mencionar
Que sem nenhum motivo e explicação Ele nunca deixou de me amar
Antes da fundação do mundo, o cordeiro já tinha sido preparado
Para qualquer insignificante como eu não se sentir desamparado

Por isso aconselho aos que lêem esse simples e humilde ode
Que para encontrar salvação é fácil ! e  qualquer um pode
Basta olhar para a cruz e ver quem morreu sem nenhuma hesitação
Pra outorgar vida eterna gratuita àqueles que viviam em condenação

                                                                          Ezequiel Domingues dos Santos

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Justiça iraniana liberta pastor preso desde 2009

Após permanecer na prisão por quase três anos, sob a ameaça de ser executado por causa de sua fé, o Pastor Yousef Nadarkhani foi liberto da prisão e inocentado da acusação de apostasia






O pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua família.
Algumas das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado na acusação de evangelizar muçulmanos e sentenciado a três anos de prisão por isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, sem ser julgado, o tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.
Louvamos a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.
Vamos orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja honrado através do testemunho e vida deste cristão.
FonteCSW e ACLJ
Ministério Portas Abertas

domingo, 9 de setembro de 2012

Não tenho fé suficiente pra ser ateu (Parte 8)




Por que não sou um fã de Charles Darwin

As festividades bilionárias em comemoração aos duzentos anos de nascimento de Charles Darwin tornam momentaneamente invisíveis alguns fatos essenciais da vida e da obra desse homem de ciência.

Desde logo, Darwin não inventou a teoria da evolução: encontrou-a pronta, sob a forma de doutrina esotérica, na obra do seu próprio avô, Erasmus Darwin, e como hipótese científica em menções inumeráveis espalhadas nos livros de Aristóteles, Sto. Agostinho, Sto. Tomás de Aquino e Goethe, entre outros.

Tudo o que ele fez foi arriscar uma nova explicação para essa teoria – e a explicação estava errada. Ninguém mais, entre os autoproclamados discípulos de Darwin, acredita em “seleção natural”. A teoria da moda, o chamado “neodarwinismo”, proclama que, em vez de uma seleção misteriosamente orientada ao melhoramento das espécies, tudo o que houve foram mudanças aleatórias. Que eu saiba, o mero acaso é precisamente o contrário de uma regularidade fundada em lei natural, racionalmente expressável. O darwinismo é uma idéia escorregadia e proteiforme, com a qual não se pode discutir seriamente: tão logo espremido contra a parede por uma nova objeção, ele não se defende – muda de identidade e sai cantando vitória. Muitas teorias idolatradas pelos modernos fazem isso, mas o darwinismo é a única que teve a cara de pau de transformar-se na sua contrária e continuar proclamando que ainda é a mesma.

Todos os celebrantes do ritual darwiniano, neodarwinistas inclusos, rejeitam como pseudocientífica a teoria do “design inteligente”. Mas quem inventou essa teoria foi o próprio Charles Darwin. Isso fica muito claro nos parágrafos finais de A Origem das Espécies, que na minha remota adolescência li de cabo a rabo com um enorme encantamento e que fez de mim um darwinista, fanático ao ponto de colocar o retrato do autor na parede do meu quarto, rodeado de dinossauros (só agora compreendo que ele é um deles). Agora, graças à amabilidade de um leitor, tomei conhecimento dos estudos desenvolvidos por John Angus Campbell sobre a “retórica das ciências”. Ele estuda os livros científicos sob o ponto de vista da sua estratégia de persuasão. Num vídeo fascinante que vocês podem ver em http://www.youtube.com/watch?v=_esXHcinOdA, ele demonstra que o “design inteligente” não é apenas um complemento final da teoria darwinista, mas a sua premissa fundamental, espalhada discretamente por todo edifício argumentativo de A Origem das Espécies. O “design inteligente” é, portanto, a única parcela da teoria darwiniana que ainda tem defensores: e estes são os piores inimigos do darwinismo.

É certamente um paradoxo que o inventor de uma explicação falsa para uma teoria preexistente seja celebrado como criador dessa teoria, porém um paradoxo ainda maior é que a premissa fundante da argumentação darwiniana seja repelida como a negação mesma do darwinismo.

Puramente farsesco, no entanto, é o esforço geral para camuflar a ideologia genocida que está embutida na própria lógica interna da teoria da evolução. Quando os apologistas do cientista britânico admitem a contragosto que a evolução “foi usada” para legitimar o racismo e os assassinatos em massa, eles o fazem com monstruosa hipocrisia. O darwinismo é genocida em si mesmo, desde a sua própria raiz. Ele não teve de ser deformado por discípulos infiéis para tornar-se algo que não era. Leiam estes parágrafos de Charles Darwin e digam com honestidade se o racismo e a apologia do genocídio tiveram de ser enxertados a posteriori numa teoria inocente:
“Em algum período futuro, não muito distante se medido em séculos, as raças civilizadas do homem vão certamente exterminar e substituir as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os macacos antropomorfos... serão sem dúvida exterminados. A distância entre o homem e seus parceiros inferiores será maior, pois mediará entre o homem num estado ainda mais civilizado, esperamos, do que o caucasiano, e algum macaco tão baixo quanto o babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o australiano e o gorila.”

Imaginem, durante as eleições americanas, a campanha de John McCain proclamar que Barack Hussein Obama estava mais próximo do gorila do que o candidato republicano!
Tem mais: “Olhando o mundo numa data não muito distante, que incontável número de raças inferiores terá sido eliminado pelas raças civilizadas mais altas!”

Para completar, um apelo explícito à liquidação dos indesejáveis:

“Entre os selvagens, os fracos de corpo ou mente são logo eliminados; e os sobreviventes geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, civilizados, por nosso lado, fazemos o melhor que podemos para deter o processo de eliminação: construímos asilos para os 
imbecis, os aleijados e os doentes; instituímos leis para proteger os pobres; e nossos médicos empenham o máximo da sua habilidade para salvar a vida de cada um até o último momento... Assim os membros fracos da sociedade civilizada propagam a sua espécie. Ninguém que tenha observado a criação de animais domésticos porá em dúvida que isso deve ser altamente prejudicial à raça humana. É surpreendente ver o quão rapidamente a falta de cuidados, ou os cuidados erroneamente conduzidos, levam à degenerescência de uma raça doméstica; mas, exceto no caso do próprio ser humano, ninguém jamais foi ignorante ao ponto de permitir que seus piores animais se reproduzissem.”

Notem bem: não sou contra a hipótese evolucionista. Do que tenho observado até hoje, devo concluir que sou o único ser humano, no meu círculo de relações próximas e distantes, que não tem a menor idéia de se a evolução aconteceu ou não aconteceu. Todo mundo tem alguma crença a respeito, e parece disposto a matar e morrer por ela. Eu não tenho nenhuma.

No entanto, minha abstinência de opiniões a respeito de uma questão que considero insolúvel não me proíbe de notar a absurdidade das opiniões de quem tenha alguma. Há muito tempo já compreendi que os cientistas são ainda menos dignos de confiança do que os políticos, e os paradoxos da fama de Charles Darwin não fazem senão confirmá-lo. Meus instintos malignos impelem-me a pegar os darwinistas pela goela e perguntar-lhes:
– Por que tanta onda em torno de Charles Darwin? Ele inventou o “design inteligente”, que vocês odeiam, e a seleção natural, que vocês dizem que é falsa. Ele pregou abertamente o racismo e o genocídio, que vocês dizem abominar. Para celebrá-lo, vocês têm de criar do nada um personagem fictício que é o contrário do que ele foi historicamente. Não vêem que tudo isso é uma palhaçada?

sábado, 8 de setembro de 2012

O TOTALITARISMO GAYZISTA AGINDO

Articulista do jornal Gazeta do Povo do Paraná é censurado por escrever criticando adoção para homossexuais


 

De maneira sutil, gradativamente e de ao mesmo tempo voraz, a militância gayzista está ficando com à rédea solta no Brasil; tomando conta de todos os setores tapando a boca de que tem uma opinião contrária, de quem defende a família, bons costumes e de maneira autoritária e psicótica eliminam a todos que simplesmente manifestam uma opinião em tom de crítica não deixando um espaço para uma democracia.

Ao publicar o seu artigo semanal no dia 30/08 com o título de "Perversão da Adoção", Carlos Ramalhete é censurado por criticar a decisão do Supremo Tribunal de Justiça do Paraná, que autorizou a adoção de um menino por dois homossexuais que agora são considerado como dois pais biológicos de acordo com a nova certidão de nascimento do garoto.

“Recebi mais de mil mensagens com ameaças e ofensas por ter afirmado o evidente: que o lugar de uma criança é com um pai e uma mãe. A defesa da família, no Brasil de hoje, tornou-se motivo para ódio e ameaças de morte. É a voz da maioria silenciosa sendo calada e tendo calado o seu direito de cidadania, é a imposição pela força dos tribunais da opinião de uma minoria”, afirmou Carlos Ramalhete à ACI Digital.

É incrível que, se tratando em direitos a favor dos homossexuais, é passado por cima de tudo e de todos que pensam diferente ou se expressam contra essa campanha de ditadura que criminaliza não só a livre expressão mas também o direito de pensar diferente da minoria privilegiada.

Um grupo de pessoas se manifestaram contra essa censura e criaram a página no Facebook Ramalhete livre   (http://www.facebook.com/Ramalhetelivre)

Também está aberto uma petição pública na internet em favor da liberdade de expressão de Carlos Ramalhete e consequentemente em favor da democracia (pois democracia também é diversidade de opiniões e ideias).
http://www.peticaopublica.com....

Deus abençoe

                                                                     Ezequiel Domingues dos Santos

sábado, 1 de setembro de 2012

NOSSA ETERNA MORADA

"Pois não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a vindoura." Hebreus 13:14

     Como será o anseio de alguém que está longe da sua casa? Aquele lugar confortável onde somente você se sente à vontade, ou melhor ainda, se você adquiriu por herança uma mansão belíssima e está louco pra ver e fazendo planos pra quando morar lá?. Pois bem, se essa pergunta fosse feita pra algum cristão autêntico ele logo iria imaginar o paraíso que Deus nos está preparando que é o fim objetivo da nossa fé, mas, se for feita a um aparente cristão que está com olhos voltados a esta Terra e tudo o que nele há ele iria imaginar o que simplesmente essa vida pode oferecer, o que não passa de coisas transitórias; infelizmente tem se proliferado o número de irmãos em Cristo que estão caindo nesse existencialismo barato, medíocre e entorpecedor; nada como um chacualhão da parte de Deus na vida dos seus filhos para que acordem e vejam que "tudo passa mas aquele faz a vontade de Deus permanece para sempre".

     O cidade eterna desejado pelos seguidores de Cristo ainda está com vagas abertas, mas só conseguirão entrar nela os que a amarem mais do que os prazeres momentâneos e ilusórios deste mundo. Que essa verdade não possa sair da nossa mente e do coração que essa vida terrena não é nem uma fagulha do que viveremos quando cruzarmos o além vida.

"Mas a nossa pátria está nos céus, de onde esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Filipenses 3:20

                                                   Ezequiel Domingues dos Santos