segunda-feira, 16 de abril de 2012

Não tenho fé suficiente para ser ateu (parte 1)

                      Um pouco sobre a veracidade dos evangelhos




Jesus tem quatro relatos biográficos sinóticos: o de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Eles escreveram baseados num processo de investigação acurada de pessoas que conviveram pessoalmente com Cristo.
Esses evangelhos não são biografias no sentido clássico, como as que conhecemos hoje. Porém, como os evangelhos retratam a história de Jesus, podemos dizer que representam a sua biografia.
Todo investigador, de suma, é um aventureiro no caminho do desconhecido e um questionador de tudo que se ouve e vê, se todas as pessoas que desejam conhecer as verdades dos fatos e denunciar as mentiras e faucatruas é necessário ter um espírito crítico sem visões pré-concebidas do que está analisando.
Existem 5686 manuscritos do Novo Testamento e se levarmos em conta em outros idiomas antigos como o aramaico, copta, árabe, latim e outras línguas, há mais de 9000 cópias juntando ao todo, mais de 14000 cópias do Novo Testamento, o que o torna o mais bem-documentado dos escritos antigos. Muitas cópias foram feitas numa data próxima dos originais. Há aproximadamente 75 fragmentos datados desde 135 d.C. até o século VIII. Observação: se compilarmos as milhares de citações dos pais da Igreja (primeiros líderes cristãos após os apóstolos) podemos reconstruir todo o Novo Testamento com exceção de 11 versículos.
Todos esses dados, acrescidos do trabalho do trabalho intelectual produzido pelos estudiosos da paleografia, arqueologia e crítica textual, nos asseguram que possuímos na Bíblia Sagrada um texto fidedigno do Novo Testamento.
Enfim, como muitos erroneamente pensam, fé não é um mero sentimento, mas sim, crer em fatos, e fatos deixam suas marcas no tempo e no espaço com evidências concretas e é justamente isso o que sido preservado por séculos.


                                                                      Ezequiel Domingues dos Santos

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