quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Aos sábios ateus


Poço de iniquidade


Quão bom é para todos agir com liberdade, achando o que quer, julgando o que
pode, opinar em diversos assuntos...
Criticar, sugerir, discordar, falar o que bem entende mesmo que não entenda nada,
quanto mais se tratando na era da informação, da comunicação e da propagação de
novas ideias.
Vemos sábios em tudo quanto é canto, ou pelo menos se achando, em assuntos que
ao menos se disponham a investigar antes de escarnecer a tudo e a todos quando o
assunto é Deus e a sua Palavra.
As pessoas já não têm os seus limites, seus temores, pois quando se trata de
blasfemar não medem esforços para atacar o Altíssimo; na verdade pensam que
atacam achando assim, a sua segurança interna envolta de crises existenciais!
Por que acham coisa maravilhosa que exista uma entidade capaz de criar coisas onde
não há coisas? Por que se sentem ofendidos quando colocamos tudo nas mãos
daquele que com apenas um sopro abriu um mar, ou com apenas uma palavra tirou
uma pessoa do mundo dos mortos?
Todos buscam seus ideais, mas aos confusos cabe a blasfêmia!
Mal sabem que suas palavras são escritas no diário eterno, mas sabem que suas
vidas passarão como um vapor e, se ao menos percebessem que seus corpos cabem
em uma vala qualquer para ver qual a insignificância de ser pó?
Coisa dura é se voltar contra o Criador, e usar com tolice o membro para o qual foi
criado para bendizer exaltar com louvor a Majestade Santa.
Á todos os ateus, peço que não reflitam sobre a inacessibilidade do universo, sobre a
origem da vida, sobre a utilidade da natureza ou sobre a sabedoria das formigas para
que suas línguas não sejam obrigadas a dizer “Há um Deus”.

Ezequiel Domingues dos Santos

Um comentário:

  1. Blá blá blá ... e vive preso a corrente de um vida ilusória. A verdade aos verdadeiros pertence e aqueles que são capazes de se libertar das imposições ambiciosas e manipuladores poderão viver uma nova dimensão de sábios.

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