quinta-feira, 29 de setembro de 2016

PASTORES TURCOS ESTÃO SOB CRESCENTE AMEAÇA DE MORTE


Dos países com maioria muçulmana, a Turquia está entre os aqueles que não há perseguição contra cristãos, salvo uma pequena - agora crescente - parcela do povo a favor da aplicação da Sharia como Constituição Nacional.

Masos tempos estão mudando... Depois da tentativa de intervenção militar no país, estão aflorando sentimentos de radicalismo em muitos setores da sociedade, haja vista o presidente Erdogan prender centenas de juízes, professores e outros funcionários públicos e ainda desejar fervorosamente a aprovação da pena de morte no país. Ele está adotando discurso antiamericano e está fazendo muita agitação contra a União Europeia.

Nessa onda toda, muitos podem se tornar suspeitos de ter tramado o golpe no país. Alguns figurões do governo turco já tentaram colocar os cristãos ortodoxos, curdos e protestantes junto a lista de suspeitos. Nisto, muitos radicais enrustidos ou grupelhos de extremistas acabam ganhando uma "aprovação emocional" do populacho sedenta de justiçamento; até o ISIS entra na parada.

As agências evangélicas de missões e auxílio às comunidades cristãs perseguidas no mundo tem chamado atenção pela crescente onda de ameaças de morte em pastores turcos. Quase todos eles têm recebidos mensagens via no celular com ameaças de morte, decapitação, ataques durante os cultos etc.

Muitas igrejas já estão mudando os dias e horários das reuniões devido a essa intolerância aos cristãos. De acordo Associação de Cristãos Protestantes na Turquia, os cristãos já estão acostumados com certos tipos de ameaça, mas nas últimas semanas, tem aumentado o número de ameaças e estão ficando mais constantes.

UM AGRAVANTE
Até mesmo para os muçulmanos moderados é um problema a existência de "ex-muçulmanos", não a toa que nos próprios países muçulmanos tolerantes não é permitido trocar de religião ou mesmo fazer proselitismo. Para eles a apostasia é um gravíssimo pecado assim como passível de condenação, seja a prisão, multa ou morte.

E é isto o que na Turquia tem de monte: cristãos que vieram do islamismo, a maioria destes pastores, assim como boa parte das comunidades, é composta por ex-muçulmanos.

Sempre são um problema esses fenômenos políticos convulsivos, onde grupos e classes sociais são tarjadas irracionalmente sob muitos pretextos, nesses momentos aqueles grupos que era tolerados, e com muita dificuldade, passam a ser os primeiros alvos de eliminação.  

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OBSERVATÓRIO DA FÉ

terça-feira, 27 de setembro de 2016

ARÁBIA SAUDITA DEPORTA 27 CRISTÃOS MARONITAS POR CELEBRAR FERIADO CATÓLICO

                               (A imagem nada te a ver com a notícia, apenas para ilustrar cristãos no Oriente Médio.)

A polícia religiosa do reino da Arábia Saudita invadiu uma casa no bairro de Aziziyah de Al Khafji e prendeu 27 cristãos maronitas por estarem celebrando o feriado católico da Assunção de Maria, entre os presos encontra-se também mulheres e crianças.

Os maronitas são cristãos de origem libanesa, igreja fundado por São Charbel Makhluf, cujo corpo morto intacto é relíquia para os católicos. Estes alegaram às autoridades que não julgavam ser infração suas orações a Maria por estarem dentro de uma residência e pelo fato do Alcorão fazer bons relatos sobre a mãe de Jesus.

Na Arábia Saudita é proibido construir igrejas cristãs, entrar com bíblias ou qualquer outra literatura, expressar fé não-muçulmana em público ou mesmo andar de crucifixo no peito etc. enfim, não pode nada. Dizem que mesmo uma reunião doméstico pode ficar suspeito dependendodo número de pessoas.

Esses cristãos citados já foram deportados, não há instâncias a recorrer, a Sharia é severamente aplicada. Mesmo sendo dentro de uma residência, o fato de ser um reunião com muitas pessoas de diferentes famílias já se caracteriza um fato ao crivo da polícia religiosa ou até mesmo de um mero vizinho muçulmano que se sinta ofendido com tanto cristão junto.

Esse não é o primeiro caso de deportação de pessoas por motivos religiosos, em 2012 foram deportados 35 cristãos etíopes por estarem rezando, neste caso eram 29 mulheres e 6 homens.

                                           (cristãos etíopes a serem deportados em 2012).

O reino saudita está entre os países mais intolerantes do mundo. Não só no âmbito religioso, mas no de gênero, cultural, político etc.


AINA

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 24 de setembro de 2016

REPÚBLICA CENTRAL DA ÁFRICA: MUÇULMANOS ABATEM 26 CRISTÃOS EM ATAQUES "PORTA A PORTA"


Militantes muçulmanos mataram 26 civis em uma vila predominantemente cristã na República Central da África depois de ir de porta em porta procurando cristãos para abater.

No que foi supostamente a pior violência no país durante meses, rebeldes do antigo grupo Seleka - uma aliança de facções da milícia rebelde que derrubou o governo em março de 2013 - atacaram a aldeia de Ndomete, cerca de 350km ao norte da cidade capital de Bangui na sexta-feira retrasada.

Hostilidade entre Seleka, oficialmente dissolvida em 2013, e cristãos milícia "anti-Balaka" - que surgiram após a 2013 golpe - tem aumentado no ano passado, mas o governo e autoridades da ONU disseram que os alvos do ataque eram tão unicamente civis.

Um líder cristão da área lança dúvidas sobre a capacidade do país em trazer ordem, dizendo à Agência Morning Star News: "Se o governo não quer reforçar a segurança, então vamos nos defender. Não devemos ficar parados enquanto nossos irmãos estão morrendo. "

Combates entre muçulmanos e cristãos piorou em 2013, quando Seleka depôs o então presidente François Bozizé e instalados Michel Djotodia, um muçulmano. Djotodia anunciou a dissolução da Seleka em setembro de 2013, mas rebeldes desde tumultos em todo o país, matando cristãos e inimigos políticos. grupos de milícias cristãs se formaram em resposta.

O Observatório de Direitos Humanos documentou execuções, estupros e saques por combatentes ex-Seleka. Em maio de 2014, os rebeldes mataram 11 pessoas em um ataque com granadas e atirando na Igreja de Fátima em Bangui.

Em fevereiro, o ex-primeiro-ministro Faustin-Archange Touadéra foi eleito presidente, trazendo esperança de que o conflito político e religioso iria diminuir. Mas rebeldes e milícias combatentes ainda estão ativos em todo o país fora da capital.

Extraído do TS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

BLOGUEIRO NA ÍNDIA É PRESO POR CRITICAR O ISLÃ EM REDE SOCIAL


Cada vez mais a liberdade de opinião está sendo solapada em vários lugares ainda democráticos no mundo, mas coincidentemente acontece nos lugares com grande porcentagem de muçulmanos como Índia e Bangladesh.

Em Bangladesh é mais comum ver blogueiros e formadores de opiniões que criticam o extremismo o islã serem perseguidos (isso porque criticam somente o extremismo, imagine se criticarem a religião mesma). Dessa vez, no país hindu também se manifesta as garras do politicamente correto.

O blogueiro Tarak Biswas, na Bengala Ocidental, foi preso por criticar o islã. Para seus acusadores, ele feriu alguns parágrafos do Código Penal Indiano "zombando e insultando" a religião alheia e da Lei de Tecnologia da Informação por "postar mensagens ofensivas".

Os representantes dos Direitos Humanos atuante no local criticaram a prisão e a forma como ele foi conduzido. Segundo eles, Biswas foi praticamente "sequestrado" pela polícia, sua família não foi informada, nenhum memorando foi emitido antes da prisão além do direito fundamental da liberdade de expressão; ferindo todas as ordens judiciais relativas à prisão de um cidadão.

Isto está desencadeando uma indignação local por se considerar um atentado à liberdade de expressão. Parece que os tentáculos do supremacismo islâmico não passa somente pela Europa e EUA.

Fonte: OBSERVATÓRIO DA JIHAD

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

MUÇULMANO QUE TRAMAVA DECAPITAÇÃO DE PAMELA GELLER VOLTA AO CATOLICISMO E SE DECLARARÁ CULPADO PERANTE A JUSTIÇA


Com o apoio do Estado Islâmico, Nicholas Rovinski e um grupo de muçulmanos atuantes nos EUA planejavam não só cometer atos terroristas no país, mas como também a decapitação da ativista antiextremismo Pamela Geller.

Rovinski deixou o islamismo, voltou a fé católica e aceitou a orientação de se declarar culpado ante a justiça. Ele se mostrava um fervoroso extremista e muita vontade de matar em nome do seu deus, tem apenas 25 anos.

É difícil fazer uma rápida leitura dessa mudança repentina do jovem, pois no radicalismo islâmico muita coisa é permitido para cumprir a missão, inclusive mentir (que é tradicionalmente condenável no islã) que é uma dissimulação chamado "Taquia", ou seja, fingir uma coisa que não é pra conquistar espaço e se infiltrar pacificamente no terreno inimigo.

Ao mesmo tempo que é difícil acreditar em pessoas com mentalidade terrorista, também é estranho o risco que ele decidiu correr por tornar público sua possível mudança de fé, isso é muito perigoso para Rovinski porque pode sofrer ataques de outros muçulmanos na prisão. Neste caso, qualquer líder islâmico, mesmo em outro país, pode proferir uma Fatwa (setença islâmica) contra esse rapaz - conclamando a qualquer muçulmano que o mate.

Pela complexidade deste fato ninguém solta fogos pela saída do terrorista da sua religião voltando a cristandade (apesar de gerar esperança) pela possibilidade de ser estratégia, mas também ele fica em observação pra ver até onde vai essa nova confissão pública. Semelhante ao caso bíblico de Saulo de Tarso pós-conversão, onde inicialmente as comunidades cristãs tinham medo de o receber. 

Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

CASAL TENTA PAGAR GASOLINA COM PAPEL UNGIDO


Isso não deve ser chamado nem de superstição, porque o supersticioso ainda tem a sensatez de conciliar e administrar sua vida para não passar vergonha nesse tipo coisa. Alguns religiosos estão chegando numa escala doentia jamais vista (chamando isso de "um passo de fé") na história da psiquiatria.

Um casal abastece o carro e paga com papéis ungidos, a PM foi chamada e alguém gravou o fato (link da fonte). Apesar de não dar pra ouvir a voz mulher, parece que ela ainda tenta argumentar; seja o for, o policial teve que dar um "sermão" de lucidez pra essa pessoa.

Até mesmo quem tomou chá de cogumelo não é capaz disso, o nível de loucura que permeia esses antros de mistiscimo, paganismo, idolatria e psiquismo é sim, caso de pesquisa - e urgente!

De repente alguém que crê num Deus mágico que serve ao homem pode me questionar por aqui: Mas você não crê que Deus possa fazer esse milagre? eu respondo: "Eu creio na ressureição dos mortos, isso é suficiente?"

Agora, uma boa ideia seria se a nota fiscal fosse levado ao pastor que ensinou isso para eles. O que acham? 

Assista o vídeo neste link, perfil de Rodrigo Toledo no Facebook:
 https://www.facebook.com/rodrigo.toledo.940/videos/1544414108917996/

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 18 de setembro de 2016

CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS FAZ RESOLUÇÃO CONTRA ISRAEL


Desde sua fundação, o Conselho Mundial das Igrejas sempre teve uma posição contra Israel sobre o seu conflito na Faixa de Gaza. Essa organização ecumênica novamente emitiu uma resolução colocando o governo israelense como principal causador do problema.

O Conselho pediu a retirada de Israel nos territórios que que ocupa, porém é ignorado o fato que Israel já se retirou de Gaza em 2005. Por isto, a Global Jewish Advocay considera a resolução "desprovida de qualquer equilíbrio ou esperança."

Continua a agência judaica:

"O que poderia ter sido um poderoso apelo para a paz virou reflexivamente a uma denúncia familiar e factualmente fraca de Israel de um grupo com uma longa história de viés anti-Israel"

"Notavelmente, o CMI continuam a ignorar o fato de que o único caminho para alcançar a paz entre israelenses e palestinos de forma sustentável é negociações diretas, bilaterais entre as partes, julgamentos não devem ser unilaterais . Estes dois órgãos da igreja afirmam buscar a justiça, mas uniformemente culpam Israel exclusivamente para o sofrimento dos palestinos, enquanto não consideram que os palestinos também respondem por incitamento e violência contra Israel ".

"Desde sua fundação, Israel tem procurado a paz com todos os seus vizinhos, e alcançou tratados de paz históricos com Egito e Jordânia. A liderança palestina, infelizmente para os israelenses e palestinos que desejam paz, tem repetidamente recusado. A Autoridade palestino Abbas afastou-se da última rodada de negociações diretas, mesmo com vários convites de Netanyahu para voltar à mesa de negociações.

O Conselho Mundial de Igrejas tem recebido muitas e duras críticas pelo seu longo histórico na parcialidade de suas conclusões e um fervoroso viés de esquerda desconsiderando a diversidade das opiniões de muitos líderes, além da nula participação no auxílio aos cristãos em perseguição nos países islâmicos.

Nisto se vê que as duras críticas vindos de conservadores não é motivado por ódio, preconceito ou por motivos reacionários, mas sim um real clamor para que esse Conselho - que diz lutar pela justiça e a paz - se movimente e atue também em favor de cristãos perseguidos por extremistas e tenha hombridade em detectar inimigos, saindo assim, da errada concepção de amor.

Fonte: GLOBAL JEWISH ADVOCACY
Fonte: RNS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 17 de setembro de 2016

UZBEQUISTÃO: PASTOR E FAMÍLIA CONSEGUE ASILO NOS EUA


Muitos países da Ásia Central tem forte controle social sobre grupos religiosos, isso deve a paranoia de que cresça núcleos terroristas e aproveitando os métodos de oriundo do antigo regime soviético. 
É meio que natural haver burocracias para permitir instalações de igrejas e mesquitas; até mesmo reuniões domésticos não são permitido em muitos lugares. Se há algum tipo de perseguição, nessas áreas não é exclusividade dos cristãos.

No entanto, o pastor da Igreja do Evangelho Pleno do Uzbequistão, Shestakov, estava sofrendo muitas revezes do Estado há 10 anos. Detenção, ataques à sua igreja, refúgios e até campo de trabalhos forçados, esse ministro tem ficado muito em evidência pelos serviços de inteligência dos usbequis.

Shestakov é acusado de criar grupos religiosos, fabricar e distribuir materiais que "ameaçam a paz pública e segurança social"(Traduzindo: Qualquer literatura é controlada pelo governo). As literaturas já permitidas só podem ser lidas dentro de estabelecimentos como prédios e igrejas, a mesma coisa se dá com manifestações de fé como oração ou ajoelhamento no caso de muçulmanos.

Hoje, o pastor e sua família conseguiu o asilo nos EUA. Mas no Uzbequistão existem muitos outros pastores que permanecem e ainda vão para lugares mais distantes do país, onde há mais hostilidade ao evangelho.


O Uzbequistão é um país de maioria muçulmana, os cristãos são apenas 10% do país. O país é o 15º país mais hostil ao cristianismo segundo a Agência Portas Abertas.


Fonte: WWM

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

PASTOR AMERICANO COMPRA ARMAS PRA AJUDAR RESISTÊNCIA CRISTÃ AO ESTADO ISLÂMICO


Os gastos e a logística da guerra contra o Estado Islâmico geram muitos prejuízos que refletem em vários setores da sociedade iraquiana, algumas delas fazem parte das necessidades mais básicas como alimentação, saúde e segurança - principalmente esta última.

Já é conhecido que devido ao perigo iminente de serem escravizados e mortos, houve um êxodo cristão em direção às Planícies de Nínive para se juntar aos outros fugitivos dos ataques do ISIS. Também é sabido que um partido iraquiano está auxiliando dando armas e treinamento aos cristãos para se protegerem, haja vista já ser escasso o serviço de segurança no país.

As armas vindas da milícia Curda Peshmerga, a maior resistência contra o ISIS, estão acabando. Segundo os generais, o seu arsenal perto dos carros blindados e armamento pesado do Estado Islâmico equivale a "arco e flechas". Muitos perguntam aos generais o que pode ser feito, ajudam em apenas assistência ou "apoio moral"; até que um pastor missionário americano decidiu ajudar de forma mais prática.

O pastor da Igreja Batista William Devlin decidiu ajudar com seu próprio dinheiro, comprando armamento para as milícias cristãs nesta região para se protegerem e combater o Estado Islâmico. William é um pastor que costuma ajudar cristãos perseguidos nos lugares mais perigosos do mundo além de dar assistência com seus próprios recursos, ou seja, das ofertas oriundas da sua obra.

Essa atitude não muito comum vindo de um pastor pode despertar a atenção do governo dos EUA - ele bem sabe disso -, por isso vai se reunir com os funcionários do Departamento de Estado no próximo mês para dar alguns esclarecimentos.

O pastor alega que ele mesmo é prova de que não é preciso uma grande organização ou apoio do governo para ajudar as vítimas do Estado Islâmico. Disse Devlin: "Eu não tenho uma grande organização. Eu não tomo dinheiro do governo. Eu não trago dinheiro de fundação, nem mesmo tiro dinheiro de empresas. É tudo dinheiro privado que eu levanto nos EUA. Eu conto com 200 pessoas que apoiam meu trabalho financeiramente".

Esse pastor, com sua boa vontade e disposição, sozinho já fez mais que a comunidade internacional. A sua pronta disposição em comprar armas sem titubear foi muito admirada pelos generais peshmerga.

Ele não comprou somente armas, mas também alimentos, vestuário e itens de higiene para os civis. 

Esse sim não ficou só na oração... 


Fonte: THE CHRISTIAN POST

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

PODER POLÍTICO ORTODOXO ENFRAQUECENDO


As igrejas ortodoxas, resultado de um cisma com a ICAP, sempre teve contato direto e fervoroso na política; é normal observar padres ortodoxos do leste europeu à Ásia influenciando diretamente a mentalidade política dos povos locais.

A mais conhecida (e poderosa por assim dizer) é a Igreja Ortodoxa Russa do Patriarca Kiril. Ela conta com o amplo apoio do governo de Vladmir Putin para fins puramente políticos, até mesmo visita de Estado o sacerdote já fez.




Desde a época dos czares os ortodoxos tem contato e relação direta na política, com a entrada do regime comunista sofreram diversas restrições e perseguições cruéis. Porém, receberam certas liberdades por Stalin em troca de apoio popular para luta contra os nazistas; mas logo foram reprimidos novamente.

Somente após da Queda da URSS que a igreja cresceu em importância, em parte devido ao impulso natural das pessoas a encontrar sentido após o fracasso da ideologia (comunismo) que regia a mentalidade coletiva, e em outra parte como forma de unir o país.

                    (Patriarca Kiril com o ex-ditador Fidel Castro, um dos responsáveis por 115 MIL MORTES na Revolução Cubana)

O fato concreto é que agora a Igreja Ortodoxa Russa está sendo usado como canal direto do governo de Putin para manter relações e algumas influências geopolíticas com outros países, principalmente com os países tampões da antiga URSS. 

A Igreja Ucraniana tem certa autonomia em seus assuntos, mas ainda é parte da Igreja Russa, a Igreja Bielo Ortodoxo tem pedido sua indepedência, mas também ainda está vinculado a "Mãe Russa". As igrejas da Estônia, Letônia, Moldávia, algumas do Cazaquistão e da Ásia Central também são partes da Ortodoxia Russa.

Os Balcãs são uma miscelânia, não apenas nas nacionalidades e etnias, mas também nas religiões que compõe a região fronteira entre Turquia e Europa - cristianismo e islamismo. O interessante é que, apesar dos fenômenos políticos, a Europa Ocidental e Oriental são divididos pela religião; o Cisma de 1054 separou o catolicismo da Ortodoxia.

No entanto, o próprio mundo ortodoxo está se fragmentando, grande parte das igrejas não querem mais dar contas à Russa. Por tabela, a política imperialista de Putin também se enfraquece.

Os russos dominaram essas áreas pela tirania comunista, depois tentara por meio da religião ortodoxa usando a igreja como intrumento político. Hoje até mesmo por meio da fé está ficando difícil pra Rússia manter apoio (ou pra alguns domínio pacífico).

A Igreja Ortodoxa Russa juntamente com as da Bulgária, Síria, Geórgia e Sérvia não participaram do Concílio Pan-Ortodoxo realizado em Creta, Grécia. Isto não é bom sinal para a potestade em nome de Deus com as bençãos de Putin.

Como sempre na História humana todo poder, quer político ou religioso, está fadado a cair. Quanto aqueles que tentam usar o nome de Deus como controle.


Fonte: GF
Fonte: RADIO VATICANA

OBSERVATÓRIO DA FÉ