sábado, 27 de agosto de 2016

ARGÉLIA: CRISTÃO RECEBE PENA MÁXIMA POR ''BLASFÊMIA'' EM REDES SOCIAIS


Slimane Bouhafs, 49 anos, foi condenado a cinco anos de prisão e uma pesada multa por proferir blasfêmias contra o Islã e Muhammad pelas redes sociais. Por ser cristão, ele postou um texto sobre a ''verdade de Cristo superar a mentira do islamismo e seu profeta'' além de postar uma foto de uma execução a um civil feita por um terrorista islâmico.

Ele é um ativista político no país e um entusiasta da democracia e da liberdade religiosa. O islamismo é a religião do Estado na Argélia e criticá-la deixa o cidadão vulnerável a punições.

O presidente da Igreja Protestante da Argélia diz que seu advogado vai recorrer da sentença. O vice-presidente da Liga Argelina para os Direitos Humanos considerou a decisão judicial um ataque à liberdade de consciência de culto consagrados na Constituição do país.

A Argélia é um país esmagadoramente islâmico: dos 41 milhões de habitantes, há somente 35 mil protestantes, 5 mil católicos e 500 judeus. Quase toda comunidade cristã no país é composta por ex-muçulmanos.

Fonte: TERROR SCOOP

OBSERVATÓRIO DA FÉ

RECADO DE UMA EX-MUÇULMANA AOS SEUS AMEAÇADORES


                 (Texto 100% escrito por Serena Ateísta, ex-muçulmana)

Eu vou parar de falar sobre o Islã quando as pessoas não mais forem mortas, torturadas e oprimidas em nome dele. Quando eu não tiver mais que ler notícias de como inocentes são massacrados, aos gritos de Allahu Akbar. Quando os gays não forem mais torturados, mortos, atirados de prédios, assediados, devido a excessiva homofobia que existe em sua religião.
Quando a ciência não mais for encarada com hostilidade, quando curas e vacinas não sejam mais tangidas com dogmas religiosos e fátuas. Quando as pessoas não mais sofrerem e as doenças não se espalharem. Quando uma nova descoberta não seja mais percebida como um ataque pessoal a sua fé. Quando apóstatas como eu forem livres de dano, hostilidade, morte, ameaças, isolamento e quando possamos nos assumir abertamente e sermos partes da sociedade. Quando você parar de condenar pessoas inocentes ao fogo do inferno.
Quando eu parar de escutar sobre o ISIS estuprando, comprando e vendendo escravas sexuais, o que é sancionado no Islã (4:24; 33:50). Quando eu não mais escutar sobre crianças inocentes sendo forçadas em casamento com homens mias velhos. Quando eu não mais escutar sobre crianças sendo circuncidadas e seus lamentos de agonia. Quando eu não mais ver menininhas pequenas de três anos sendo forçadas a usar hijabs e niqabs, sexualizadas em uma idade tão tenra, e ensinadas que sua feminilidade é repulsiva. Eu ficarei calada quando eu me esquecer de um vídeo de um menino de 12 anos, atado em correntes, sendo lentamente decapitado por homens muçulmanos (Alcorão 8:12).
Quando eu não mais ler histórias de meninas de 5 anos sendo mutiladas para preservar sua futura castidade. Quando não mais ter que ler como ela nunca terá prazer no sexo, como irá pegar infecções pelo resto da vida, e muito provavelmente morrerá ao dar a luz. Para aqueles que dizem que a mutilação genital feminina não é islâmica:
* A escola Shafi’i school considera a mutilação genital feminina como “wajib” (obrigatória).
* A escola Hanbali school considera como “makrumah” (honrosa) e é fortemente encorajada, como um dever.
* A escola Maliki a considera como “sunnah” (opcional) e preferida.
* A escola Hanafi a considera como “sunnah” (preferida).
Eu me calarei sobre o Islã quando eu parar de ver os hematomas e o sangue no corpo de minhas madrastas. Eu me calarei sobre o Islã quando eu não mais ver as esposas sendo surradas (Alcorão 4:34). Eu me calarei quando eu não mais temer que as mulheres sejam oprimidas, apedrejadas, mortas em nome da honra. Quando a cultura patriarcal diminuir. Quando eu não mais ver as mulheres sendo escravas de niqab. Quando as mulheres não mais sejam vistas como inferiores em sua religião. Quando o apedrejamento, açoites, amputações e tortura no nome do Islã e de Alá não mais aconteçam.
Eu me calarei sobre o Islã quando ele não mais representar uma ameaça para a humanidade e a civilização. Quando não houver mais ataques, não mais houver grupos terroristas que se desenvolvem no seio da doutrinação e alimentados no ódio. Quando nós não formos mais taxados de “kuffar”, infiéis ou descrentes. Quando as pessoas de outras crenças puderam praticá-las em países e comunidades de maioria islâmica  sem ser sujeito ao abuso, ou taxação (jizya). Eu me calarei sobre o Islã quando ele parar de tentar implementar sua reivindicação de supremacia. Eu me calarei sobre o  Islã quando os apelos pela sharia pararem.
Eu me calarei sobre o Islã quando os apologistas pararem de defende-lo de maneira cega e darem uma enxergada real no islã. Quando as mulheres pararem de serem espancadas por mostrarem um pouco de pele. Quando elas puderem estudar e ir à escola. Quando os meninos não mais forem circuncidados ainda bebês. Quando o casamento infantil for visto como algo repugnante e uma coisa horrorosa do passado. Quando as meninas pararem de serem escravizadas em todos os aspectos por guardiões do sexo masculino. Eu me calarei sobre o islã quando eu não mais ver mães grávidas jejuando no Ramadã, e quando não mais escutar sobre pessoas hackeadas até a morte por serem secularistas.
Eu ficarei calada sobre o Islã quando pararem os crimes em nome de Alá. Quando as pessoas admitirem que isto tem justificativa no Islã, e que ele não é uma religião de paz, nem mesmo minimamente. Quando pararem de nos considerar como “islamofóbicos”. Não é islamofobia quando a religião quer você morto e que queime no inferno eternamente. Eu me calarei sobre o islã quando não houver mais bebês geneticamente deformados por ser filho de primos em primeiro grau. Eu calarei minha boca sobre o Islã quando a religião parar de pintar os não muçulmanos como demônios e parar de proibir a amizade entre pessoas de credos diferentes.
Eu me calarei sobre o Islã quando não mais incitar o antissemitismo e quando ele respeitar outras religiões. Quando parar de condenar as pessoas a um fogo eterno. Quando parar de violar inúmeros direitos humanos e a escravidão sexual (33:50, 4:24). Eu ficarei quieta sobre o Islã quando não mais houver a opções “converta, submeta-se ou morra”. Quando não houver mais atos de terror cometidos em seu nome.
Eu posso ser uma voz solitária e pequena. Mas sou forte em minhas convicções e sei que muitos outros pensam o mesmo que eu. O Islã não é uma religião de paz. E eu não sou uma islamofóbica por admitir isto: a verdade.
Extraído do site EX-MUÇULMANOS

OBSERVATÓRIO DA FÉ

TAILÂNDIA: 10.000 REFUGIADOS CRISTÃOS E DE OUTRAS RELIGIÃOS PERSEGUIDOS PELO ISLÃ


Muitos cristãos e ahmadis (vertente considerada herética no islã) estão sofrendo perseguição atroz há vários anos no Paquistão e tem escolhido a Tailândia como um lugar seguro pra se instalar e se manter longe dos muçulmanos. 
Não só os paquistaneses, mas nigerianos, vietnamitas e mais outros de 36 nações diferentes. 

A maioria chegam ao país com visto de visitante ou turista, mas logo em seguida se inscrevem nas ordens burocráticas para receberem o status de asilo. Já chegam a casa dos 10.000 o número de refugiados.

A Tailândia não é signatária na Convenção de 1951 em relação ao Estatuto dos Refugiados, e isto dá amplos poderes para o Estado agir com mais energia  com os que estão já em situação irregular no país. 

Com a demora pra obtenção do status, e com o excesso de permanência no país acaba deixando-os na ilegalidade gerando problemas com as autoridades e negações com os serviços públicos.

Isto é realmente uma estatística negativa e mostra o quão forte está a intolerância do mundo muçulmano aos cristãos.

Fonte: JUBILEE CAMPAIGN

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

RÚSSIA: MUTILAÇÃO GENITAL DE TODAS AS MULHERES É SUGERIDA POR CLÉRIGO MUÇULMANO


Todo o mundo ortodoxo que circunda a região do Cáucaso ficou chocado e revoltado com a declaração de um clérigo islâmico vindo do Daguestão. Ismail Berdiyev diz abertamente que apoia a mutilação genital para TODAS as mulheres como solução para a promiscuidade.

Segundo ele, "todas as mulheres devem ser circuncidadas para não haver devassidão na terra, de modo que a sexualidade feminina seria minimizada", também disse que "Deus criou a mulher pra ter filhos" e que a mutilação não afetaria isso.

Diz também que de acordo com suas pesquisas, muitas tribos em montanhas remotas do Daguestão é comum a prática da mutilação (adivinha a religião dessas tribos...)

Eles usam o eufemismo "circuncisão feminina" como meio de suavizar a crueldade da prática. A circuncisão masculina, conhecida no judaísmo, não tira de modo algum o prazer sexual do homem; já esta prática - oriunda do islã - é literalmente cortar o clitóris da mulher impedindo de ter sensibilidade na relação conjugal.

Engraçado como eles dizem que Deus criou a mulher somente pra ter filhos, mas parece que não foi o mesmo Deus que criou o órgão sexual delas. Se a mutilação é a solução para a depravação sexual feminina, por que não há uma solução para a depravação masculina?

Qualquer mente em sã consciência, com decência e lógica notará que se trata da demonização do natural, do belo e de tudo que é humano. Isso sim é uma sociedade reprimida e tarada em nome de um deus contraditório.

Eles dizem que a criação de deus é perfeita, mas precisam da faca de açougue pra reparar certas imperfeições; pois na cabeça deles o erro divino foi dar os mesmos sentidos de satisfação para as mulheres.

Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

UM PAÍS INTEIRAMENTE MUÇULMANO E INTEIRAMENTE LIBERAL - AZERBAIJÃO #CURIOSIDADES



O Azerbaijão é uma das primeiras democracias laicas com esmagadora maioria de muçulmanos. Eles são 95% da população sendo o segundo maior país xiita, atrás somente do Irã. Todavia, se trata de uma democracia um tanto ''capenga'', pois tem um partido dominante, de sorte que sem influência religiosa. 

E De fato é laica, porque as mulheres e homens não têm obrigações religiosas de vestimentas, orações e regras comportamentais.


Devido a esses tempos de terrorismo e infiltrações via refugiados, o Azerbaijão aumentou o controle de quase tudo. Há relatos de algumas coerções religiosas com cristãos, Testemunhos de Jeová, e os Hare Krishna. Dos 9 milhões de habitantes, apenas 300 mil são cristãos. 


Durante o nazismo, este país foi bom refúgio para os judeus. Hoje, entre os nações islâmicas, este é o que mais se relaciona amigavelmente com Israel em relação a troca de serviços e tecnologia.


Um símbolo desta nação são os prédios (foto) em forma de chama que evoca sua antiguidade no zoroastrismo - religião que cultuava o fogo.


Essa relativa liberalidade (em comparações com outros países muçulmanos) diz respeito ao fato da maioria do povo azeri serem apenas "muçulmanos culturais" - o que pra maior parte do mundo islâmico significa heresia (pegando o linguajar "crentês", muçulmanos mundanos rsrs).


OBSERVATÓRIO DA FÉ

PRESENTE DE UM REI MUÇULMANO A UM PAÍS CATÓLICO - #CURIOSIDADES



O Timor Leste fica no Sudeste Asiático e já foi dominado pelos portugueses e indonésios. 
Em 1996, o país fazia 20 anos e estava sob o domínio do regime islâmico da Indonésia. O ditador muçulmano querendo agradar os timorenses presenteou-os com uma estátua de Jesus Cristo!
O Cristo Rei de Díli tem 27 metros de altura sobre um globo terrestre e composto por 27 peças de cobre; se chega a ela por uma escadaria de 500 degraus.
O Timor Leste (cuja uma das línguas é o português) junto a Filipinas são dois grandes países fortemente cristãs no Sudeste Asiático.
É curioso um país tão severo no islã como a Indonésia fazer um ato desses - considerado idolatria na sua religião -, em nome da diplomacia.



OBSERVATÓRIO DA FÉ

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

IMAM FORAGIDO APÓS MOLESTAR CRIANÇA EM AULAS DE ALCORÃO


Essa coisinha fofa frequentava aulas de Alcorão na aldeia de Dabki Junardar, na Índia, mas houve suspeitas sobre o clérigo muçulmano Kari Khalid estar trabalhando muito com crianças. É verdade que na Índia há um forte investimento em doutrinação islâmica para crianças, mas neste caso era um envolvimento mais próximo, e com muitas meninas.

Segundo as fontes, o líder espiritual (que de espiritual nada tem) mordeu o rosto da menina por ter tentado esquivar de ser molestada. Na mesma noite sua família prestou queixa à polícia local que começou as buscas e a invadir supostos esconderijos.

Apesar de não ter antecedentes criminais, há suspeitas que o Imam pode ter feito outras vítimas no interior da mesquita; pra isso estão coletando evidências no templo.

Apesar de ser repugnante para quase todos, muita gente no mundo muçulmano não enxerga dessa forma o contato íntimo com crianças pelo fato do fundador do islã Muhammad ter se casado com uma criança chamada Aisha, de 6 anos.

Na Índia é grande o índice de estupro e exploração sexual. É dura a vida da mulher nesse país fomentado pelas religiões hindu e islâmica - com excessiva brutalidade desta segunda.


Fonte: THE TIMES OF ÍNDIA

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

INDIGNAÇÃO COM O PAPA POR RELATIVIZAR O TERRORISMO


Alguns comentários do Papa Francisco têm chocado não só fiéis da ICAR, mas também cristãos assírios, ortodoxos e até protestantes ligados aos assuntos atuais como refugiados, política e terrorismo islâmico.

Cinco dias depois em que um padre francês foi degolado por jihadistas enquanto ministrava a missa, Francisco I foi abordado por uma jornalista católica francesa e fez a pergunta que gerou a resposta-polêmica: 

Jornalista
"Os católicos estão em estado de choque, e não apenas na França, após o assassinato bárbaro do P. Jacques Hamel - como você sabe bem -. Em sua igreja enquanto celebrava a Santa Missa Há quatro dias aqui nos disse que todas as religiões querem a paz. Mas esse santo, sacerdote de 86 anos de idade, foi claramente morto em nome do Islã. Assim, Santo Padre, tenho duas perguntas breves: Por que você, quando você fala desses eventos violentos, sempre fala de terroristas, mas nunca do Islã, nunca use a palavra Islã? . . . Que iniciativas concretas você pode aconselhar ou sugerir a fim de neutralizar a violência islâmica? Obrigado, Santidade."

Papa Francisco
 "Eu não prefiro dizer 'violência islâmica, porque quando vejo nos jornais aqui da Itália... Fulano assassinou sua namorada, outro matou sua mãe etc., todos estes eram batizados católicos! Há católicos violentos! Se eu falar de violência islâmica, preciso falar de violência Católica."

Esse entorpecimento diante de práticas criminosas gerou muitas críticas entre os católicos até mesmo simpáticos ao Papa. O pontífice foi questionado sobre a degolação de um padre não querer mencionar a palavra "violência islâmica" ao mesmo tempo disse que existe ''terror católico''.

Consideram uma enorme infelicidade nas suas declarações. Que foi baseado num progressismo suicida por não querer mexer nesse "vespeiro" via declarações consideradas politicamente incorretas.

Também ressaltaram nas críticas ao papa que há um abismo de diferenças entre crimes passionais, por pessoas não religiosamente identificadas, e crimes com motivações político-religiosas em todos os aspectos. Que não é preciso ser um especialista em detectar as motivações entre crimes isolados e os ideologicamente motivados. 

Outra declaração do papa que mexeu com os ânimos foi dizer que o fator econômico, a "falta de opção" é um grande fator gerador de radicalização, que a desigualdade social é uma escola de terroristas.

Essa interpretação é insustentável por vermos jihadistas europeus de classe média, assim como, os terroristas formados em medicina, filosofia, engenharia etc. O próprio Osama Bin Laden fazia parte da elite na Arábia Saudita assim como os terroristas que atuaram em Bangladesh eram os mais ricos do país!

Quanto mais vai ficando cruento e bárbaro os ataques no Ocidente, mais ficando difícil para o representante da Igreja Católica abraçar o discurso que tenta agradar gregos e troianos. Vai ficando mais evidente as direções que vão tomando o terrorismo, ao ponto que a mera imparcialidade nas opiniões significará cumplicidade. 


Fonte: AINA

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

PASTOR É EXPULSO DA IGREJA POR CONVIDAR CRIANÇAS NEGRAS AO ESTUDO BÍBLICO


Em uma igreja Batista no Alabama, EUA, um pastor foi expulso pela votação unânime da diretoria da igreja (31 a 0) por um motivo um tanto estranho.

O pastor estava trazendo crianças negras - que até então não era normal na região -, e começou a incomodar os diáconos a ponto de pedir ao pastor pra parar de convidar crianças negras à igreja. Os diáconos disseram que a desavença era por outro motivo: Que ele não queria trabalhar com os diáconos e visitar membros suficientes.

O pastor também alegou que os diáconos pediram ao pastor para que renuncie sem fazer estardalhaço; e disse ter argumentado a eles que essa atitude é incompatível ao cristianismo.

Não é difícil encontrar esse tipo de pessoas dentro dos templos religiosos; principalmente num lugar que realmente existe certa tensão racial como os EUA. Todavia, tem que haver cuidado na verificação de fontes e o teor das notícias, pois há muito oportunismo nos setores ativistas (a ponto de deturpar informações) para usar de coitadismo, apelando aos sentimentos, para chegar ao poder político.

Seja uma ou outra coisa, é conhecido de todos a obviedade de que nenhuma espécie de apartheid é aprovado no cristianismo.

Fonte:  LAWNEWZ

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 6 de agosto de 2016

AUMENTO DE CRISTÃOS EM MYANMAR


Myanmar, ou Birmânia é um país com a religiosidade predominantemente budista, quase 90% da população segue a religião com uns pouquíssimos hindus e muçulmanos. O cristianismo é a segunda maior religião do país.

Como sendo país que passou por guerras, ditaduras e revoltas teve pouca mobilidade para o levantamento de estatísticas; mas uma coisa é certa, é um país acentuada religioso.

Os cristãos têm sido o grupo com maior número de crescimento no país, hoje chega a casa de 6,2%, ou seja próximo a 4 milhões de pessoas. Ainda que seja irrisório em comparação aos budistas, já consegue despertar inseguranças nos grupos budistas mais fanáticos e nacionalistas (acreditem se quiser, existem budistas fanáticos!)

Os budistas mais extremistas, a exemplo do Sry Lanka e Butão, temem que seu povo percam e identidade de suas tradições religiosas com o aumento do cristianismo no país. 

Não é difícil encontrar casos de terrorismo promovido por budistas. Há um caso que budistas atacaram ferozmente um grupo de muçulmanos a ponto de matar centenas deles e expulsarem o resto para Bangladesh.

Talvez seja devido a maior abertura política do país ao qual trouxe mais liberdade para novas expressões, muitas vezes, auxiliado pelo aumento e promoção do turismo no país. Que diga-se de passagem, têm paisagens exuberantes além de muita relíquia histórica das civilizações anteriores.

Fonte: WWM

OBSERVATÓRIO DA FÉ