quarta-feira, 22 de março de 2017

SUSTO EM UMA MISSA NO KUWAIT


Diferentemente da Arábia Saudita, seu vizinho Kuwait é um país que contém uma boa tolerância religiosa. Incrivelmente, cerca de 25% da população do Kuwait são cristãos - número surpreendente para um emirado árabe.

Muitos que vivem neste Estado elogiam a boa segurança, principalmente após o atentado em 2015 na mesquita Al-Sadiq na capital do país. Desde então, atentados terrorista não é mais parte nas rotinas dos kuwaitianos.

Porém, a Catedral da Sagrada Família levou um susto durante sua missa no domingo à noite. Um homem subiu ao altar tentou tomar o microfone do padre, mas os fiéis o pegou, tiraram da igreja e levaram à polícia.

Ao ter interceptado o indivíduo, caiu uma faca de cozinha que estava escondido na sua dishdasha (veste comum no emirados árabes), este é um exemplo de dishdasha:

 (Este é uma foto para ilustrar uma dishdasha, o homem da foto não é o sujeito da ocorrência em questão).

Isso não foi caraterizado como atentado terrorista, nem mesmo caso de intolerância religiosa - apesar do porte de uma faca -, mas de um caso de problema psiquiátrico. O homem não é monitorado como sendo alguém pertencente a grupos terroristas e não têm históricos de crimes; o fato de não ter feito nada com a faca e por ter dito que "queria ver o Papa" naquela igreja nota-se que havia nele algum distúrbio mental.

Enfim, não passou de um susto. 


Fonte: JW

OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 15 de março de 2017

PRIMEIRO ÁRABE CRISTÃO É CADETE A PILOTO DE ELITE EM ISRAEL


O exército de Israel não é composto somente por judeus; há muçulmanos drusos e árabes cristãos e outras etnias que foram acolhidas pelo Estado judeu, mas é uma novidade um árabe cristão entrar para tentar a carreira de piloto de elite das forças de defesa de Israel.

Muitos grupos sem nacionalidade como beduínos e maronitas se instalaram em Israel e se alistam voluntariamente, até mesmo parece uma forma de gratidão por ser tão bem recebido ou ser bem cuidado independente da religião ou origem étnica como disse um soldado árabe israelense de religião muçulmana: "Eu me considero um árabe e um muçulmano, mas também me considero parte deste país... É nosso Estado e temos que retribuir, ajudar tanto quanto for possível o Estado que nos protege."

É um dos aspectos naturais de uma democracia vibrante e a prova que o governo de Israel é bem diferente dos outros governos do Oriente Médio. Palestinos ocupam cadeiras no parlamento, muçulmanos e cristãos atuam nas forças armadas.

O número de árabes israelenses (cristãos e muçulmanos) nas forças armadas cresceu dez vezes em três anos. Nisto surge críticas de alas judaicas mais conservadoras dizendo haver conspirações para minar o poderio israelense, também surge alguns casos de discriminação entre judeus mais ortodoxos com árabes do mesmo grupo de soldados.

Dos 20% da população árabe em Israel, 1% deles se alistam no exército; alguns para melhorar de vida, outros por devoção patriótica. Não é anormal ver soldados muçulmanos ajoelhado rezando a Alá perto de judeus ortodoxos, no entanto, essa interação é criticada pela comunidade muçulmana por causa dos problemas geopolíticos entre Israel e Palestina.



Não tem como negar o nacionalismo sionista de Benjamin Netanyahu em encher cada vez mais de judeus muitas áreas duvidosas de Israel - questão sensível para muitos - mas uma coisa é certa; quem estiver dentro das fronteiras israelenses terá a estrutura de defesa mais inteligente, moderna, eficaz e capacitada do mundo. A paranoia de ataque iminente chega a ser necessária, haja vista, Israel ser cercado por países com grande capacidade bélica são hostis aos judeus e o histórico de muitos ataques terroristas vindos do Hamas.

israelhayom
bbc
OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 4 de março de 2017

NICARÁGUA: IGREJA EVANGÉLICA QUEIMA VIVA UMA MULHER PARA CURÁ-LA DE "POSSESSÃO"


A igreja Visão Celestial das Assembleias de Deus praticou um ato bárbaro em nome de Deus: Queimou uma mulher para expelir um espírito maligno que supostamente a possuía.

Vilma Trujillo tomava remédios e já tinha sido acusada pelos próprios irmãos da comunidade de atacar pessoas com um facão. Pelas coisas estranhas que a mulher fazia, um indivíduo disse ter tido uma revelação dizendo para libertá-la da possessão lançando-a no fogo; ela foi levada ao hospital, mas morreu uma semana depois.

A mulher de 25 anos teve 80% do corpo queimado. O pastor e a diaconisa da igreja, que provavelmente lideraram essa barbárie doentia já estão presos.

Para ver que se trata de um delírio coletivo, ao ser questionado sobre o problema da esposa, seu marido disse que não estava possessa por demônios, mas sim "vítima de bruxaria" (aí não ajudou muito).

A religiosidade é um problema patológico para muita gente, não é incomum ver coisas como essas na América Latina. No Paraguai, uma mulher foi queimada viva por ser acusada de bruxaria, este é o link do vídeo: Mulher acusada de bruxaria é queimada viva.

Na Guatemala também teve outro caso de mulher sendo queimada viva por bruxaria: https://observatorio-da-fe.blogspot.com.br/2015/05/guatemala-mulher-e-acusada-de-bruxaria.html

A religiosidade não só é a arte de complicar o que era simples, mas também é um "adoecedor" de mentes frágeis. Normalmente essas pessoas, são gente simples, fora dos grandes centros; de repente nem eram assim antes de serem evangélicos, aí vem uma igreja onde pensa mais no diabo do que em Deus, onde a vida cristã é um perigo constante de ser abocanhado por Satanás, acaba nisso, num verdadeiro hospício! 


Fontes: LA OPINION, G1

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

UM GRUPO ISLÂMICO QUE NUNCA TROUXE PROBLEMAS, OS SUFIS, SOFRE ATAQUE NO PAQUISTÃO DEIXANDO 100 MORTOS


Um mesquita sufista sofreu um ataque suicida matando 100 pessoas no dia 16 de fevereiro segundo a Jihad Watch; a responsabilidade do terror foi reivindicada pelo Estado Islâmico, entre os mortos também haviam mulheres e crianças.

O sufismo é considerado heresia pela ampla maioria dos muçulmanos, por isso é um grupo muito marginalizado no mundo islâmico. Para eles, a relação com Deus só é viável pela interação mística, meditação e muita espiritualidade, ao qual também inclui as orações e jejuns (estes dois últimos, aceito pelo islã ortodoxo). 
Nunca participaram de guerras e invasões, não há histórico de intolerância religiosa; mas há muito de esoterismo. Em 922, o sufista Husayn ibn Mansur al-Hallaj foi condenado a crucificação por ter dito "Eu sou a verdade" após muita contemplação (fonte: wikipédia).

Eles praticam muita dança, fazem poesias, músicas, textos sacros; tudo com intensa devoção à Allah. Também não importam se interagirem com pessoas de outras religiões, digamos que eles são a versão paz e amor dos muçulmanos.

                              (Ritual de dança do grupo sufista Dervishe, com grande presença na Turquia)

Não duvido que algum dia possa surgir extremistas nesse ramo do islã - radicalização é coisa de ser humano, não importa o pacifismo da irmandade! Mas, até então, eles são perseguidos tanto quantos outros grupos religiosos minoritários religiosas no mundo muçulmano.

Se as vertentes mais ortodoxas do  islã, os xiitas e sunitas contrários ao califado já são alvos do EI, imagine os sufis que são rechaçados até pelos moderados.

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 26 de fevereiro de 2017

PETRODÓLARES ÁRABES OU A CULTURA DO MEDO? - SOBRE O SILÊNCIO DO HOLOCAUSTO HINDU


Pouco é conhecido e noticiado nessas bandas do mundo a enorme tensão que existe entre hindus e muçulmanos. Desde épocas históricas, os indianos combate as invasões e outros problemas geopolíticos, problemas esses que fez formar outras nações como Bangladesh, Paquistão e  
futuramente a Caxemira - todos perdidos para os movimentos islâmicos.
O que menos ainda é chegado ao conhecimento dos meios de informação ocidentais, é o massacre de hindus ocorrido nos conflitos através dos tempos. É uma selvageria que tem por inspiração tanto a questão étnica, política, territorial e mais ainda religiosa.

O texto a seguir foi extraído de uma entrevista com um líder da defesa hindu que trata deste problema, analisa a questão do comportamento violento dos muçulmanos ante aos politeístas e também o silêncio covarde dos ocidentais motivado ou por suborno, ou por medo, ou por ambos.

"Em 1971, muçulmanos assassinaram 2,4 milhões de hindus e estupraram 200 mil mulheres hindus"

Será que a violência muçulmana contra o povo indiano e a contaminação dos ideais islâmicos bárbaros se misturarão à sua cultura? Os israelenses e os hindus são as maiores vítimas de invasões islâmicas e de violência perpetuadas por mais de 1.000 anos. Muhammad Ali Jinna, membro do Congresso Nacional Indiano e mais tarde da Liga Muçulmana de Toda a Índia (um movimento Khilafat que também germinou o conflito palestino), exigiu uma divisão de dois estados, criando a Resolução de Lahore, que formou a criação do Paquistão.

Esta divisão de pessoas criou um efeito dominante de outras tensões e problemas que se espalham de Kalistão para Bangladesh, para Caxemira, para Balochistão e para o terrorismo continuado e tensão existente até hoje. Os britânicos tentaram desencorajar Muhammad Ali Jinna contra o rally para a partição e advertiram contra ele muitas vezes, ao qual terminou em motins, êxodo em massa, confrontos e mortes de milhões. O artigo aborda um incidente mal exposto de massacres muçulmano de hindus que nunca ouvimos falar. É uma pena que o artigo forme uma mentalidade anti-ocidental hindu comum e não reconhece qualquer atenção ao simples fato de que a Grã-Bretanha salvou a Índia do domínio muçulmano.

A Índia se dobraria a Meca hoje, se não fosse pelos inteligentes governantes do sul da Índia que formaram uma aliança com a Grã-Bretanha para acordos comerciais exclusivos que se desenvolveram no domínio britânico e a expulsão do governo muçulmano e da lei Sharia. Você nunca ouve pessoas indianas admitir a este fato. Em vez disso, eles são focados puramente na retórica anti-ocidental. A Grã-Bretanha não destruiu a Índia. É o Islam que saqueou, massacrou e destruiu a cultura indiana por dentro. O terrorismo muçulmano, os ataques, as tensões continuam na Índia até hoje.

Compreender a violência islâmica, como defender nossas liberdades

Na sequência da renovada violência contra os hindus no Paquistão, e com mais de 100 famílias hindus que pediram asilo na Índia, o diretor do grupo de defesa hindu canadense falou com o povo de Shambhala. O Sr. Banerjee fala sobre os antecedentes do conflito, e por que o Paquistão foi criado em 1947. Por que o Ocidente deve incluir o hinduísmo, não apenas a tradição "judaico-cristã". E também discute o Islã e a violência contra os hindus e o Ocidente, e como podemos defender nossos valores e liberdades.

Jornalista: No momento, cerca de 100 famílias hindus estão buscando asilo na Índia, do Paquistão, e estão denunciando discriminação e violência. Havia quatro médicos assassinados no primeiro dia de Eid e, eu acho, um sikh foi esfaqueado também. Você pode nos contar um pouco sobre essa situação?

Banerjee: Claro. A situação é muito natural. A maioria das pessoas não entende o que é o Paquistão. O Paquistão é um país que foi formado para os muçulmanos. A Índia é um país multi-étnico para todos. Então o Paquistão foi formado com a própria ideia de que as únicas pessoas que deveriam estar no Paquistão são muçulmanos. Não há nada estranho sobre o que está acontecendo no Paquistão hoje; já está acontecendo há muito tempo.

Na independência, a população do Paquistão era de cerca de 10% hindu e sikh, agora é menos de um por cento. Então, a questão é de onde vão esses nove por cento? Bem, eles foram ou etnicamente limpos, expulsos ou abatidos em grande número na guerra de 1971 entre a Índia e o Paquistão. No Paquistão Oriental (atual Bangladesh), cerca de 2,4 milhões de hindus foram abatidos em apenas um ano, e centenas de milhares de mulheres hindus foram estupradas.

Não há nada de surpreendente sobre isso porque o Islã foi introduzido no subcontinente asiático com o objetivo de ocupar e exterminar os hindus. De acordo com o historiador William Durant e outros historiadores, cerca de 80 milhões de hindus foram mortos, foram abatidos, e milhares e milhares de templos hindus foram destruídos, e foram construídas mesquitas sobre eles. Os muçulmanos da Índia tentaram no período de seus 700 anos [de ocupação] acabar com os hindus. Mas houve resistência de alguns dos reinos hindus. Eles nunca tiveram controle total sobre a Índia, por isso não conseguiram atingir esse objetivo. Mas esse é o objetivo eterno. De acordo com o Islã, o hinduísmo é a forma mais baixa de vida no planeta. Porque os hindus, segundo eles, são politeístas, acreditam em deuses múltiplos. Eles acreditam que adoramos ídolos, e adoração de ídolos é um pecado no Islã.

Jornalista: Uma coisa que me surpreendeu é a extensão dos ataques aos hindus, budistas, yazidis, zoroastrianos, Kalash. No entanto, não ouvimos nada sobre isso. Você mencionou a guerra de 71; 2.4 milhões de mortos, 200.000 mulheres hindus estupradas, mas não ouvimos nada sobre isso no Ocidente.

Banerjee: Não, você não, porque há um esforço sistemático por muçulmanos com petrodólares para cobrir; a razão porque você não ouve sobre isso é porque eles fazem um esforço tremendo para silenciá-lo.

Jornalista: Com toda a justiça, alguns jornais do Oriente Médio que provavelmente atendem principalmente a muçulmanos cobriram parte dela, mas você não parece encontrá-lo no Ocidente, o que é ainda mais incrível. Por que você acha que os jornalistas ocidentais não vão cobrir algo assim? O Ocidente sempre se caracteriza por preocupar-se com as minorias e por estar sempre de pé para parar o genocídio e que está sempre fazendo campanha contra a violência contra as minorias. Mas nada!

Banerjee: Isso pode ofendê-lo um pouco.

Jornalista: Não vai [risos].

Banerjee: Provavelmente vai [risos]. Mas, é porque os ocidentais tem sido hipócritas.

Jornalista: Sim.

Banerjee: Se você olhar para a Grã-Bretanha, por exemplo, quando eles foram para a Índia eles não pararam com o genocídio ou massacres, eles agilizaram-los. Eles realmente apoiaram os muçulmanos contra os hindus, os ajudaram a perpetrar massacres. Em termos do estabelecimento do Paquistão, se você ler pessoas como William Dalrymple, um historiador britânico, fica bem claro que os britânicos incentivaram a criação do Paquistão para dividir o movimento de independência [anti-colonial]. As teorias de Dalrymple são imprecisas e meramente teorias. A Grã-Bretanha desanimou contra a divisão da Índia, mas a decisão foi criada por eleitores indiano-muçulmanos eles próprios liderados por Muhammad Ali Jinna.

Jornalista: Você acha que ainda existe um tipo de resíduo colonial na atmosfera. Você acha que há algum tipo de atitude paternalista na mídia? É por isso que não vemos atrocidades relatadas?

Já ouvi essa pergunta antes, o que se trata de uma forma de racismo que eles não condenam. O Ocidente vive numa cultura de med, quer dizer, se você publicar um desenho animado de Maomé, mesmo se você estiver no Ocidente, você será ameaçado, e possivelmente será morto, e você verá tumultos acontecendo. Então agora é mais uma cultura de medo.

Jornalista: Nessa nota, Subramanian Swamy, professor hindu em Harvard, foi demitido porque escreveu um artigo sobre como eliminar o terror islâmico [na Índia]. Eu li e não achei chocante ... Suponho (no ponto mais controverso) que ele está dizendo que os não-hindus teriam que apreciar suas raízes hindus ou logo não seriam autorizados a votar. Qual foi a sua opinião sobre o seu artigo e sobre a sua despedida?

Banerjee: O artigo foi cem por cento correto. Ele não disse - como tem sido afirmado - que todos os não-hindus devem ser forçados a se converter ao hinduísmo ou algo assim. Ele nem sequer disse que os não-hindus deveriam ser oprimidos ou maltratados na Índia. Ele apenas disse que deveria ter um respeito pelo hinduísmo, e que eles deveriam reconhecer a história apropriada, especialmente a história dos muçulmanos na Índia. Não havia tal coisa como o Islã na Índia antes de cerca de 1.000 dC. Os muçulmanos invadiram e converteram forçosamente milhões de hindus ao Islã, isso é apenas um fato histórico que deve ser reconhecido por eles.

Jornalista: Por que é que quando se trata do Islã, nós não nos apegamos às minorias? Nós não defendemos os direitos das mulheres? Nós não nos apegamos aos direitos dos homossexuais? Todas as coisas que gostaríamos de defender em qualquer outro momento.

Banerjee: É uma combinação de coisas diferentes. O politicamente correto é parte dela, mas não é toda a explicação. É mais uma simples combinação de medo e suborno. Em muitos casos, é apenas o dinheiro e a influência que vêm do Oriente Médio exigindo que não se falem aspectos negativos do Islã. É a cenoura e a vara, a cenoura sendo o dinheiro sendo o dinheiro fluindo de petrodólares, e a vara sendo [o medo de] tumultos e decapitação sobre um desenho animado ou qualquer leve para o Islã.

Jornalista: Em 2008, houve os ataques de Mumbai. Algumas coisas sobre isso foram impressionantes. Uma coisa era a forma como a mídia ocidental a cobriu. Se a memória serve-me corretamente - e eu penso que faz - foi implicado que os ataques em Mumbai eram contra alvos essencialmente ocidentais, tais como o hotel de Taj Mahal. Você acha que eles estavam indo atrás de alvos ocidentais ou você acha que havia outro incentivo?

Banerjee: Bem, a maioria das pessoas que foram mortas eram hindus. Então, eu não os chamaria alvos ocidentais ... novamente é a estupidez do Ocidente, relatando-o desta maneira ... Não é necessariamente o caso que eles [os terroristas] estavam tentando matar tantos brancos, ou turistas brancos, como possível. Eles só queriam atacar os mais visíveis, ou os mais ricos, ou o mais alto perfil, os alvos. Aqueles não são alvos ocidentais. O único alvo que eles saíram de seu caminho para atacar que não estava relacionado com o hinduísmo era a sinagoga, o alvo judeu.

Jornalista: Você provavelmente segue o que está acontecendo na Europa, onde ouvimos um monte de convocações para a sharia. E algumas pessoas estão tentando defender a democracia liberal, mas nem sempre parecem saber o que estão defendendo. Você acredita que os valores hindus e os valores da democracia liberal e da modernidade são os mesmos. Você pode me dizer quais seriam?

Banerjee: O único erro que os ocidentais fazem - incluindo os conservadores - é que eles definem os valores ocidentais e os valores da democracia liberal estritamente como judeu-cristão. E eu não acho que esse seja o caso. Eu acredito que os valores hindu têm que ser incluídos nisso também, porque a Índia é a maior democracia do mundo e é 80 por cento hindu, então como pode ser apenas judeu-cristão? A maioria das pessoas vão dizer-lhe que a democracia vem dos britânicos, e que é antipático e insultante e racista. Eu penso que você deve querer dar crédito às pessoas daquele país, em vez de uma força invasora há cem anos.

Os valores da democracia estão mais em sintonia com o hinduísmo do que com muitas, muitas, muitas outras tradições de fé, porque se você olhar para o hinduísmo havia uma abertura - a capacidade das pessoas dentro do hinduísmo de ter deuses diferentes, deidades múltiplas e adorar na forma que Eles agradam ... A capacidade de permitir essa liberdade, de adorar como um prazer sem ser excomungado ou chamado de herege, esse é um dos fatores que torna o hinduísmo uma religião mais democrática do que muitos outros.

Quando as pessoas dizem que o Ocidente é um resultado da civilização judaico-cristã, é também uma combinação disso e Sócrates, Aristóteles e outros, e eles estavam em tempos pré-cristãos, e eles também não eram judeus. Eles faziam parte de uma fé que era algo semelhante ao hinduísmo no sentido de que tinha deuses múltiplos. Penso, por um lado, que é difícil porque, [a concepção de democracia e o Ocidente] tem de ser mais inclusiva; Não pode ser apenas judeu-cristão. Você tem que abraçar algumas dessas outras tradições também. Por outro lado, não vamos começar a dizer que o Islã tem algo a ver com isso também; [Porque] não, não tem.

Jornalista: Existem ligações históricas entre os antigos gregos e o hinduísmo?

Banerjee: Eu não sou um historiador, então eu não estou cem por cento certo, mas algumas das palavras e nomes ... Sânscrito é a língua indo-europeia original ... então há algumas semelhanças entre o grego antigo e o sânscrito.

Jornalista: Sim, isso é do Indo-Europeu. Proto-Indo-europeu é a raiz de muitas línguas europeias e índio também. E alguns dos antigos gregos foram influenciados pelo budismo também, então deve haver algumas ligações [ao hinduísmo].

Banerjee: Sim, sim, eu entendo que existiram. Deve haver algumas ligações.

Jornalista: Isso seria muito interessante [pesquisar]. Mais ou menos nessa nota, hoje temos muitos grupos cristãos que abraçam o diálogo inter-religioso com o Islã, e eles têm imãs no palco, e é tudo muito amoroso. No entanto, eles reagem histericamente à espiritualidade da Nova Era - que é uma forma muito pacifista de espiritualidade. Parece-me, quer você goste ou não, New Age é uma grande parte da cultura ocidental e tem sido por algum tempo. Eles estão obviamente assustados com isso, e acho que vai destruir a civilização. Mas, eu não sei se você sabe disso, mas o nacionalismo hindu e o nacionalismo budista [e anti-colonialismo] foram parcialmente revividos - ou foram encorajados a serem revividos - através de um casal de povos proto-New Age da Sociedade Teosófica.

Banerjee: Sim, eu ouvi sobre isso ... a Sociedade Teosófica em Calcutá.

Jornalista: Relacionado com isso, você acha que deveríamos formar alianças entre hindus, pessoas que praticam Yoga e pessoas espirituais, e depois cristãos e judeus e zoroastrianos?

Banerjee: Sim, acho que o hinduísmo, o budismo e o zoroastrismo são um ajuste melhor para a democracia e o liberalismo ocidentais do que o islamismo. Acho que talvez por que alguns cristãos se sentirem em parentesco com o Islã é que - por exemplo, com a Inquisição - o cristianismo se comportou mais como o Islã do que os pacíficos, tolerantes, hindus e budistas ... [* esta é uma falta de precisão histórica. A história cristã está cheia de batalhas contra as invasões islâmicas e a barbárie]. Eu acho que você precisa de uma combinação de tolerância e força. Você não deve tolerar o intolerante.

Jornalista: Não.

Banerjee: Talvez se você pudesse unir a dureza do cristianismo com alguma tolerância do hinduísmo e do budismo e formar uma aliança, talvez você possa obter o Santo Graal indescritível que todos parecem estar procurando, que é como ser forte o suficiente para dissuadir o Islã [político], sem sacrificar nossos valores e princípios do liberalismo e dos direitos humanos e da democracia.


Extraído do blog THE MUSLIM ISSUE

OBSERVATÓRIO DA FÉ


sábado, 25 de fevereiro de 2017

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA, INDIGNAÇÃO SELETIVA E O MUNDO DE GOEBBELS


Nota-se que Goebbels deixou um legado para lavagem cerebral em massas quando disse "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade" privando a média da real situação dos fatos. O "Quarto Poder" exerce atividades em todo mundo transfigurando impressões dando uma percepção errada do que se passa no tocante a intolerância religiosa.

Já está ficando usual o termo islamofobia nas grandes mídias mundiais, basta um ataque terrorista antecedido pelo grito Allahu Akbar que todo os setores de comunicação prepara seus discursos antipreconceito para que não se confundido as coisas, pior ainda é que a visibilidade dada à negatividade do estereótipo muçulmano está anos luz de distância da visibilidade dada à matança de cristãos em várias partes.

Creio que a maior desumanidade mundial na cobertura de ataques islâmico foi a diferença entre os 12 mortos do Charlie Hebdo, e logo em seguida o Boko Haram matou centenas de pessoas na Nigéria em um só dia somente por serem cristãos em 2015. Claro que pessoas são pessoas! Independente das diferenças, tanto os ateus do Charlie Hebdo e os cristãos da Nigéria são seres humanos, mas; por que no outro dia os monumentos mundiais não colocaram a bandeira da Nigéria em solidariedade aos mortos pelo fanatismo islâmico???  

O fato é que os sentimentos das pessoas são objetos de engenharia social, cuja influência dos meios de comunicação tendenciosos, celebridades, intelectuais e instituições exercem o poder de gerar indignações direcionadas ao lado errado da história a tal ponto de transferir o ódio para o grupo perseguido em vez do perseguidor. Esta também era uma estratégia de Goebbels, chamada de "Princípio da Transposição".

Outro fato estarrecedor que não teve e devida magnitude de gravidade foi a decapitação de um padre por um muçulmano DURANTE UMA MISSA na França em julho de 2016 ( http://radiovox.org/2016/07/26/padre-de-86-anos-e-decapitado-por-muculmanos-em-missa-na-franca/), agora, quando emitem uma mera opinião negativa ao sistema opressor de mulheres que há no Oriente Médio, logo tacham de ataque islamofóbico; este também é outro legado de Goebbels, chamado de "Princípio de Exageração e Desfiguração", onde se hiperboliza tudo. Já imaginou se um cristão assassinasse um imã (líder espiritual islâmico) dentro de uma mesquita na Europa? com certeza a reação seria mundial contra a islamofobia...

Percebe-se que as inclinações emocionais são estudadas, as comoções são orquestradas para serem sentidas conforme o sistema deste mundo deseja. O silêncio nas divulgações dos fatos inconvenientes é outra estratégia de Goebbels.
Alguém já viu boa vontade das Comissões de Direitos Humanos das Nações Unidas em denunciar que:

  • 332 cristãos são assassinados por mês por causa de sua fé.
  • 772 sofrem espancamentos ou estupros ao serem descobertos como cristãos.
  • 214 igrejas são destruídas ou saqueadas por mês.
  • Cristãos na Coreia do Norte são presos por não adorarem o ditador comunista Kim Jom-Un.
  • Os cristãos da Nigéria sofrem pressão para se converterem ao islã para receber ajuda financeira.

Fonte: AINA

A onda de intolerância é totalmente inversa ao que se propaga, graças as técnicas de difusão contagiosa de informações que geram percepções que não condizem com a realidade.

O maior entorpecente que ludibria a humanidade não são as drogas sintéticas, o ópio, a maconha, mas sim a mentira contada de modo tão "sincera" e repetidas vezes.


Outras fontesCM , WIKIPÉDIA


OBSERVATÓRIO DA FÉ

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

OS ISLÂMICOS MODERADOS, OS RADICAIS SUECOS E A ISLAMOFOBIA


A realidade é um mundo cada vez mais religioso e odioso - e quase todo esse ódio é dirigido por islâmicos.

Todo mundo é um moderado" nos dias de hoje. The Economist usou a palavra "muçulmano moderado" em três artigos em sua edição de 28 de janeiro. Na Malásia havia "cultura muçulmana moderada". A Indonésia tem "líderes muçulmanos moderados". Marrocos tem um partido político "muçulmano moderado". O espectro moderado é um dos clichês mais fáceis da mídia. 

O novo líder do Hamas em Gaza é apenas um "linha dura", enquanto o presidente do Irã, que impõe a discriminação mais extrema contra as mulheres, é um "moderado" assim como o ex-rei da Arábia Saudita, que não permitia que as mulheres dirigissem.

Durante quase duas décadas desde o 11 de setembro, a mídia dominante em todos os países ocidentais, e em certa medida o resto do mundo, adotou a linguagem orwelliana para enganar e manipular o público sobre a natureza dos regimes islâmicos, o islamismo político e o fanatismo, ódio e extrema-direita, intolerância conservadora, fundamentalista em partes do mundo. 

Precisa haver um retrocesso contra essa agenda, ou nosso mundo vai se tornar lentamente dominado pelas opiniões mais odiosas e intolerantes, passadas como normais e até mesmo liberais. A aliança tranquila entre extremistas de direita islâmicos e partes da esquerda ocidental deixará uma ferida em sociedades humanas que será impossível curar. Vimos essa ferida no Iraque quando os "insurgentes" do Estado Islâmico (ISIS) invadiram partes do país, cometendo genocídio, a limpeza étnica, a violação sistemática e a escravidão das pessoas para os meios de comunicação descreveram seus atos apenas como "militante" e uma "insurgência". 5.000 membros da ISIS reservaram os bilhetes dos aeroportos europeus para ir ao Iraque a fim de cometer genocídio e centenas voltaram para casa sem nunca terem sido responsabilizados . 

Mesmo hoje você não vai encontrar os termos de limpeza étnica ou genocídio na cobertura da mídia.

A relutância em questionar a natureza do ódio e do chauvinismo conservadores islâmicos estava em exibição quando o ministro do Comércio da Suécia fez uma peregrinação a Teerã para implorar a aprovação do presidente iraniano, Hassan Rouhani. A ministra sueca vestiu sua delegação feminina em longos casacos e cachecóis para não ofender o regime iraniano odioso. Enfrentando críticas na mídia pelo véu, ela disse ao jornal Aftonbladet que "ela não estava disposta a quebrar a lei iraniana", segundo relatos. 

Quando o presidente iraniano trouxe uma delegação para atender os suecos em Teerã ele trouxe apenas homens. Sem mulheres, não há problema. 

Países que respeitem os direitos humanos e a igualdade não devem enviar delegações ao Irã em primeiro lugar. Uma coisa é cobrir os cabelos ou remover sapatos ao entrar em uma casa de culto, para observar o costume local, mas quando um país tem violentas leis discriminatórias forçando as mulheres a se vestir de determinada maneira, é hora de os governos dizerem "não". Reuniões, nenhum respeito, nenhum selo da aprovação ao tratamento para opressor contra as mulheres. 

Se o Irã forçar as delegações diplomáticas estrangeiras de mulheres a usar casacos grandes e encobrir os cabelos, E se um governo forçasse mulheres diplomatas a ir topless? Seria uma linha vermelha? Você pode pensar que é ridículo - mas por que é mais ridículo forçar as mulheres a se despirem então para forçá-las a se vestir? Se o Irã pode forçar as mulheres de uma delegação a não apresentar as mãos a um líder masculino, para que ele não seja "contaminado", então por que os países ocidentais não podem forçar os iranianos a apertar as mãos das mulheres e observar os costumes ocidentais? Poderia ofendê-los? Você poderia pensar, talvez, é lógico mostrar deferência e respeito por outra cultura se essa cultura e religião mostra deferência e respeito por seu modo de vida. Mas o que acontece quando os iranianos visitam a Europa? A Itália encobriu estátuas nuas para não ofender o aiatolá. 

O que há de errado com nossa cultura? Por que mudamos nosso modo de vida quando visitamos os países de outros e depois mudamo-lo novamente em nossos próprios países para sempre agradar aos outros? Por que cada vez que um odiador encontra algo "ofensivo", como a visão do cabelo de uma mulher, as pernas de uma mulher, um aperto de mão, uma estátua, essa cultura ocidental corre para encobrí-lo? Que tal dignidade? Chegaremos a um ponto na falida e patética civilização ocidental, onde os diplomatas europeus negarão o Holocausto para agradar seus manipuladores iranianos. 

Não há nenhum ponto em que alguém vai dizer "não". 

Sauditas exigem praias segregadas para as suas férias na França? Sem problemas. 

A realidade é um mundo cada vez mais religioso e odioso - e quase todo esse ódio é dirigido por islâmicos. Sentado com o rei conservador da Arábia Saudita, Salman, o príncipe herdeiro Mohammed bin Nayef eo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, a nova chefe da ONU, Antonia Gutierres, afirmou que "uma das coisas que alimentam o terrorismo é a expressão em algumas partes do mundo do sentimento, políticas e discursos de islamofobia". Há algo perverso sobre o líder da ONU sentado com os chefes de um regime que tem sido responsável por financiar mais discurso de ódio do que qualquer outro, além de decapitações.

E culpando o terrorismo não desse regime, mas da "islamofobia". Na narrativa do chefe da ONU, a culpa pelo terrorismo nunca depende dos regimes que cultivam sistemas de educação que disseminam a intolerância e o ódio. De onde vieram os seqüestradores do 11/9? Eles cresceram na América e sofreram "islamofobia"? Ninguém na América sabia que eles eram muçulmanos quando eles vieram para aprender a voar aviões. Eles pareciam e agiam como americanos médios quando chegaram em sua missão de matar. A única responsabilidade de lançar as bases do ódio islâmico de ocidentias e alimentar o terrorismo reside em grupos como o Taliban, os pregadores wahhabis e o ódio nas mídias sociais. A islamofobia fez com que o Talibã explodisse as estátuas de Buda em Bamiyan ou ISIS para dinamitar Palmyra? Islamophobia causou o genocídio de Yazidis por ISIS? Isso fez com que os ricos homens de Bangladesh torturassem e matassem blogueiros seculares e estrangeiros e prometessem fidelidade ao ISIS? 

Nosso mundo orwelliano está totalmente de cabeça para baixo. Os líderes vêem o Irã como moderação e a Arábia Saudita como tolerância. 

Eles nunca questionam os líderes intolerantes e extremistas dessas sociedades. Em tal sistema temos de nos rebelar. Temos de exigir um fim à retórica orwelliana que nos lavagens de cérebro para afastar nossos olhos dos crimes de ISIS e fingir que ISIS é alimentado por Donald Trump ou Brexit. ISIS veio em primeiro lugar. A Al-Qaeda veio em primeiro lugar. A revolução islâmica do Irã veio em primeiro lugar. O islamismo wahhabi veio primeiro. E tudo isso é um desafio extremista, odioso, intolerante, fundamentalista religioso ao mundo. Quanto mais nos dizem que é "moderado", mais sua demagogia cresce.

Além de ser honesto em nossa língua, precisamos ter uma política diferente quando se trata de Irã e Arábia Saudita e regimes como eles. Devemos exigir que as delegações de Rouhani para o ocidente sejam compostos em mulheres dissidentes iranianas, como as que estão aprisionadas por participar de jogos de vôlei, ou ele não será permitido vir. As diplomatas da Arábia Saudita devem ser proibidos de dirigir quando visitam, e seus diplomatas masculinos em nossas sociedades terão que pedir permissão a mulheres que serão nomeadas seus tutores antes de viajarem. 

Não gosta? Então não venha. Fique em casa, onde as coisas são mais moderadas. 

Extraído parcialmente de Jerusalém Post

OBSERVATÓRIO DA FÉ

domingo, 12 de fevereiro de 2017

DE ANTISSEMITA A JUDEU ORTODOXO


O militante político húngaro Csanad Szegedi era fervorosamente antijudeu em todos os aspectos. Acreditava que os judeus dominavam o mundo, manipulavam governos, já chegou pôr em xeque se o Holocausto realmente existiu e outras teorias de conspiração que normalmente faz muito sucesso no mundo muçulmano e com os progressistas ocidentais.

Szegedi já foi acusado de neonazismo, ajudou a fundar a Guarda Húngara que ostentava insígnias pró-nazista, esse grupo político já ajudou a levar muitos judeus para a câmara de gás.

Até que descobriu sua linhagem judaica, sua avó é sobrevivente de Auschwitz; nisto viu que em seu corpo corre o sangue dos hebreus. Facilmente rejeitou seu engajamento antissemita e passou a ser um devoto da religião judaica, já se mudou para Israel e pretende se afiliar nas organizações de sionista na luta contra a intolerância e preconceito aos judeus.

É aquela velha e boa história do perseguidor que juntou com os perseguidos, e como era de esperar, ele sofreu muita aversão por parte da sinagoga em que começou frequentar.

Muitos não imaginam, mas são correntes no Leste Europeu casos de antijudaísmo, por isso é significativo uma conversão dessa magnitude, quanto mais se tratando de um líder extremamente militante. 


Fonte: IBT
Fonte: JP

OBSERVATÓRIO DA FÉ

PAQUISTÃO: PROPRIEDADE DA IGREJA PRESBITERIANA É INVADIDA


É muito comum no Paquistão perseguições religiosas sob outros pretextos, na maioria das vezes são disputas de terra e falsas acusações de blasfêmia ao islã. Já houve muitas mortes, demolições, invasões de terra (todos eles de proprietários cristãos).

O status quo neste país mantêm os cristãos como cidadãos de segunda classe, resquícios da antiga tradição indiana de castas. E com a omissão de algumas autoridades tendenciosas as coisas pioram para as minorias.

Desta vez, o problema acontece num terreno de 1750 metros quadrados doado à Igreja Presbiteriana décadas atrás. Um grupo de pessoas invadiram e começaram a construir sem nenhuma permissão, cinco mulheres e uma criança de 13 anos foram agredidos; a polícia não quis registrar o B.O e o caso chegou ao magistrado.

Os dois lados estão em disputas, com seus argumentos e troca de acusações. Existe a possibilidade de os presbiterianos ganharem a causa, mas o fato da polícia propositadamente não ter registrado a denúncia dificulta a geração de provas oficiais dos pleitos.

O fator agravante é a corrupção, provavelmente essa invasão pode ter sido orquestrada por algum líder muçulmano ativista, o que acontece muito. Nisto pode haver riscos de suborno, ou no mínimo muito, mas muito protesto e pressão na possível decisão prol cristão aí a tensão subirá.

Até o momento, no menor dos males não houve mortes. Os paquistaneses extremistas são um tanto bárbaros quando se trata de problemas interreligiosos, não há distinção entre crianças, mulheres ou idosos.


Fonte: WWM

OBSERVATÓRIO DA FÉ

sábado, 11 de fevereiro de 2017

RESQUÍCIOS DE ESPERANÇA


"A esperança é a última que morre!" Isso fica bem poético nos lábios de quem está cheio de vida, onde está tudo bem, com boas perspectivas a ponto de se sentir Phd em "felicidade humana". Mas na vida de quem tem energia apenas para sobreviver em lamentações sem causa ou angústias sem sentido tal frase não serve nem para simbolismos.

As mensagens religiosas já não fazem efeitos como antigamente, a esperança tergiversada nos sermões não sana o tédio existencial e não preenche nem a lacuna da alma que nos permite dar aquele sorriso pra fingir que está tudo bem!

Até gera impulso pra diagnosticar um quadro de depressão, um distúrbio bioquímico cerebral, falta de fé, problemas de caráter; no entanto, só o fato de todos sermos rodeados de fraquezas já é motivo de sermos vulneráveis para desesperarmos da própria vida. 
Grandes heróis da fé já se pegaram num mundo sem sentido. O profeta Elias já pediu a própria morte mesmo após ter feito sinais miraculosos; o apóstolo Paulo, homem que conheceu o terceiro céu, demonstrou um forte drama quanto às leis que regem todas as camadas do homem.

Perder o encanto da vida nem sempre é coisa de doente, é coisa de humano! Oscilações acontecem; coisa de doente é fazer disso chantagem para comprar solidariedade alheia, ou pior, ter prazer e fazer disto o modo de vida.
Claro que não precisa arrancar otimismo onde não existe, mas também não precisa viver focado no "no mundo tereis aflições" e esquecer o "tendes bom ânimo".

Mesmo amando a Deus, crendo firmemente na vida eterna, ter prazer nas Escrituras ainda assim é possível ter sua "noite escura da alma" (etapa da vida que antecede uma grande experiência com Deus segundo São João da Cruz).

De repente, as últimas energias usadas para sobreviver em lamentações, como citado no primeiro parágrafo, possa ser investido em dependência completa em Deus; se ele organizou o caos que era o universo, por que não atentar para o nosso caos interno?
A verdadeira confiança em Deus já em si um catalisador de grandes mudanças, ainda que interior - o que na realidade é o mais importante!

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz paciência,
E a paciência a experiência, e a experiência a esperança.
E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado." - Romanos 5: 3, 4 e 5.


OBSERVATÓRIO DA FÉ